História Série Seres Sobrenaturais: O Sanatório - Capítulo 2


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então como dito, com muito amor o primeiro Capítulo!

Capítulo 2 - Hallucinations


Fanfic / Fanfiction Série Seres Sobrenaturais: O Sanatório - Capítulo 2 - Hallucinations

-Durma bem, Monteiro...- ouvi Matt e cai em sono profundo.

Um sonho louco assim como o primeiro desde que cheguei nesse lugar, as vezes eu penso em dormir, mas as vozes só irão falar mais e mais alto na minha cabeça. Matthew é meu colega de quarto, colega de quarto? Eu e ele só somos tipo loucos, isso dois loucos vivemos em um Sanatório, faz um ano que cheguei aqui ele veio 10 dias depois, pelo menos ainda não perdi a conta dos dias, pelo menos tenho ele aqui. 

Em meus sonhos eu estou aqui, aqui... É uma floresta, eu acho, mas tudo perde cor como em filmes antigos e eu vejo um abismo, e lá tem uma garota com um vestido preto, o vento joga seus longos cabelos negros como a noite, ela olha para trás, mas eu não vejo o seu rosto ela se vira e pula eu tento correr até a ponta do abismo, mas ela sempre some, ela não está mais lá. E tem as vozes elas sempre gritam mais alto quando eu chego perto daquele abismo, eu sempre acordo quando olho pra baixo e penso em pular.

 

Acordo suando, naquele colchão nada confortável, o quarto está claro, mas não sei se é a luz do lugar ou o sol que entra pela minúscula janela que tem por aqui, olho para a cama ao lado da minha, não vejo o ser de sempre, mas vejo o mesmo no lugar de costume de pé com a cabeça encostada na parede, olhos fechados.

 

-Outro pesadelo, Andrew? - ele diz ainda  encostado na parede

-Sim, eu acho.. - levanto me sentando na cama e passando as mãos no cabelo

-Deixe eu adivinhar... o mesmo de sempre? - ele fala e respira fundo

-Sim, o mesmo desde que comecei a ter - falei me levantando

-Humm - ele me encara, olhos cansados

-Nem dormiu, né? - falei soltando um riso fraco, vendo suas olheiras

-Nem irmão essa noite foi.. estranha, mas você hein? - ele falou rindo de lado

-Hum.. Os pesadelos parecem durar pouco, como se fosse pequenas partes de um acontecimento - falei passando a mão de novo no meu cabelo, era uma mania

-Ah Normal, hoje é sexta dia de consulta e aquele enfermeiro passou aqui para avisar - ele falou se sentando na cama dele

-Ah é! ele só passa aqui quando eu estou dormindo, até o dia de eu quebrar a cara dele de novo - dei um murro na parede

-Vish - ele gargalhou - escuta elas estão vindo - ele disse e eu escutei passos no corredor

 

As Enfermeiras então abriram a porta..

 

-Vamos garotos Hora do café - uma delas disse

Eu e Matt nos levantamos e seguimos logo atrás delas até o refeitório que ficava nos fundos do sanatório as paredes eram altas, parecia até um presídio, não que eu já tenho ido para um, mas eu já vi na TV, quando chegamos na porta elas ficaram por lá e nós fomos para o lugar de sempre no fundo no banco perto das árvores.

 

-Até que o dia está mais clarinho hoje - Matthew disse rindo

-Deixa de ser trouxa esse lugar parece que só tem uma estação, Outono.

Comecei a observar os internos (loucos) por ali, até que notei Jeff, ele era pra mim aquele tipo de pessoa que de cara eu quis bater, esfolar, eu simplesmente não me dou bem com ele é um ódio incompreensível, mesmo nunca tendo falo com ele eu só tinha vontade de socá-lo, por isso não fico perto dele.

 

-Hey! parece que pelo que eu ouvi as enfermeiras conversando essa madrugada no corredor, essa semana vem gente nova - Matthew falou pegando um galhinho por ali

-Ah, é mesmo? - o olhei curioso

-Pelo que ouvi estão dando muito trabalho para os Pais...

-Malditos Pais - o cortei lembrando dos meus

-Continuando os "Pais" já avisaram que os enfermeiros vão ter que buscar os internos, foi o que ouvi conversarem - ele terminou

-Hum,  bem informado, hein Matthew?- Falei  empurrando seu ombro

-Ah eu tenho meus dotes - ele falou, dando de ombros

-Aham, sei - eu sei qual é a dele, ficar acordado a noite toda quando os sedativos não são suficientes

 

A sirene soou e então todos se dirigiram para a entrada, alguns com trabalho por que nem tudo era Fácil. Andando pelos corredores com Matthew vimos a suposta Psiquiatra nova chegando e entrando em sua sala.

 

-Hum.. Então trocaram a Psiquiatra? - Falei andando ainda ao lado de Matthew

-Claro né, depois do "Sr Andrew" quase matar a outra - ele falou e eu ri

-Ela mereceu, Vadia! - falei logo depois de entrarmos em nosso quarto e a enfermeira bater a porta com força

-Se preparem moleques meia hora até a consulta - ouvi o maldito enfermeiro falar eu odeio esse cara, e ele parou de frente para a porta e olhou pela grades que ficavam no meio da porta.

-Entra aqui, Seu desgraçado! deixa eu dar um fim a sua vida medíocre! - soquei a porta, ele gargalhou alto do outro lado

-Você acha que tenho medo de você menino Andy?- ouvi sua voz falar meu apelido com nojo aquilo me deixou puto, encarei pelas grades da porta

-Maldito!! Desgraçado quando eu te pegar eu só te solto depois de ver o último sinal de vida saindo de seu corpo - Gritei, vi ele se afastar e sair andando pelo corredor rindo

Suspirei fundo e me apoiei na parede encarando a mesma.

