História Serial Killer - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Black Veil Brides (BVB), Jensen Ackles
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Christian "CC" Coma, Jacob "Jake" Pitts, Jensen Ackles, Personagens Originais
Tags Ação, Alina Kovalenko, Assassinatos, Aventura, Drama, Gore, Romance, Sadomasoquismo, Sexo, Violencia
Visualizações 3
Palavras 2.544
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas, tudo bem com vocês?
Acho que demorei um pouquinho pra postar, não é mesmo? Me desculpem por isso, eu fiquei com um puta bloqueio criativo, mas finalmente eu consegui terminar!
Espero que vocês gostem ^^
Boa Leitura!

Capítulo 3 - "De Volta Para Casa"


Fanfic / Fanfiction Serial Killer - Capítulo 3 - "De Volta Para Casa"

Já faziam algumas horas que eu estava na estrada. Meu corpo pedia para que eu parasse em algum lugar para tirar um cochilo, porém eu não podia, já estava quase chegando a Cincinnati e minha ansiedade de encontrar minha casa era bem maior do que meu cansaço!

Eu aumentei o som, que no momento tocava uma música eletrônica e me deixei levar pelos toques. A estrada estava vazia e por isso aproveitei para acelerar ainda mais o carro.

Logo após algumas longas horas, eu já estava em frente a minha casa, que era considerada, pelos corretores de imóveis, a mais bonita do condomínio. Suspirei fundo e entrei com o carro, levando-o até a garagem.

Saí do carro e segui para porta da frente, usei minha chave reserva para destrancar a porta e quando a abri, dei de cara com Dorota. Ela apontava uma faca de cozinha para mim, com um semblante assustado, ela usava um robe de lã e seus cabelos loiros estavam completamente bagunçados.

_ Dorota, o que você está fazendo? – indaguei incrédula, sem saber se ria ou ficava com medo da situação.

_ Katherine? – ela disse me observando com os olhos estreitos. Dorota tinha problemas na visão e isso só piorava quando estava à noite.

_ Sim, sou eu... Você pode abaixar a faca, por favor? – perguntei e ela o fez.

_ Desculpa... É que eu pensei que fosse um ladrão, ou sei lá! – respondeu ela me acompanhando até a cozinha. – Não avisou que viria...

_ É que não deu tempo... Quando terminei o serviço, a primeira coisa que pensei foi em voltar logo para casa! – disse enquanto enchia o copo de água, tomei o liquido e coloquei o copo na pia. – Como ficaram as coisas aqui?

_ Seus amigos vieram aqui praticamente todos os dias para saber se você já tinha chegado, seus cachorros sentiram muito a sua falta, mas Julien cuidou muito bem deles e eu fiz de tudo para deixar a casa em ordem! – disse e me lançou um sorriso de ternura. – E como foi sua viagem? No trabalho deu tudo certo?

Dorota não sabia do meu real trabalho e muito menos do meu passado obscuro. Tudo o que eu havia contado a ela era que eu viajava para vários lugares para atender pedidos de clientes recomendados. Por mais que eu confie muito nela e a considere como uma segunda mãe, eu não posso expô-la a tamanho perigo.

_ Deu sim... Tudo nos conformes... – respondi e comecei a caminhar em direção à escada. – Vou me deitar, você deveria ir também, já está tarde!

_ Tudo bem... Boa noite, Katherine!

_ Boa noite, Dorota... – disse e subi a escada.

Segui o corredor até chegar a meu quarto, abri a porta e me joguei na cama. Como eu estava sentindo falta de tudo isso, das minhas coisas, do meu conforto e principalmente das comidas da Dorota! Sinceramente, eu já não aguentava mais comer fast-foods!

Fiquei por mais alguns minutos deitada ali e então me levantei, segui para a minha suíte e me livrei daquela roupa com cheiro de viagem, tomei um rápido banho e me vesti com um pijama confortável, deitei em minha cama novamente e fechei meus olhos.

[...]

Estavam todos comigo, meu pai, minha mãe e para minha surpresa, tinha também um pequeno garoto de cabelo preto e olhos escuros, que diziam ser meu irmão!

