História Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 17


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Categorias Inuyasha
Personagens Jaken, Kaede, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Exibições 202
Palavras 1.089
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 17 - A aliada de sesshoumaru.


Fanfic / Fanfiction Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 17 - A aliada de sesshoumaru.

Os gritos de desespero da velha feirante eram ouvidos por toda as redodezas do castelo. Rin não podia mais aguentar, sentiu que não poderia continuar vendo aquilo. Correu até sesshoumaru que assistia estático ao espetáculo.
"Por favor pare. Eu não aguento mais ouvir isso." As lágrimas rolaram pelo rosto palido de rin.
"Esse não é um ponto questionável rin. Se os gritos te encomodam mandarei que arranquem a língua dela. Mas se é o cheiro ou a visão da morte merecida que não suporta, então saia, porque não haverá clemencia." Jaken se aproximou e conduziu rin ao castelo.
"Se acalme menina rin, isso não fará bem ao herdeiro do mestre."
Rin ouvia mas não podia responder, o som dos gritos desesperados não saiam de sua cabeça."vou mandar yume te preparar um banho." Jaken a deixou no quarto, rin entrou e se sentou na cama, as lágrimas ainda rolavam quando a serva entrou.
"Venha menina, você precisa de um banho. Vou ajudar você." Rin parecia estar em choque. Yume retirou seu kimono e a guiou para o banho, depois do banho tomado rin continuava em silêncio.
"Querida eu vou te trazer algo para comer." Neste momento a jovem abraçou a serva que retribuiu o gesto.
"Porque ele esta fazendo isso? Por kami yume! Eu não posso suportar."
"Querida ele não vai parar. Nunca vi o senhor sesshoumaru tão determinado. Mas se ele parar... seu filho pode não nascer." Rin levou a mão a barriga, seu bebe estava queto, parecia tão assustado quando a mãe.
"Você precisa comer."
"Eu não quero."
Naquela noite rin dormiu sozinha, sesshoumaru não foi ao quarto e rin não desceu para procura-lo. A senhora do oeste dormiu chorando e quando acordou os primeiros raios de sol estavam nascendo. Tentou se levantar mas se sentiu fraca, neste momento sesshoumaru surge na porta, ela o encara e ele devolve o olhar acusador que lhe foi lançado.
"Você precisa comer."
"Você a matou."
"Você me desobedeceu." Rin tentou argumentar, mas foi impedida." precisa entender que agora não se trata apenas de você rin." Aquilo a fez pensar no pequeno ser que estava dentro dela.
"Eu sei..." falou com um fio de voz.
"Não parece. Você testaria a paciencia de um monge rin, mas não se esqueça que eu sou um iokay." Era incrível a maneira como ele conseguia contornar a situação.
"O que você vai fazer?"
"Você não tem que se preocupar com isso." Ela se arrastou pela vasta cama até chegar mais perto dele.
"Eu me preocupo com você." Rin se levantou e abraçou o iokay que não correspondeu. Ele segurou os braços de rin  a afastando.
"Isso não é brincadeira rin."
"Eu sei." A jovem sentia uma grande necessidade de estar proxima de sesshoumar naquela fase, não sabia explicar o motivo, mas o queria por perto."não se afaste sesshoumaru." Ele a encarou frio.
"Eu não pretendo me ausentar."
"Em nenhum sentido?" O iokay avaliou a pergunta, mas não chegou a responder. Os olhos de rin estavam vermelhos e as lagrimas ameaçavam rolar novamente, ela estava tão abatida que sesshoumaru ficou preocupado, mas não demonstrou.
"Suas lágrimas não vão impedir a guerra, então pare de chorar rin." Uma pequena gota salgada desceu pelo rosto de rin."por favor." Concluiu o iokay em tom mais ameno.
"Quem são esses iokays serpentes?" Sesshoumaru pareceu irritado com a pergunta, mas foi salvo por yume que bateu na porta entre aberta com uma bandeja de café da manhã.
"Entre. Vou deicha-la comer..." sesshoumaru estava saindo quando rin segurou em sua mão.
"Fique um pouco comigo meu principe." Ele estava irritado, mas não conseguia negar um pedido de rin. Se sentou ao seu lado e ela sorriu com um sorriso apagado que não lhe era comum.
Yume colocou a bandeja sobre a cama em silêncio, ela temia sesshoumaru, Depois se retirou.
Rin comeu um pouco de salada de frutas com mel e nada mais.
"O que ha de errado rin. Você esta sempre com fome. Porque não come?" Ela chegou mais perto do iokay e se sentou em seu colo, passou os dedos pela marca da lua em sua testa e depois o encostou seu rosto no de sesshoumaru.
"Eu estou com medo. Tenho medo pelo meu pequeno hanyo e tenho medo por você." Sesshoumaru segurou na mão de rin e ela temeu ser afastada de novo.
"Não tenha medo rin, nada ira acontecer a mim ou a nossa cria." Ele a beijou castamente e ela se aninhou em seu colo.
"Você disse que não pretende se afastar. Mas como pode ir para uma guerra e não se afastar?" Era claro que ele não queria falar sobre isso.
"A distancia não será problema rin. Eu darei um jeito."
"Eu te amo."
Eles firaram assim por um tempo, até que yume veio pegar a bandeja e preparar o banho de rin e sesshoumaru saiu.
"Você esta muito abatida menina."
"Eu não tenho um bom pressentimento yume. Preciso convencer sesshoumaru a esquecer esta guerra."
"E você acredita que algo neste mundo o fará desistir?" Perguntou enquanto ajudava rin a entrar na agua.
"Eu preciso tentar."
"Cuidado senhora, o senhor sesshoumaru não parece disposto a aceitar opiniões." Rin a olhou intrigada.
"Você sabe de mais alguma coisa?" Yume tentou desconversar.
"A temperatura esta boa senhora?"
"Yume?" Ela desviou o olhar e rin a encarou.
"Ontem a noite, aquela iokay esteve aqui." Rin gelou.
"Kagura?"
"Sim. Ela ficou na sala de reuniões por um tempo com o senhor sesshoumaru. Mesmo os generais falando que não era uma boa ideia e que não podia confiar nela. Ele esta determinado a fazer tudo a seu modo." Rin colocou a mão sobre a barriga.
"Eu não sei o que ela quer com tudo isso, mas certamente não é ajudar." Rin sabia perfeitamente da paixão que kagura nutria por sesshoumaru. Ela era muito jovem na época e não se lembra com precisão se ele já correspondeu ao sentimento."teve uma ocasião, quando kagura foi envenenada pelo miasma e todos acreditaram que ela havia morrido. Kagome me contou que sesshoumaru foi vê-la, ele foi ao encontro de kagura para salva-la, mas não pode." A serva se espantou com a afirmação.
"Criança esqueça isso."
"Não posso yume. Não posso porque ele foi por ela. Eu não sei desde quando sesshoumaru sabe que kagura vive, mas com certeza foi muito antes dela aparecer aqui no castelo."
"Menina, meu senhor fez guerra por você."
"Mas certamente não serei eu a lutar ao lado dele yume. É com ela que ele passa todo tempo." Disse rin com tristeza.




   


Notas Finais


Pobre rin...


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