História Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 27


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Categorias Banda Fly (Fly Br), Clarice Falcão, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, One Direction, Robert Pattinson, Scarlett Johansson, Selena Gomez
Personagens Caíque Gama, Clarice Falcão, Dallas Lovato, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais, Robert Pattinson, Scarlet Johanson, Selena Gomez
Exibições 7
Palavras 798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Ela se matou?


Fanfic / Fanfiction Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 27 - Ela se matou?

  - NÃO! Gritei já desesperada. ISSO NÃO É VERDADE MÃE ME DIZ QUE ISSO É SÓ UM MAL ENTENDIDO POR FAVOR.-Eu
  - Eu preciso que você se acalme ta legal? Você precisa se acalmar seu pai ja deve estar chegando aí se arrume e vem pra casa, eu vou desligar agora se acalme eu sinto muito.-Mãe

Ligação of

   Eu permaneci parada onde estava com a visão completamente embaçada tentatando assimilar o que tinha acontecido quando a porta do quarto é aberta e meu pai entra todo afobado e foi aí que eu percebi que tudo isso era sério o que me fez soltar um soluço alto.
   Meu pai se aproximou e me envolveu em seus braços eu enterrei minha cabeça no seu pescoço e o apertei com toda a minha força como se ele fosse fugir a qualquer hora e chorei como nunca antes, chorei como uma criança nos braços do seu pai, chorei até minha cabeça latejar como um pedido doído para que eu parasse.
  - Vai ficar tudo bem meu amor, você precisa ser forte eu estou aqui com você isso vai passar sempre passa.-Pai

   Meu pai não saiu um só minuto do meu lado e eu precisava tanto dele nesse momento ele me levou pra casa e logo depois pro enterro eu cheguei já estava quase acabando, havia poucas pessoas ali afinal eles tinham mudado pra cá a pouco tempo.
   O pai da Jú estava terminando de prestar sua homenagem quando eu cheguei e o padre perguntou se alguém mais queria falar algo e por mais que fosse difícil eu precisava fazer isso, me dirigi ao pequeno púlpito com microfone que estavam alí e olhando pra todas aquelas pessoas limpei algumas lágrimas que não consegui segurar e comecei o meu discurso.

   Eu me lembro da primeira vez que falei com a Jú era uma tarde de sol eu estava subindo a escada do prédio correndo e sem querer esbarrei nela e nesse dia eu quase morri se não fosse pelo meu broche do Guns and Rose que caiu da minha roupa com o contato e ela ficou com ele.
   Eu poderia passar toda a minha vida falando do quanto ela era incrível só pelos os momentos que passamos juntas que nas últimas horas estão passando como um filme na minha cabeça.
   Eu não posso imaginar a dor que cada um ta sentindo aqui com essa perda mas pra mim eu não perdi alguém que eu amava muito eu perdi uma parte de mim e eu não faço idéia de como vai ser daqui pra frente.
   Eu perdi minha conselheira, minha melhor amiga, a irmã que a vida me deu, a menina alegre que me ensinou a sonhar, me ensinou a tocar guitarra, me levou ao meu primeiro show e me fez perceber que era isso que eu queria pra vida, ela foi a primeira que acreditou em mim e me incentivou se hoje estou onde estou é tudo por sua causa.
    E me dói tanto que as minhas conquistas não serão mais comemoradas em seu abraço, os meus choros não serão mais enxugados por suas mãos, minhas tristezas não serão mais preechidas pelo olhar e pelo vai ficar tudo bem da minha nelhor amiga.
   Um dia eu e a Jú estávamos conversando como seria nosso discurso de despedida uma para outra em nossa morte eu sei isso é estranho mas nunca fomos normais, ela me fez um pedido e eu gostaria de realizar eu lembro como se fosse ontem ela dizendo;
   Diga a eles que esqueçam as coisas ruins que fizeram pra mim ou que eu os fiz, digam para esquecer as minhas lágrimas e se lembrarem do meu sorriso que eu fiz questão de marcar cada um com o meu melhor sorriso, diga para serem fortes e corajosos o suficiente para viverem, digam para que quando a saudade apertar no peito e o choro aparecer fechem os olhos e lembrem da última vez que os abracei por que nesse instante estarei os abraçando, e por fim digam para que nunca se esqueça das lembranças pois elas são eternas e vivas seja em uma foto, um cheiro, um lugar, uma música ou em uma memória.
   Talvez muitos vieram aqui pra dizer adeus mas eu não vou e nem posso fazer isso ela sempre estará viva em minhas lembranças e na de cada um de nós.
   Terminei chorando muito e sendo amparada pelo meu pai o enterro foi difícil pra todos alí mas se eu procurasse dizer quem estava pior eu diria ser o Nathan afinal eles tinham brigado nesse dia.
   Depois de tudo eu fui pra casa e me joguei na cama pra tentar não pensar em tudo.



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