A felicidade presente no local ia além de mim, além do meu coração disparado, dos meus olhos brilhando enquanto lacrimejavam e do meu frio na barriga intenso... Como eu sentia falta deles, como eu sentia falta de abraçá-los, conversar com todos eles... Sentia falta até mesmo dessa criança que acabei de conhecer!

Minha mãe caminhou até mim e colocou sua mão em meus cabelos, sorrindo... Aquele sorriso caloroso que somente ela sabia dar!

_ Você nunca vai nos ver... – falou ela, mantendo o seu sorriso, como se aquilo fosse a coisa mais sensata a se dizer. – Nunca vai nos encontrar...

Eu tentei rebater, dizer que não era verdade e que faria de tudo para encontrá-los, mas não conseguia... Minha voz não saia e aquilo tudo se parecia com o pior pesadelo cínico que já imaginei.

Meu pai se aproximou e seu semblante não estava tão amável como o da mamãe... Ele estava sério, cenho carrancudo, que dava uma sensação sinistra ao local. Ele apoiou sua mão em meu ombro e disse:

_ E quando você finalmente nos encontrar, estaremos todos mortos... Me ouviu bem? – falou com um ódio irreconhecível na voz. – Estaremos todos mortos, e você, Katherine. – ele cuspiu meu nome, como se fosse o pior palavrão do mundo. – Você vai morrer como a gente... Vamos todos nos encontrar... No inferno!

[...]

Acordei pela manhã com o coração acelerado, olhos lacrimejando e suando frio... Esse com toda certeza foi um dos piores sonhos que tive com a minha família. Sentei-me na cama e levei minha mão até o peito, meu coração ainda estava acelerado!

Levantei da cama e vesti o robe preto feito com seda, fiz um coque no cabelo e desci as escadas, caminhei até a cozinha e encontrei Dorota mexendo com uma panela.

_ Bom dia! – disse com um sorriso e me sentei em um dos bancos dispostos um pouco perto da bancada.

_ Bom dia... Dormiu bem? – ela perguntou colocando sobre a mesa uma bandeja com biscoitos feitos na hora e uma jarra de suco.

_ Ah não muito... Tive um sonho ruim... – me levantei e peguei um copo, servi-me com o suco e me sentei novamente.

_ Se me permite a pergunta, sonhou com o que? – perguntou Dorota, fazendo o possível para não deixar sua curiosidade transparecer.

_ Bom... Com meus pais... Mas não era nada importante... – respondi. – Por favor, sente e tome o café da manhã comigo...

_ Tem certeza disso? – ela perguntou e eu assenti com um sorriso.

_ Claro que tenho! – afirmei e ela se sentou ao meu lado.

Eu e Dorota tomamos um divertido café da manhã, eu nunca tive tempo para sentar e conversar com ela como tive hoje, eu sempre estava correndo e tudo isso agora foi muito libertador. Quando terminamos, eu a ajudei a ajeitar a cozinha e subi para meu quarto, peguei o envelope que Salvatore havia me passado e o abri.

Tirei da lá várias fichas, todas numeradas em sequência e com certeza essa seria a sequência que ele queria que eu seguisse. Eu peguei a primeira e comecei a ler. Era um homem, justamente da família Biersack.

Christian Biersack, mais conhecido como Chris ou CB, para os mais íntimos, ele tem 44 anos e é dono de um dos maiores cassinos de Ohio. Eu poderia ir ao cassino e...

_ KATHERINE! – ouvi a voz de Daniel e antes que eu pudesse respondê-lo, ele se jogou em cima de mim. – Finalmente você voltou, achei que teria que ir até Columbus para te buscar!

_ Dan, para de drama, você vai esmagar a menina! – ouvi também a voz de Taylor. – Também senti sua falta, você realmente demorou dessa vez... – ela disse e Dan saiu de cima de mim. Taylor me olhava com um semblante malicioso e só por isso sabia que viria alguma merda dali. – Por algum acaso estava dando uns pegas naquele seu amigo Dean?

_ Taylor, o Dean é só meu amigo... Nós não ficamos ou algo do tipo... – respondi sentindo meu rosto corar de vergonha. Eu podia ser uma pessoa desinibida em tudo, porém quando se tratava disso, eu sempre fico um pouco acanhada!

