História Servamp - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias SERVAMP
Personagens Belkia, Hugh, Jeje, Kuro, Lawless, Licht Jekylland Todoroki, Mikuni Alicein, Misono Alicein, Sakuya Watanuki, Snow Lily, Tetsu Sendagaya, Tsubaki
Tags Romance, Servamp
Exibições 45
Palavras 2.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Luta, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas, sei que demorei pakas para enviar outro capitulo mais aqui está espero que gostem.

Capítulo 6 - Meu melhor amigo parte 1


Fanfic / Fanfiction Servamp - Capítulo 6 - Meu melhor amigo parte 1

Kuro on:

   Não Hinami, você não pode continuar por esse caminho, se continuar deixará sua humanidade para trás. Os sentimentos que você está sentindo agora são muito sufocantes.  Sinto como se ñ conseguisse respirar de tantas confusões que estão contidas dentro do seu coração.....

- HÁ NÃO! ESTOU ME AFOGANDO! ESTOU ME AFOGANDO! – falava meu poder, dentro de mim –O QUE DEVEMOS FAZER KURO? OS SENTIMENTOS DE HINAMI ESTÃO TRANSBORDANDO PARA NOSSA MENTE.... – ele falava enquanto eu me sentia cada vez mais consumido pelas emoções dentro de Hinami – MEDO. ARREPENDIMENTO. REJEIÇÃO. SE HINAMI NUNCA TIVESSE TE CONHECIDO, ELA não TERIA FICADO ASSIM. QUANDO VOCÊ FAZ ALGO, O MUNDO SEMPRE CAI EM DESGRAÇA.

       “Mas que saco” penso.

Kuro off

Hinami on:

    Eu ainda não consigo deixar de me sentir assim.... Eu estava tão perdida em meu emocional que mal notei quando Kuro se aproximou de mim e bruscamente me puxou, cravando suas presas em meu pescoço.

-K-Kuro...Mas o que?.... – tento falar mais ele não respondia só continuava a sugar meu sangue, dessa vez suas presas estavam me machucando mais do que antes, senti uma de suas mãos me pressionar forte de baixo de meus seios. E a outra mão estava segurando em minha testa perto da sobrancelha, arranhando a mesma.

   Em um movimento rápido Kuro me joga no chão, depois de drenar boa parte de meu sangue. Eu estava me sentindo meio zonza mais ainda estava consciente de tudo que acontecia ao meu redor.

-Kuro! – tento chama-lo desesperadamente para que voltasse ao normal

   Ele não me ouvia, de repente, ele pareceu que estava sendo consumido ou domado por algo. Alguma coisa escura como uma sombra começou a surgir nas costas dele, quando consegui identificar melhor, ele parecia uma versão maior e mais assustadora daquele “gato de pelúcia” que conheci quando fui adquirir uma arma.

- UUYAAAA!!!! –a sombra em forma de gato gritava enquanto despejava pela boca um tipo de gosma negra, que começou a encobrir o chão de quase todo beco.

- Kuro! O que está acontecendo?! O que está havendo com vc?! – eu perguntava mais o mesmo não me respondia, ele parecia hipnotizado. Eu estava ficando cada vez mais assustada, com Kuro, ele ñ estava me respondendo e essa gosma preta no chão começou a me engolir. Era como se eu estivesse tentando me matar, meu corpo tremia sem parar e eu estava ficando cada vez com mais e mais medo.....

- Hinami! – ouço a voz de Sakuya e olho para o lado – Me de sua mão! – o mesmo gritava, ele estava se segurando nos fios para também não ser engolido. Mas o que mais está me deixando confusa era o porquê dele querer me salvar se quase agora pouco ele queria me matar....

- Sakuya, salvar os inimigos é um problema – falava Belkia ainda com voz meio feminina.

 -Cale a boca! – ele falou estressado – Hinami, rápido, o mande matar somente a mim! Eu menti para você porque queria que me matasse - por mais que Sakuya estivesse dizendo isso, por mais que eu estivesse apavorada, eu ainda estava preocupada com Kuro, Por que ele está agindo tão estranho?

      Ouço um barulho de tiro, bem perto, quando olho para o lado vejo que Kuro havia sido atingido pela bala e que a gosma escura havia se decepado. Olho para cima e vejo, duas pessoas estranha um usava roupa de padre e tinha o rosto coberto por sacos de papel e o outro usava uma roupa parecida com a do velho oeste.

