História Será que você sabia? - Capítulo 11


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Categorias Digimon
Exibições 18
Palavras 1.708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galera aqui adicino um capitulo da minha terceira fic "o meu diário" uma fica na qual Yolei relata na primeira pessoa todas as suas aventuras e como conheceu seus amigos e até seu verdadeiro amor. Minha linda @LadyIchijouhi dedico este capitulo a vocÊ. sim finalmente postei o capitulo :P :P

Capítulo 11 - Viagem a Kyoto


Olá meu querido diário de novo, como sabe que depois do jantar de antes de ontem, eu voltei a sair com o Ken. Ele e eu marcamos de sair ontem para um passeio a dois, só eu e ele com intuito de nos apercebemos o que realmente era isto que se estava a passar entre nós.

Pois bem como nenhum dois tinha aulas resolvemos ir passar o dia a Kyoto, Hawkmon ficou com Kari e Gatomon e Wormmon ficou com Davis e Veemon.

Às 11:30 Ken estava em Odaiba com o carro estacionado em frente ao prédio onde moro, como sempre assim que me viu, saiu do carro para me cumprimentar e abrir a porta para eu entrar e me sentar, “ai, ai sempre tão cavalheiro este rapaz”, depois destas formalidades todas, ele voltou ao volante. Durante os primeiros minutos de viagem não prenunciamos qualquer tipo de palavra ou conversa, Estava um silêncio quase assustador.

Foi aí que eu decidi meter conversa com ele, sobre onde tinha deixado Wormmon, ele me disse a sorrir que, Wormmon tinha ficado em Odaiba com Davis e Veemon, porque mais tarde todos se iriam juntar em casa de Tai para jogar Ps3, ele também me perguntou onde tinha ficado Hawkmon, quando disse que tinha sido com Kari, ele começou a rir um pouquinho, porque nossos digimons ia estar na mesma, o que iria ser bom para eles. Tive que concordar, pois os digimons adoram estar todos juntos.

Passado um pouco ele mudou de conversa, me olhou e disse que durante a noite não tinha parado de pensar em mim e no beijo que lhe tinha dado, que tal coisa tinha mexido com os pensamentos dele, corou um pouco quando me disse isso e por momentos não tirou o olhar da estrada, enquanto não lhe respondi. Eu depois de ouvir aquilo senti minhas pernas tremer e meu coração acelerar e minhas mãos suavam muito, tive que ganhar coragem e disse-lhe que desde de muito tempo que sonhava beija-lo, que sempre me senti atraído por ele, que não me era indiferente, disse isso de forma desajeitada, chorando e muito trapalhona como sempre; foi aí que ele parou o carro, segurou meu rosto e me abraçou, dizendo  “não chores Inoue-chan, eu também sinto o mesmo, mas nunca tive coragem de te dizer, sempre pensei que não era o teu tipo de rapaz”; Ainda no abraço dele, parei de chorar e senti o coração dele muito acelerado e o corpo dele a tremer um pouquinho, afastei-me um pouquinho dele, olhei-o nos olhos que pareciam querer deixar cair lágrimas, segurei-lhe as mão e disse-lhe Ichijouji seu bobinho, nessa coisa do amor não há tipo certo de rapaz, mas sim pessoas imperfeitas que se completam, sempre foste aquela pessoa que eu sentia ciúmes do nada, que tentava compreender, que sempre quis ter por perto. Lembra quando no Digimundo lhe dei um tapa na cara, para te chamar á razão, porque você fazia parte do grupo e nosso dever era e é estarmos sempre todos juntos para proteger o digimundo? Logo ele me olhou sorrindo meu tímido e me respondeu que se lembrava e que tinha doido para caraça que não tinha sido nada meiguinha com ele. Começamos a rir os dois lembrando desse momento. Ele me puxou para um beijo quente e gostoso, segurando minha nuca e eu pus a mão no seu peito durante o beijo , o coração dele batia bem forte, parecia que iria sair do seu peito. O beijo foi tão intenso e longo que no fim estávamos quase sem ar.

Ele voltou a por o carro a trabalhar e me perguntou onde queria ir, eu sugeri que fossemos ao templo e depois á lojinha de doces, pois ele sabia bem que eu amava comer e sobretudo doces, o que fez ele rir , por saber que estava feliz em estar ali com ele. Ele durante o caminho algumas vezes me olhou de forma doce e a sorrir, eu retribuía-lhe o sorriso e dava-lhe beijinhos no rostinho corado dele.

Quando chegamos ao Templo de Kyoto, ele deixou o carro estacionado lá no parque, porque lhe disse que o melhor era passear por Kyoto a pé para ir desfrutando da paisagem e do bom tempo que se fazia sentir.

Passeamos muito como conhecia bem a cidade, levei-o a conhecer cada um dos meus cantinhos preferidos da cidade, ele timidamente pegou minha mão para passearmos de mãos dadas, eu o olhei nos olhos e ele corou. Foi aí então que ele meio gago, meio engasgado me perguntou se queria namorar com ele. Ai meu deus nem sei bem explicar o que senti naquela altura, meu coração disparou, meu sangue subiu todo para a cabeça, meu mundo parou; disse-lhe logo que sim e saltei feito maluca para o pescoço dele, ele me abraçou e sorriu-me timidamente, pois estava mais vermelho que um tomate. Eu fui muito mais sapeca deixei-lhe um beijo de língua tão intenso, que quando as nossas línguas se entrelaçaram senti o meu corpo tão quente e um pouco húmida ( ai que vergonha, pois ainda era virgem), algo nele também se manifestou pois senti um volume vindo das calças deles contra mim. Depois do beijo, eu olhei para o que era sorri, mas ele só me pedia desculpas muito envergonhado.