_ Como foi lá? – Daniel perguntou rolando para o meu lado e ficando de barriga para cima. – Vi a reportagem na TV, você matou aquele sem do ou piedade! – sim... Eles sabiam, mas eu não contei porque eu quis e sim porque eles desconfiavam de mim, eu sempre mentia ou omitia algo para eles e então teve um dia em que Taylor mexeu em minhas coisas e achou todas as fichas que tinha guardado, por isso tive que contar.

_ Não era pra eu ter matado ele daquele jeito, mas quando eu li a ficha... – respondi enquanto colocava o papel de Christian ao meu lado. – Não resisti! – sorri e Taylor se sentou ao meu lado, pegou a ficha de Christian e olhou-me com o semblante sério.

_ É sério isso? – levantou a ficha contrariada. – Mal saiu de um e já ta com outro?

_ Sim, esse vai me ajudar a encontrar meus pais... Agora eu tenho certeza! – disse e Dan me olhou.

_ Você falou isso das últimas vezes... Conseguiu algo de importante? – falou ele. Eu permaneci calada, porém eu tenho esperanças, tenho que continuar procurando.

_ Kath... Você não tem medo do que pode encontrar no futuro? – Tay perguntou e eu suspirei.

_ Tenho, não vou mentir pra vocês, mas eu tenho que ter esperanças... Tenho que continuar procurando... Se eu não tiver esperanças, quem terá por mim? – indaguei e eles ficaram pensativos por longos minutos, fazendo com que um silêncio constrangedor se formasse no cômodo.

_ Tudo bem... Você está certa... – Daniel finalmente quebrou o silêncio concordando comigo e tomou a ficha das mãos de Taylor. – Mas não queremos que você se iluda e... – ele parou de falar e fez um semblante de surpresa. – Eu conheço esse cassino aqui... Você não vai fazer nenhuma loucura lá não, né?

_ Claro que não... Ainda estou montando minhas estratégias... – disse pensativa. – Primeiro tenho que rondá-los, descobrir os pontos fracos e fortes, e então, ataco de surpresa! – respondi e tomei a ficha da mão dele, colocando-a de volta no envelope.

_ Então eu já sei o que nós podemos fazer! – Taylor falou sorrindo animada. – Podemos ir para lá, saber como é e também podemos festejar... O que acha da minha idéia, Kath?

_ Ah não sei, estou um pouco cansada e nem um pouco a fim de sair... – falei jogando-me na cama ao lado de Dan.

_ Mas pensa bem... Isso vai ajudar na investigação... E você ta mesmo precisando sair e pegar pessoas... – Dan completou a fala da irmã. Eu realmente tenho um complô contra mim. – Então, o que acha?

Eu pensei um pouco, a idéia deles realmente era boa, ir ao cassino disfarçando a investigação com diversão realmente era interessante, eles nunca iriam desconfiar de mim ali, mas eu ainda estava cansada por conta da viagem, e não faria muito bem sair!

Eu olhei para eles, pensando realmente em dizer para deixar para outro dia, porém quando vi os olhares de animação, foi quase que um gatilho para dizer um sim.

_ Tudo bem... Vocês me convenceram, mas eu não vou beber muito e não quero saber dos senhores se drogando! – afirmei. Um olhou para o outro, demoraram um pouco para responder e então concordaram com as minhas condições.

Nós ficamos conversando por muito tempo e eles até almoçaram comigo e Dorota. Depois foram para casa e eu fui brincar com meus cachorros, tava sentindo muita falta deles e após longos minutos ali, eu subi para meu quarto, tranquei a porta e peguei o telefone, disquei o número do meu tio Samuel e fiquei olhando para o visor.

Não tinha certeza se deveria realmente ligar para eles, fazia muito tempo desde minha última ligação... E ele com certeza deve estar ocupado com alguma coisa, mas eu sentia essa necessidade. Coloquei para chamar e fiquei esperando, ele demorou a atender e quando eu estava quase desistindo, ele me atendeu.

