História Servidão e Liberdade - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shadowhunters
Tags Malec
Visualizações 721
Palavras 5.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá :)
Era pra quinta passada, mas acabou sendo hoje, por que a rotina ta daquele jeito...
Me desculpem pelo atraso, boa leitura e obrigada pelo tempo e carinho de vcs <3

Capítulo 19 - Capítulo 19


 

Ele está me deixando tomar o controle, Bane se deu conta, quando o Caçador não reclamou de que estivesse despreocupadamente sentado em seu colo, mordendo-o e explorando seu corpo com as mãos. Ele apenas gemia e pedia por mais. Então, as mãos de Gideon começaram a percorrer seu corpo e ele deixou que o outro se livrasse de suas roupas, e fez o mesmo. O corpo dele era perfeito. Perfeitamente esculpido em mármore branco, com as marcas espalhadas por todos os lugares. Beijou cada uma delas. Porque queria. Porque desejava. Porque o gosto da pele de Gideon era bom. E porque ouvi-lo gemer o enchia de prazer.

 

Gideon estava a ponto de enlouquecer. Estava acontecendo. Era real. Bane estava novamente tocando seu corpo, falando coisas que ele não entendia, mas o enchiam de mais e mais desejo. Dessa vez, faria o que tinha vontade, e deixou as mãos percorrerem o corpo moreno e esguio do feiticeiro, apertando, explorando. Apertou os lábios contra a pele incrivelmente macia de Bane, sentindo o mundo girar devagar quando o outro deixou escapar um gemido cheio de desejo.

- Eu não sou sua propriedade - Bane disse, descendo as mãos para a região em que Gideon mais sonhava e precisava e a mente dele já estava tão nublada de desejo que ele não soube o que responder.

Bane apertou-o e a mistura mais desconcertante de alívio, prazer e desespero o invadiu. Os dedos longos e experientes de Bane se amoldavam perfeitamente ao seu membro, e ele não sabia como tinha sentido tanta falta disso, até que suspirou de alívio ao senti-lo tocando novamente. Ao mesmo tempo, estava desesperado para que Bane lhe desse prazer, lhe levasse novamente ao inferno mais delicioso que tinha conhecido.

- Isso tem que ser do meu jeito - Bane sussurrou em seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha, e Gideon não contestou. Sim, sim, o que fosse preciso. - Você me ouviu?
- Sim - o caçador de sombras o enlaçou com os braços, cada célula de seu corpo agradecendo quando o outro estava deitado sobre si - Por favor…

Gideon não sabia exatamente pelo que estava pedindo, mas sabia que Bane entendia.

- Muito bem - Bane se apoiou nos cotovelos, totalmente à vontade em cima de Gideon, dono de si ( e, Gideon receava, dono de toda a situação) - Vamos fazer do meu jeito.

 

 

Bane estava tão bem sobre o corpo de Gideon quanto nunca. Os músculos fortes e peito largo do outro, eram o perfeito apoio para ele. Sorriu malicioso para o homem entregue abaixo de si.

- Eu tenho um apelido para você.

Gideon o encarou, perdido e levemente interessado.

- Alec - Bane disse, saboreando o som que o nome fazia, a língua tocando o céu da boca.
- Alec? - o caçador de sombras levemente separou as pernas, apertou seu quadril aumentando a fricção entre os membros e um arrepio percorreu Bane - Parece bom.
- Eu sou bom em tudo - Bane disse, e não estava mais sorrindo - Alec.
- Magnus - Gideon disse em resposta, os olhos escurecendo de desejo, e o feiticeiro decidiu parar de jogar conversa fora. Estava angustiado de vontade. Mexeu-se contra o corpo de Alec, tentando manter o ar desinteressado, reprimindo um sorriso quando ele gemeu e sentou-se sobre o quadril do outro.

Estavam seminus e Bane assistiu, embriagado, enquanto as mãos de Alec se aproximavam. Queria ser tocado, queria desesperadamente ser tocado, e quando os dedos do outro tocaram seus mamilos, sua pele se arrepiou instantaneamente. Alec rodeou os polegares ali, parecendo verdadeiramente interessado em descobrir seu corpo, concentrado, e desceu as mãos pelo seu torso, apertando  a pele, enquanto os músculos do feiticeiro se contraíam em desejo. As mãos de Alec deslizaram pela suas costas e desceram, quase hesitantes. Bane paralisou quando Alec o apertou forte na bunda, pressionando seus corpos ainda mais.

- Outra vez - não resistiu a pedir, e gemeu, extasiado, quando as mãos fortes o apertaram novamente e Alec se esfregou contra ele.

