História Será? - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Hentai, Magia, Romance, Shouju, Suspense, Violencia
Exibições 13
Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá! Tudo bom?

Desculpa tá postando a essa hora, vou dar uma "breve" explicação: já que eu tva mto tempo sem postar e eu já tinha o cap pronto (só faltava revisar), decidir postar hj, mas adivinha? VOILA: a bateria do PC descarregou qdo eu tva apertando o "Enviar Capítulo". Fiquei meio brava (com meio quero dizer MUITO) ent achei que era o destino e desisti de postar. Qdo mudei de ideia, minha cunhada me pediu ajuda pra fze uma surpresa pro meu irmão, aí eu (tiazona solteirona) fui ajudar. Dps, qdo fui postar o cap dnv, entrei em um longo debate cm minha família (pra cês terem noção, cmç cm holocausto e terminou cm BTS, HSUHUHUSHSUHUS). Aí, mins atrás, vim postar, e VOILA!, qdo liguei o pc SEM QUERER tirei ele do carregador e ele desligou... BRIGADA DEUS, TAMO JUNTO! Enfim, é isso, mas tá aqui!

Bjss, boa leitura! <3

Capítulo 3 - Melhor dia (pt 1)


#239 anos antes#

 

             Eu tinha 80 anos. Me sentia inútil. Os únicos que amavam eram minha mãe, Amanda, e meu amigo, Arthur. Odiava minha vida, e principalmente odiava César, meu “pai”. Ele vivia me causando mal e minha mãe tentava me proteger, mas acabava sofrendo com isso. Mas nesse dia foi diferente!

               Eu, finalmente, protegi minha mãe. Consegui poupá-la do sofrimento, como ela sempre tentara fazer para mim. Eu finalmente fui útil, finalmente minha dor serviu de algo.

             Minha mãe estava sendo esfaqueada pelo meu pai, permanecendo viva por sua magia, que ela usava para curar-se. No lugar dela, eu não teria me curado, mas não sei porque, ela resistia. Eu assistia tudo aquilo aos prantos, sabia o quanto aquilo doía, pois já tinha passado pelo mesmo, diversas vezes. Finalmente tomei minha decisão!

              - P-por favor - eu soluçava, não conseguia parar de chorar – m-me esfaqueie no lugar dela! Só a poupe desse sofrimento!

          - Eu só esfaqueio quem fez algo errado. Você é errada, mas, no momento, não é você que agiu como uma puta que tenta proteger as pessoas de mim na frente dos meus súditos! – respondeu meu pai com frieza e ódio.

             - Então eu faço qualquer outra coisa, o que você quiser! Só a deixe em paz! Eu só lhe peço uma semana, apenas 7 dias sem que ela se machuque! – implorei, aos prantos.

             - Você daria para uns clientes, sem resistir, se eu parasse com isso? – ele fincou a espada mais fundo na coxa esquerda da minha mãe, e lá deixou a faca, enquanto encarava-me.

          - N-não! – tentou falar minha mãe. Sua voz estava fraca, mas dava para notar uma expressão de desespero, tentando, novamente, me proteger dele.

              - S-sim! Eu faço o que o senhor quiser! Use meu corpo, contrate qualquer um! Se quiser, você mesmo pode me estuprar! Só a deixe em paz! Eu prometo que dou pra quem você quiser! Eu não vou nem resistir! Só a livre dessa dor! - implorei

             Por conta de minha beleza, todos no inferno tentavam ter-me. Eu não gostava de ninguém, e por isso sempre escolhia ficar sozinha. Mas meu pai, para ter maior admiração de seus súditos homens, vez ou outra forçava-me a transar com algum. Eu tentava resistir, mas só era espancada pelo meu pai e estuprada por quem queria-me. Eu dava chorando, mas não havia o que fazer, caso tentasse fugir, meu pai e o próprio homem batiam-me.

           Houve um ponto que eu não me preocupei mais em apanhar e sofrer, mas César passou a descontar sua raiva em minha mãe. Todos poderiam sofrer, menos quem eu amava.