 

-É esse cara não desiste de te atormentar - Matthew disse sentado na cama

-Ele vai pagar com a própria vida pelo que fez - dei um murro na parede

-Humm, eu entendo o seu ódio, mas se continuar gritando vai passar o resto do dia dormindo por conta de sedativos - Matt disse e eu me recompôs na hora

-Que isso - falei nervoso tentando me recuperar, me sentei na cama agarrei meus joelhos e abaixei a cabeça.

 

O silêncio se instalou no quarto eu ouvia respiração pesada de Matt, eu não pensava em nada a não ser naquele maldito enfermeiro, eu nunca sinto tanta vontade de matar quando estou perto de outra pessoa, mas quando eu ouço o sotaque russo daquele imundo eu só quero ver sangue, o sangue ele.

Minutos depois ouço barulho de chave do outro lado da porta, até que uma enfermeira abre a porta

 

-Hey garotos hora da consulta - ela disse e Matt se levantou indo em direção a porta e eu fui logo atrás

 

Já na sala de espera, nós esperávamos pela nossa chamada, tinha acabado de entrar uma paciente, eles fazem consultas por andar e o nosso era o nono, quase o último há mais um, mas ninguém vai lá tem coisas ruins, uma garota chegou e entrou no consultório, eu e Matthew já fazia apostas.

 

 

-Aposta quantas noites acordados que ela vai sair gritando? - Matt falou rindo e apontando para a porta

-Aposto 3 noites que ela vai quebrar tudo quando sair! - falei e apertamos as mãos rindo

-Babacas - uma menina ruiva disse ao Lado de Matthew que passou aquele olho feio nela

-Repete e eu juro que dou um jeito e corto sua Garganta - ele a encarou

Quando a garota ia responder a porta do consultório foi aberta e a garota saiu quieta e eu já sorria para Matthew quando ela começou a chutar algumas portas por perto.

-Ah..- fui interrompido pela voz da Psiquiatra

-Matthew Sanders - dessa vez ele foi primeiro que eu

 

Ele se levantou e foi até a porta, quando chegou na porta levantou a cabeça e encarou a mulher.

 

-Olá Doutora..- ele olhou em seu Crachá- Milla

Ela olhou assustada para Matt e deu espaço para que ele entrasse

-Seu amigo não dorme? as olheiras dele são assustadoras - uma voz feminina e estranha se pronunciou logo após a porta ser fechada, olhei para o ser que era uma garota talvez japonesa, não importa

-Não - respondi sem emoção

-Humm - ela falou e começou a mexer os dedos a mesma coisa que eu faço quando estou ansioso

-Você não é daqui... Nunca te vi aqui - Falei olhando para seus dedos

-Cheguei ontem - disse e me encarou, ela sorria como pode sorrir em um lugar como esse?

-humm

-Yuki... Meu nome é Yuki..- ela disse depois de um tempo e parou de mexer os dedos estendendo as mãos para me cumprimentar

-Andrew Monteiro..- Falei sem mover minhas mãos para cumprimentá-la, ela abaixou suas mãos

-Eu tenho esquizofrenia, e você Andrew? - é ela não vai calar a boca

-Esquizofrenia, surto psicótico e Hiperatividade - falei o que sabia, e quando ela ia abrir a boca pra falar ouvi gritos vindos do consultório

 

"-Tá louca Porra! me deixa em paz..... Sai de perto de mim - era Matt

-Matthew! olhe para mim querido não há mais ninguém nessa sala além de eu e você - A doutora gritou tentando acalmar

-Me tira daqui - ouvi baques na porta, desespero"

 

Enfermeiros vieram correndo e abriram a porta, Matthew tentou bater neles, mas eles o seguraram com força

-Ela apareceu Andy... Ela ... Ela apareceu - ele disse quando passou por mim sendo carregado

Com certeza a consulta não fez bem pra ele, era alucinações... Alucinações não quero entrar lá, não... Não quero

-Andrew Monteiro - A doutora Falou e me deu espaço para entrar.

Pensei duas vezes antes de entrar, algo naquela mulher não me agradava, decidi então entrar. Não mudaram muito aqui são as mesmas paredes   brancas e sem graça, se eu passasse muito tempo aqui cometeria um suicídio, a mesa da médica com duas cadeiras e uma Super desconfortável para o paciente sentar, me sentei e ela fechou a porta e se sentou em sua cadeira, pegou uma prancheta que deduzi ser minha ficha.

-Humm Andrew, Esquizofrênico, Psicótico e Hiperativo e tem mais Transtorno do Pânico - ela falou pensativa analisando a ficha

-Ah! O que tem eu?- falei olhando pra ela sem interesse

-Nada, quer dizer, é muita coisa uh?

-É né

-Humm...- ela anotou algo e me encarou - O que acha de falarmos um pouco sobre seus Pais?

-P-prefiro não.. - Vacilei

-E Matthew é seu amigo? - Mudou o assunto

-Matthew é mais que um amigo, é um irmão

-Vocês tem quase os mesmos Problemas, mas ele tem Dupla personalidade - ela falou pensativa consigo mesma

-Humm.. disso tudo ai eu já sei - falei me largando na cadeira

-Então vamos voltar  ao assunto dos seus Pais...Você  Ama eles?..


Notas Finais


Hey, o que acharam? espero que tenham gostado, comentem e até o próximo capítulo! ♡ ♡


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