Apertou os lábios contra o pescoço do nephilim, e mordeu-o, com uma vontade insana de marcá-lo também, de deixar ali as evidências de que isso estava mesmo acontecendo. Alec vibrou enquanto os dentes do outro se enterravam no seu corpo branco e angelical, e de repente, para Bane, não havia mais calma, nem espera. Só um desejo desenfreado de deixar Alec se afundar nele, e tirou apressado as peças que restavam, suspirando ao ver de novo o corpo nu de Alec. Ele era lindo, na medida certa,  uma obra de arte.

Encarou o outro, que via seu corpo totalmente nu pela primeira vez, ansioso por saber se também agradava, e segurou a respiração em expectativa, enquanto o Caçador estendia a mão e o tocava, primeiramente nos testículos e depois na extensão. Ver aquela mão poderosa, tocando-o com tanto cuidado e interesse era a coisa mais excitante que ele tinha visto e sentiu-se vibrar contra a mão do outro. Aparentemente ele tinha gostado e Bane suspirou em alívio.

- Como vamos…? - Alec perguntou e Bane quase sorriu. A falta de experiência dele era gritante, mas ao mesmo tempo, fascinante. Havia uma beleza perversa em ensinar coisas a ele.
- Eu vou sentar em você - Bane disse, encarando os olhos azuis escurecidos - E te cavalgar como eu quiser.
- Ah - Alec parecia totalmente extasiado, e Bane sorriu vitorioso quando o membro enrijecido do outro latejou contra suas pernas - Sim…

Bane então, entrelaçou os dedos nos fios negros e sedosos do caçador, roçando o couro cabeludo e puxando-o firme e delicadamente para trás, de modo que o pescoço dele ficasse à sua inteira disposição. Colou seus lábios aos dele, e a boca de Alec se abriu imediatamente, implorando para ser beijada, sugada, lambida. E Bane fez cada uma dessas coisas, sentindo o desejo aumentar a um nível insuportável com os gemidos que Alec emitia.

As coisas estavam bem diferentes agora, o feiticeiro pensou, enquanto estremecia ao sentir as mãos de Alec passeando pelas suas costas, apertando sua bunda e coxas com tanta força que ele sabia que teria marcas no dia seguinte. Adorava a forma como o outro fechava os olhos durante os beijos, mas abria-os imediatamente quando ele se afastava, mesmo que estivessem totalmente nublados de desejo e uma fome voraz.

Alec o encarava, intensamente, a boca mesmo vermelha dos beijos e mordidas, sempre entreaberta, querendo mais, esperando mais. Bane afastou-se poucos centímetros e devolveu o olhar faminto para Alec. Os cílios enormes do outro quase se fechavam, curvando-se ao desejo.

- Eu vou deixar você me foder - sussurrou - até se cansar.
- Eu não vou me cansar - Alec devolveu, e Bane sentiu seu estômago se contrair em expectativa.

Levou as mãos para o membro do outro e se aproximou ainda mais, fazendo os movimentos lentamente. Alec fechou os olhos e suspirou, automaticamente movendo os quadris contra as mãos de Bane. O feiticeiro então, juntou seu membro ao dele, colando-os e fazendo os movimentos com as duas mãos. Seu corpo se arqueou levemente. Isso era muito melhor do que tinha imaginado. Acariciou as glandes, se deliciando ao ver o desejo tirar o controle do caçador, e depois desceu para a extensão, firme e delicado, decidido a ter o máximo de prazer que pudesse.

- Por favor - Alec gemeu - Eu quero entrar em você.
- Achei que nunca fosse pedir- Bane sorriu, perverso, incendiado de desejo, e inclinou-se para pegar a receita que tinha aprendido anos antes.

Era viscosa e inofensiva, e tornava a penetração muito mais fácil e menos trabalhosa.  Alec o encarava, curioso e mordendo o lábio inferior. A visão mais excitante que Bane já tinha visto.

- Posso pedir algo? - o caçador parecia tímido, e olhou em outra direção.
- Diga - Bane estava surpreso, o que ele poderia querer?
- Eu… queria - ele engoliu vagarosamente, medindo as palavras, mas depois sacudiu a cabeça - Deixa, não importa muito.

Bane endireitou o corpo.

- Me diga - pediu - Estou sinceramente curioso agora.
- Não é nada - ele repetiu, e Bane achava bonitinho que ele fosse tímido, mas não ia deixá-lo se esquivar de falar isso. Segurou seu queixo e o endireitou, tornando obrigatório o contato visual.
- Me diga Alec - repetiu o pedido - Peça e há uma grande probabilidade de que eu faça qualquer coisa que me pedir.

O rosto do caçador se tingiu de um vermelho suave, e ele novamente engoliu em seco.

- Eu só estava imaginando… - ele disse em um tom baixo - Que você faria como da outra vez.
- Ah - Bane sorriu levemente - Você quer que eu te chupe como da outra vez?
- Sim - Alec respondeu, desviando o olhar,  o rubor ficando mais intenso.
- Eu posso fazer isso - Bane disse, e Alec o encarou, grato - Mas, com duas condições.
- Quais? - Alec perguntou, ansioso.
- Que você peça para eu te chupar - ele achava que Alec não podia ficar mais vermelho, mas foi isso que aconteceu - E que você passe isso em mim depois.