          - Então podemos fazer a promessa? – aquele monstro perguntou-me

       Membros da família real, ao fazer uma promessa, precisam fazer uma espécie de ritual: devem unir o sangue daqueles que façam parte do juramento, pronunciando em voz alta o que juravam. Aquele rito deixava uma espécie de magia: se alguém quebrasse a promessa, morreria.

          - NÃO! Filha, por favor, não! E-eu aguento! E-eu – ela foi interrompida

         *PAFT*

        - Cale-se! Ela já tem noção do que quer, e se o que ela opta é lhe proteger, não é você que irá impedir! – aquilo tudo já estava me deixando tonta, ouvir a voz dele me dava enjoos – Agora vamos, Giulie! – ele cortou a palma da mão esquerda com a faca que antes estava fincada em minha mãe, e veio até meu encontro – Eu, César Wood Cooper, juro e dou minha palavra que, caso Giulie também faça sua parte, livrarei Amanda Young Yukki de dores físicas durante um prazo de 7 dias.

       Com uma bela mordida, cortei meu dedão e o uni a palma da mão ensanguentada de meu pai. Nosso sangue se uniu, e, fiz também, meu juramento.

          - E eu, Giulie Cooper Young, juro e dou minha palavra que, caso César também faça sua parte, hoje terei relações sexuais com quem ele quiser, sem chorar e/ou falar qualquer coisa. - prometi, firme em minha decisão

         - E assim teremos consciência de que, caso quebrarmos o juramento, morreremos com a honra desfeita – falamos em coro

          Aquele foi o dia mais doloroso de minha vida, e também o mais gratificante. A partir daquele dia, me senti encorajada a ajudar minha mãe sempre que possível. Eu simplesmente não conseguia ajudá-la, não me sentia forte o suficiente para bater de frente com meu pai. Mas naquele dia tudo mudou.

           Além disso, fiquei mais próxima de Arthur... Ele me contou sobre tudo que passava naquele dia, e pude retribuir os conselhos que eram dados para mim por ele!

           O Arthur é meu melhor amigo, ele é simplesmente incrível! Sou meio suspeita para falar, mas o garoto é o melhor de todos!

         Ele possuí uma beleza inigualável: musculoso, mas não exagerado, seus abdomens só eram um pouco definidos, braços largos e pernas definidas, mas não muito grossas; olhos verdes bem claros, puxados para o azul; cabelos castanhos clarinhos, quase loiros; boca grossa e macia... Enfim, ele é lindo! Não tem covinhas ou sardas como eu (tenho bem poucas, se localizam na parte de cima da bochecha, mas se estendem somente um pouco a baixo e ao lado), mas suas bochechas são avermelhadas.

    Além desse físico incrível, é o homem mais bondoso que conheço: sempre disposto a ajudar o próximo, defende os amigos sempre, bem como os repreende (mas não na frente de todos, óbvio), é divertido, tem os melhores conselhos, tem os melhores abraços, os melhores toques, olhares... Tudo bem que sou muito próxima a ele, mas o menino é gentil com todos!

     Naquela noite, após cumprir meu juramento, só me sentia bem comigo mesma por ter ajudado minha mãe. Queria, acima de tudo, ficar um pouco com ela e depois me encontrar com Arthur, até porque, quando eu demorava muito para vê-lo ele ficava preocupado (já que sabia tudo que eu passava em casa).

    Tudo se realizou, minha mãe veio encontrar-me em meu quarto.

    - Filha! E-eu... Me desculpe! Por que você fez isso? – ela disse, me abraçando e chorando

   - Mãe, não se preocupe! Isso ia acontecer de qualquer jeito, pelo menos usei meu sofrimento a seu favor! Você já me protegeu demais, é hora de eu retribuir! Não chore, por favor! Hoje só quero que a senhora fique tranquila! - falei, tentando parecer forte

  - Eu ainda não gostei do que você fez, mas mesmo assim obrigado! Agora que você já fez seu juramento, não há o que eu possa fazer, mas tentarei garantir que seu sofrimento não tenha sido em vão! Vou tentar ficar tranquila essa semana! – ela tentava manter a calma

     - Eu te amo, mãe! Você é a melhor! – respondi, carinhosa

    - Eu também minha filha! Bem, agora vá encontrar seu amigo, eu sei que é isso que a senhorita deseja! – é incrível como ela me conhece

