História Será que ele ainda lembra de mim? - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias A Culpa É Das Estrelas
Tags Adolescentes, Drama, Romance
Exibições 22
Palavras 983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Sentimentos


(Capítulo narrado por David)

Eu sempre gostei de Candy Miller, mas acho que ela só queria minha amizade, pois nunca mostrou interesse. Quando a professora mandava nos juntar em dupla eu sempre tentava fazer com Candy, mas Bryan, seu irmão, sempre estava lá, era um saco.

Um dia meus primos se mudaram para minha escola, e caíram em minha sala. Eu comecei a passar o recreio com eles, e aos poucos fui me afastando de Candy, mas sempre queria ficar perto dela, continuei sendo simpático e tentando mostrar interesse.

Aos 15 anos finalmente tomei coragem e fui visitá-la para declarar o amor que eu sentia. Toquei a campainha, Sr. Miller me atendeu. De acordo com ela, Candy tinha saído e não voltaria tão cedo. Ela me convidou para entrar, eu aceitei. Começamos a conversar e fiquei sabendo que Candy iria se mudar, para bem longe de mim, para Londres. Quando soube disso rapidamente inventei uma desculpa para ir para casa e pedi para Sr. Miller não falar que eu fui visitar Candy.

Passou alguns dias, eu estava morrendo de saudade de Candy, eu queria vê-la, abraça-la... Beija-lá.

Não aguentei ficar longe de Candy, e então resolvi ir atrás dela.

— Pai, posso morar em Londres? – perguntei ao meu pai, para sua idade ele ainda estava em boa forma.

— Por quê?

— É que – fiquei em silêncio pensando em uma desculpa. – O ensino de lá é mais avançado.

— Dá para ver que você está mentindo, conte a verdade.

— Eu me apaixonei por uma garota, mas ela se mudou para Londres.

Ele sorriu.

— O amor adolescente – ele suspirou. – Vamos morar lá, eu já estava pretendendo ir para lá, para ver sua tia.

— Sério?

— Sim.

>>><<<

Chegamos em Londres, depois de arrumarmos as coisas na casa da minha tia resolvi dar uma volta. Peguei um ônibus e fui para uma praia aqui por perto.

Quando cheguei andei um pouco pela areia e fiquei observando as crianças, depois disso bateu uma fome e fui comer alguma coisa. Bom, não conhecia muito o lugar então entrei no primeiro lugar que vi comida ou algo do tipo. O lugar era muito bonito, realmente incrível. Pedi uma coca e fiquei lá pensando na vida.

— David?

Quando ouvi essa linda e calma voz me virei, e era Candy, cuspi a coca.

— Candy? Não acredito! – me levantei e abracei ela. – Eae Bryan.

— Olha achei que não ia notar minha presença – Bryan disse.

Eu ri.

Eu não acredito que tive a sorte de encontrar Candy assim do nada, é o destino. Convidei eles para sentar comigo e ofereci comida, eles aceitaram.

>>><<<

Depois de conversarmos e comermos, saímos daquele lugar, Bryan exagerou na comida. Nunca vi alguém comer tanto. Começamos a caminhar pela praia.

— Vocês moram aqui perto? – perguntei.

— Não, demora umas horas pra chegar na nossa casa.

— Vem cá David, preciso trocar umas ideias com você – Bryan me puxou.

— O que foi? – perguntei.

— Por favor não faça seu joguinho com a Candy, de se aproximar dela, conquistar ela e depois dar um pé na bunda – ele disse.

— Eu nunca me atreveria, eu amo Candy, estou aqui por ela – Bryan arregalou os olhos.

— O QUE?

— É sério.

Bryan ficou com cara de surpreso, eu achei que ele sabia que eu gostava dela, mas pelo visto não.

— Sobre o que vocês estão falando? – Candy surgiu.

— Nada – Bryan e eu falamos.

— Tem algum lugar bonito por aqui, com árvores essas coisas? – Candy perguntou.

Eu sorri.

— Sim, você quer ir? – respondi.

— Adoraria – ela disse toda empolgada.

— Eu não vou poder ir com vocês, Hazel me mandou uma mensagem e eu preciso ir – Bryan disse, achei meio estranho ele falar isso, pois não tinha pegado o celular.

— Então eu vou junto – Candy disse.

— NÃO – Bryan gritou e Candy arregalou os olhos. – Eu preciso ir sozinho.

— Tudo bem então.

>>><<<

Chegamos no lugar, era uma praça, onde tinha árvores, flores, um lago etc. Realmente era um lugar maravilhoso.

— É maravilhoso – os olhos de Candy brilharam.

— Por que você queria vir em um lugar assim? – perguntei.

— Tirar fotos. A natureza me inspira, você se incomodaria de tirar algumas fotos? Estou aguardando em um álbum de lembranças – ela pega seu celular.

— Claro que não me importaria.

Ela sorri e me entrega o celular.

Candy faz cada pose para as fotos. Ela abraçou a árvores e começou a fazer caretas, não pude me controlar e comecei a rir.

— Do que você está rindo? – ela diz cruzando os braços.

— De você – não consigo parar de rir. – Suas caretas são engraçadas.

Mostro uma de suas fotos, ela começa a rir muito. Candy me puxa para perto dela e tira uma foto de nós dois.

— Ficou ótima – ela diz me mostrando a foto.

Começou a ventar forte, o coque de Candy se soltou e seus cabelos começaram a voar, aquela cena era linda. Rapidamente peguei o celular de sua mão e tirei uma foto dela.

— Ficou tão linda e natural – mostrei a foto para ela.

Quando ela estava vendo a foto um floco de neve caiu na tela do celular.

— Neve? – eu disse.

— Mas não é raro neve aqui?

Começou a cair mais neve e o frio veio.

— Acho melhor voltarmos – peguei um guarda chuva e abri ele. – Onde fica seu hotel?

— Só me seguir – Candy começou a correr.

— Ei, espere – saí correndo atrás dela.

Ela virou para trás e começou a fazer caretas, realmente ela era maravilhosa. Consegui alcança-la e puxei ela.

— Você é louca. Correndo desse jeito na neve é capaz de pegar um resfriado – ela ficou me olhando.

Lá estávamos nós embaixo de um guarda chuva, cara a cara, bem próximos, olhando um para o outro. Eu queria que estivesse acontecido algo, mas não aconteceu.

— Eu não vou pegar um resfriado, eu sou muito forte e... Ai minha cabeça tá doendo – ela espirrou.

— O que eu te disse? – ela fez bico.

O hotel era um pouco longe, percebi que o nariz de Candy estava vermelho e ela estava andando em ritmo mais lento, peguei ela no colo. Chegamos até o hotel, meu cabelo estava cheio de neve.



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