História Série Adoráveis - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Tags Imagine Exo, Você
Exibições 179
Palavras 3.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura ❤

Capítulo 3 - Meu adorável lutador - Zhang Yixing


Fanfic / Fanfiction Série Adoráveis - Capítulo 3 - Meu adorável lutador - Zhang Yixing

O clube esta cheio e eu me sinto totalmente deslocada. Não sei se eu posso falar que isso é uma clube, uma vez que há um enorme ringue no meio do grande galpão ao lado do bar onde a alguns minutos eu estava tomando um deliciosa garrafa de soju e conversando com o meu melhor amigo.

- Não faça essa cara de nojo - Dani me repreende, falando perto do meu ouvido para que eu possa o escutar em meio a grande falação ao nosso redor - Essas lutas ilegais são melhores do que aquelas merdinhas falsas que ficam passando na tv paga - leva a lata de cerveja até a boca e da um grande gole na cerveja.

- Então é aqui que você sempre vem quando esta entediado? - franzo o cenho e olho ao redor, prestando atenção no espaço mal iluminado - Não me diga que você também aposta...

- Essa é a graça, gata - pisca e acena para nossa frente, indicando o ringue, agora com alguma movimentação dentro dele - Lay vai entrar...

Mesmo que um pouco entediada, eu olho para o lugar indicado e vejo um grupo de homens subindo no canto vazio do ringue. Mas meus olhos são atraídos para um só lugar.

Seus cabelos negros estão bagunçados e suas roupas se baseiam apenas em uma regata branca, uma bermuda solta e um tênis da mesma cor da blusa. Luvas vermelhas cobrem as suas mãos e seus olhos estão focados apenas no homem a sua frente, seu adversário.

- Qual dos dois é o seu amigo? - pergunto com os olhos sobre o moreno.

O de luvas vermelhas, por favor.

- O que esta de luvas vermelhas - diz e acena com as mãos para o homem que esta passando com um pequeno saco na nossa frente - Trezentos no Wolf - tira a sua carteira e abre a mesma, retirando algumas notas.

Um pequeno sino toca e eu vejo os dois homens se movimentando sobre o ringue.

Eu poderia dizer que Lay é um dos caras mais atraentes que eu já vi, mas não... Ele é o cara mais atraente.

Seu corpo é forte e seus braços dobrados deixam seus músculos ainda mais deliciosos, o que faz a minha boca salivar e meu ventre queimar. Os pés ágeis se movem conforme ele anda devagar pelo ringue, como se estudasse seu adversário e eu não posso negar que o seu olhar concentrado é quente como o inferno. Ele apenas deveria ser punido para que nós mulheres não passemos vontade ou evitarmos pensamentos maliciosos, o que acaba sendo difícil quando eu consigo ver todos seus músculos pressionados contra sua pele levemente morena.

Os homens ao meu redor gritam quando um golpe certeiro acerta o queixo do lutador de luvas azuis e o mesmo se desequilibra e cai no meio do ringue. Eu não posso evitar as minhas mãos que sobem até a minha boca e eu quase grito para ajudarem do pobre coitado, mas enquanto ele parece muito tonto para se levantar, as pessoas vão a loucura conforme a contagem do juiz começa a soar pelo pequeno galpão.

Claro que eu já assisti algumas lutas pela televisão, mas eu acho que esse foi o tempo recorde para um nocaute.

Volto o meu olhar para o moreno de pé do outro lado do ringue, que fita o adversário caído como se esperasse que o mesmo levantasse e o desse mais trabalho, mas isso não acontece e o juiz ressoa o gongo, fazendo a multidão gritar e comemorar, todos indo para um canto, possivelmente resgatar seus dinheiros apostados.

- Ele é o cara! - Dani comemora ao meu lado e segura a minha mão, me puxando para começar a andar para frente - Vamos cumprimentar o campeão.

Respiro fundo e desvio das pessoas que seguem caminhos diferentes, tentando espantar a inquietação que se forma dentro de mim.

