História Sera o destino? - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson, Poseidon, Sally Jackson, Tyson
Tags Annabeth, Nina, Percabeth, Percy
Exibições 83
Palavras 2.377
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ai vai mais um capitulo pessoal!!!

Capítulo 6 - Capitulo 6


Fanfic / Fanfiction Sera o destino? - Capítulo 6 - Capitulo 6

Bebeu mais gole do café enquanto procurava alguma coisa de interessante no jornal... Sem muito sucesso, como sempre. Ouviu passos sem se importar presumindo ser Nina que logo adentro a cozinha apresada.

– Pai viu meu celular? – Pergunto Nina andando de um lado para outro procurando o objeto sem parar.

– Bom dia pra você também – Retruco irônico com o olhar fixo em uma parte do jornal como se finalmente tivesse achado algo interessante.

– Papai!

– Já penso em procurar no sofá atrás de alguma almofada – Sugeriu ainda olhando o jornal.

– Já

– No meio dos seus brinquedos, que você deveria ter organizado ontem se bem me lembro.

– Foi o primeiro lugar que procurei, e eu disse que iria arrumar hoje para sua informação.

– Então na sua cama talvez.

– Por que perderia meu celular na minha cama afinal... – Paro de andar aos poucos parando pra pensar nas palavras do pai. Perder em um lugar tão obvio.

     Mal deu importância para menina que saiu correndo da cozinha sem falar mais nada as presas. Já avia perdido a conta de quantas vezes viu a filha perder o objeto na semana em lugares sempre tão óbvios e depois sair procurando enquanto praguejava contra si mesma... Tão tedioso e repetitivo.

– ACHEI – Reviro os olhos ao ouvir o grito desnecessário da menina vindo do quarto.

     Coloco a xícara sobre a mesa depois de levar a boca e perceber que já estava vazia ciente do que viria a seguir.

– Pai viu meu... –­ A interrompeu se pondo a olha-la pela primeira vez.

– Está no sofá.

– Mas eu ainda nem disse o que to procurando dessa vez – Questionou Nina pondo uma mão na cintura sorrindo vitoriosa.

 – Seu fone de ouvido. Acertei? – pergunto sarcástico se divertindo ao ver o sorriso sumir dos lábios rosados da pequena. – Como eu já avia anteriormente dito está no sofá de dois lugares – Informo categoricamente.

– Hn – murmuro a pequena sem acreditar muito, mas mesmo assim foi para sala conferir.

     Volto a olhar o jornal que ainda segurava pensando se valia ou não apena volta a procurar alguma coisa para ler, concluindo que seria melhor não.

– ELE NÃO TAVA NO DE DOIS LUGARES– grito Nina na sala – ESTAVA NO DE TRÊS – Se puniu internamente por não ter dito da primeira vez para que não gritasse, por que tinha que ter deixado ficar um dia inteiro com o “tio” Leo.

     Caminho em direção a sala onde a filha estava sentada no sofá de três lugares colocando os fones na bolsa que a pouco não avia reparado logo após arrumando o lacinho vermelho na cabeça.

– Vai comer alguma coisa logo se não vamos acabar nos atrasado.

– Você pelo menos já é acostumado – Comento dando de ombros passando pelo pai.

     Ignorou o comentário ofensivo da menina se pondo a andar em direção a escada, indo para o segundo andar, entrando no quarto pouco iluminado devido às cortinas azul escura que combinava perfeitamente com as roupas de cama da mesma cor combinadas com branco ou preto usada às vezes.

     Abriu a primeira porta pegando o relógio que estava atrás de uma pequena caixa de veludo vermelha que acabo por derrubá-la no chão sem querer a fazendo abrir revelando uma pulseira de ouro com pequenos coraçõeszinhos.

     Um pequeno sorriso involuntário se pós a forma em seus lábios sendo acompanhado de um olhar nostálgico pela breve lembrança das palavras proferida da falecida esposa pouco antes de morrer.

     “O dia inteiro rodando essa cidade, mas valeu a pena sem duvidas”

     A lembrança das palavras proferidas com tanto entusiasmo. Sempre bem humorada tentando fazer tudo parecer melhor para todos.

     Pego a caixinha do chão fitando por breves segundos até ser tirado do transe que se prendera tão facilmente pela voz doce da pequena Jackson.

– Papai – Fechou a caixinha rapidamente evitando que Nina conseguisse ver colocando no guarda roupa novamente – Está tudo bem?

– E por que não estaria? – Pergunto retoricamente saindo do quarto onde Nina estava na porta o aguardando.

     Percy se manteve boa parte do tempo distante com seus próprios pensamentos. Deixando Nina na escola indo direto para construtora.

     Estaciono o carro em uma das diversas vagas vazias do estacionamento saindo rapidamente carregando a maleta preta de couro. Dirigiu-se a entrada da empresa onde avia um guarda sentado com um jornal na mão bastante interessado por sinal a julgar pelo olhar fixo em alguma reportagem, incrível como eles conseguiam achar coisas interessantes naqueles papeis que mais parecia ter apenas fatalidades das vidas alheias, pensou com sigo mesmo. Passou pelo homem que pareceu não reparar sua presença ou apenas ignorou, mas para que se importa se tantas vezes já fez o mesmo incontável vezes.

