História Serendipity - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, Incesto, Jeongguk, Jungkook Vs You, Namjin
Visualizações 67
Palavras 617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeong Bolinhos.

Yah mais uma fanfic >//< (tou dodoi por isso)

<3 espero que gostem <3

Capítulo 1 - Prólogo


Tudo isso não é coincidência
Apenas - apenas eu podia sentir isso
O mundo inteiro é diferente de ontem
Apenas - apenas com sua alegria
(Love Yourself - Her Serendipity - BTS)

Prólogo

— Jeon – Chama a jovem moça com a mão na barriga. 

— Nari – Abre os olhos sonolento.

— O bebê – Sorriu e logo o marido entendeu o que ela queria dizer.

Levantando rápido da cama o mesmo pegou a bolsa pronta e ajudou a mulher se levantar da cama.

Desceram com calma as escadas e foram para o carro. Por mais que a mesma sentisse que o bebê estava por vir, ela se manteve firme para não desesperar Jeongguk que estava ansioso para ter a família completa.

— Vamos chegar rápido lá – Olhou rápido para Nari e continuou o percurso com um pouco mais de velocidade.

Como a noite poucos carros habitavam a rua, se tornou mais fácil de chegar ao hospital. 

Desceram do carro e logo enfermeiros veio ajudar a jovem moça. Levaram-na para dentro do hospital e passaram pela porta grande deixando Jeon na sala de espera.

Era sinistro ficar sozinho ali sabendo que sua amada estava do outro lado daquela porta. Ela poderia estar com dor, ou até mesmo não ter mais força...

— Senhor Jeon? – A voz grave o fez olha para cima.

— Sim Doutor – Se levanta da cadeira.

— Temos duas opção – Faz o tal numero com os dedos – A mão ou o dedo? – Jeon não fazia ideia do que seria aquela pergunta, dedo, mão? 

— Não entendi – Pisca diversas vezes processando a tal conversa sem pé sem cabeça.

— Nari corre risco, ou o bebê ou ela – Explica.

— Nari – Escolheu, para o mesmo o que mais importava naquela hora era sua mulher, eles tentariam novamente quando tudo desse certo.

Dando as costa o tal doutor deixa Jeon sozinho novamente. Era bem difícil dizer isso a Nari, dizer que seu marido a escolheu e que contrariou seu pedido de salvar o bebê. Mas o que importava agora era ter uma conversa rápida e decisiva com a mulher.

— Senhorita – Se aproxima da mulher – Bem... – Faz uma pausa exagerada – ...ele escolheu você – Os olhos azuis se tornaram cinzas, era como levar um tiro no escuro e saber quem foi o atirador.

— Quero que salve meu bebê – Insistiu – Vou deixar o numero de um amigo, ligue para ele quando tudo terminar que ele vai te dar um cheque – Pegou a prancheta da mão do mesmo junto da caneta e anotou o numero rapidamente.

— Assine esse papel também – Pediu, e logo estava assinado – Levem-na – Mandou.

...

Depois de muito tempo andando para lá e para cá a porta se abriu e Jeon olhou para o homem de jaleco.

— Onde está minha mulher? – Pergunta aflito.

— Ela se foi – Diz o médico – Mas o bebê está bem – Alegou.

— Não dou a minima para isso – Dá as costas.

— Mas senhor, é uma bela menina – Segue o mesmo – Não pode deixar el...

— Eu disse que não dou a minima – Vira-se para encarar o médico – Eu pedi para salvar Nari e não esse bebê – Da forma como disse, parecia um ser sem coração ou qualquer emoção.

— Ela pediu – Diz vago.

— Não perguntei, era para me obedecer – Pega o mesmo pelo colarinho – Minha vontade é de quebrar seu nariz – Range os dentes.

— Senhor tente se controlar – Jeon soltou o rapaz e se pós em direção da saída.

— Lide com sua teimosia agora, inútil tsc – Saiu enraivecido.

Se Nari visse aquilo diria não ser o Jungkook que conhecia a 3 anos atrás, aquele homem doce não passava de um egocêntrico que nem ao menos teve coragem de aceitar o que a mulher quis para o futuro. Agora caberá para si aceitar o fato que mudará seu futuro.

Continua...


Notas Finais


Deixa seus comentários (amo comentário :'v)

:'v escutem My I do Seventeen plm, que musica linda - https://www.youtube.com/watch?v=8ZA8PW48QTk

Jal-ga~~


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