História Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 30


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Categorias Banda Fly (Fly Br), Clarice Falcão, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, One Direction, Robert Pattinson, Scarlett Johansson, Selena Gomez
Personagens Caíque Gama, Clarice Falcão, Dallas Lovato, Demi Lovato, Guilherme Leicam, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kristen Stewart, Miley Cyrus, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais, Robert Pattinson, Scarlet Johanson, Selena Gomez
Exibições 8
Palavras 1.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Descupem os erros...

Capítulo 30 - Juliana


Fanfic / Fanfiction Sentir até morrer ou morrer e não sentir? - Capítulo 30 - Juliana

   Pov. Juliana

   Eu sempre pensei na morte como algo perto e ao mesmo tempo distante, imprevisível e ao mesmo tempo completamente previsível.
   É que eu sempre preferi viver, mas eu digo viver de verdade do tipo viajar pelo mundo, correr pra algum lugar sem rumo, cair e ralar o joelho, pular de para quedas, passar o dia tocando guitarra ou simplesmente dormindo a verdade é que o viver vai muito além do respirar e do bater de corações, o viver implica em fazer o que der vontade, superar um medo e se permitir viver as sensações que ele propaga, viver implica em sorrir e em rir até a barriga doer, implica em se machucar e chorar porque isso é viver.
   Viver é sentir, é conhecer, se envolver, viver é ter lembranças de que você fez, você experimentou, você sabe a sensação porque não importa as circunstâncias você Viveu tal coisa.
   Bom e a morte assim como o viver não é apenas o parar de corações, muitas vezes o coração ta batendo e você ta respirando mas não tem vivido e sim sobrevivido.
   Alguns anos atrás eu conheci o cara da minha vida eu me apaixonei e me permiti viver tudo o que esse amor me oferecia mas assim que meus pais souberam que eu estava ficando com ninguém mais e ninguém menos que o filho de um dos maiores milionários do Brasil eles me obrigaram a ter um filho para casar com ele e isso tava me destruindo por dentro.
   Eu não estava com o Paulo por seu dinheiro mas sim porque eu o amava e eu não queria enganar ele mas meus pais me torturavam psicológicamente. Eu estava indo bem, conseguindo levar as coisas como deveria até que eu não tive mais forças e me entreguei ao cara da minha vida.

    Eu estava indo ao apartamento do Paulo era lá que nos encontrávamos pra tentar se livrar da mídia e assim passávamos o dia conversando, assistindo filme e nos beijando nunca passávamos disso porque eu nunca deixava.
   Estava chegando na esquina quando uma forte chuva começou e saí correndo na falha tentativa de não me molhar mas eu já estava toda ensopada, entrei no elevador e logo já estava abrindo a porta pois eu tinha a chave.

  - Droga eu to toda molhada.-Eu
  - Wou acho que ta chovendo lá fora. Paulo falou me puxando pela cintura e me beijando.- Você tá gelada.
  - Claro que eu to, estou completamente molhada de chuva.-Eu
  - Acho melhor você ir tomar um banho. -Paulo
  - E eu vou por que roupa gênio?-Eu
  - Amor vivemos no século XXI e eles tem uma tecnologia chamada máquina de lavar e secar e advinha ela lava e seca roupa. Vai pro banheiro do meu quarto deixa sua roupa na mesa de lá e eu lavo enquanto você toma banho.-Paulo
  - Idiota! Dei um selinho nele e subi pra fazer o que ele disse.

   Pouco tempo depois que liguei o chuveiro escutei o barulho do Paulo entrando no quarto provavelmente para pegar a minha roupa, demorei mais alguns minutos na água quente, desliguei o chuveiro ficando completamente perdida pois não sabia qual toalha podia usar quando a porta é aberta.

  - Achei que você quisesse outra toalha pra por no cabelo e Ai meu Deus. Paulo interrompeu sua fala me olhando.- Me-me desculpa eu pensei q-que você tava de toalha q-quer dizer, Ta tudo bem interrompi ele e ficamos nos olhando por algum tempo até eu cortar o silêncio.
  - Paulo eu agradeceria muito se você me desce essa toalha.-Eu
  - C-claro ele falou me estendendo a toalha me queimando com o olhar.
  - Você ta me deixando sem graça me olhando assim, falei cobrindo o meu corpo.
  - Você é tão linda, eu quero te tocar, te amar e te fazer só minha ele falou se aproximando e colocando a mão no meu rosto o que fez minha perna enfraquecer.
  - Eu a-acho melhor não falei entre o beijo que ele me dava.
   Shhhi ele levantou meu rosto fazendo eu olhar em seus olhos.
  - Tá tudo bem  eu te amo e eu quero fazer isso eu nunca fiz isso com ninguém e quero que seja aqui agora e com você.-Paulo

  Ele foi me beijando cheio de amor, desejo e paixão me levando até a cama e eu não consegui resistir porque eu não queria resistir, e naquela noite eu fui dele e ele foi meu nós nos amamos e foi a noite mais mágica da minha vida.
   No dia seguinte ele me acordou aos beijos e com um café da manhã ficamos ali rindo trocando carícias até nos desperdimos.
   Eu passei o dia chorando e me sentindo culpada por ter feito exatamente o que meus pais me queriam , minha mãe me obrigou a falar o que tava acontecendo e eu contei tudo a ela o que a fez dar pulos de alegria, ela me chantageou me fazendo ligar e marcar um encontro com ele a noite e foi o que eu fiz.
   Tava tudo indo bem mesmo eu me remoendo por dentro até que o Paulo resolveu me pedir em namoro e caramba eu não podia aceitar ele não me merecia eu era suja e não queria o machucar eu o amava tanto.
   Cheguei em casa e liguei pra Clarice desesperada pra que ela estivesse do meu lado mas ela não podia apesar de eu saber que seu eu contasse o que tava realmente acontecendo ela estaria na porta do meu quarto em dois minutos mas eu não podia ser tão egoísta a esse ponto.
   Desliguei o telefone e eu me decidi eu não podia mais fingir, eu não podia mais magoar os que me cercavam, eu não podia mais ter um pai que me abusava sempre que eu não fazia o que ele queria, mandei uma última mensagem pro Paulo, abri a janela do meu quarto sentindo o vento batendo em meu rosto fazendo meus cabelos voar olhei pra baixo me certificando que a altura do décimo andar seria o suficiente.
   Me inclinei um pouco e por breves momentos pensei na minha infância e na menina que senpre esteve ao meu lado, me lembrei dos seus abraços, da sua capacidade de contar piadas sem graça e me fazer rir, do seu instinto protetor, me lembrei do seu sorriso e já em lágrimas pensei que ela era a única que podia me fazer lutar mas eu entendia porque dela não tá aqui, comecei a tremer e antes de me soltar completamente susurrei baixinho.
  - Clarice você é forte continue vivendo eu sinto muito, Eu te amo.
    Comecei a cair e só tive tempo de fechar os olhos e me lembrar da noite anterior,  dos toques e dos beijos, eu Te Amo meu amor falei antes de sofrer o impacto.
   A morte é distante porque eperamos que ela chegue apenas na velhice e perto porque ela pode ocorrer quando ainda somos jovens, imprevisível pois não sabemos quando ela virá e previsível porque nos matamos aos poucos e a cada dia quando decidimos não viver.
   Eu decidi parar de viver quando pra não ser abusada fiz as vontades dos meus pais e decidi parar de respirar quando certamente me vi sem saída em um caminho onde magoaria a pessoa que mais amava, sentir até morrer ou morrer e não sentir. Eu fiz a minha escolha.

  



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