Lay esta tirando as luvas e já esta fora do pequeno ringue, conversando com alguns homens ao seu redor, seus treinadores, eu acho.

- Nós não vamos o atrap...

- É bom mesmo você ter ganhado - Dani me interrompe enquanto sorri para o moreno, que levanta seus olhos negros para fitar o meu amigo, lançando-lhe um sorriso logo em seguida - Apostei trezentos dólares nessa luta - abraça Lay e da pequenos tapinhas nas suas costas - Precisamos treinar qualquer dias desses.

Eles se separam e Dani volta para o seu lado, colocando sua mão nas minhas costas e me colocando para frente.

- Pra você apanhar de novo? - Lay levanta as sobrancelhas e sorri de lado.

Ah. Não.

Ele é extremamente sexy.

- Não sou eu quem tenho o dever de ganhar - Dani pisca e sorri, voltando seu olhar para mim - Ah, essa é a minha melhor amiga - acena para mim e vira a cabeça para o moreno a nossa frente - (s/n), esse é Zhang Yixing, o melhor lutador que esta prestes a fechar contrato com uma grande empresa de lutas.

Olho para Lay e franzo o cenho, notando que o seu nome é chinês, se bem que ele tem traços mais marcados.

- Prazer - estendo a minha mão e sorrio de leve, encontrando seus olhos negros - Parabéns pela vitória.

Seu aperto é firme e forte, como eu esperava, mas é somente isso o que eu noto quando seu olhar corre todo o meu rosto, como se me avaliasse. Não, como se me estudasse.

- Obrigado - sorri e eu posso ver suas covinhas - O prazer é todo meu.

Aceno e tento não me sentir seduzida pela sua voz, mas é mais uma tarefa difícil quando se trata de Lay, uma vez que tudo nele parece incrivelmente delicioso.

Desfaço o aperto das nossas mãos e limpo a minha garganta enquanto me afasto, sentindo o cheiro quase imperceptível do seu perfume amadeirado.

- Vamos beber alguma coisa, cara - Dani corta os meus pensamentos enquanto coloca sua mão novamente nas minhas costas - É por minha conta!

Espero um pouco ansiosa pela resposta de Zhang Yixing, uma vez que ele olha para os homens ao seu lado, que conversam animadamente. Mas seu olhar me pega de surpresa quando é prostrado em mim.

- Claro - sorri para Dani e passa a mão pelos cabelos negros - Só vou me trocar.

- Então você treina desde quando tinha nove anos? - pergunto enquanto sorrio desacreditada.

O moreno a minha frente acena enquanto termina de dar um gole na garrafa de soju, colocando-a em cima da mesa logo em seguida.

Não sei por quanto tempo estamos conversando ou se quer consigo me lembrar de todos os assuntos que foram tocados durante o tempo que estamos nesse pequeno bar, mas com certeza eu estou hipnotizada pelo jeito como Lay passa a língua levemente pelos seus lábios ou como seus dedos se mexem sedutoramente em volta da pequena garrafa verde.

- Uhum - acena e morde de leve os lábios, voltando a debruçar suas costas na cadeira de madeira - Eu costumava defender meu amigos e bater em caras que tinham o dobro da minha altura - ri pelo nariz e balança a cabeça, como se as memórias voltassem ao seus pensamentos - Não era uma ótima ideia, mas eu nunca saía machucado, então para que eu não ficasse violento com as pessoas, meu pai me colocou em uma escola de jiu-jitsu.

Sorrio e desço pela milésima vez pelo seu corpo, quase que largado na cadeira. Nossos joelhos estão quase colados e eu não posso negar que as vezes em que as nossas peles cobertas se encontravam sem querer quando Lay balançava a perna descontraidamente, uma pequena onda elétrica se formava dentro de mim, passeando por todo o meu corpo. Mas eu realmente não sei se a reação era a mesma para ele, uma vez que eu não notei alguma expressão diferente em seu rosto.

- Um garoto rebelde, hã - faço graça e paro a garrafa de soju no meio do caminho - Eu gosto disso - comento e bebo um pouco do liquido doce, terminando com a ultima garrafa.

