História Será que eu te amo? - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Charisk, Comedia, Hentai, Incesto, Lesbicas, Obsessão, Romance, Undertale, Yuri
Visualizações 37
Palavras 2.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Magia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Perdão pela demora mas eu precisava resolver alguns assuntos na minha vida e tive que me afastar um pouco da Fanfic

Capítulo 3 - LOVE parte 2


— E-eu não vi seu movimento, como pode?! Diga-me! 

— Presente de despedida! 

 Você já sabia fazer isso...? Perguntei sem nenhum tom de preocupação. Eu realmente estava perplexa, assustada e preocupada mas já não conseguia me manter acordada para demonstrar isso

 Ainda estou aprendendo a usar o LOVE a meu favor. Era vago demais o que ela me disse, estava escondendo algo. 

 Você já sabia. 

 Ha, ha, ha desde o momento que o vi aprendi imediatamente como fazer o mesmo. O LOVE realmente é surpreendente quando se é usado por uma alma humana. 

 Você nos fez morrer por mais de 18 vezes! 

 Não acha que ele não está mais destruido do que se o tivesse ferido na primeira tentativa? Agora a esperança esvaiu-se por seus dedos. Ele está completamente cansado, triste e desesperado, continuar com essa luta realmente o matou por dentro, pensa só o quanto ele não deve ter chorado ou pedido desculpa para o seu corpo morto no chão. Aprenda isso Frisk, para destruir o mundo temos que começar pelas pequenas coisas. Você não vai chegar com uma arma e matar todos sem eles a verem. Não, você primeiro irá os cativar, como você cativou Sans, e em seguida esmagar os sentimentos deles. Não queria destruir o mundo? Esse é o caminho. Os sentimentos é a pior maldição do humano. Sabe por que ainda não perdi? Justamente porque não tenho sentimentos.  

 Você é doente! 

 Pelo menos não estou desaparecendo. 

 Não mate ele! 

 Ah meu Deus, que lástima! Pararei imediatamente com meus plano só porque uma pirralha catarrenta me pediu. Sabia que você faria um grande favor a mim e a todos ao seu redor desaparecendo? Esse pensamento é inevitável, porque tudo está girando ao seu redor. Pensa só: Se não tivesse sido tão estúpida ao ponto de cair na merda de um buraco do tamanho de uma casa, nada disso teria acontecido.   

 A culpa não é minha! Com todas as minhas forças tentei afastar a culpa de mim. Por favor não o mate... Ele é meu amigo.

 Sim, ele é seu amigo, como o irmão dele também foi, acredite poucos ainda acreditariam que aquela que os feriu não era você, que a única explicação era que estava sendo controlada. Sans realmente confia em você, mas confiança não é nada quando se está a beira da morte. 

— Adeus, comediante. 

— Entendo, não posso fazer muita coisa, mas antes posso ter uma última tentativa? 

— Ainda não se cansasse? — Senti minha sombrancelha esquerda levemente levantada. — Por que consederia isso, se minha rota não é digna de misericórdia? 

— Ora, não chame isso de "Misericórdia" Chame isso de mais uma tentativa fútel que é capaz de fazer Frisk chorar até desaparecer completamente, enquanto eu me culpo eternamente por ter feito isso.   

— Gostei. Finalmente entendeu que mesmo com todas as tentativas do mundo não seria capaz de me vencer nessa batalha. Vai lá, tente, estou com vontade de rir um pouco, lacaio.    

 Depois de um longo suspiro ele falou.

— Frisk, sinto em dizer-lhe que... Desisto.

O quê? 

— Não vai haver nenhuma brincadeira, nenhuma piada, nada... Sei que lhe disse que a determinação era uma benção, mas... Não vou continuar com isso. Veja, ela é bem mais forte que nós dois, ela é mais forte que qualquer humano ou monstro! 

 Escute bem, Frisk, essas são as últimas palavras de seu amigo. 

— Como os outros estou perto de parti. 

 O que está dizendo?  

— Mas antes de eu partir quero que me prometa uma coisa. 

— O tempo passa e você o desperdiça. Ande logo, paciência eu tenho, mas não é infinita, e agora eu não sei se ela me acompanha. 

— Frisk, quero que você prometa que irá me encontrar. Quero que prometa que não irá deixar que ela faça com que você desapareça. Toriel deve está inconsolável, ela perdeu sua filha, ela nunca lhe disse isso, mas quando você a chamou de mãe ela não deixou de sorrir nem por um minuto (E eu tive que aguentar ela me falando o quanto você era incrível, sendo que não me interessava nem um pouco) — Pude ver ele me lançar um sorriso sincero, diferente de todos que ele já me lançou. — E eu queria que Papyrus visse que você é realmente uma pessoa boa. Onde eu quero chegar é: Poderia ir com eu e Papyrus ao Grillbys? Quero apresentá-lo minha amiga. Você pode sair dessa, é forte como ninguém, e eu verdadeiramente acredito em você. Mesmo que eu não esteja mais aqui saiba que eu ainda estarei torcendo por ti e se puder lhe auxilíando. 