     Ao contrário do estacionamento a parte de dentro do local estava bem mais habitada.

     Se pudesse tentaria passar sem ser percebido, mas sabia que era uma coisa “impossível” por assim dizer, sempre teria um que o veria vindo ao seu encontro o cumprimentar, adulando sem parar.

     Ando rapidamente rumo ao elevador que acabara de abrir saindo um senhor desconhecido. Entro apertando o botão esperando a porta se fechar. Deu alguns passos para trás se encostando à parede de aço do elevador fechando os olhos apreciando a música calma tocada ao fechar a porta. Em poucos segundos a porta já estava se abrindo novamente, mas dessa vez para que saísse.

     Se, pois a andar passando por alguns dos funcionários que o cumprimentaram chegando à mesa de sua secretaria.

– Algum recado? – pergunto de frente a moça

– Apenas um deixado às 7 h 11 pelo Tyson avisando que terá uma reunião hoje às 4h00 – Informo ainda focada na tela do computador enquanto digitava alguma na qual não conseguia ver.

     Suspiro entediado já imaginando os tediosos discursos que o irmão faria sendo apoiado inúmeras vezes pelo pai... Como sempre.

– Certo – limitou­-se a dizer voltando a andar em direção a porta de madeira escura que ficava pouco afastada da mesa da secretaria para. A abrindo entrando na sala de tamanho mediano bem decorada.

     Coloco a maleta sobre a mesa se sentando na cadeira em seguida ligando o computador.

     A porta foi aberta passado Jason com um sorriso de lado vitorioso o que não era normal, pelo menos não de manhã.

– Imagino que o pequeno ato de bater antes de entrar seja desconhecido por sua pessoa – Ironizo.

– É um ato que minha pessoa até conheça, no entanto não acho que deva ser feito com tanta frequência considerando que quase sempre eu to aqui... Concorda?

– Você sabe que não – Respondeu categoricamente.

– Podia ter pensando um pouco antes de responder – Indaga Jason se sentando na cadeira de frente para Percy.

– O que houve pro bom humor logo de manhã?

– Piper me ligou – Respondeu fazendo Percy dar de ombros

– Com uma ótima notícia.

– Não vai me dizer que finalmente ela se convenceu que precisa de ajuda e foi atrás, que se for saiba que dou o maior apoio no que precisar.

– Não.

– Que pena.

– Voltando ao que realmente interessa Piper me ligo para avisar que “infelizmente” a mãe dela que se alto convido a passar alguns dias em casa, para avaliar como a filha estava vivendo não poderá mais vir – Disse calmamente – Triste não?!

– Pra Piper talvez, agora você por outro lado...

– Vai nessa, ela deve ta é aliviada do jeito que é a velha, que quando abria aquela boca pra reclamar parece que não sabe mais como fechar.

– Pelo menos você já fugiu de um problema, enquanto eu vou entrar... De novo por culpa do Tyson

– Reunião das quatro e meia

– Pra variar, não é de se admirar que nunca tenha se casado ela teria que ter muita paciência ou for como ele... Das duas uma.

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     Parecia que o dia seria de puro azar. Primeiro uma reunião com o irmão e o pai juntos o que nunca é bom e agora atrasado ainda mais que o normal pra buscar a pequena Jackson que há esta hora já devia estar se preparando para soltar os cachorros quando o visse, o que seria o mais provável.

     Deixo o carro na frente do portão principal entrando as presas para dentro da escola vazia. Os corredores totalmente silenciosos deixavam as coisas ainda pior, para sua pouca sorte que ainda lhe restava conseguiu encontrar uma zeladora limpando o refeitório.

– Com licença – Disse tentando chamar a atenção da seladora.

– Sim!?

– Viu uma meninha mais ou menos dessa altura – Pergunto mostrando com a mão poucos centímetros abaixo do quadril – De cabelos pretos e olhos verdes e pele clara, da segunda série?

– Se não me engano eu vi uma garota que se encaixa perfeitamente com a descrição que você fez... – Respondeu olhando para baixo tentando se lembrar – Se não me engano indo embora com a Annabeth.

– Annabeth?

– Sim é professora de uma segunda série aqui também, não sei se é a mesma onde estuda essa menina que está atrás, mas provavelmente seja já que ela é a última professora a ir embora sempre.

– Sabe me dizer pra onde foram?

– Talvez ela tenha levado a menina pra casa dela.

     Suspiro passando a mão nos cabelos os bagunçando mais ainda dando às costas a mulher saindo mais apresado do que avia entrado em direção ao carro acelerando pelas ruas que estavam um pouco menos movimentas que o normal ou poderia ser apenas impressão já que nunca dirigiu por elas neste horário.