-Certo Jeje. Faça!  –o cara loiro com roupa de velho oeste falava ao “padre” (padres ñ usam armas) Que imediatamente pulou em cima de Kuro fazendo o mesmo cair no chão. Quando parecia que Jeje ia começar a usar suas armas em Kuro, aquela sombra preta saiu das costas dele novamente e jogou Jeje para longe, fazendo o mesmo da de costas com a parede do beco.

-Jeje, não me diga que está ficando enferrujado - zombava o garoto de cabelos loiros que já estava do meu lado.

-He? Como você chegou aqui? – pergunto calmamente

- Á, eu pulei, hahaha.... – ele falou rindo e balançando as mãos, como se tudo não passasse de um espetáculo.

- É bem alto de onde vc pulou.... – comento, mas ele parece não ter ouvido.

- Certo! Jeje tome medidas drásticas! – o cara loiro falava apontando para Kuro, que parecia mais nervoso a cada segundo que passava.

    Jeje obedece, e volta a tentar lutar com Kuro. Começa a usar a pistola, disparando vários tiros em Kuro, mas o mesmo desviava de todos. Kuro consegue chegar à frente de Jeje, em uma velocidade surpreendente, ele usa suas garras para perfura-lo e consegue com sucesso. Jeje é um lutador a distancia e parecia está ficando com grandes dificuldades de conter Kuro, eu ainda não estava entendendo o porquê ele ficara dessa forma....

- Por que você está agindo dessa forma Kuro?! – pergunto em um tom bem auto, mas o mesmo me ignora.

- Ele está agindo assim, porque você está com seus sentimentos descontrolados, você não sabe o que quer e isso o deixou assim – explicava o cara loiro - Você está sem a determinação que ele precisa, e por isso que ele está agindo assim....

- Então tudo isso é minha culpa.... – concluo triste e o loiro assentiu com a cabeça

- Não se preocupe, eu e Jeje daremos um jeito – ele falava tentando ser otimista nesse tipo de situação. Mas eu olhava para o Jeje e via que ele não estava nem conseguindo encostar, no fio de cabelo de Kuro.

   Eu não conseguia parar de pensar, que minhas confusões e minhas incertezas estavam causando problemas em Kuro... Começo a correr em direção ao mesmo para tentar acalma-lo. Eu não sabia o que faria mais fui eu que causei isso a ele, então tenho que conserta!

- Espere garota, se for por aí ele irá lhe matar! – falava o loiro mais eu o ignoro e sigo em frente chegando até onde Kuro e Jeje lutavam. Jeje parou de atacar e Kuro também eles estavam separados em uma curta distancia e eu entrei no meio deles, ficando de costas para o Jeje e de frete para Kuro olhando diretamente para os olhos sóbrios do mesmo.

- Kuro, por favor, pare! – eu falava e o mesmo permanecia emudecido e imóvel

- Humana! Sai da frente se não quiser que sua vida acabe aqui! – falou Jeje em um tom grosseiro, mas eu o ignoro e continua a olhar para Kuro

- Kuro, você não é assim...- falo enquanto começo a me aproximar dele, a sombra enorme começa a me olhar e jorra novamente aquela gosma negra. Tudo começou a ficar escuro mais dessa vez só estava ao redor de Kuro

- UUYAAA!!!!-  o gato negro começa a gritar novamente, o som de sua voz ensurdecia meus ouvidos. Estava prestes a me atacar, mas eu só conseguir dizer uma coisa que veio a minha mente.

- D-Desculpe-me – falava sinceramente não deixando de encarar o gato negro, e o mesmo se deteve a me atacar – Eu realmente..... Estou arrependida pela frustação que eu os causei (me referia ao gato negro e a Kuro) – dou uma pausa – Mas, por favor, pare com isso, você não é assim eu sei que não é – o gato negro se abaixa e fica na minha altura me encarando bem de perto. Ele permaneceu próximo ao meu corpo e falou

- POR QUÊ? – quando ele perguntou todos fizeram uma cara de surpresos, ninguém pensou que ele tinha algum tipo de consciência – PORQUE VOCÊ ACHA QUE EU DEVERIA PARAR? SE ESTOU AGINDO ASSIM JUSTAMENTE POR CAUSA DE VOCÊ... – sua voz ecoava por todo beco – VOCÊ NÃO SABE SE QUER MATAR O SEU AMIGO E AINDA ACHA-SE NO DIREITO DE DIZER PARA EU PARAR, SE NEM AO MENOS SABE O QUE REALMENTE QUÉ!