Meu telefone toca encima da mesa e eu rapidamente o pego, notando uma mensagem de Dani, falando que ele encontrou uma distração e se tem algum problema voltar com Lay para a casa.

Nego com a cabeça e penso em qualquer desculpa para dar para o moreno a minha frente, não querendo virar um incômodo.

- Vamos - sua voz faz com que eu erga minha cabeça para o observar levantando do banco e pegando a sua jaqueta que estava pendurada atrás do mesmo - Dani acabou de me mandar uma mensagem dizendo que terei que te levar para a casa - sorri e pega a sua carteira.

- Não precisa, Lay - me levanto e guardo o celular no bolso da minha calça - Eu moro perto e...

- Eu não vou te deixar andar pelas ruas às duas horas da madrugada - levanta a sobrancelha e sorri de lado.

Suspiro e me dou por vencida, observando o mesmo colocar algumas notas sobre a mesa, afastando a cadeira e começando a andar pelo pequeno estabelecimento vazio. Eu o sigo e Lay me espera para que eu esteja ao seu lado.

O vento quente do verão entra em contato com a minha pele enquanto andamos pela rua pouco movimentada e eu penso se alguém pode mexer comigo quando eu tenho um homem como Lay ao meu lado, quero dizer, ele luta e tem um olhar mau. Isso é tudo.

Olho para o lado e vejo o mesmo com as mãos nos bolsos frontais da sua calça escura, que caem perfeitamente em contato com suas pernas torneadas. Sua blusa fina por baixo da jaqueta preta não me permite ver muito dos seus músculos, já que apesar de colada no corpo, o tecido é muito escuro.

Lay é engraçado, inteligente e viril... Ah, ele é muito viril. E eu gosto disso.

- Aqui - aponto para a minha casa, apenas a alguns metros do bar - Obrigada por me trazer, Lay - sorrio e passo a mão de leve pela minha testa.

- A casa parece ser muito grande para que você more sozinha - comenta enquanto levanta a cabeça para fitar o pequeno prédio atrás de mim.

- Eu divido com algumas amigas que fazem faculdade comigo, então acaba não sendo tão grande assim - aceno e coloco a mão no bolso, fisgando a pequena chave - Hum... Quer entrar?

Eu realmente não sei o porque de estar perguntando isso às duas horas da madrugada, para um quase desconhecido. Mas eu apenas o faço.

- Acho que não - ri e passa a mão de leve pela nuca, como se estivesse um pouco desconfortável - É melhor voc...

Não sei de onde eu consegui forças para isso, mas quando noto, meus lábios estão contra os seus e as minhas mãos enroscadas nos seus cabelos, puxando-o para perto de mim.

Seu corpo é quente e duro, como eu esperava, mas por incrível que pareça, a sensação é melhor do que parecia enquanto eu passa meus olhos pelo mesmo a alguns minutos atrás.

Como se estivesse um pouco surpreso e ao mesmo tempo sendo provocado, seus dedos enlaçam a minha cintura e sua boca se abre, dando espaço para que a minha língua o explore. A sensação é boa e o contato das nossas peles cobertas faz com que os locais tocados queimem.

- Vamos entrar - murmuro enquanto planto um selinho nos seus lábios - Hum?

Eu não vou botar a culpa no álcool, porque eu  tenho certeza de que todo o meu corpo pede por Lay.

- Você não me conhece, garota - empurra meu corpo e com os olhos ainda fechados, eu sinto algo duro, provavelmente a porta, batendo contra as minhas costas.

- Eu não me importo - digo baixo e aperto seus cabelos entre meus dedos, escutando um pequeno gemido escapar da garganta de Lay - Apenas faça isso...

Num piscar de olhos nossas bocas estão coladas de novo e seu corpo me aperta, enquanto suas mãos apalpam e apertam meu corpo, deixando um delicioso rastro do seu toque pela minha pele.

Tateio a fechadura e com um pouco de dificuldade coloco a chave na mesma, girando e abrindo a porta. Seu corpo empurra o meu e rapidamente ouço o barulho da porta se fechando, então eu apenas jogo a chave em algum canto, sabendo que a porta se tranca automaticamente quando é fechada.

