História Será que ele ainda lembra de mim? - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias A Culpa É Das Estrelas
Tags Adolescentes, Drama, Romance
Exibições 12
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - O fora


Chegamos na praia, eu estava de short e blusa não me sentia a vontade de biquíni. Soph estava com um biquíni que parecia mais um pedaço de sacola amarrada, tava mostrando tudo e mais um pouco.

Eu não sabia nadar, fiquei na areia brincando com o filhotinho de labrador. Eu ainda não sabia o seu nome, Hazel estava passando por ali.

— Hazel, qual o nome dele? – perguntei.

— Eu não sei, meu irmão achou ele ontem abandonado.

— Spike – Jimmy apareceu e logo depois foi para o mar.

Depois de passar uma hora mais ou menos que estávamos na praia, Sr. Smith falou para irmos embora, pois iríamos almoçar em um hotel. Estavam todos prontos e saindo, mas notei que Spike tinha sumido, então voltei para trás.

— Spike? – eu gritava, mas não escutava nada.

Comecei a olhar para o mar e escutei um choro, lá estava Spike sendo levado pelas ondas. Mesmo não sabendo nadar eu estava indo em direção a Spike, não estava me afogando, pois meus pés ainda estavam tocando na areia. Consegui alcançar Spike, coloquei ele em cima da minha cabeça e segurava-o com minha mão direita, com a outra mão eu tentava voltar para a beira da praia. Mas começou a me dar cãibra, eu tentava pedir ajuda, ninguém me escutava, tinha pouca gente, eu estava me afogando e para Spike não ir junto peguei ele e levantei com os dois braços. Mais água entrava pela minha boca, eu não estava aguentando mais. De repente vi Bryan pulando na praia, ele estava vindo em minha direção, depois disso não vi mais nada e meus olhos se fecharam.

>>><<<

Fui abrindo levemente meus olhos e vi Jimmy, ele estava me beijando. O QUE? ME BEIJANDO COMO ASSIM? SOPH ESTAVA DO SEU LADO, COMO ASSIM! Depois que me caiu a ficha, ele estava fazendo respiração boca a boca, eu comecei a cuspir a água. Me levantei rapidamente.

— Cadê o Spike?

— Ele está aqui – Bryan disse com Spike no colo.

— Que bom que ele está bem!

Sorri.

— Candy, obrigado por salva-lo.

— De nada Jimmy, você deveria cuidar mais do seu cachorro. Sr. Smith, então quando vamos comer?

Sr. Smith riu.

— Vamos agorinha para o hotel.

— Que ótimo – sai pulando atrás dela.

>>><<<

Chegamos no hotel.

— Candy, Hazel e Soph. Vocês vão ficar no quarto 18. Jimmy e Bryan no quarto 19. Minha amiga Miller e eu vamos ficar no 14, não conseguimos achar quarto perto de vocês – Sr. Smith disse.

Entrei no quarto, não suportava mais ficar perto de Soph. Ela era insuportável, um dia eu chamei ela de amiga e pretendo nunca chamar ela assim de novo.

Hazel e Soph saíram do quarto para almoçar. Fui até o quarto do Bryan, com esperanças de Jimmy estar lá. Bati na porta.

— Pode entrar – era a voz doce de Jimmy.

Eu entrei.

— Bryan está aí?

— Ele está no banheiro.

Cheguei bem perto de Jimmy, tirei o colar do bolso e coloquei em sua mão.

— O que é isso? – ele perguntou.

Tirei o meu colar e coloquei do lado do outro.

— Lembra da nossa promessa? – ele sentou na cama e ficou paralisado olhando para os colares.

Depois de alguns minutos, sentei do seu lado e ele me deu os colares. Jimmy parecia confuso e colocou a mão na cabeça.

— Sim, eu estou me lembrando. Eu te amava.

— Sim, mas... – antes de eu terminar a frase Jimmy me puxou e me beijou tão calmamente, um beijo tão suave e delicado.

— Me desculpe – ele se levantou.

— Tudo bem.

— Foi a atração do momento, eu não queria te beijar. Eu quero que saiba que eu não sinto mais nada por você e que tudo aquilo foi passado. Nossa promessa só seria válida até encontrarmos alguém e veja só eu encontrei, o problema é seu se você não achou ninguém, não me procure mais, eu não te amo e nunca amarei. – ele pegou os colares jogou no lixo e saiu do quarto batendo a porta.

Meus olhos estavam cheios de lágrimas, eu sabia que não devia ter falado nada, ele está feliz com Soph e não há nada que eu possa fazer, vou ter que seguir em frente. Ele não devia ter gritado e muito menos ser grosso desse jeito, Jimmy Smith eu te odeio

— O que aconteceu? – Bryan saiu do banheiro.

— Eu fiz ele se lembrar de mim, depois ele me beijou, ficou nervosinho e gritou comigo.

— Eu vou quebrar esse moleque no meio. – ele vai em direção a porta.

— Não faça isso, eu estou bem. Não quero comer com ele sentado na mesma mesa que eu, vou dar uma volta.

— Eu vou com você.

— Não, vai comer.

— Se acontecer alguma coisa com você, a mãe vai colocar a culpa em mim e eu vou me sentir culpado. Então é melhor que eu vá.

— Tudo bem.

Bryan mandou uma mensagem pra mamãe avisando que íamos comer em outro lugar, pois tínhamos brigado com Jimmy.

Estávamos andando sem rumo e vimos um restaurante. O lugar era realmente incrível, tinha uma vista maravilhosa. Passamos por uma mesa e tinha um moço bonito bebendo Coca, ele se parecia muito com um amigo meu, quando eu notei já estava parada atrás dele.

— David? – o moço se virou e cuspiu a Coca.

— Candy? Não acredito! – ele levantou e me abraçou. – Eae Bryan.

— Olha achei que não ia notar minha presença.

David riu.

— Venham, podem se sentar comigo – Bryan puxou uma cadeira, quando eu ia puxar a minha David já tinha puxado.

— O que faz aqui? – perguntei.

— Atrás de uma pessoa.

— Sua namorada? – Bryan disse.

— Não, uma amiga.

— Você já encontrou ela? – perguntei curiosa.

— Encontrei hoje, para minha sorte.

— Você veio para Londres só para vê-la? – perguntei empolgada.

— Sim, eu fiquei sabendo que ela gostava de mim, então fui atrás dela, mas ela tinha se mudado. Resolvi ir atrás do meu sonho de consumo.

— Caraca, você é louco – Bryan disse enchendo o copo de Coca.

— Louco de amor – completei.

David disse que podíamos pedir o que quiséssemos, pois ele iria pagar. Eu não me aproveitei muito só peguei um pedaço de bolo de leite ninho trufado, mas não posso dizer a mesma coisa de Bryan. Ele pediu vários doces e pratos caros, não acreditei que uma pessoa poderia comer tanto.

Nunca revelei o que eu sentia para David, éramos grandes amigos, mas entrou um pessoal novo na escola e ele acabou se afastando. Ele ainda era legal comigo, mas falava bem pouco, não era como antes.



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