-É, tem razão, eu não sei o que eu realmente quero.... – dou uma pausa abaixando minha cabeça - Mas sei que eu choraria muito se Sakuya morresse.... – levanto minha cabeça novamente olhando firmemente para o gato negro – Então percebo agora que não quero mata-lo e muito menos quero ver você tirando a vida de alguém. – o gato negro permaneceu calado então coloquei minha mão em sua cabeça acariciando o local – Eu não gosto de ver pessoas perdendo a vida. Para mim não importa o que elas fazem, sendo coisas boas ou ruins, suas vidas são únicas e preciosas – quando terminei de falar ao redor do gato negro começou a brilhar. Eu não sabia de onde vinha essa luz brilhante e dourada, eu percebi que ela não vinha do gato preto ao invés disso ela só o estava envolvendo, mas ela era quente.

-VOCÊ É..... – quando o gato negro ia falar algo ele acaba desaparecendo com a luz, era como se ele tivesse sido absorvido por ela, kuro que ainda estava em pé e bem zonzo me olhava tentando raciocinar o que estava acontecendo. Ele estava tremulo e parecia que ia cair

-Hi...Na...Mi.... – ele falou com dificuldade e caiu no chão se transformando em gato

- Kuro! – corro em sua direção o pegando no colo, o mesmo havia desmaiado - Me perdoe Kuro... Desculpe-me pelo que eu lhe causei.... – Começo a ouvir aplausos vindos do loiro misterioso, quando olho para trás todos me olhavam chocados como se tivessem visto um fantasma, só o loiro que sorria.

- Bravo, bravo, que belo show, que bom que você conseguiu salva-lo – ele dizia sorridente – Mas agora.... Jeje – quando chamou por Jeje o mesmo foi em direção a Sakuya e disparou um tiro em sua cabeça mais não conseguiu acerta com sucesso, pois os fios puxaram Sakuya para traz.

- Entendido, mas essa doeu – falava Sakuya, provavelmente com o parceiro que controlava os fios, enquanto colocava a mão na cabeça. Levantou-se para fugir

- Sakuya! – eu o chamei e o mesmo parou para olhar – Você não quer realmente me matar, né?! – perguntei mais o mesmo me olhou tristemente e jogou o bracelete em mim fazendo com que eu pegasse. Depois sumiu – Sakuya....- fiquei chateada por ele não me responder.

       De repente uma limusine em alta velocidade entrou no beco derrubando tudo e parando bem ao nosso lado – O que?! – pergunto chocada enquanto saia o motorista de dentro do carro perguntando preocupado

- O idiota de cabelo que a vaca lambeu morreu?! – no carona saíram às garotinhas gêmeas preocupadas com Misono

- Doudou-san – falava Lilly referindo-se ao motorista como se fosse um velho amigo

- Misono. Machucado – as garotinhas falavam ao mesmo tempo em que se aproximavam deles

-Ainda bem que estão aqui, rápido para o hospital – falava Lilly que se levantou rapidamente com Misono no colo.

- Lilly, Misono ficará bem? – falo preocupada

- E você Hinami? – Lilly me perguntava se referindo aos meus hematomas

- Eu estou bem, Por favor, cuidem logo de Misono – eu respondia colocando a mão onde Kuro havia mordido e forcei um sorriso, o mesmo assentiu e entrou na limusine com Misono. Na verdade eu estava começando a sentir muita dor pelo corpo, já que a adrenalina abaixou, eu estava sentindo meus hematomas latejarem mais não queria que se preocupassem. – Misono, por minha causa...- fico frustrada por não ter conseguido impedir que ele se machucasse

- Não á porque você se sentir culpada – o cara loiro falava se aproximando de mim – Uma pessoa tem que assumir total responsabilidade das próprias ações

- Hã?

