História Será que ele ainda lembra de mim? - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias A Culpa É Das Estrelas
Tags Adolescentes, Drama, Romance
Exibições 12
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - O encontro


Não sei o porquê de estarmos voltando para casa, estava tudo tão bom, com certeza Jimmy que teve essa brilhante ideia. Não tive tempo de me despedir de David, não sei se encontraria ele novamente, eu estava curiosa para saber quem é essa menina que ele veio achar. Acabei dormindo.

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Quando chegamos em casa, deitei na minha cama e comecei a pensar, faltavam 3 semanas para o meu aniversário e depois do ocorrido com o Jimmy passei a odia-lo, sempre nos esbarravámos pela casa e ele sempre desviava o olhar, estranhamente estúpido. Acabei dormindo, você deve estar pensamento "ela só dorme", sim eu só durmo.

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Começou mais um dia tedioso naquela escola e como sempre as mesmas baboseiras de sempre com o professor falando e eu com sono.

Ele bate o apagador na mesa.

— ACORDEM! MAS SERÁ POSSÍVEL, SÓ SABEM DORMIR. – levantei meu rosto da carteira e esfreguei meus olhos.

— Com licença professor. – o diretor entra na sala – Temos um novo aluno nessa turma, o nome dele é David.

Aquele mesmo David que eu tinha encontrado antes estava ali parado me olhando, e acabou sorrindo, retribui sorrindo. Ele se sentou perto de mim.

— Oi.

— Oi, desistiu da garota? – perguntei.

— Não. Estou na mesma escola que ela agora.

— Sério? – dei um super sorriso. – E cadê ela?

— Não posso falar.

Reviro os olhos e deito na carteira na esperança de dormir.

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Acordo com alguém me cutucando, era David.

— Que foi?

— Quer sair comigo hoje?

— Nessa neve, pra que?

— Que tal patinar no gelo?

— Eu não sei patinar no gelo.

— Eu te ensino.

— Não quero.

— Ah, por favor Candy para de graça, prometo que vai ser incrível. – ele começou a me chacoalhar.

— Tá bom, eu vou. – nunca vi David sorrir tanto na minha vida.

— Beleza, te encontro às 19h30 no parque principal.

— Ok.

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Cheguei em casa junto com o Bryan.

— Candy tem bolo de leite ninho trufado na geladeira, o seu preferido, vamos comer?

— Você ainda pergunta? – abri a geladeira e tirei aquele bolo maravilhoso.

Bryan e eu detonamos aquele bolo, deve ter sobrado cerca de dois pedaços. Mamãe chega em casa.

— CANDY!

— Oi?

— Vamos pro shopping!

— Eu não.

— Isso é uma ordem, está tendo liquidação de tudo, preciso de você e de seu irmão para carregar as coisas. – ela começou a nos empurrar para o carro. – Vamos, entrem logo.

Lá estávamos nós naquele shopping imenso.

— Candy suba no elevador e pegue o tanto que você conseguir. Bryan fique aqui embaixo comigo.

Lá estava eu correndo em direção ao elevador, a porta estava se fechando.

— Ei, segure a porta por favor! – gritei, graças ao bom Deus a pessoa segurou.

Entrei no elevador, nem prestei atenção na pessoa e falei obrigada.

— De nada. – com a impressão de já ter ouvido essa voz, me viro.

— JIMMY!

— Não, a bela adormecida.

Virei para frente e fechei a cara.

Quando o elevador abriu só pude prestar atenção nas pessoas, pois só tinha elas lá, estava completamente lotado. Não conseguiria sair viva daquele lugar sozinha. Fiquei parada em frente ao elevador pensando na minha morte.

— Poderia sair da frente por favor? – Jimmy disse.

Me virei e ajoelhei implorando.

— Jimmy, eu te peço que por favor você possa me ajudar com algumas compras.

— Não. – ele saiu andando, e logo fui indo atrás dele o puxando.

— Por favor Jimmy, eu faço o que você quiser.

— Não.

— Por favor. – comecei a fingir o choro.

