História Será que Gosto dela? - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cúmplices de um Resgate
Tags Cumplices De Um Resgate, Novela, Refira
Exibições 36
Palavras 1.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hoje é sexta.
Dia de postar a fanfic
Boa leitura espero que gostem.
Ps não é a autora que tá postando por isso, só da pra postar sexta
Beijoo

Capítulo 24 - Conselhos


Fanfic / Fanfiction Será que Gosto dela? - Capítulo 24 - Conselhos

Safira desperta antes de Pri e Regina e percebe que as duas dormiram em cima dela. Com um detalhe, na mesma posição.

Ah o que seria da sua vida sem essas duas? Sorri. E calmamente retira cada uma das duas com jeito, e dormindo mesmo as duas se dão as mãos.

Vai em direção à porta, jogando um beijo ao sair.

Tinha que ir trabalhar. Os três dias de licença que havia pedido, já haviam expirado e, como havia pedido para que o chefe não contasse a Regina, teria que correr. Escova os dentes, toma um banho veste a roupa e se maquia. Olhos marcados. Vestido amarelo, e o vermelho no batom. Favorito da senhorita Fogo.

Dá um sorriso, ao lembrar da noite anterior. Regina como sentira falta dela!  Esperava que ela tivesse se dado conta que mesmo com seu jeito frio, que Safira sabia que a incomodava, tivesse notado que Safira a amava e sempre a amaria. Independente de qualquer coisa.

Algumas coisas ainda incomodavam Safira àquela altura, mas conversaria com a mulher. Mulher, sorriu, era estranho pensar assim. Nesses cinco anos, estava treinando, e não que não amasse Regina, mas era estranho. O engraçado é que sempre que pensava assim, a felicidade a invadia; aquele calorzinho no peito, da certeza, do amor e a palavra “minha “ sempre povoava sua cabeça antes do pensamento mulher.

Lembrou – se da noite anterior e sorriu. Talvez Regina também estivesse sentindo a falta dela. Priscila o emprego, tudo estava meio sufocante.  Se olhou no espelho e pela primeira vez deu – se conta que estava leve, feliz  com ela mesma. Efeito Regina.

Enquanto descia para café lembrou de Regina. Uma adolescente ( claro, dois anos mais velha ) quieta e reclusa perto dos pais, mas que ao mesmo tempo tinha brincadeiras ácidas, que implicava com ela todo o tempo, mas que lhe despertara sensações estranhas, que só agora identificava como interesse, desejo. Aqueles olhos, aquele cabelo, e aquele corpo quem diria seriam, mas tarde, a sua própria perdição. Sorriu. Havia esquecido do cabelo, mas aquilo teria tempo o bastante, pelo menos era o que esperava. Regina era o próprio fogo em pessoa, que acabava com suas resistências por completo. Nem sabia, se ela se dava conta disso

Encontrou a cunhada sentada a mesa. E com ela o próprio Geraldo.

Safira: Paolla? Geraldo? O que fazem aqui?

Safira fica na defensiva ao fitar Geraldo.

Safira: Pricipalmente você o que faz na minha casa?? – ergue um pouco o tom.

Geraldo : Calminha Saf. Missão de paz. E eu até onde sei essa era a antiga casa dos meus pais.

Regina: Não chama ela assim! – Diz num tom ameaçador. Ninguém havia notado sua presença ainda

Paolla e Geraldo não se aguentam. Riem.

Geraldo: Ok já entendi que o apelido pertence a senhorita Saldanha presente, alias formam um belo.. Casal

Safira cora, mas fica sOrpresa de Geraldo saber e aparentemente aceitar tão bem.

Paolla resolve se pronunciar pela primeira vez e quebrar o clima pesado.

Paolla: Bom dia casal crush. Eu vim ver como estavam- olha com cumplicidade para Safira que tem um olhar feliz. Embora parecesse estar  surpresa e como  sempre reclusa.- E também, a Super tia Paolla veio ver como estava a Gi. Bom dia pra vocês também!

Regina: bom dia, engraçadinha

Safira: Rê, fica calma! Bom dia Paolla. Bom dia Geraldo.

Regina beija a boca de Safira. A pegando de surpresa. E numa clara demonstração de “posse” ao irmão. Safira retribui, mas a afasta gentilmente, entendera o recado. Ciúme. Regina era ciumenta, ninguém roubaria o que era dela, mas não ia negar que aquilo a deixara surpresa e feliz

Safira: Bom dia pra você também minha ( colocou ênfase na palavra) ruiva- Esperava que aquilo a deixasse segura.

Regina: Bom dia Saf. – enquanto Safira cora, Regina olha o irmão desafiando-o

Geraldo: Bom dia Saf,,,, Ira- Completa ao receber o olhar furioso da irmã. Bom dia ciumentinha.