Balançou o potinho para Alec, não disfarçando o contentamento com o embaraço do outro. Era divertido vê-lo lutar contra tudo que ele achava ser moralmente correto, para poder obter o tão desejado prazer.

- Eu não… - ele começou a negar e Bane passou a língua no lábio inferior, lentamente provocando-o - Raziel,  Tenho que passar lá?
- Lá - Bane confirmou e despreocupadamente acariciou seu membro ansioso - É só pedir e eu faço.

Alec suspirou, rendido.

- Bane - ele disse, reunindo toda sua coragem - Por favor, me chupa, como da outra vez…

Magnus sorriu vitorioso e se inclinou, tomando-o em sua boca, pressionando-o com a língua, apertando os lábios firmemente em sua extensão,sugando com força, e recebeu como agradecimento o resfolegar de Alec e as mãos dele em seu cabelo, os quadris ondulando para se encaixar em sua boca. Era gostoso tê-lo ali, amava o gosto agridoce de Alec em sua boca, amava o líquido que já se formava na glande. Moveu-se para cima e para baixo diversas vezes, até que Alec já tivesse perdido toda a vergonha e estivesse descaradamente pedindo “Com mais força, isso, continua”. Então, parou. Alec ia gozar dentro dele desta vez.

- Por quê? - Alec parecia um pouco desnorteado.
- Do meu jeito, lembra? - Bane entregou a ele o potinho, que Alec abriu, apressado. Estava tão louco por ter prazer, que não se importava mais com as convenções sociais.

Bane deu as costas para ele e empinou os quadris, para dar-lhe acesso. Escutou quando Alec prendeu a respiração.

 

 

Alec estava paralisado. Era uma visão tentadora. Bane estava parcialmente inclinado sobre a cama, de costas para ele, os quadris estreitos empinados levemente, e ele não sabia por onde começar. Já tinha deduzido que entraria em Bane por ali, e estava tão ansioso por isso que latejava.

- Tudo bem aí? - Bane olhou rapidamente para trás e ele desviou o olhar da bunda magnífica que estava bem na sua cara e olhou para o feiticeiro.
- Sim, quer dizer, como eu passo isso?
- Dentro - Bane respondeu simplesmente e ele sentiu o calor do desejo ferver em suas veias.

Então ele, cautelosamente abriu mais Bane e o lubrificou ali, seu corpo estremecendo quando introduziu um dedo e Bane se pressionou contra sua mão. Passou o quanto achou necessário e Bane se virou para ele novamente, faminto e sedento. Estava sentado na cama, e Bane se apoiou nos joelhos, firmando as mãos em seus ombros.

- Olhe para mim - Bane ordenou e ele encarou os insaciáveis olhos dourados - Você é minha perdição, eu te quero dentro de mim.
- E eu quero estar dentro de você - ele ouviu as palavras saindo de sua boca - Por favor, senta

 

E então a coisa mais assustadoramente bonita do mundo aconteceu. Alec observou extasiado, enquanto Bane descia lentamente sobre ele, sentando-se com cuidado a princípio. Lutou para ficar com os olhos abertos quando sentiu-se ser envolvido pelo calor da entrada de Bane, as mãos do outro segurando e guiando seu membro, e então, Bane desceu, apoiando-se em suas coxas e ele estava, finalmente, gloriosamente, totalmente dentro do feiticeiro.

 

 

Bane e Alec se encararam, perplexos. O encaixe era indescritível. Um tortura e alívio sem explicações. Por um segundo o mundo pareceu estar perfeitamente alinhado, em paz. Mas essa sensação logo perdeu espaço para a urgência em se movimentarem, e Alec observou abismado, o maravilhoso espetáculo de prazer que era ver Magnus se erguer e descer sobre ele, as feições preenchidas de prazer, os olhos dourados entreabertos, transbordando coisas que ele não conhecia e tinha medo, mas era irresistivelmente arrastado até elas.

O caçador levou as mãos para as nádegas do feiticeiro e as apertou.  O corpo dele era um poço de segredos que ele queria descobrir, e ondulou os quadris numa dança a princípio desajeitada, mas logo, cada vez mais sincronizada com Bane. Quando Bane subia, ele descia um pouquinho, permitindo que o outro saísse só o minimamente necessário e quando Bane descia, ele subiu para encontrá-lo, preenchê-lo, saciar-se. Amava que o outro estivesse arranhando-o levemente nas costas, amava que Bane gemesse a cada vez que ele tocasse-o profundamente, um gemido estrangulado, entregue, desenfreado. Estava em uma espécie de céu particular, sentindo o clímax se aproximando e pedindo aos deuses que demorasse, porque essa era a tortura mais deliciosa que já tinha experimentado.

