História Sera o destino? - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson, Poseidon, Sally Jackson, Tyson
Tags Annabeth, Nina, Percabeth, Percy
Exibições 50
Palavras 1.222
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


So pro dia não passar em branco...

Capítulo 7 - Capitulo 7


~CONSTRUTORA~

     Os projetos espalhados sobre a mesa e uma planilha nas mãos de Jack que apenas falava e falava coisas nas quais tentava inutilmente prestar atenção.

– E então? – pergunto Jack.

– Por acaso já mostro esse mapeamento pro Tyson? – Pergunto levando o mapeamento – Ainda não, era pra ir mostra pra ele primeiro?

– Não. Talvez seja melhor que eu não to com muita cabeça hoje entende.

– Se é assim – Murmuro juntando alguns dos papeis – Irei indo mostrar pro Tyson outra hora te mostro – Aviso se retirando da sala logo após

– Por que você não faz o mesmo em? – Pergunto assim que a porta foi fechada

– Por que sou o seu amigo mais próximo, e sábio também diga-se de passagem – Respondeu Jason.

– Não se esqueceu de nada não?

– Posso até ter esquecido ou simplesmente seja melhor não mencionar, sabe não gosto de contar vantagem – Declaro se acomodando na cadeira mais ainda.

– Posso imaginar – Disse sarcasticamente.

     Pego um papel que ainda restava na mesa sem dar muita atenção ao que poderia ser.

     Logo seu olhar caio sobre o porta-retratos contendo a foto da filha. Que por incrível que pareça ele tinha um na sala.

     Puxo a manga da camisa para cima deixando aparente o relógio de prata que lhe servia apenas como um breve aviso de que já estava na hora de ir.

 – Atrasado pra alguma coisa?

     Por que ultimamente as pessoas ao seu redor sempre tinham que usar justo essa palavra... Não existe outra que possam usar? Tem ser justo essa.

–Nem me fale sobre atraso!

     Desligo o computador afastando a cadeira para se levantar tirando em seguida o paletó que estava nela o vestindo pegando a maleta em seguida juntamente com o papel.

– Vai sair no horário normal novamente, já é a terceira vez essa semana. Aconteceu alguma coisa né!?

     Ótimo o que poderia dizer: Apenas estou fazendo isso pra provar, pra amiga irritante da sua esposa, que acha que deve se meter em assuntos que não lhe desrespeitam sobre a vida da minha filha, Ou melhor: Sabe aquela moça que vocês me apresentaram no sábado, bem eu cheguei em casa e ela estava la e reclamo de ter me atrasado e me chamo de insensível na cara dura.

– Apenas um pequeno contra tempo – Respondeu inexpressivo como sempre se pondo a sair de trás da mesa indo rumo a porta – Você não vem? – Pergunto ao abrir a porta reparando que o loiro ainda se mantinha sentado.

– Pensei que não fosse perguntar, esqueceria que ainda estou aqui, se duvidar até me deixaria trancado e pior...

– Vem logo e cala boca – interrompeu já impaciente. Embora o deixar trancado não seria de tudo uma má ideia. Claro que seria melhor se fosse com Leo.

     Era impressão ou avia mais olhares sobre si, não que isso não fosse normal... Apenas parecia ser mais que o normal apenas.

     Ignoro os olhares curiosos de alguns dos funcionários que mais pareciam que estava ali pela primeira vez na vida.

     Deixo o papel sobre a mesa da secretaria, deixando avisado que estava indo embora e poderia voltar mais tarde para revolver o que poderia vir a acontecer em seu pequeno espaço de tempo que ficaria fora. Como se alguma coisa poderia acontecer em no Máximo uma hora, isso se não fosse menos.

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~Escola~

     Deixo o carro em frente ao colégio o adentrando. O corredor vazio cheio de portas, algumas fechadas outras abertas, podendo ver algumas crianças no qual muitos adoravam chamar de anjos, e claro ouvir as diferentes vozes infantis misturados com mais vozes infantis e até gritos de professoras talvez, irritantes... Sem sombra de duvidas.