Regina: Eu não sou ciumenta! Bom dia Geraldo. O que faz aqui? Indaga. Safira também queria saber a resposta

Geraldo: Acalmem – se. Eu só vim... Ver  como estava a... menina. E se possível... vê-la... Vocês permitiriam?

Regina e Safira se encaram. Meio como conversando pelo olhar

Regina: Essa decisão é sua Safira.

Safira se magoa com as palavras de Regina, o dia já não estava tão bom..

Safira: Ok você pode vê-la. Vou trabalhar

Geraldo: Mas Safira...

Safira: Não se preocupe, ela sabe que você é pai dela.

Paolla: Saf, eu vou com você!

Safira sai apressada. Paolla vai atrás mas se detém e olha para o irmão e Regina

Paolla: Delicada ela.

Geraldo ri. Regina não entende nada. E Paolla sai correndo, atrás de Safira.

Regina: O que aconteceu?

Geraldo:Talvez você tenha convivido demais comigo e esqueceu de  ser delicada nps momentos certos.

Regina Mas o que  eu fiz?

Geraldo: Regina talvez você devesse prestar mais atenção na Safira. Ela, digamos que ela foi... tão machucada quanto você e por isso tem esse jeito frio, e você as vezes parece tanto com nosso pai que nem nota.

Regina: Eu não sou igual a ele! – grita.

Geraldo: Calma, calma eu sei. Deixe me explicar. Safira não é de falar muito pelo que eu conheço, e nem demonstrar nada. Talvez você devesse perceber sozinha ou pelo que noto,  você mesmo com tudo consegue ser mais demonstrativa, apesar de parecer o “homem da casa“

Regina fica pensativa e Geraldo continua

Geraldo: Sabe Nina. Você era uma garota muito doce e sensível. Talvez devesse voltar a ser um pouco você..

Regina o interrompe

Regina: isso eu já havia percebido, mas a Safira não se deixa  entregar

Geraldo: Mas você tem tudo para reverter isso e consegue você vai ver.

Regina: Olha, olha o meu irmão de ladrão virou psicólogo. Como você pode ter tanta certeza?

Geraldo olha a irmã

Geraldo: Bom eu cresci com você e a conheço muito bem, como qualquer pessoa eu sei que não sabe nem a metade. Por trás dessa leoa toda existe um gatinho. E a Safira, bom a Safira, não se esqueça que foi minha mulher, embora com a sua esperteza você tenha gentilmente conseguido seu sonho de adolescência que foi roubá-la de mim. E por trás daquele lobo todo, existe um cachorrinho querendo carinho e afeição.

Regina: Pantera. –Sorri e o irmão já nota certa felicidade.

Geraldo: O que? – se finge de desentendido

Regina ri

Regina: Nem vem. De ladrão a psicólogo e veterinário. Outra você sabe do que estou falando – bate no ombro do irmão.

Geraldo: Acho que prefiro não saber!

Regina: A Safira. Não tem nada de cachorrinho! Ela é uma pantera. E minha ouviu?

Geraldo: Ok.. já entendi. Já perdi também. Agora irmãzinha me poupe dos detalhes está bem?

Os dois riem enquanto sobem a escada. Aquela amizade estava recuperada.

Geraldo: E ai? Vai falar com ela?

Regina: Farei mil vezes melhor

Geraldo ui ui ui. Perigosa.

Regina apenas sorri.

Longe dali Safira e Paolla conversavam no carro

Paolla: Você se magoou não foi?

Safira: Um pouco. As vezes a sua irmã parece que não se importa. De uma noite maravilhosa pega e faz isso.

Paolla: Você precisa dizer isso a ela.

Safira:É Tão impossível que em cinco anos não perceba e não canse de dar mancadas?

Paolla: Talvez ela não perceba. Você precisa quebrar suas barreiras Saf. Ela te ama.

Safira: E EU TAMBÉM A AMO. Eu já fiz de tudo pra demonstrar. Até sai da minha zona de conforto. E disse, fui carinhosa e ela nem percebe as mancadas que faz

Paolla: Talvez não tanto. Talvez ela também só precise de um empurrãozinho a mais. Mas as coisas começaram bem!




Safira: Como assim? Começaram bem?

Paolla:  Digamos que você tem um chupão no pescoço cunhadinha -Paolla se diverte com a expressão assustada de Safira. – Vem cá, para o carro. Não vai fazer diferença nenhuma você chegar um pouco atrasada. Sua chefe não brigaria.

Safira: Só eu não sabia que a sua irmã era minha chefe?

Paolla. Uhum. Agora vem cá pra ver o que eu posso fazer om essa marca de noite de amor... Ou você quer aparecer na empresa assim?

Safira: Ah Regina! Você me paga!

Paolla : Ih alguém se lascou

Safira: Não exatamente

Paolla sorri. Já imaginava o que aconteceria

Paolla: não está mais aqui quem falou


Notas Finais


E AI??? O que acharam??


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