— Seu tempo se dissipou. — a faca cortou o ar rapidamente, enquanto na lâmina brilhante pude ver meu reflexo cada vez mais se distânciando. O brilho azulado em seu olho havia sumido ao contrário de seu sorriso que parecia a transparência de sua alma, que me fazia ler facilmente o que se passava em sua cabeça. Era um sentimento de total melancolia enquanto a lâmina afiada como garras de leão se aproximava cada vez mais para o transformar em pó. Meu batimento cardíaco acelerava, pois podia o ouvir quase estourando meus ouvidos, talvez se devesse ao fato do silêncio daquela sala que era rompido apenas pelas vozes de Chara e Sans. 

 Nãããooo! Já chega!

— Por favor, comece tudo uma outra vez. 

 E então como se você desperta desnorteado de um terrível pesadelo eu acordei. Minha visão já falhada por vezes ficava mais nítida em questões de segundos, como se fosse uma dança despreporcional que meu cérebro fizesse comigo. A mão que agarrava a faca tremia descompassadamente, mas não saía do lugar. Meus lábios tremiam pelo esforço que se fazia neles para sorrir, e minha respiração estava deveras desregular. 

 O que está fazendo?! 

 O que eu deveria ter feito a muito tempo! 

 Ela lutava para recuperar o controle do corpo entretanto se provava tudo inútel. Já deve saber que a minha mão tremia pela tamanha força que nós duas fazíamos para mover uma mesma parte do corpo, e nenhuma de nós estava disposta a desistir. Parada abruptamente no lugar vi-me em uma tremenda guerra comigo mesma, porém o Sans mantia silêncio incorrupto. 

 A menina de olhos rubros vociferava em minha mente palavras de maldição contra mim e Sans, como se isso fosse a última coisa que pudesse fazer. Deve achar que quem estava mais desesperada era ela. Engano seu. Quase não me aguentava em pé e sentia um imenso nó na garganta, não têm idéia da força que aquela menina possuia. 

— S-sans... — murmurei rezando para que Sans ouvisse. 

 Ele abre os braços com um semblante sério em seu rosto, logo em um salto eu me joguei nele em um abraço triste. 

— Faz ela parar... Por favor... 

— Desculpa... 

 Senti minhas costas perfuradas por algo pontudo. Ouvi meus ossos se quebrando e um grito que estremesseu a sala se fazer presente. Minha boca estava escancarada fazendo grunhidos, enquanto meus olhos ficaram incapassitados de derramar uma gota de lágrimas.  

 O ataque de ossos de Sans havia me atingido nas costas.

 Sans me apertou mais forte. Ele fez de tudo para que eu não o olhasse nos olhos. Rapidamente ele murmurou: 

— Reset. Sei que consegue. Enquanto ainda estiver aqui ela irá a pertubar. Terá que se esforçar para resistir a ela. Ela é forte, mas você é mais. Reset! 

 Gradativamente seu rosto foi desaparecendo, tomado por uma luz muito forte. 

— Sim.. Reset...  

 Rapidamente percebir o que acontecia. Finalmente o reset. Meu peito foi tomado por uma alegria extrema, mesmo permanecendo com os olhos fechados. Porém, antes que o reset pudesse se concretizar sentir meus braços serem puxados brutalmente. 

— Desgraçada! O que você fez?! — Ela me balançava obrigando-me a lhe dar uma resposta, como se eu devesse isso a ela. 

— Me larg... — A minha fala desfaleceu-se quando avistei seu rosto. É complicado descrever o que eu vi. Pensa só, se você avista-se algum ser que viesse das sombras, que fosse a encarnação da maldade, como você descreveria ele se o avistasse? Isso mesmo, você não saberia, porque momentâneamente seu instinto seria abaixar seu olhar, correr ou desmaiar. Mas digamos que você com todas as suas forças se manteve imóvel o fitando. O que veria seria seu maior terror, e como se nascesse com a gente o maior terror do humano é o desconhecido. Agora devo ter entendido o motivo da guerra dos humanos contra os monstros. Eles estavam com medo dos monstros, porque era desconhecido para eles, e isso os levou a fazer uma guerra, mesmo eles sendo mais fortes, devo estar errada mas isso é o mais óbvio. Eu queria que isso nunca tivesse ocorrido, pois, assim não precisaria olhar para ela. 

— Olhe para mim, vadia! — Gritou fazendo meus ouvidos estarem a um passo de estourar. 