 

 

Bane queria se impedir de gemer, de revirar os olhos e de implorar por mais. Não queria estar tão entregue, não queria estar tão delirante de prazer. Mas o fato é que não tinha um homem há meses, e Alec era surpreendentemente rápido em aprender seu ritmo. Na verdade, o encaixe foi mais fácil do que imaginara, e pela primeira vez não teve que fazer várias tentativas até que um homem coubesse em si.

 Alec era do tamanho exato para ele, longo o suficiente para tocá-lo naquele ponto profundo, pulsante e perfeito, e não machucá-lo. Preenchia-o com intensidade, pressionando-se contra suas paredes, mas não era desconfortável, a dor era perfeitamente suportável. Amava que Alec estivesse gemendo quase em sincronia com ele, amava que ele estivesse rebolando os quadris em um ritmo sedutor, amava que estivesse segurando sua bunda com força, apertando-a e por consequência apertando seus corpos, fazendo com que seu membro entrasse em atrito delirantemente bom com o tórax esculpido do Caçador.

Estavam totalmente colados e Bane nunca tinha feito sexo tão grudado a alguém, e era muito, muito, muito bom. Alec estava com a cabeça em seu ombro, roçando a barba mal feita em seu pescoço e passando a lingua quente pela sua pele. Isso era interessante. E era interessante de uma forma boa, então Bane se entregou, envolvendo-o em um abraço sedutor, e mordiscando seus ombros e pescoço, sem perder o ritmo, sem vacilar.

- Inferno caçador - ele resmungou - Você fode como ninguém.
- Eu sei disso - Alec sorriu, seguro de si, e isso era tão bonito que Bane não teve palavras.

Alec o apertou ainda mais. Bane se sentia pequeno perto dos músculos dele, embora na verdade, fosse alguns centímetros mais alto.

- Estou vindo - Alec disse, com esforço e o feiticeiro o encarou, ansioso por ver o momento em que isso acontecesse.

Então Alec tomou todo o controle, se arremetendo contra ele, num ritmo mais rápido e firme, alcançando seu centro repetidas vezes, segurando seu corpo como se não fosse nenhum esforço, enquanto Bane se agarrava a ele como um condenado se agarra a qualquer migalha de esperança de salvação, enquanto Alec latejava dentro de si, cada vez mais próximo do ápice.

 Gideon remexeu os quadris e Bane perdeu o controle, tentou se agarrar  a qualquer pedaço de realidade, mas o prazer lhe entorpeceu os sentidos, uma corrente quente e envolvente, pulsante, e ele explodiu em sensações até então desconhecidas, enquanto o outro continuava a se arremeter contra ele. Bane voltou a si segundos depois, estremecendo com o prazer absurdo que sentira. Estava ainda abraçado ao caçador, e olhou para o rosto dele, os olhos brilhantes com uma vontade quase obsessiva, e sentiu o mundo girar levemente, ao assistir por uma visão privilegiada o exato momento em que Alec chegou ao ápice, gemendo e resfolegando, chamando pelo seu nome, clamando por deuses e anjos, e derramando dentro dele seu o líquido quente.

 

Bane amava a respiração apressada do outro, tentando se recompor após o ápice. Olhou para o rosto relaxado, o cabelo bagunçado. Ele parecia um anjo atormentado. Gideon olhou para ele, sorrindo minimamente.

- Eu quero mais disto - disse, com a voz baixa e quente.

E Bane sorriu, maravilhado. Porque também queria, e porque finalmente podiam.

 

 

 

Gideon estava em um estado de total enamoramento. Passava agora todos os dias pensando em Bane e todas as noites se satisfazendo em seu corpo cada vez mais viciante. Não era algo que tinham combinado, mas era um consenso não explicitado, e durante alguns dias Bane saíra depois de preparar o banho e voltava quando todos estavam dormindo. Agora, nem se preocupavam mais com isso. Ninguém ali parecia se importar ou achar estranho que o feiticeiro não voltasse aos seus aposentos durante a noite. Na verdade, as pessoas pareciam nem notar. E Gideon estava absurdamente feliz com isso.