     Chego ao meio do corredor parando perante uma escadaria e por onde uma moça de cabelos loiros com aproximadamente 17 anos com uma menina um pouco mais alta que a filha um tanto parecida com a moça desciam à escadaria se dirigindo a saída enquanto conversavam. Subindo para o segundo andar com a pequena certeza que encontraria a filha já que se apreso em ir embora sem esperar pra saber em que sala ela ficaria ou se quer perguntado para mesma.

     Paro de frente para porta mais próxima da escada dando duas leves batidas na porta fechada que foi prontamente aberta por um menino com um sorriso travesso e uma bolsa nas costa.

. – Eu não disse que era pra ficar sentado no lugar e esperar o sinal bater – A voz um pouco fina porem irritada invadiu seus ouvidos o fazendo desviar o olhar no menino indo até a mesa do professor onde avia uma mulher com um semblante em um misto de irritação e cansaço. – Em que posso ajuda-lo senhor? – Pergunto se levantando prontamente da cadeira forçando um sorriso. Talvez já o tenha visto em algum jornal ou revista, ou poderia mesmo ser a aparência.

– Vim buscar minha filha Nina – Respondeu olhando de relance para as carteiras com alunos em busca da menina.

– Sala errada tio – ouviu um grito ao fundo de um aluno.

– Aqui não tem ninguém com este nome – Informo a mulher categoricamente – talvez na sala do lado ou sei-la.

– Então onde fica a sala da Annabeth? – Pergunto se lembrando da mulher imediatamente.

– Siga o corredor sala 11 – Respondeu apontando para parede como se fosse o corredor.

– Obrigado – agradeceu fechando a porta novamente em seguida olhando para o número acima da porta, “8”, pelo menos passo perto.

     Continuo andando parando logo na que marcava “11” acima batendo um pouco impaciente. Dessa vez uma menina atendeu calma e sorridente para ele

– Sim

     Não respondeu de imediato apenas olho mais o fundo da sala na mesa do professor encontrando a figura de cabelos loiros, que na certa devem ser falsos como o lindo rosto angelical escondendo a mulher intrometida que é.

– Vim buscar minha filha – Respondeu poucos minutos depois em um tom ponderado, mas que era possível chegar à moça que parecia bem entretida no que um garoto sentado na primeira carteira de frente para mesa dela falava.

     Que para sua infelicidade não afeto em nada. Estava mesmo sendo... Ignorado. Percy Jackson sendo ignorado por uma simples professora, como se fosse um pai normal que há três dias ela não tivesse reclamado de ter meio que esquecido a filha, mas claro essa é uma coisa que nunca em hipótese alguma admitiria, esse gosto ela não teria jamais no que dependesse dele.

     Levo o olhar mais uma vez pela sala em busca da menina.

– Até amanhã – Se despediu Nina da professora que dessa vez se viro.

     Por que só com ele?

– Até

     Se despedir dela depois dessa seria o mesmo que dizer “oi será pode falar comigo, não admito ser ignorado”.

     Espero a menina sair pela porta para dar as costas sem se quer olhar para mulher que poderia apostar que na certa deva ter voltado a conversa com aquela criança.

     Incomodado, uma palavra até boa de usar nesta “situação”, para não dizer irritado ou até mesmo furioso.

Moreno alto de corpo escultural com lindos olhos verde mar de cabelos pretos rebeldes dando um perfeito contraste com sua pele. Modéstia à parte... Pura perfeição em um único ser, mas que infelizmente ainda existem pessoas no mundo que não sabem apreciar a beleza humana quando se vê em especial certa moça de cabelosloiros cujo nome começa com “Annabeth” e termina com “Chase”. Acho que já devem ter uma ideia clara de quem poderia ser não é?



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