 Descreverei aqui o que é possível para vocês entenderem: Simplismente seus olhos desapareceram deixando apenas um líquido de vermelho escuro escorrendo até suas bochechas, que ao chegar ao queixo caiam interrompidamente. Seu sorriso se abriu até suas orelhas, parecendo que estava cortado em uma linha que fizesse tal trajeto. O corpo estava se despedaçando mostrando seus orgãos internos. Aí que eu notei que várias coisas a rasgavam a puxando para baixo. 

— As almas... Elas querem se vingar... Estão enlouquecendo... 

 Agora imagine você rodeado por rostos agonizando, com somente você ouvindo seus gritos ( Pois, acredito que somente ela ouvia) Era exatamente Chara agora. Seu corpo estava mais esguio, como se estivesse sido esticado a força, e acredito eu que deve tá causando uma dor horrível a ela. 

 Deve entender que quando se morre e reseta, você vai para uma espécie de mundo vazio, onde não importa o quanto ande nunca encontrará a saída ou o começo. Esse mundo é rodeado por uma luz que quase te cega, e sempre terá a sua frente o botão do recomeço. O caso é: Chara era a única que estava rodeada de sombras, acredito eu que eram as almas que ela matou a sangue frio. Poderia descrever mais sobre a aparência dela naquele momento, mas entenda: É pertubador, agonizante, e estremamente errado relembrar ela daquele jeito principalmente porque passei meses sem fechar os olhos em paz, por causa daquela imagem. 

 Com minha destreza insuperável me desvencilhei rapidamente de suas mãos não dando tempo para ela sequer pensar em me segurar denovo. 

 Corria sem olhar para trás. Aquilo tinha que ficar no passado. 

— Não ouse fazer isso, Frisk!  

 Não olhe para trás, não olhe para trás, não olhe para trás... Recitava a frase como se fosse uma ladainha interminável. 

— Ouça, vadia. Não importa onde você se esconda. Em que linha do tempo habite, ou que reset diversa vezes, eu irei te encontrar! Eu a destruírei por dentro e por fora, não espere piedade vinda de mim! Não deixarei seus membros ligados a você para se recordar de quem te massacrou. Ha, ha, ha. Espere por mim, Frisk, farei uma coisa extraordinária para sentir a pior dor que eu ou qualquer outro ser poderia lhe causar. 

 E com essa feliz ameaça de esquartejamento eu resetei.  

 Acordei de meu desvaneio com os sussurros de Sans e Undyne. 

— Sans... Que merda é essa?! — o "Sussurro" De Undyne pareceu tremer as paredes. Pelo menos ela tentou não ser agressiva. 

— Fala baixo, droga. — Só agora fui notar que estávamos em um canto mais afastado na sala. 

— Oh imprestável! Você não tinha matado ela, não?! 

— Opa, peraí, como você sabe disso? — Aprendam uma coisa: Assobiar com cara de paisagem não ajuda em nada. 

— Por quê você disse isso a ela?!  

— Não sei, será que é porque ela é a única de nós que tem músculo e consegue se levantar do sofá sem praguejar com o mundo?   

— E ela vai fazer o quê? Ah já sei! "Olha Chara como eu sou musculosa, mas não tenho coragem de matar uma barata! Ah mas não se preocupe que eu tenho uma mira perfeita, que não foi capaz de acertar a miséra de um tronco do tamanho da minha cabeça!" — O deboche se fazia presente na fala de Sans.  

— Quando o pior acontecer nós a usamos como escudo. — Sussurro para Sans.

— É, mas eu tenho certeza que consigo acertar um difunto ambulante. — Undyne olhava fixamente para os olhos de Sans, com um semblante irritado.

— Pronto começou. — Respiro fundo, porque eu sei que quando as pessoas daqui de casa começam a discutir o único jeito é esperar que a discussão não se prolongue. — Gente pela amor de Deus, é só uma camisa. Ah, e aliás, por que ela está aqui mesmo? 

— Eu esperava contar a ela que estamos correndo perigo. Mas parece que ela já está sabendo demais. E outra, esqueci que a Undyne imortal é mortal. 

— Nossa, e eu por acaso tenho 1 de vida, baixinho?  

— Gente, foca no problema. Eu sei que vocês tem um amor um pelo outro de quebrar ossos — Sans aponta o dedo para mim e faz um barulho de boca seguida de uma piscadela. — Mas o por quê de tanta preocupação por causa de uma blusa? 