     Pode ficar mais aliviado ou quase ao ver um carro estacionado à frente da residência Jackson presumindo ser da mesma mulher de cabelos loiros que conheceu no final de semana e que ouvia tantas coisas boas vindas da filha sobre a mulher como se fosse sua nova heroína predileta.

     Com o carro já estacionado na garagem adentro a casa olhando para todos os lados

– O que está procurando está no quarto se quer saber – Ouviu a voz um pouco fina da empregada pronta para ir embora.

     Subiu os degraus da escada passando pelas primeiras portas dos quartos de hospedes fechadas parando no da filha que se encontrava aberta, coisa que a filha mesmo odiava que ficasse ou deixassem.

     Não sabia se ficava feliz ou tenso com a futura reação da menina que parecia calma brincando com algumas bonecas na cama repletas de acessórios das bonecas junto com a loira que segurava uma boneca de cabelos rosa colocando um vestidinho branco.

– Se atraso bem mais que o normal hoje –O tom decepcionado da menina apenas fazia se sentir pior.

– É eu fiquei preso em uma reunião e...

– São sempre reuniões, que importam mais do que eu – Disse de cabeça baixa com a voz embargada.

– Isso não é verdade!

– É sim – Pela primeira vez pode ver o rosto da menina que podia dizer que mudara da água para o vinho.

– Não seja dramática – pediu cruzando os braços observando os olhos antes tristes que mudaram subitamente para raiva

– Nina! Acalma­-se – a voz ponderada da mulher passo por seus ouvidos o fazendo voltar se para mulher que se aproximava da menina – Eu preciso falar com seu pai por um minuto apenas.

     Sem dizer mais nada a mulher se levanto andando rumo à porta passando por si puxando-o pelo braço, sem um pingo de delicadeza por sinal, quase que o arrastando para fora do quarto o soltando quando já estavam no corredor um pouco afastados do quarto da pequena Jackson.

– Como pode dizer que ela estava fazendo drama – A pergunta saiu em um tom tão reprovador que chegava a duvidar essa era a mesma mulher que conhecera que mais parecia ter a vida serena e feliz – Se não bastasse o tempo que ela fica te esperando todos os dias, você vai e fala isso!

– Porque não passa de drama – Retruco convicto – Ela já devia ter se acostumado a me ver atrasado já que faço com tanta frequência. Se não bastasse ela falando isso agora você também!

– Quanta insensibilidade, como pode não se importa.

– Ela é apenas uma de seus alunos nada mais, não devia se importa tanto assim, não concorda – Disse Percy ríspido

– Não concordo! Eu me importo sim ela é como... – Parou bruscamente ao perceber o que estava prestes a falar

– Continua. Ela é o que?

– Não sou obrigada a te responder Jackson – Disse transtornada colocando o cabelo atrás da orelha se pondo a andar passando por Percy sem encara-lo.

– Aonde pensa que vai?

– Me despedir da Nina, ou só porque sou apenas a professora e não estamos mais na escola não posso fazer isso?! – Rebateu sarcasticamente dando as costas com a certeza que ainda estava sob o olhar dele.

     Balanço a cabeça negativamente abrindo a porta do quarto entrando fechando logo atrás de si.

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– Pelo visto não se deram muito bem hoje NE? – Pergunto Nina ao ver Annabeth na porta do quarto.

–... Não – Concordou forçando uma risada adentrando o cômodo – A certas coisas que não dá para concorda.

– O que vocês conversaram faz parte delas?

– Sim – Respondeu se sentando na cama novamente – Mas quem liga não é.

– É – Em um movimento inesperado sentiu ser abraçada pela pequena correspondendo sem hesitar – Obrigado por me trazer e ficar aqui comigo.

– De nada. Eu tenho que ir querida – Aviso ao se desfazer do abraço. Pego o pequeno bloco de notas sobre o criado com uma caneta rosa começando a escrever alguma coisa sendo observada pelo olhar atento de Nina – Esse é o meu número, caso aconteça qualquer coisa pode me ligar – Disse entregando o papel.

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     Escuto passos vindos do corredor presumindo ser da filha e a professora irritante. Quem ela pensa que é para repreendê-lo sobre como devia ou não cuidar da filha, uma mera professora que se duvidar nem deve ter filhos para dizer o que se deve ou não fazer para cria-los corretamente.

     Deixou o notebook sobre a cama se levantando andando até a janela que lhe proporcionava uma vista da frente da mansão onde as duas estavam no momento.

      Quem visse talvez pudesse arriscar dizer que era uma parente distante que estava indo embora depois de um dia ou mais de visita, a forma amável que tratava a pequena Jackson. Sem falar na aparência que não daria pra dizer que era feia, muito pelo contrário a calça Jens clara e a bata azul em conjunto a sapatilha azul opaco, os cabelos arrumados de modo perfeito, como em tudo nela parecia, onde estariam seus defeitos além de irritante, afinal ninguém é perfeito, nem mesmo a senhorita perfeição.


Notas Finais




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