- Alec soa muito menos poderoso - ele disse, mas não havia sequer um protesto em sua voz. Ele tentara, de verdade, resistir ao apelido “carinhoso” que recebera, mas em vão. Nem Magnus parou, nem ele quis realmente que parasse.
- Não acho - Magnus estava deitado, gloriosamente nu e totalmente confortável em seus caros lençóis de seda - Soa muito mais misterioso e ancestral.
- Se você diz - Alec abanou a mão, desistindo de argumentar. - Você não tem que fazer isso, você sabe.
- Isso? - Magnus levantou uma sobrancelha.
- Sim, isso - ele apontou para o quarto de banho, onde tudo estava arrumado.
- Ainda sou seu escravo, sabe disso- Magnus respondeu, olhando em outra direção. Tinham acabado de tentar uma posição nova, (ele tinha explodido de prazer literalmente no rosto de Alec) e embora durante todo o ato ele tivesse sido respeitado e totalmente livre para fazer apenas o que quisesse, não conseguia se esquecer em nenhum segundo da sua verdadeira posição: um escravo. Um escravo ligado por Magia.
- Eu não gosto desse termo - Gideon disse, puxando os lençóis. Ainda se sentia constrangido com sua própria nudez - Não é assim, e você sabe disso.
- Eu sou seu escravo - Bane disse, olhando para ele - E não adianta negar isto para mim mesmo.

Gideon revirou os olhos e interrompeu-se no ato. Esse era um gesto muito “Magnus” e ele tinha medo de acabar fazendo isto diante de outras pessoas.

- Como quiser - disse - Mas está oficialmente dispensado de realizar essas atividades.
- Mas sou obrigado a continuar mantendo a barreira - Magnus disse, dando de ombros - E fazendo sua proteção.

Gideon teve a decência de parecer envergonhado.

- Eu … não posso fazer qualquer coisa para te libertar - disse por fim.
- Eu entendo - Magnus disse, com voz de seda, mas seus olhos ainda estavam cheios do desdém que ele ocasionalmente reservava para alfinetar Alec.

Há muito tempo Gideon percebera que por trás do olhar sempre distante e educado de Bane, havia um desprezo não totalmente disfarçado. Agora que estavam “juntos”, ele normalmente o olhava assim após o sexo, e o Lightwood se sentia usado, mas não havia nada que pudesse efetivamente fazer para resistir ao toque do feiticeiro. Era como vício. E Gideon sentia-se caindo, despencando, mas não podia dizer não, não queria dizer não.

- Vou tomar um banho - anunciou, para ninguém em particular, já que agora Magnus estava folheando com interesse um livro que invocou da estante.

Tinha isso também. Magnus o surpreendia. Ele gostava de ler. Ele realmente lia os livros nos quais Alec nunca tinha se interessado em tocar. As vezes Alec dormia e acordava durante a madrugada, e Magnus estava sentado, lendo, concentrado. Magnus nunca dormia com ele. Ia embora, ou deitava-se no chão, mas se recusava a usar a cama para dormir. Embora Alec nunca tivesse oferecido, observava uma certa resistência de Magnus a se aproveitar de quaisquer que fossem as coisas dele. Somente os livros ele emprestava, mas devolvia rigorosamente.

Alec afundou na água morna. Tinha anunciado o banho na esperança de que o feiticeiro se juntasse a ele, mas pelo jeito, a sugestão indireta não foi recebida com sucesso. Mas não fazia mal. Estava satisfeito no momento, e isso era tudo. Desde quando efetivamente estivera dentro do feiticeiro pela primeira vez (e lembrar disso o fazia se arrepiar de algo que ele não sabia explicar) até o momento, tinham se passado doze dias. Só pudera estar dentro dele outras quatro vezes, mas toda noite descobria uma forma nova de sentir prazer. Com as mãos, com a boca, amarrado ( neste dia literalmente desmaiou de prazer após terminarem), vendado. Inúmeras formas e possibilidades.

 Ele queria retribuir Magnus na mesma medida, mas sentia-se travado. Vergonha ou medo, não saberia dizer. Gostava de que Magnus se esforçasse para satisfazê-lo. Isso lhe dava a sensação de estar no controle, mesmo que tudo gritasse que não. Já não conseguia resistir ao toque intoxicante. Parecia-lhe que se tocasse demais a pele quente e macia de Bane, estaria ainda menos seguro.

Por isso, durante repetidas noites, por diversas vezes, explodia em prazer, e depois, assistia atônito, enquanto Magnus se satisfazia sozinho, sentindo uma perversa mistura de sensações: prazer com a cena magnífica, satisfação por vê-lo tão submetido, e uma vontade louca de se juntar a ele, derreter-se na pele dourada e quente, dar-lhe o prazer que tão generosamente o outro lhe ofertava.

 Mas se impedia. Não podia. Não podia se entregar tanto. Não podia deixar que coisas como essa afetassem seu julgamento. E Magnus não tinha mentido. Era um escravo mesmo. E embora Alec pudesse lhe dispensar do seu serviço doméstico, não tinha nenhuma intenção de dispensá-lo do serviço de segurança. Os dias estavam muito melhores após a construção da barreira mágica de proteção, e Alec não planejava, de forma nenhuma, deixar Magnus livre para ir embora.

