História Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 17


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Categorias Banda Fly (Fly Br), Clarice Falcão, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, One Direction, Robert Pattinson, Scarlett Johansson, Selena Gomez
Personagens Caíque Gama, Clarice Falcão, Dallas Lovato, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais, Robert Pattinson, Scarlet Johanson, Selena Gomez
Exibições 9
Palavras 759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - Caos


Fanfic / Fanfiction Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 17 - Caos

POV. CLARICE FALCÃO

   O jantar estava sendo tão leve, tão divertido como a muito tempo não acontecia e eu pude por um instante analisar esse momento, minha família reunida e sorrindo parecia tudo tão completo, por mais que esteja faltando uma parte, talvez a parte mais importante, saí dos meus pensamentos quando mamãe se engasgou com o suco.

  - Chega Matt.(risada) você vai acabar nos matando de rir ou engasgados. -Mãe
  - Sabe o que é mamãe? Eu amo tanto ver vocês sorrindo.-Matt

   Eu sempre me assustei do quanto meu irmão era inteligente apesar da pouca idade, sempre foi adulto em algumas áreas,  Matt tem características fortes e marcantes, seus olhos são de um azul brilhante como os do papai, seus cabelos mudam de cor oscilando entre claros e mais escuros, ele é um comediante nato que faz piadas incríveis o tempo todo, ele ama com tanta facilidade qualquer pessoa que cruza o seu caminho, adora abraçar e mostrar sua bondade a todos,  ele é meu pedacinho de gente que defendo de tudo e de todos e só de olhar para os seus olhos brilhantes isso já me traz paz.
   Fomos surpreendidos quando papai entrou em casa novamente bêbado, mas ao invés de subir como sempre ele sentou com a gente e deu início a uma das piores noites da minha vida.
                 
                     ...

   Subi para o quarto contrariada, queria ficar ali e ajudar mamãe no que fosse preciso mas Matt precisava de mim.
   Chegamos no andar de cima no meu quarto e ele chocou seu pequeno corpinho trêmulo de soluços contra o meu me apertando tanto que chegou a doer mas não me importei.

  - Hey! Ta tudo bem agora, já passou.-Eu
  - Por que ele não me ama? Matt me questionou aos prantos e foi como se um pedaço em mim se quebrasse.
  - Olha pra mim, pedi e ele separou um pouco seu corpo me olhando com os olhos sem o mesmo brilho de sempre e banhados de lágrimas. É claro que o papai te ama, ele te ama mais que tudo assim como a mamãe e eu, nunca dúvide de que não é amado por favor, às vezes cometemos erros que machucam quem mais amamos mas isso passa e papai apenas cometeu um erro.-Eu
  - Mas por que ele me disse tudo aquilo gritando, eu juro que foi sem querer que eu quebrei o copo dele e mamãe disse que tava tudo bem.-Matt
   
   Essa altura eu já estava chorando também, chorando de raiva pelo o que meu pai se transformou,  chorando por ele ter feito Matt chorar e acreditar que não é amado, e chorando por perceber que mesmo que na maioria das vezes não pareça Matt é apenas uma criança pura e inocente.

  - Matt sabe quando dormimos e sonhamos? Ele assente com a cabeça. Quando estamos sonhando não conseguimos controlar o que acontece no sonho certo? Ele assenti novamente. O papai está tipo assim ele bebeu uma bebida e meio que ta sem sem controle dos  próprios atos, isso tudo vai passar.-Eu
  - Eu nunca na vida quero beber essa bebida.-Matt. Dou uma pequena risada e o abraço.
  - Espero que você nunca mude de ideia e eu vou cobrar isso, susurro em seu ouvido e começo um carinho em sua cabeça na intensão de fazer ele dormir o que acontece rapidamente.

   Desci as escadas lentamente na esperança de que as coisas lá em baixo estivessem melhores,  quando vejo minha mãe caída e meu pai a socando, meu coração errou a batida e meu ar sumiu tudo o que consegui fazer foi correr empurrando meu pai e levando um tapa na cara o que me fez gritar.

  - EU CHAMEI A POLÍCIA SEU DESGRAÇADO, VOCÊ NÃO VAI BATER NA MINHA MÃE, EU TE ODEIO SOME DESSA CASA. Ele susurrou desculpas e foi embora, me virei aos prantos ajudando minha mãe a levantar.
  - Mamãe? Eu menti, não chamei polícia nenhuma.-Eu
  - Tá tudo bem meu amor, tá tudo bem. Minha mãe me abraçou passando toda a confiança que podia.
  - Mas nós vamos a delegacia, vanos denunciar isso não pode ficar assim.-Eu
  - NÃO! Ele não fez por mal e foi só dessa vez.-Mãe

   A  atitude da minha mãe me deixou com tanta raiva que naquele caos todo começou a nascer um sentimento em mim de rebeldia eu faria tudo o contrário do que eles falassem só pra contrariar.



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