_ Alô, Katherine? – disse ele, geralmente eu só ligava quando estava metida em confusão, e, por isso a entonação de sua voz saiu preocupada. – Está tudo bem?

_ Sim, Samuel... – respondi e fui para a sacada da minha varanda. – Eu só queria avisar que estou na cidade...

_ Ah sim... – ele respondeu um pouco desconcertado. – Você está precisado de mim?

_ Bom, na verdade... Eu queria seus conselhos, peguei um serviço grande e não faço idéia de como posso começar! – respondi e ele suspirou.

_ Quando pretende dar início? – ele perguntou, com a voz arrastada.

_ Não sei, mas podemos nos encontrar amanhã? – perguntei meio sem jeito. Não éramos tão próximos como deveria, porém ainda éramos família e tínhamos que cuidar um do outro. Samuel foi o único da família que me deu apoio e quem me ensinou tudo o que sei hoje.

_ Claro, pode sim... Você vem aqui ou marcamos em algum lugar? – perguntou direto.

_ Prefiro passar ai! – disse e ele concordou dando fim à ligação logo em seguida.

Eu voltei para o meu quarto e me deitei em minha cama, realmente não restava nada para fazer e eu poderia aproveitar esse tempo para descansar enquanto a hora de sair não chegava. Fechei meus olhos e em pouco tempo já estava tendo um ótimo cochilo.

Senti ser sacudida de forma cuidadosa, aquilo estava tão estimulante que eu me virei para o lado, tentada a dormir novamente, porém antes que fizesse, ouvi a voz de Dorota me chamar, abri os olhos e a observei.

_ Katherine, seus amigos estão aqui e muito furiosos com você... Disseram que você está atrasada para alguma coisa... – ela disse tão rápido, que por conta do sono eu não entendi nem uma palavra sequer.

_ Como é? – indaguei, bocejando. – O que você disse?

_ Seus amigos, estão lá embaixo, furiosos com você! – respondeu ela  e eu me sentei na cama com o semblante preocupado.

_ Meu Deus do céu... Eu me esqueci completamente do compromisso que fiz com eles... – falei levantando e pegando minha toalha. – Pede para eles esperarem um pouco, daqui a pouco eu desço!

_ Tudo bem... – Dorota respondeu e se retirou do quarto.

Eu corri para a suíte, nem mesmo sabia que roupa e usaria para o evento, porém agora já era tarde de mais para cancelar. Eu tomei um banho não muito demorado e voltei para o quarto enrolada na toalha, abri meu guarda-roupa e comecei a procurar algo descente.

Fiquei longos minutos ali, somente procurando alguma coisa e depois me vesti com uma calça preta que simulava couro, um cropped preto de alças finas e uma jaqueta de couro. Coloquei uma bota de salto e fiz uma maquiagem um pouco pesada, ousando na sombra preta, deixando a boca somente com um batom rosa claro, que quase não aparecia.

Soltei meus cabelos e passei os dedos, deixando-o com um aspecto de bagunçado, coloquei alguns acessórios, contando com uma pulseira de spikes e uma gargantilha.

Antes de sair do quarto, eu coloquei uma adaga simples no quadril, quando entrei nesse mundo, eu aprendi a desconfiar de qualquer coisa e a me prevenir, levando uma arma para qualquer lugar que eu fosse.

Olhei meu resultado no espelho e até que estava bom. Desci as escadas correndo e os encontrei com o semblante entediado. Dan levantou seu olhar e suspirou fundo.

_ Finalmente! – disse ele. – Agora podemos ir, né?

_ Você não está mais com sono ou algo do tipo? – Taylor perguntou com a sobrancelha arqueada, se fazendo de irônica. Eu estava prestes a responder, porém antes que eu fizesse, ela se prontificou. – Não responde, eu já até sei a resposta!

_ Tudo bem, então vamos? – perguntei e Dan assentiu se levantando, porém Taylor continuou me olhando com a sobrancelha arqueada.

_ Você não vai precisar dessa adaga, Katherine! – afirmou apontando para o lado direito do meu quadril.


Notas Finais


Espero que esse capitulo tenha sido bom *-* e que tenha agradado vocês <3
Bjos e até o próximo capítulo ^^


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