História Será que ela volta? - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Personagens Alexandre Nero, Giovana Antonelli
Tags Alexandrenero
Exibições 200
Palavras 1.387
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sábado tedioso!
O que estam fazendo?

Capítulo 11 - Cacos


Giovanna.

Acordei e remexi na cama me espreguiçando. Demorei um tempo até abrir os olhos. Fixei meus olhos no teto e dobrei os joelhos na cama abrindo as pernas e sentindo uma ardência descomunal.
Olhei para os lados e depois para meu corpo que estava nu. Arregalei os olhos incrédula. Realmente tudo que estava passando na minha cabeça sobre a noite passada havia acontecido.
Nero não estava no quarto e não havia qualquer barulho anunciando que ele estava em casa.
Depois de anos a história estava se repetindo com os papéis invertidos.
Virei para o lado encolhendo meu corpo e mordi os lábios repensando na noite de ontem.
Ouvi a porta sendo aberta e olhei por cima do ombro. Era Alexandre.

- Olha quem resolveu acordar, seria a bela adormecida? ele sorriu me fazendo sorrir também.

- Bom dia! Pensei que tinha saído, já ia me levantar e se arrumar pra ir embora. falei me virando para ele.

- Fui lá embaixo... ele parou de falar e ficou me observando. Já disse que você é linda quando acorda? minhas bochechas coraram. me levantei da cama enrolada ao lençol.

- Vou tomar banho. avisei entrando no banheiro e joguei o lençol no chão do enorme quarto.

Ouvi o barulho da cama. Certamente ele havia se jogado nela. Abri o gabinete do banheiro á procura de uma escova reserva mas não havia então usei a do próprio Alexandre.
Terminei de escovar os dentes e entrei no box. Liguei a ducha sentindo a água fria cair sobre o meu corpo. Respirei fundo. Não havia outro lugar em que eu queria estar do aqui ao lado dele.

- Sei que não fui convidado mas estou morrendo de calor. levei um susto enorme. Me virei para Alexandre e ele já estava nu. Mordi os lábios tentando olhar apenas para os olhos dele mas era inevitável não baixar o olhar para seu enorme membro ereto em minha frente.

- Daí teve a magnífica idéia de tomar banho comigo, certo? ironizei.

- Certíssimo! ele sorriu e entrou embaixo da ducha molhando seu corpo. Você é uma gostosa!

Foi tão rápido que eu nem consegui raciocinar os movimentos. Mas agora eu eu estava prensada na parede do box contra o corpo forte de Alexandre.
Ele deslizava seu mastro duro e latejante sobre meu bumbum me fazendo arfar e gemer baixo.
As temperaturas diferentes causavam um choque sobre meu corpo. Uma sensação extremamente excitante.
Alexandre acariciava meu bumbum e então deu um tapa forte no lado direito me fazendo soltar um gritinho.
Alexandre puxou meu cabelo me virando para ele. Nossa! Eu amo quando ele puxa meu cabelo.

- Ajoelha! ele falou com voz de comando. Confesso que quase gozei. E então fiquei de joelhos em sua frente. Ele passou a cabeça do seu pau nos meus lábios me fazendo abrir um pouco a boca aguardando ansiosamente pra te-lô em minha boca.

Ele pegou em meu cabelo de um jeito mais firme e conduziu a metade de seu membro até minha boca.
Eu chupei a cabeça fazendo ele gemer. Fui engolindo seu pau aos poucos observando a cada expressão dele.
Acelerei os movimentos enquanto ele segurava meu cabelo. Chupei forte o tronco e voltei até a glande enquanto ele gemia meu nome e falava palavras desconexas. 

- Posso foder sua boquinha? Deixa vai.. ele disse com uma voz manhosa tirando seu pênis da minha boca. Mordi os lábios e fiz que sim com a cabeça.

Alexandre puxou meu cabelo forte e enfiou todo seu mastro em minha boca fazendo lágrimas brotarem no canto dos meus olhos.
Ele moveu os quadris pra trás e pra frente fazendo seu pênis entrar e sair da minha boca.
E então ele colocou tudo forçando minha cabeça um pouco mais fazendo as poucas lágrimas escorrem pelo canto do meu rosto.
Ele começou a se movimentar de um jeito lento e depois foi acelerando.
Ele literalmente fodia a minha boca mais  de um jeito tão gostoso que eu só queria mais. Só precisava que ele continuasse.
Senti seu membro latejar dentro da minha boca. Ouvi seus gemidos roucos ficarem mais alto. O nó no meu ventre parecia querer se desfazer. Levei minha mão até minha intimidade e acariciei meu clitóris sentindo o prazer se triplicar. Alexandre estava quase gozando e eu também até ele parar com os movimentos e me puxar ficando cara a cara com ele.