- Tenho certeza que Arisuin Misono estava ciente disso ao agir – ele explicava ajeitando o chapéu – Prazer em conhecê-la, jovem. Esse é o servamp da inveja, Doubt Doubt  - ele se referia ao Jeje – E eu sou seu eve. Sou um simples negociante de antiguidades que viaja pelo mundo como um hobby – ele falava sorrindo – Prazer em conhecê-la Shirota Hinami – ele dizia segurando uma boneca na minha frente

-Como sabe meu nome? – pergunto curiosa 

-Hã? O que foi Abel? -  ele se referia a boneca que segurava, falando com uma voz em tom fino e estranho – Está tudo bem, essa jovem não é inimiga! – ele falava esfregando o rosto na boneca – Hã? As crianças hoje em dia ficam bravas facilmente? Hahaha – ele dá uma grande gargalhada – Não se preocupe demais, Abel! – ele falava com a boneca ignorando completamente minha existência. Na minha vida só aparece pessoas malucas, eu acabo fazendo uma cara estranha que o mesmo acabou notando e pensou errado – Ei, esse olhar! Não olhe para minha Abel com luxúria! Sua pervertida! Ela é uma boneca!

- Quem faria isso?! – eu falava envergonhada – Eu não estou olhando sua boneca com Luxúria, eu só estou achando estranho você está falando com uma BUNÉCA como se ela fosse te responder –quando termino de falar Jeje tenta balear o loiro mais o mesmo se abaixa fazendo com que a bala atravessasse  somente o chapéu.

- Opa! Quase que me acerta. – o loiro zombava como se fosse uma brincadeira

 - Por que não mantém sua promessa? – Jeje perguntava parecendo zangado com o loiro e ainda lhe apontando a arma

- Hã? Qual era mesmo? – o loiro provocava

- Se eu fizesse isso, você prometeu que eu poderia beber seu sangue – Jeje falava ameaçando em disparar as pistolas.

- Hã????? Não posso te ouvir? -  falava o loiro colocando a mão sobre a orelha, mas Jeje perdeu a paciência e começo a atirar no loiro que desviava de todos os tiros rindo – Jeje, você é tão assustador – comentava o loiro enquanto desviava dos disparos pulando. Quando Jeje se cansou de atirar, o loiro veio e minha direção.

- Sabe, eu queria ter quebrado o subclasse de Tsubaki naquela hora, pena que não consegui – ele falava drasticamente- Afinal ele queria isso também... Não é bom que você necessite de determinação para algo assim? É claro que você não ia conseguir quebrar seu amigo – ele dá uma pausa – Então com isso, eu posso lhe ensinar como anular um contrato com servamp

-Por que está me dizendo essas coisas?

- Sou apenas um intrometido – ele conclui sorrindo – Achei que tivesse arrependimento agora, sabe quando você perde o controle o seu servamp não hesitara em devorar sua alma.

-Hã?

-Você deu um belo show o trazendo de volta, nunca pensei que algo assim fosse possível, mas acho que não conseguiria fazer isso uma segunda vez, se esse tipo de comportamento voltasse a acontecer. – ele fala sorrindo sarcasticamente- Caso queira desfazer o contrato, é só me contatar... Você vai poder voltar a ser uma estudante normal – ela fala se virando e começando a ir embora

- Espere quem é você? – pergunto

- Sou apenas um simples negociante de antiguidades, né Abel? – ele perguntava a boneca enquanto se virava e segurava o chapéu, depois ele sai do beco dando gargalhadas.

      Caminho para casa com Kuro ainda desmaiado em meus braços. Chegando lá, o coloco na almofada e entro no banheiro; começo a retirar as minhas roupas e percebo que algumas partes do meu corpo estavam rochas e com segue preso. Os ferimentos causados pelos fios que eu me soltei ardiam muito, mas o que mais estava doendo era à mordida violenta que Kuro havia me dado no pescoço. Entro dentro do boxe e deixo água morna do chuveiro percorre todo o meu corpo, todos os ferimentos ao serem atingidos pela água começaram a latejar, coloquei a mão na boca para abafar os sons de gritos que queriam sair, não consegui conter minhas lágrimas de dor acabei as deixando escapar.

    Saio do banheiro com meu baby doll de malha (imagem no final do capitulo), ao invés do meu pijama simples (imagem também no final do capítulo), pois ia ficar mais fácil cuidar dos meus ferimentos.  Depois de me cuidar, deito em minha cama com pensamento que não saia de jeito nenhum:

 “O que farei agora que meu melhor amigo se tornou meu inimigo?”

 

 

 


Notas Finais




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