    Me despedi e isso que fui fazer. Mas antes, tomei um belo e demorado banho, me troquei, com uma calça legging preta e uma blusa branca, curta na frente e longa atrás, bem larguinha, tendo escrito “FUC*” em preto. O “F” e o “U” ficavam em cima, e o “C” e o “*” ficavam logo abaixo. Deixei meus longos cabelos pretos soltos. Eles iam até minha cintura, e a parte de trás da minha camisa iam até meus joelhos. Aquela roupa deixava minha barriga de fora. Não estava usando maquiagem. Peguei minha bolsa, que tem vários “pontinhos” coloridos espalhados naquela base preta. Ela era grande e num estilo bem despojado. Coloquei um all star preto (o tradicional), e fui em direção a porta de casa para sair.

  Já perto da porta principal, fui barrada por me pai. Ele me fitava com um olhar assustador. Estava de braços cruzados, em seu peitoral extra musculoso. Ele tinha várias cicatrizes por todo o corpo, por conta das brigas que já participara (tentando proteger o reino, ou simplesmente quando perdia a cabeça) ou por causa do treinamento que recebeu quando criança – o tal que também recebo, mas não possuo cicatrizes porque curo minhas feridas com minha magia – e elas o deixavam ainda mais amedrontador.

   - Onde você pensa que vai? – ele disse, em tom ainda mais agressivo que sua aparência e seu olhar

  - Desde quando você se importa? – eu estava sem paciência, e naquele dia me senti encorajada para encarar meu pai, principalmente sabendo que ele deixaria minha mãe me paz

     - Quem disse que me importo? Você ainda não cumpriu seu treinamento diário. – o tom frio dominou sua voz

     - Amanhã eu treino o dobro, okay? Agora, se me der licença, eu vou sair. E aliás, não sei porque da implicância repentina, pois nunca se importou. – esbravejei, friamente

      - Não, eu não dou licença. – ele me lançou um olhar ainda mais frio

      - Ainda bem que não me importo com sua permissão. – disse, me virando para sair

       - Guardas? Barrem-na! – ele gritou, fazendo seus soldados entrarem na minha frente.

        Eles eram muito mais altos que eu. Tinham seu 2m, enquanto eu estava nos meus 1,50m.

       - Com licença? Sou a princesa e ordeno que me deixem passar! – disse, em tom amigável

       - Seguimos ordens de seu pai, e não suas. – os dois guardas disseram em coro

        - Diga onde você vai, e eu libero-te! – César pronunciou, já se irritando novamente

        - VOU ME ENCONTRAR COM UM AMIGO! AGORA ME DÁ LICENÇA! – eu perdi a paciência

        Os soldados estavam prestes a me liberar, mas meu pai interveio:

       - Okay, não me importo! Mas para não deixar de fazer seu treinamento, te proporcionarei um bem fácil: se você conseguir sair daqui, não haverá problemas de seu encontro! Mas terão muito guardas impedindo-a. 

       - Seus guardas não são nada se comparados ao treinamento que sou submetida. – foi quando me veio algo em mente – Ah, é um treinamento de resistência? Seus guardas irão me cansar e irritar? Repito, meu treinamento comum é bem mais difícil.

        - Prefere que eu a force de realiza-lo então? Estou te proporcionando a isso porque você quer sair. - falou, friamente

         Eu me assustei... Estaria ele me ajudando?

         - Tanto faz. – respondi seca, colocando minha bolsa no chão e atacando os primeiros guardas.

          Havia algo errado, nunca que meu pai me ajudaria, mas mesmo assim, decidi arriscar.             

 


Notas Finais


SURPRISE MOTHAFOQUINHA (mto tempo assistindo "WTF bangtan?", malz KKKKKKKKKK)

Voltei pra avisar que esse cap vai ser dividido em 2 ou 3 partes. Era pra ser só um capítulo, mas ficou muito grande pro meu gosto, então, decidi dividi-lo em dois, para não cansá-los. Só avisando, o cap tá em itálico pq tah em 1° pss, n pq se trata de uma memória!

Enfim, chega de bíblia por hj! BJSSS! :3


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