História Sequestrada - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Álcool, Drogas, Justin Bieber, Romance, Sexo
Exibições 94
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oeeee. ...

Capítulo 9 - Ligação


Fanfic / Fanfiction Sequestrada - Capítulo 9 - Ligação

             Atlanta: 00h22pm

         A cada "Pi" que o celular fazia, meu coração acelerava, minha mão soava. Estava no quarto de Justin, junto a ele. A cada "Pi" incessante que eu celular dava, eu fica apreensiva. Justin havia cumprido com o combinado, após nossa conversa.  Estava roendo minhas unhas de tão nervosa que eu me encontrava, Justin fixava seus olhos castanhos em mim, o que me deixava mais nervosa.

     Já era a segunda vez que a chamada caia na caixa postal, já estava ficando desesperada, eu precisava muito daquilo, precisava ouvir a voz de mamãe para me tranquilizar. Estava prestes a desistir, já se passava da meia noite, provavelmente ela já estaria dormindo. Mas no último toque, um"alô"  baixo, e meio sem vida foi dito do outro lado da linha.

~Alô? ~ Meu coração disparou numa velocidade avassaladora, quase saindo de minha boca. -Alô? - repetiu mamãe. Eu não conseguia falar, minha garganta ficou fechada, eu tentava mas não conseguia, meus olhos começaram a arder e as primeiras lágrimas passaram a escorrer por minha face.  Era uma emoção tão grande, depois de quase um mês poder ouvir sua voz me deixava tão feliz, era como se eu voltasse a viver de novo. -Olha, eu vou desligar se ninguém falar- disse mamãe do outro lado da linha.  Suas palavras fizeram com que minhas lágrimas silenciosos passasse a ser um choro audível, um choro de "mamãe sou eu". -Quem está falando? - perguntou mamãe. Eu poderia imaginar sua reação.

-Sou eu mamãe-  E com muita dificuldade, travando uma guerra com meu interior, falei, eu um fil de voz, quase inaudível por conta do choro.

-Florence, Flor, meu amor é você? - Perguntou.  Eu não estava vendo, mas eu podia sertir, imaginar o estado em que ela se encontrava ao dizer meu nome. Seu tom de voz mudou.

-Sim mamãe, sou eu -E mais lágrimas molhavam meu rosto, chegando a respingar em minha camiseta, Justin me olhava apreensivo, certificando-se de que eu não falasse nada além do combinado.

-Meu amor que saudade, o que aconteceu com você, onde você está meu amor? -Naquele momento as palavras de mamãe saíram meio abaladas por conta de sej choro que já se fazia presente.

-Eu também mamãe estou com muita, muita sudade. - Sim, era uma saudade que não cabia em meu peito, chegava a queimar.

-O que aconteceu com você querida, diga onde está, eu vou te buscar agora mesmo - Só deus sabe minha vontade de contar tudo a ela, mas eu não podia de jeito nenhum, não podia nos colocar em risco, não era justo.

-Eu não posso mamãe, não posso dizer . Eu só liguei para lhe confortar , e dizer que estou bem. Não sei como ou quando, mas um dia eu voltarei para casa. Saiba que estou morrendo de saudades, e que não há um dia se quer que eu não pense na senhora, quero que pare de me procurar - fiz uma pequena pausa, minha garganta estava dando nó atraz de nó, meu peito queimava como fogo- Viva sua vida, não pare por minha causa, eu estou bem e espero que a senhora também fique, talvez um dia eu volte para casa e lhe lhe diga tudo o que aconteceu, eu te amo mais que tudo, nunca, jamais se esqueça disso mamãe, te amo.

-Eu também te amo minha filha, muito , mais que minha própria vida. Penso em você cada segundo de minha vida- cada palavra de mamãe, era como se uma faca tivesse sendo estocada em meu peito, porque a dor era insuportável- E não se esqueça filha, cada vez que você pensar em mim, saiba que eu vou estar te procurando, não importa onde você esteja eu vou te achar.

-Eu te amo mãe -

~Eu também te.......~  

     Não pude ouvir o resto de sua frase, o celular estava programado, eu só podia falar até um certo tempo, e esse tempo já tinha esgotado.  Justin estava a minha frente, e não esboçava nenhuma reação, como se nada o comovesse.  Joguei o celular encima da cama, corri para o meu quarto, batendo a porta com força, deixando meu corpo escorregar até o chão, onde mais lágrimas cairam.

              Dei alguns socos na porta, eu precisava descarregar a raiva que eu senti de mim, de Justin, da vida, de tudo.  Por que meu deus?  Porque?  ~ falei em prantos.

       Já se passaram provavelmente uns trinta minutos, e eu ainda me encontrava deitada sob o chão frio, meu choro alto havia se cessado, mas as lágrimas ainda escorriam, sendo acompanhadas por algumas fungadas.

   Levantei do chão me sentindo cansada, me arrastando até a cama, puxei meu lençol deitando em seguida, afundando meu rosto sobre o travesseiro macio, voltando a chorar feito um bebê .    Ouvi a porta de meu quarto ser aberta, mas não me importei e continuei do mesmo jeito em que eu estava. Senti o lado de minha cama se afundar com o peso da pessoa, que eu já imaginava ser Justin.

      -Podemos conversar? - perguntou Justin . Percebi um pouco de êxito de sua parte ao fazer a pergunta.

   -Não é uma boa hora - sussurrei.

-É uma ótima hora - falou-  E eu preciso falar, então por favor me escuta - pediu. Demorei um pouco para descobrir minha cabeça, sequei minhas lágrimas levantando-me e sentando na cama, prestando atenção.

-Diga-

-Eu quero que você me escute e não diga nada - falou Justin, recebendo um "sim" de cabeça  como resposta. -Bom, primeiramente eu queria lhe pedir desculpas por ta fazendo isso com você, eu sei que você não merece, e eu sinto muito por isso, de verdade, no momento não posso falar meus motivos de estar fazendo tudo isso - fez uma pausa.- Mas se um dia você souber da verdade , eu espero que você me entenda e possa me perdoar, tudo o que eu estou fazendo tem um "porque", do qual eu não posso dizer, mas que um dia você saberá pequena Flor. -Justin deu um pequeno sorriso fraco- Me desculpa - falou Justin secando algumas lágrimas que rolaram por minha face sem que eu percebesse - Boa noite - completou Justin, me surpreendendo com um beijo no topo de minha cabeça,  num ato de ternura e carinho.


Notas Finais


Desculpem os erros...


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