História Será que ele ainda lembra de mim? - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias A Culpa É Das Estrelas
Tags Adolescentes, Drama, Romance
Exibições 12
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Ciúmes?


(Capítulo narrado por Jimmy)

Achei estranho Candy e Bryan não aparecerem para comer, mas afinal não era da minha conta.

Depois de comermos fui para o quarto e deitei em minha cama. Percebi que havia passado muito tempo e Candy não havia chegado. Bryan abriu a porta.

- Onde vocês estavam? -quando percebi eu já tinha perguntado.

- Candy quis comer em outro lugar - ele disse se jogando na cama.

- E cadê ela? - perguntei.

- Não é dá sua conta - ele disse revirando os olhos.

- Grosso.

- Sou legal com quem merece. Ao invés de perguntar da Candy, por que não vai atrás da sua namoradinha? Ela estava chorando na entrada do hotel.

Me levantei rapidamente e fui atrás de Sophia. Bom, Soph e eu passamos por muitas coisas juntos. Seu pai morreu, e o meu também. Ela começou a se apegar em mim, a ganhar o aconchego que ela não tinha da mãe, e ela dizia que só eu entendia ela. Claro que eu não iria abandona-la, pois tinha medo de ela desmoronar e acabar se suicidando.

Quando ela foi lá na frente falar do amor eu estava orgulhoso, pois aos poucos ela estava evoluindo. Quando ela terminou, eu estava saindo do salão para comer, mas escutei o meu nome e toda aquela declaração feita a mim. Ficou aquele silêncio total, os olhos de Sophia já estavam com lágrimas. Várias pessoas estavam comentando que eu não iria aparecer e vi Candy na minha frente murmurando palavras como: "Eu sabia que isso iria dar errado, foi culpa minha tudo isso, eu não devia ter escrito aquele texto, deu tudo errado". Ela estava suando frio e estava desesperada, não acreditei que ela tinha escrito aquele lindo texto sobre o amor, e eu pensando que Sophia estava evoluindo. Candy deu três passos ameaçando subir no palco, rapidamente fui correndo até o palco, pois sabia que Soph estava lá morrendo por dentro. E simplesmente aceitei seu pedido, mesmo não gostando dela.

E deu nisso.

Cheguei na entrada do hotel, estava nevando. Vi Sophia sentada na escada.

- Você está bem?

- Não - ela se agarrou em mim e começou a chorar.

- O que houve?

- Minha mãe. Ela quer que eu more com ela, mas eu estou com medo.

- Medo? Ela é sua mãe.

- Ela deve estar morrendo de raiva de mim, e vai me bater novamente.

- Meu amor, ela é sua mãe. Ela te batia antes? Batia, mas ela pode ter mudado. Por favor tente acreditar nisso - ela se aproximou do meu rosto.

- Eu vou tentar acreditar - ela deu um sorriso fraco.

Nos beijamos embaixo daquela neve caindo.

- Vou ligar para ela - Sophia disse.

- Boa sorte.

Sorri, ela agradeceu sorrindo mais.

Quando estava me virando para entrar no hotel, vi um ruivo com o cabelo cheio de flocos de neve, e ele estava carregando Candy.

- Quem é você? E por que está carregando Candy? - falei bravo.

Ele não me deu ouvidos e entrou no hotel.

- Ei! Segurei seu braço - ele me olhou com um olhar feroz.

- Nunca mais toque em mim - ele me chutou naquele lugar que, vamos dizer assim, não é permitido.

Ao me recuperar, fui em direção do elevador furioso, mas aquela merda não descia logo. Fui pelas escadas.

Ele estava na frente do meu quarto falando com Bryan, e Candy ainda estava no seu colo. Ela desceu e olhou em minha direção.

- Candy você está bem? - perguntei.

- Não é da sua conta. - aquele ruivo método a besta disse.

Eu estava prestes a ir em direção dele para lhe dar um soco, porém Bryan veio até mim.

- Jimmy por favor pare de nos atormentar e vá fazer outra coisa, pare de se importar conosco.

Eu ri e sai andando.

Até parece que estava me preocupando com eles, só queria ver se Candy estava bem, aquele ruivo tinha uma cara muito suspeita.

>>><<<

- Mãe está um tédio ficar aqui vamos voltar pra casa. - eu disse.

- Por que você diz isso?

- Não sei, por favor vamos voltar pra casa.

- Tudo bem, vou avisar pra todos arrumarem as malas e você arrume a sua.

>>><<<

Depois de arrumar as malas fui dar uma volta e novamente encontrei com aquele ruivo.

- Ei, o que você ainda está fazendo aqui seu ruivinho?

- Não vou me rebaixar ao seu nível.

Me subiu a raiva e acabei socando sua cara.

- Você é idiota? Por quê me bateu? Candy é minha amiga.

- Não ligo se ela é sua amiga, você é um garoto muito ignorante.

- Sou legal com quem merece. - ele piscou.

Como aquele garoto tinha a coragem de sair piscando, minha cabeça já estava explodindo.

Minha mãe já estava colocando as malas no ônibus, fui ajuda-la. Parei e sentei um pouco. Comecei a refletir sobre o que tinha acontecido quando eu estava com Candy.

Quando vi os colares vieram várias imagens em minha cabeça, lembranças estavam se passando, memórias, sentimentos, estava um calor tão grande, acabei me sentindo com uma vontade enorme de beijar a mulher da minha vida. Bom, não a mulher da minha vida, mas sim meu primeiro amor. Eu estava louco. Eu sentia um sentimento carinhoso com Candy, queria sempre estar ali para protege-la, mas ela pode achar estranho e pode acabar confundindo as coisas.

Senti umas batidas em minha cabeça.

- Oi, tem alguém aí? Jimmy saía do mundo da lua. - era Hazel.

- Voltei. - disse sorrindo.

- Que bom.

Ela jogou sacolas de roupas em cima de mim.

- Não são lindas? Guarde pra mim, são muitas não consigo carregar todas.

- Virei seu escravo? - ela soltou uma gargalhada e beijou minha testa.

- Escravo não, meu herói.

- Herói? Ata, sei.

Todos estavam prontos e lá estávamos nós voltando pra casa, Spike estava no colo de Candy (ele só ficava com ela depois do ocorrido). Eu estava feliz pois nunca mais iria ver aquele ruivo sem noção. Sophia estava deitada no meu colo, um pouco sonolenta.

- Amor, canta uma música pra mim? - ela disse.

- Não canto muito bem.

- Por favor.

Comecei a cantar Justin Bieber - Boyfriend.

- If I was your boyfriend, never let you go. Keep you on my arm girl, you'd never be alone I can be a gentleman, anything you want. If I was your boyfriend, I'd never let you go, I'd never let you go.

Ela adormeceu.



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