- Que tesão ver essa sua boquinha vermelha por receber meu pau. ele disse. Minhas pernas ficaram bambas. Quero te chupar e vou chupar tão gostoso que você vai implorar pra gozar na minha boca! ele rosnava contra meu ouvido me fazendo perder qualquer tipo de controle que eu ainda tinha sobre meu corpo.

Alexandre praticamente deitou no chão. O box era grande então não teve muita dificuldade. Ele me chamou com o dedo indicador. Sorri.
Eu estava tímida e totalmente levada pelo prazer. Com a vontade absurda de sentir sua língua sobre minha intimidade.

- Adoro tomar chá de buceta. Ele disse antes de eu sentar em seu rosto e sua língua penetrar a minha vagina me atingindo um prazer imenso.

Sua boca sugava minha intimidade e sua língua sambava sobre meu clitóris.
Era descomunal o tanto de prazer que ele me causava. Ele fazia aquilo com maestria. Chupava tão bem que era de dar inveja. Nunca fui chupada tão bem na vida até conheço-lo.
Nunca conheci alguém que me chupasse igual ou até perto da maneira que ele me chupa. Chupada de mestre!

- Você chupa tão bem.. aaainnn Nero! gemi alto. Era impossível não gritar sentindo a língua dele deslizar sobre a minha buceta. Céus, eu vou gozar.. hummm. sentia o nó se desfazer cada vez mais. Alexandre parou me deixando frustrada.

Ele me levantou e se levantou. Novamente me prensou na parede de costas para ele e me penetrou tão rápido que o grito alto que saiu da minha garganta não emitiu som algum.
Ele levantou meus braços deixando ao alto da minha cabeça e bombou forte dentro de mim. Eu revirava os olhos e mordia forte os lábios gemendo juntamente com ele.
Alexandre então saiu de dentro e me virou para ele. Pegou minha perna direita apoiando em sua cintura e novamente me penetrou. Dessa vez foi mais forte. Senti suas bolas baterem na minha bunda e o som alto das nossas intimidades se chocando ecoou pelo banheiro junto com nossos gemidos de prazer.

- Abra os olhos! ele falou com voz de comando bombando forte. Eu tentei, missão sem sucesso. Abra Giovanna! Goza olhando pra mim! E então mordi os lábios forte, tão forte que senti cortar. Abri os olhos o encarando com sua expressão sexy de prazer.

- Caceteeee.. aaaahhhh isso é muito bom! gemi apertando os olhos e os abri novamente. Eu vou gozar! Aaainn to.. caceteeee.

- Vem comigo.. AAH apertadinhaaa.. aaain. Ele rosnou no meu ouvido e voltou a me encarar.

Uma, duas, três. E chegaram ao clímax.
Olho no olho. Pele na pele. Os corpos desfaleceram no chão. Giovanna caiu sobre o corpo de Alexandre. As respirações ofegantes e os corações acelerados. Se beijaram com gosto de amor, prazer e paixão.

•••

Sábado, 26 de novembro de 2016.

Alexandre.

Havia acontecido a tão pouco que ainda sentia meu rosto queimar.
A cobertura estava praticamente toda quebrada.
Giovanna sentada no último degrau da escada chorava baixinho. Imagino que seus olhos ardiam pelo tanto de tempo que chorava. Seu rosto vermelho e as pupilas dilatadas momentos atrás denunciava o tanto de raiva que ela estava sentindo.

- Gio, vem aqui. Amora disse com a voz calma.

- Amora eu não queria ter feito isso.. Mas foi mais forte do que eu. Ela chorou um pouco mais.

- Deusa.. ele exagerou na bebida.. meu amor, vem aqui. Ela tentou ajudar. Mas Giovanna sabia que não era nada daquilo.

- Não! Não foi nada disso! Ele me disse!  Fez porque quis. Eu.. ela chorou mais e então apareci na sala.

- Podemos conversar? disse passando a mão sobre o rosto.

- Eu vou indo. Te ligo depois Deusa. disse Amora e me abraçou. E então ficamos a sós.


Notas Finais


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