- Eu irei sair amanhã - a voz luxuriosamente quente o tirou de seus pensamentos e ele olhou para a porta. Magnus estava parado, nu, olhando-o, com os braços cruzados.
- Como quiser - Alec respondeu - Está impedido apenas de…
- Conversar com amigos.
- Certo - Alec olhou para frente constrangido. Isso fazia parecer hipócrita  o que tinha dito minutos antes.
- Estou indo para meus aposentos - o feiticeiro disse - Você está bem?

Alec não estava. Já estava excitado novamente, louco para voltar para a cama, ou para que Magnus entrasse na água, mas não queria parecer um obcecado, viciado, incapaz de se controlar.

- Estou bem, tudo bem - disse, e suspirou quando Magnus virou as costas e desfilou o lindo quadril e nádegas para fora do quarto de banho.

 

 

 

Magnus vestiu a roupa que estava jogada no chão, pegou o livro que estava em cima da cama (Como curar ferimentos de lança), e com um último olhar para a bagunça adorável no chão, saiu pela pesada porta de madeira.

- Feiticeiro - a voz cortante de Hodge o assustou .
- Hodge - cumprimentou, e deu um passo para a direita. O caçador, entretanto, cerrou seu caminho.
- Onde pensa que está indo? - Hodge o olhava com o mesmo asco do primeiro dia.
- Meus aposentos - Magnus disse, tentando conter sua irritação - Embora não deva satisfações para ninguém além de Al… Mr. Lightwood.
- Ah, você não é tão poderoso assim, Bane - Hodge riu e puxou o livro de sua mão - Você deve satisfações para todos os Caçadores de Sombras dessa Casa. E das Casas vizinhas. Aliás, você deve respeito a todos que estão acima de você.
- Acima de mim… - Bane repetiu, lentamente. Não ia pedir o livro de volta, não ia dar ao nojento ser a sua frente, a satisfação de vê-lo pedir qualquer coisa - Não entendo como um ser tão desprovido de inteligência como você pode acreditar estar acima de mim. Você é menos que um verme, sabemos disso...
- Como disse ? - Hodge o encarou, com os olhos cerrados- Você me deve respeito submundano…

Antes que tivesse tempo de pensar, Magnus viu a mão do outro vir ao encontro de seu rosto. Desviou-se, mas ainda assim, o soco atingiu seu osso da face. Sentiu a dor se espalhar pelo rosto, como pequenas ferroadas de abelha, e logo em seguida, crescer e se tornar uma dor pesada. Sabia que ia ficar marcado.

- Você vai dar um jeito nisso com suas mágicas - Hodge riu, despreocupado - Ou vou contar aos Lightwood que você anda roubando livros.
- Eu não sou ladrão - Bane piscou diversas vezes, esperando que isso fizesse a dor se tornar mais suportável.
- Ah, você é sim - Hodge riu- Eu sei que é você quem tem roubado o depósito. Eu posso acusá-lo de muitas coisas, submundano.. E talvez você consiga que aquela outra putinha feiticeira fale por você… ou não. Seria a palavra dela contra a minha, não sei se ela seria tão corajosa.

Bane sabia que não podia ferir um Caçador de Sombras, principalmente dentro da Casa Lightwood, sem sofrer as consequências. Por este motivo, simplesmente apertou os olhos com força e desviando-se do Caçador, que ria desdenhosamente, caminhou pelo corredor e desceu as escadas.

A cada dia, encontrava mais e mais motivos para levar adiante seu plano. Tinha ficado balançado após a primeira noite com o Lightwood, quando Alec o tocara tão livremente, mas logo mudou de ideia ao perceber que nada tinha mudado. Ele era egoísta no prazer, e que não tinha nenhum plano de libertá-lo. Nem agora, nem nunca.

Caso não fizesse nada, seria sempre o escravo que presta favores sexuais, por toda a vida do Caçador. E precisava tomar uma atitude urgente. Embora Alec claramente não se importasse em aprender como lhe satisfazer, era inegável o prazer que o feiticeiro sentia apenas pelo toque despreocupado, as risadas fora de hora, os gemidos… Tudo isso era viciante para Magnus.

Não importava se Alec se viraria após ter prazer, ou apenas o observava enquanto ele dava vazão ao desejo que sentia. Magnus Bane já se via quase incapaz de negar ou resistir qualquer investida do caçador. A Ligação se desfazia a um ritmo seguro, mas Bane se sentia aprisionado por motivos que não ousava verbalizar. Precisava sair, precisava dar cabo aos seus planos, antes que fosse tarde demais.

 

 

 

O dia estava ensolarado e quente quando a autorização da Clave chegou. A despeito das tantas mágicas existentes para acelerar o processo de comunicação, eles continuavam (por puro despeito) a usar o velho e falho sistema de cartas. Por isso, Gideon Lightwood estava quase se descabelando e se controlou para não dar um grito de alegria quando a autorização da missão chegou. Izzy e Jace que tinham sido enviados para a guarda do povoado, constantemente enviavam mensagens queixosas. Não houveram mais casos de sumiços e assassinatos de crianças, mas em contrapartida, muitos animais foram encontrados mortos. Izzy, principalmente, sempre enviava mensagens a cada dois dias,pedindo autorização para retornar à Casa.