Eu disse-lhe que era normal, pois todos sabemos como são os homens, algo mais quente e sapeca e o amiguinho deles logo se manifesta… Mesmo assim o rapaz estava tão trapalhado e tão envergonhado por estar excitado, que mal me olhava nos olhos. Foi aí que eu o puxei para mais um beijo daqueles de língua e bem quentes, dei-lhe vários com intuito de lhe provocar mais excitação ainda, sentia aquele volume pulsar contar mim; levei-o até ao parque de estacionamento onde estava o carro, voltei a provoca-lo mais ainda com aqueles beijos e a morder-lhe os lábios, sentia que o estava a deixar louco para me pegar também. Entramos no carro meio enrolados um no outro trancando carícias sapecas e toques mais maliciosos, ele estava adorar todos aqueles beijos e toques que lhe fazia no corpo. Até que sentando no carro eu olho o volume das calças dele que estava cada vez maior e estava erecto de lado já, ele me olhou envergonhado pedindo desculpas, aí eu resolvi abri o fecho das calças deles, e puxar-lhe o pénis para fora. Ele me perguntou: “ Inoue-chan o que vais fazer?”, Todo atrapalhado e envergonhado, eu não lhe respondi, comecei a fazer com a mão devagar um movimento para cima e para baixo no pénis dele, ele suspirava, aumentei a velocidade desses movimentos ele quase gritava de prazer, por fim coloquei-o na boca, chupei-o como se fosse um chupa-chupa de forma bem gostosa, aí sim ele já estava bem louco, segurava os meus cabelos e gemia um pouco mais alto, depois de sentir que estava ok, ele me pegou para seu colo tirou minha blusa meio tímido, ficou contemplando meus seios ainda de soutien, foi aí que tirei o soutien, ele continuou olhando deliciado com o que via, eu peguei as mãos dele e pus em cima dos meus seios, ele me olhou embaraçado, mas estava tão cheio de tesão, que começou a aperta-los e massaja-los, fui sapeca e disse-lhe pode chupar eles se quiser, estava provocando-lhe ao máxima, ele olhou-me novamente embaraçado e corado e começou a passar a língua de leve nos meus seios, e depois em roda dos mamilos e foi aí então que começou a chupa-los como se fosse um recém-nascido cheio de fome, o que fazia soltar uns gemidos bem altos, o que lhe estava a deixar ainda mais excitado e pénis bem duro, depois ele começou a passar a mão pelo meu corpo ate chegar ao umbigo me deitou no banco de trás do carro, me beijou na boca de forma quente e molhada, no pescoço e depois foi descendo lentamente sempre por meio de beijos pelo corpo quando chegou ao umbigo, eu ainda tava de cueca vestida, ele olhou-me nos olhos e eu disse-lhe para tirar, ele tirou e corou ainda mais, olhando minha vagina, que estava bem molhada, aí ele não pediu permissão com dois dedos começou a massaja-la lentamente, estava-me deixando louca, cada vez gemia mais, depois caiu-me de boca, meu deus aquela língua quente e gostava, eu estava-me sentido nas nuvens, quando ele parou me ohou e veio em busca de um beijo bem gostoso, me sussurrou ao ouvido: “ é a minha primeira vez”, eu o beijei de volta e o puxei para ficar deitado em cima de mim, e disse-lhe olhos nos olhos corada igual a ele “ e a minha também, e quero que seja contigo, porque é a ti que amo” e beijou-o novamente, enquanto que com a ajuda da sua mão ele esfregava o seu pénis na minha vagina, me deixando muito mais excitada, e foi enfiando devagarinho, quando me penetrou totalmente, dei um gritinho, porque senti uma pequena dorzinha, pois era minha primeira vez , ele parou assustado, e pediu desculpa por me ter machucado, eu disse que era normal. Ele continuou com aqueles movimento bem gostosos dentro de mim, me deixando bem quente e ofegante gemendo de forma bem gostosa o deixando também completamente louco, cada vez mais aumentava aqueles movimentos e eu gemia bem alto, ele me chupava os seios, em seguida procurava a minha boca para me beijar gostoso, oh meu deus foi um verdadeiro momento de mágica, para nós dois e no fim gozamos juntos.

Já vestidos e passado alguns minutos de termos feito amor de forma linda e delicada, pois só poderia ser assim, pois não havia no mundo rapaz mais delicado e amável que o meu namorado. Trocamos muitos carinhos e beijinhos estamos muito apaixonados, jantamos por Kyoto e há noite regressamos a Odaiba.

Fomos a casa dos Yagami buscar os nossos digimons e contamos aos nossos amigos, que estávamos a namorar, ele ficaram muito felizes por nós, felicitaram-nos logo, Hawkmon e Wormmon ficaram muito orgulhosos, pois sempre acharam que nós eramos o casal perfeito e que estava demorando a assumirmos os nossos sentimentos. Depois de trocarmos beijinhos de despedida eu foi para casa mais Hawkmon e Ken foi para Tamachi mais Wormmon.

 


Notas Finais




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