Santa tecnologia.

Empurro de leve o seu corpo e sorrio quando vejo seus lábios vermelhos se curvando num  sorri safado na minha direção. Viro meu corpo e começo a andar pelo espaço escuro, ouvindo seus passos pesados atrás de mim. Eu não sei se as meninas estão em casa, provavelmente não, mas eu realmente não estou me importando. Nada vai me atrapalhar.

Abro rapidamente a porta do meu quarto e sinto o corpo de Yixing contra o meu, entregando o começo da sua ereção contra a minha bunda, me mostrando o quanto ele esta excitado.

Comigo não é diferente.

Giro meu corpo e vejo o moreno fechar a porta, andando na minha direção como um predador. Não me importo em ligar a luz, já que a iluminação que vem de fora da janela faz o trabalho e deixa o clima ainda melhor.

- Eu posso ser muito perigoso – murmura enquanto recomeça a andar na minha direção, como um verdadeiro predador - Você não tem medo?

Minha pele se arrepia conforme ele se aproxima, mas ao contrario do que ele parece pensar, a expectativa apenas faz com que eu negue com a cabeça e abra um sorriso malicioso em sua direção.

- Não - pisco inocentemente meus olhos e vejo o garoto de cabelos escuros sorrir divertido - Isso só me deixa mais excitada... - mordo os lábios e espalmo minhas mãos em seu peitoral.

Agarro levemente seus ombros e giro o seu corpo, empurrando-o para que ele caia sobre a minha cama, observando um pequeno sorriso brotar em seus lábios enquanto ele passa seus olhos pelo meu corpo, que é coberto pela pouca luz que adentra pela janela.

Coloco minhas pernas uma de cada lado do seu corpo, apoiando minhas mãos sobre os seus ombros cobertos, sentindo seus músculos contra o tecido de couro. Abaixo a sua jaqueta e logo a mesma esta longe do seu corpo, jogada no chão. Seus braços são fortes e eu passo meus dedos sobre por sua pele levemente bronzeada, sentindo um pequeno arrepio tomar conta do meu corpo.

Aproximo meu rosto do seu e olho em seus olhos antes de colar novamente nossas bocas, sentindo o leve gosto de álcool tomar conta da minha língua. Levo meus dedos até a barra da sua regata branca, levantando-a e quebrando nosso beijo para que posso joga-la para longe do seu corpo.

Desço meus olhos e observo seu peitoral forte e seu abdômen malhado, que só fazem o meu ventre queimar de antecipação, deliciada com a visão.

- Você esta vestida de mais... - estala a língua e antes que eu possa erguer meu olhar, meu corpo é jogado na cama e o rosto de Lay paira sobre o meu, observando atentamente meus olhos - Não acha?

Apenas faço o que consigo: aceno com a cabeça e suspiro.

Suas mãos sobem até a barra da minha blusa e a puxa para cima enquanto o ajudo a tira-la e joga-la para fora. Logo o meu sutiã toma o mesmo rumo e suas mãos não parecem se contentar com isso, então desabotoam a minha calça e a desce. Sua boca encosta no meu pescoço e a minha mente gira em torno do contato intimo das nossas peles descobertas.

Eu simplesmente de rendo aos seus beijos que são plantados no meu pescoço, suspirando deliciada com a sensação dos seus lábios molhados, que fazem tortuosamente o caminho da minha pele sensível.

Espalmo minhas mãos no seu peito e o empurro, fazendo-o cair ao meu lado enquanto eu volto a colocar minhas pernas uma de cada lado do seu corpo.

- Você gosta disso? - pergunto enquanto agarro seus cabelos e planto alguns beijos castos do seu pescoço, sentindo seu coração acelerado e a sua pele quente como uma febre.

Eu não o dou tempo para responder, abocanhando seus lábios e mergulhando nas profundezas dos sentimentos que me rodeiam, que insistem em me lembrar que essa é a maior loucura que eu já fiz. Mas também a mais excitante.