— Sei lá. Será que é porque estamos falando de uma psicopata que jurou a gente de morte e esquartejamento, mais forte que qualquer humano ou monstro da face da terra, capaz de controlar uma pessoa a fazendo exterminar tudo ao seu redor. Masoquista, louca, pirada, com um dom de manusear facas de tirar o folêgo. E com uma vingança em mente. Ah! Esqueci de mecionar, ela cuida dos mínimos detalhes, nada escapa dela, a criatura é capaz de te estudar em minutos descobrindo seus medo, aflições e raivas assim podendo te destruir psicologicamente, além de ser completamente prepotente e achar que todos devem se humilhar a seus pés, também achando que ninguém tem o direito a vida, por não merecê-la, sem contar que ela queria ter o sangue de todos em suas mãos. Ah é mesmo, pra quê tanta preocupação? o máximo que pode acontecer é Toriel encontrar nosso corpo na sala e a nossa cabeça do outro lado da rua.  

— Humpf. — Com os braços cruzados Undyne concorda com a cabeça.

— Frisk, estamos falando de uma mente inteiramente psicótica. O estado de alerta é inevitável, porque não estamos falando de "uma" psicopata, estamos falando "da" psicopata.

— Chara é muito perigosa.

— Não me surpreenderia nada se aquela camisa fosse algum tipo de aviso para nós dar medo. — Complementa Sans.  

— E adivinha: Está dando certo, porque de perto de vocês dois não saio mais! 

— Undyne. 

— Fala. 

— Me ouça: A prioridade é proteger Frisk. Além de ser a menor da casa, ela é também o primeiro alvo da Chara.  

— Não é a ela que eu devo ter a prioridade de proteger. — Com o olhar preocupado ela de relance olhou para Alphys que assistia alguma programação. 

— Se ainda não se convenceu a protegê-la saiba que se estivermos corretos, onde a Frisk for Chara vai atrás. Poderá (Ou pelo menos tentar) Afastá-la de nós, ou seja, ela ficará bem longe da Alphys.

— Continuo sem entender muita coisa. — Me pronuncio. 

— Não acha estranho o fato de já ter se passado seu anivesário, e já ter se passado tanto tempo desde Underground, e só agora Toriel resolver dar essa bendita blusa a você? Assim sem mais nem menos? Sem qualquer desgaste do tempo, sem cheiro de mofo, completamente intacta, e com o cheiro do perfurme de alguém? E mais ainda: A blusa é maior que você! Quando Chara vestiu aquela camisa listrada ela tinha a sua idade quando caiu em Underground! 

— Com mil demônios, isso não tem explicação! 

— Mas se for isso mesmo o que você diz... O que houve com a mamãe? 

— Não sei. Mas sinto o mesmo arrepio na espinha de quando me encontrei pela primeira vez com a Chara.  

— Crianças, venham aqui. — Toriel nós chama e eu sinto meu coração quase pular para fora. 

— Droga. Se aproximem um pouco. — A voz de Sans era quase inaudível, e logo percebi que era para falar no mesmo tom. 

— Nada de comentar isso com ninguém. No momento só nós somos confiáveis, e não sabemos se Chara está controlando alguém, se já está aqui ou se nós observa. Terminaremos essa conversa em um lugar longe daqui. Compreenderam?  

— T-tudo bem. — Gaguejo. 

— Frisk. 

— S-sim? 

— Se sentir que sua sombra te observa, corra, ok? — Meu coração batia frenéticamente. Meu corpo ficou inquieto com a tensão que ficou no ar. Minha mãos estavam frias e as senti tremer. Com um aceno de cabeça Sans pareceu dizer que era para eu sair. 

 Quando dei três passos em direção a mamãe ouvi Undyne sussurrar:  

— Deixe a Alphys fora disso... 

— O que foi mãe? — Chego a uma distância de dois metros dela enquanto os outros estavam um pouco mais afastados. 

— Eu quero dar um aviso a vocês.

— A-algum problema, m-majestade? — A voz tímida de Alphys pergunta. 

— Passarei algum tempo fora, preciso resolver algumas questões do trabalho. 

— O quê? — Pergunto baixinho.   

— Quanto tempo? — Sans pergunta. 

— Muito tempo. 

 Undyne e Sans trocam olhares. 

— Quando partirá? — Agora foi a vez de Undyne fazer alguma pergunta. 

— Agora. 

— Oi?! 

— Estamos perdidos. — Sans lamenta com a mão no rosto. 

— Chamei alguém muito querido por vocês para cuidar de tudo enquanto eu estiver fora.  

— Ah, não deve ser tão ruim assim, não é Sans? — Undyne tenta força um otimismo. 

— A NOVA RAINHA DESSE CABARÉ CHEGOU!!!!!!— A porta foi aberta brutalmente por um chute que fez um barulho estrondoso na casa. Em frente a porta com uma luz de cegar os olhos estava a imagem de Metaton enrolado com algo parecido com um cachecol brilhoso no pescoço e com um óculos, claramente Rayban. Com pose de diva e um cabelo de causar inveja ele fez sua famosa entrada triunfal. 

— É, tomamos no cu. — Undyne conclui seu pensamento.

 

  

 

 

 

 

 



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