De acordo com ela, Jace estava desonrando todas as moças do vilarejo e aproveitando largamente a estadia e comida gratuita na casa do estalajadeiro, mas ela não conseguia mais dormir na cama dura e comer batatas cozidas todos os dias. Gideon não achava que isso era uma má coisa. Na verdade, com Izzy longe de casa, ele não precisava se preocupar muito com questionamentos a respeito de sua crescente e evidente mudança. Como no momento, o pajem estava o encarando curioso, enquanto ele assobiava e abria a carta da Clave que continha todos os direcionamentos para a ação. Quando se percebeu fazendo isto, Gideon parou imediatamente de assobiar. Não era um coisa que impunha respeito, realmente.

- Está dispensado, James - disse - Por favor, chame Hodge.
- Sim senhor - o mocinho saiu, apressado, e Gideon recomeçou a assobiar.

No fim da tarde, todos os detalhes estavam acertados para a próxima missão. Gideon e Hodge, juntamente com Valentim e Jocelyn, acompanhados por Magnus Bane e Dorothea (a feiticeira cativa dos Morgenstern), e os avós de Jace, iriam se dirigir à Stone Hill e de lá, até o covil de vampiros. Era bem provável que eles tivessem mudado de localização, mas com sorte poderiam encontrá-los.

Caso encontrados, a ordem estrita era exterminar todos e capturar vivo o (possível) Diurno. Não era a primeira missão de Gideon, mas era a primeira de grande importância como Curador do Instituto e isso o enchia de medo e orgulho. A missão estava marcada para dali a dois dias, e quando todos saíram, Gideon respirou profundamente. Ia começar a arrumar todos os preparativos para a missão e receava não conseguir se concentrar, porque estava curioso para saber onde estava Bane.

 

 

Bane estava no mesmo lugar de sempre, quando não servia de acompanhante para o senhor Lightwood. Ou pelo menos era isso que ele ruminava furiosamente em seus pensamentos, enquanto mexia o caldeirão com uma poção de esquecimento. Tinha saído no último sábado e descido até a vila.

As coisas estavam fermentando, cada vez mais moradores indignados por não terem acesso a comida de forma justa, e planejando boicotes e assaltos à Casa. Bane estava contente que as pessoas se revoltassem. Isso era importante para que seus planos dessem certo. Porém, Hodge sabia que ele estava roubando comida do depósito. E roubando cada vez mais, porque ao tomar conhecimento da situação de outras famílias, ele passara a alimentá-las também. Desse modo, a cada vez que ia à aldeia, levava um pouco mais de provimentos e desfalcava o depósito dos Lightwood. Fazer Hodge tomar a poção de esquecimento era seu objetivo agora e esperava que ela fizesse o melhor efeito até que ele estivesse bem longe dali.

Sentiu a magia de Cat, antes de ouvi-la descer as escadas. Quando ela estava perto o suficiente, destrancou a porta com um movimento de mãos. Ela chegou silenciosamente, o cheiro de ervas recendendo com o ar que entrou pela porta.

- Esquecimento? - ela o encarou, inquisitiva - Isso é perigoso.
- O que você não sabe não te afeta - Magnus deu de ombros.
- Exato - ela deu de ombros também - Por isso vim rapidamente apenas lhe informar uma coisa que descobri… Na verdade, Ragnor me contou e eu acho que você precisa saber.
- Ragnor?
- Sim, aquele verde, com chifres…
- Não gaste sua ironia comigo, querida Cat…
- Certo - ela olhou em volta, procurando um lugar para se sentar, e quando não achou, suspirou pesadamente. O catre estava cheio de ingredientes e livros, enquanto Magnus cozinhava em um tripé improvisado. - Os Lightwood, os Morgenstern, Wayland… todos os caçadores da região vão caçar o Diurno daqui a dois dias.
- Ah - Magnus a olhou com desinteresse escancarado - Que grande surpresa.
- A ordem é matar a todos, e deixar apenas o Diurno com vida.
- Que grande novidade - Magnus voltou a atenção para a poção, que borbulhava lentamente e começava a ficar transparente. Estava quase no ponto.
- Nenhum deles sabe quem lidera o clã.
 - Suponho que a senhorita saiba e vá me dizer. Que moça esperta!
- Magnus - a voz de Cat se tornou dura - Pare com isso.

Magnus revirou os olhos.

- Continue querida - disse - Sei que está louca para falar.
- A líder é uma pessoa que lhe interessa.
- Não seria a primeira pessoa conhecida que é morta por um Caçador - Magnus disse, abaixando o fogo gradualmente.
- Não disse apenas conhecida, disse que lhe interessa.
- Okay, estou ouvindo.
- Camille.