Desço as minhas mãos entre nossos corpos, demorando-as em seu abdômen forte e agarrando o cós da sua calça logo em seguida, desabotoando quase que desesperadamente o zíper da mesma, sentindo que eu apenas não posso mais esperar.

Meus olhos estão fechados e eu os aperto quando os lábios de Lay me sugam com mais voracidade e as minhas mãos encontram a sua pele quente e macia, dura e molhada.

Meus dedos deslizam pelo seu comprimento, ouvindo um gemido rouco escapar da sua garganta.

Suas mãos apertam minha cintura descoberta, me levantando um pouco até  que a minha intimidade descoberta encoste na ponta molhada do seu membro, que faz uma deliciosa massagem na minha entrada encharcada. Separo nossos lábios para poder puxar mais ar para os meus pulmões que queimam de excitação.

Delicadamente, Lay me empurra para baixo e eu posso sentir toda a extensão e grossura do seu membro me alargando, numa deliciosa pressão que faz com que pareça que o meu corpo pode explodir de prazer a qualquer segundo. Eu não sei se essa reação é por conta do contato dos nossos corpos ou por causa do olhar quente, sem censura alguma, que Lay lança na minha direção.  

Abro a boca para gemer baixinho enquanto Zhang Yixing passa a língua pelos lábios cheios, agarrando meus cabelos e puxando a minha cabeça de leve para trás, atacando novamente a pele do meu pescoço e distribuindo pequenas mordidas pela minha pele sensível.

Meus quadris se movem para cima e para baixo, formando um delicioso atrito entre as nossas peles levemente suadas. Minha mente já não parece conseguir raciocinar sobre tudo o que esta acontecendo ao meu redor, então eu apenas me deixo seguir pelas suas mãos e seu membro, que entra fundo e sai logo em seguida.

- Mais um pouco... - ele geme entre os dentes, arrancando um suspiro dos meus lábios.

Meu interior de contrai e minhas pernas perdem a força, me obrigando a apoiar meu corpo sobre o de Lay, mas em um segundo estou embaixo dele e seus quadris continuam a estocar meu interior. Um orgasmos repentino me atinge e eu aperto meus olhos, cravando as minhas unhas no seu ombro e gemendo baixo seu nome.

Seu rosto se aproxima do meu e seus lábios plantam um pequeno selinho nos mesmos. Todos os seus músculos se contraem e eu sinto o meu interior de preenchido pelo seu orgasmo.

Sua respiração forte bate no meu pescoço enquanto ele afunda seu rosto na minha pele.

Lentamente meus olhos se fecham e eu sinto a pressão do seu corpo encima do meu me deixar, fazendo um vazio me invadir. 

Abro lentamente meus olhos e não consigo enxergar muita coisa por conta da escuridão que ainda preenche meu quarto. Bocejo e esfrego meus olhos, olhando para os lados a procura de Lay, mas não vejo sinal algum da sua presença.

Meu corpo dói, mas eu não posso evitar de rir ao lembrar das cenas que insistem a se formar na minha cabeça.

Viro para o lado e observo um pequeno papel grudado no abajur encima do cômodo ao lado da minha cama.

Estico o meu braço para pega-lo e ascender a luz fraca do abajur, fazendo o meu quarto ser levemente iluminado.

"Obrigado pela noite, senhorita quase desconhecida.
Mas eu tive que ir por causa do meu verdadeiro trabalho... Enfim, não curto muito esses recadinhos, mas não poderia sair sem me despedir.
Apenas me ligue para que possamos nos conhecer melhor:
xxxx-xxxx"

Balanço a minha cabeça e volto a deitar o meu corpo sobre a cama, colocando o meu braço por cima dos meus olhos.

Ligar para Lay... Você pode fazer isso, não?


Notas Finais


Me desculpem a demora e por qualquer erro de escrita, amores.
Obrigado pelos comentários e favoritos!
Até terça eu posto um imagine do Jr. ou do Yugyeom 😘
Beijos e mais uma vez, obrigado ❤💕


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