— Não chora. – ele revira os olhos – Eu te ajudo.

Rapidamente limpo minha lágrimas e agarro sua mão e começo a puxar ele para as lojas. Ficamos correndo para lá e para cá, Jimmy estava sobrecarregado de sacolas. As pessoas estavam diminuindo, logo ficou muito mais fácil andar por lá. Estávamos lá dentro muito mais de duas horas e meia, almoçamos em um restaurante e continuamos. Meus pés estavam doendo e comecei a diminuir meu ritmo.

— Vamos parar para descansar. – me sentei em um banco.

Comecei a olhar para um vestido azul na vitrine, ele era todo florido, o vestido era acompanhado de um par de sapatos com detalhes azuis. Deixei as sacolas no chão e fui me aproximando da vitrine, quando vi o preço fiquei indignada.

— 117 MIL LIBRAS? QUE ROUBO. – quando me virei Jimmy não estava mais lá, só as sacolas – Jimmy Smith você me paga.

Sentei no banco, vejo uma mulher tirando o vestido e o sapato, olha só uma pessoa milionária comprou. Quando olho mais a diante, a moça está entregando para um rapaz, e esse rapaz se parece muito com Jimmy. Não só parece, mas com certeza é ele! Smith sai da loja.

— Toma. – ele joga a sacola com o vestido azul e o sapato.

— Pra mim?

— É. Aceite logo antes que eu me arrependa.

Sabe até que eu não tenho tanto ódio dele assim. Vi uma menina ruiva, muito parecida com Soph de costas.

— Aquela não é sua namorada? – ele virou e arregalou os olhos. Ela virou.

— Amor! – Sophia veio em nossa direção. – O que você está fazendo com CANDY?

Ela estava furiosa.

— Nos encontramos aqui por acaso. – ele disse meio nervoso.

— Candy de quem você ganhou esse vestido, ele é caríssimo. – ela fala meio desconfiada.

— É... – Jimmy começa a falar.

— Ganhei – corto Jimmy – do David.

— Vocês estão namorando? Que bom! – ela muda totalmente sua voz.

— Não, somos amigos. – vi Bryan saindo do elevador e vindo em minha direção.

Rapidamente pego as sacolas da mão de Jimmy e dou pra Bryan, pego as outras e dou tchau para eles. Bryan e eu vamos pro elevador como se nada tivesse acontecido.

— Maninho você me salvou de novo.

— Vo começar a cobrar. Aliás, o que estava fazendo com Jimmy?

— Ele segurou a porta do elevador pra mim.

— O que?

— É uma longa história.

O elevador chegou no último andar e lá estava mamãe.

— Vamos crianças, vamos embora. – ela disse acenando, o shopping inteiro olhou pra gente, que constrangedor.

Estávamos saindo com milhares de sacolas do shopping e já estava de noite, percebi que estava nevando bem forte.

— Nossa que horas são? – Bryan perguntou.

— 21h30. – mamãe disse.

— Nossa, é bem tarde.

— Sim, sorte que não tenho nenhum compromisso hoje. – Bryan diz.

— Compromisso? – sinto que estou esquecendo de algo.

Droga, eu deveria estar com David agora, combinamos as 19h30, já são 21h30. Não, ele já deve ter ido embora, não ficaria duas horas esperando. Ou talvez esperaria? Não ele não seria louco. Sim ele seria.

— Desculpa mãe, eu preciso ir a um lugar. Podem ir sem mim. – Dou as sacolas a Bryan, pego a sacola do vestido com o sapato e procuro um banheiro.

Depois de colocar o vestido coloco uma legging por baixo, me encho de casacos e coloco um cachecol. Compro um guarda chuva, pois está nevando muito e não quero ficar doente. Pergunto ao segurança onde ficar o parque, ele diz que é para a direita e começo a ir em direção ao parque, correndo.

— Eu sou louca – digo para mim mesma.

Chegando no parque tudo estava repleto de flocos de neve, tudo estava branco. Não achei David, sim eu já deveria saber que ele não seria louco de ficar aqui por duas horas.



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