História Sequestrados - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Mistério, Terror
Visualizações 7
Palavras 877
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Desculpe-me a demora.

Capítulo 2 - Capitulo 1: Durma meu jovem


Fanfic / Fanfiction Sequestrados - Capítulo 2 - Capitulo 1: Durma meu jovem

Tontura, era definição do meu corpo, confuso, era estado da minha mente, medo, era o que meu coração sentia, ardência, meus olhos sentiam. Eu sabia que estava vivo, não sabia se era uma boa notícia.

Tentei lembra de algo, mais minha mente estava branca, espaçosa e sem espaço, meu nome? Henry, não, Henrique, é Henrique Grant, youtube, ator, comediante e musico. Tenho... 15 anos.

Tentei lembra toda minha história de vida, mais resolvi abri os olhos. Escuridão, apenas grades em uma janela na porta, o cheiro me fez quer vomitar, o cheiro de decomposição, já senti esse cheiro antes, quando tive que fazer algo a respeito sobre o porco da fazenda de minha avó.

– Olá! – eu tentei gritar, mas tudo o que consegui fazer foi um pequeno ruído fraco.

– Fique quieto Henrique

Procurei a voz e olhei pra todos os lados, eu tivesse visto uma vez que procurei, eu não sabia, tudo estava desfocado e embaçado, mesmo assim era só escuro, mais eu vi uma forma humana, o homem tinha o que lhe restava de cabelo de cor preta, muito mal cuidado, a pele dele era uma fina camada que apertava os ossos, os olhos me mostravam que mesmo vivo, ele estava morto, usava trapos velhos que deveriam ser um pijama números menores que ele, por alguma razão eu sabia que já havia visto aquele rosto magro de nariz comprido em algum lugar, mais o homem era estranho de mais, ou mudou de mais.

 – Quem é você? E co- como   sa-sabe meu nome? - Eu perguntei gaguejado e com a voz fraca ser elevando.

– Não importa! – Gritou outra voz, dessa vez de uma mulher.

Percebi que a voz vinha de outra direção, e não daquela sala, o moço percebeu o  que eu queria e me ajudou com o resto de suas força a levantar e olha pelas grades, e ali eu vi.

Mais inúmeras salas iguais aquela, prisões, a prisão da frente mostrava o rosto de uma mulher nas grades, magro, parecia uma múmia, ressecada com lábios grossos. Ela riu.

– Oi novato – Ela falou com a voz arrogante. – Você vai morre cedo ser tive sorte.

  E saiu de vista.

– Odeio admiti que Lisa está certa – o homem falou.

– Lisa?  - Lembrei dos lábios grossos – Eliza Yang? Lisa Yang? A youtuber sob decorações?

O homem sorriu e respondeu que sim.

Lisa devia ter 16 ou 17 anos no máximo, mais agora tinha cara 30 ou 40. Olhei o homem ao meu lado e tentei identifica-lo, aos poucos foi envelhecendo os rosto que eu conhecia, e quando ele sorriu com as sobrancelhas arqueadas eu reconheci aquele homem.

Noah Brian, escritor e vlogger, eu simplesmente lia os seus livros diariamente e vi o rosto na fotografia toda vez que eu acabava o livro.

– Noah Brian? – eu não podia acredita que aquele velho de 60 anos tinha 20.

Noah sorriu mostrado seus dentes que faltavam e os cariados,

Eu queria sorrir, mais estava com muito medo, eu era apenas um adolescente, eu ficaria assim? O que iria acontecer comigo? Quem fazia isso? Eu queria chorar, sim eu sou fraco, medroso e inútil.

Noah notou meu medo.

– Henrique, eu sei seu nome por que eles falaram quem seria o próximo da lista.

– Que lista?

– Vítimas, eles pegam pessoas famosas e as trocam por sócias, eles conseguem fazer milhões com isso.

– E por que eles não nos matam? – Perguntei com medo da resposta.

 – Porque eles gostam de tortura as pessoas, eles gostam de fazer elas sentirem as piores dores existentes, eles amam nos tratar como animais e escravos, eles adoram jogar o “nosso dinheiro” na nossa cara e nos humilhar, eles cospem na gente riem quando pedimos misericórdia, e quando estamos perto de morrer eu nos “salvam” apenas para nos tortura mais e mais.

Durante todo tempo eu ouvia e me encolhia cada vez mais, eu sentia vontade de chorar ainda mais forte, eu não aguentava nem quando eu batia o dedo mindinho no sofá e tortura?

Eu me encolhi no chão frio e sujo, possivelmente várias outras vítimas já haviam chorando, sangrando e vomitado desse chão, mais eu não importei, logo, logo seria meu sangue derramado ali, pois as lagrimas já saiam e eu sei o vomito lutando pra sair.

Noah me olhou com pena, com certeza já havia visto essa cena muitas vezes, e cada vez doía mais.

– Esse cheiro é de quem? – Eu o questionei.

– O de decomposição? – eu assenti – é de decomposição mesmo.

Ele apontou um canto da sala, e ali tinha cadáver de outro homem, o que restava era um pouco de pele e o suco de decomposição ao redor.

 – Quem é?

 – Grove, Willian Grover, era um cara legal, me fazia rir, era o único desse lugar que nunca perdeu a piada, morreu de overdose quando um dos sequestradores resolveu castiga-lo sem motivo.

 Mataram um homem sem motivo algum? Quem eram eles? Quem colocaram no meu lugar?

Eu tinha muito medo de descobri.

 – Durma jovem Henrique, nenhum mal lhe pegara nos sonhos.

– Verdade?

– Não, você com certeza terá pesadelos, mais não passaram disso. O pesadelo real vai acontecer quando você acordar.

Eu queria dormi e acorda na minha casa, na minha cama ou no meu sofá que eu acabava dormindo sempre e acordava com meu cachorro me babando.


Notas Finais


Até a próxima.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...