 

 

 

Muitas horas depois de Cat ter ido embora, Magnus estava paralisado, olhando para a bagunça que tinha feito sobre a cama. Quando a amiga citou o nome da sua antiga amante, a pessoa que tinha amado por anos, acabou se assustando, bateu o braço no caldeirão e o conteúdo da poção se derramou por todo o catre, molhando seus livros, os ingredientes, e umas poucas roupas. O cheiro que subia o deixava levemente tonto.

Gideon ia matar Camille.

Camille que ele tinha beijado por longas horas e amado por longas noites. Camille que foi a primeira a lhe despertar um sentimento tão forte a ponto de desejar estar ligado definitivamente a alguém. Camille com quem tinha compartilhado risadas, alegrias e tristezas. Que tinha ouvido sua história de vida. Ela partiu seu coração, mas isso tinha sido há muitos anos.

Levantando-se, abriu a caixinha de madeira que durante anos carregara no forro interno da calça e que estava com ele quando foi capturado. Era terra da cova de Camille. Por décadas simplesmente ignorou a forte vontade de chamá-la. Mas devia favores imensos a ela. Guardou a caixinha, indeciso. Desde que fora capturado vinha experimentando muito a sensação angustiante da indecisão.

Não sabia o que fazer.

 

 

 

 

 

Lydia Branwell era muito inocente. Do alto de seus quinze anos de idade, não sabia muito mais sobre o mundo do que qualquer criança de dez anos. Mas não era burra. Gideon não tinha aparecido mais. Ela tinha uma mesa farta, conforto (e luxo) para dormir, roupas de fino tecido, livros para ler, um jardim adorável para cuidar. Mas não tinha companhia para comer, lugares para ir nos quais pudesse usar os caros vestidos, ninguém para conversar sobre os livros, e nenhuma visita para admirar o jardim cada vez mais colorido.

Estava só, trancafiada em um paraíso, sendo ocasionalmente interrompida de seus pensamentos pela voz solícita do criado ou da cozinheira. Nem o feiticeiro tinha aparecido mais. E ela não tinha permissão ainda para mandar cartas a seus pais. As tímidas cartas que escrevera para Gideon não obtiveram resposta. Nunca se sentira tão só e tão inútil.

Começou a perceber sua deplorável situação quando notou que praticamente obrigava John (o criado) a sentar-se para conversar com ela. Embora não entendesse praticamente nada da vida sofrida que ele tivera, o som da voz dele afastava um pouco a sufocante sensação de tristeza. Ela fazia perguntas sobre a vida dele, e fingia que ouvia a resposta, e se esquivava quando ele começava a perguntar sobre a vida dela. Não podia se dar ao luxo de pensar sobre sua vida anterior, porque caso contrário, certamente sucumbiria à grande tristeza. Hoje o chá de camomila estava especialmente doce, da forma como ela gostava, mas ainda assim, ela precisava se obrigar a bebê-lo. John a encarava, sem escrúpulos.

- Diga Monteverde - ela usou o sobrenome dele - Sei que quer fazer algum comentário…
- Perdão, senhorita - ele franziu o cenho - Mas, me parece que está tão pálida. Talvez devesse tomar um pouco de sol.

Ela lhe devolveu o olhar. Era muito branca. Se estava pálida, provavelmente logo ficaria transparente. Talvez John estivesse certo, sair por aí e tomar um pouco de sol podia ser uma boa ideia.

- Não é uma má ideia John - suspirou - Quando eu terminar, iremos lá para fora.
Iremos?
- Sim - ela sorriu minimamente - Iremos. Preciso de companhia.
- Como quiser, senhorita - e Lydia reparou que ele tinha uma discreta covinha na bochecha esquerda, quando sorria.

 


Notas Finais


Que medo da reação de vcs, mas eu tinha que escrever, pq a história está caminhando para o ponto alto, então.. coisas ruins podem acontecer para que "certas" pessoas entendam que nem sempre seguir as normas, ou optar por fazer justiça com as próprias mãos, é o certo.
Respondendo as perguntas mais frequentes que acho que surgirão com esse cap.
- Sim, Alec é o único realmente apaixonado no momento.
- Ele não se dedica mto a satisfazer o Magnus por MIL razões. Entre elas: suas crenças espirituais (de que irá para inferno), não saber muito bem o que está sentindo, e a crença risível de que se não se envolver emocionalmente com um homem, não será tão sodomita (vyado <3 ) assim.
- Magnus vai se vingar com certeza. Eu não sei se ele vai gostar tanto assim do resultado de sua vingança.
Bjos <3 pleaaaasse, comentem com elogios (espero que tenham!) , críticas (construtivas, pfv <3 ) , reclamações e sugestões! .. amo vcs <3


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