História Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Jaken, Kaede, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Exibições 215
Palavras 950
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Desconfiança.


Fanfic / Fanfiction Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 22 - Desconfiança.

"Sesshoumaru o vilarejo foi atacado." Disse kagura ao iokay que surgia na porta.
"Por quem?"perguntou indo até kagura.
"Ainda não sabemos. Muitos morreram e os poucos que restaram não sabem de nada."
"Precisamos ir até lá sesshoumaru." Disse rin.
"Eu irei, você ficará aqui."
"O quê? Claro que vou também." Sesshoumaru respirou exasperado.
"Rin pode ser perigoso. Fique aqui."disse saído e sendo seguido por kagura.
Rin subiu as escadas o mais de pressa que pode, vestiu uma roupa seca e desceu.
"Onde vai senhora?" Perguntou yume.
"Ao vilarejo yume." Disse saindo sem ter tempo de ouvir a resposta.
Rin viu que não poderia passar pela guarda no portão. Tinham dois iokays fazendo esse trabalho e não permitiriam que ela saisse. Ela se aproximou, e com seu sorriso mais encantador mentiu descaradamente.
"Olá. "
"Bom dia senhora rin." Disseram em uma só voz.
"Sei que não é atribuição de você, mas yume esta na dispensa e não consegue armazenar alguns sacos de mantimentos. Será que poderiam ir até lá ajudar?" Os iokays se olharam.
"Vá até la hayato eu ficarei guardando o posto." Rin gelou.
"Não, eu vou precisar dos dois irmãos, venha também hikaru."
"Senhora não podemos deixar o posto." Rin pensou por um segundo.
"É uma ordem, não custa nada me fazer essa gentileza. Ou preferem que sesshoumaru saiba?"
"Não claro que não custa nada senhora. Vamos lá." Sairam tao apressados que nem perceberam que rin não os acompanhou.
Ela saiu pelo portão após fazer um pouco de esforço para abri-lo. Quando chegou ao vilarejo a visão era de horror. As pessoas caidas pelas ruas e seus famíliares chorando seus mortos por toda a parte. Ao caminhar mais um pouco ela viu a menininha que a acompanhava durantes seus passeios na feira.
"Asami! Onde esta sua kaachan?" A menina veio correndo e chorando para rin.
"Ela não acorda senhora! Porque todos estão dormindo?" Ela falava entre prantos."eu quero minha haha!" Esterica.
"Você precisa se acalmar minha querida." Rin a abraçou."me conte tudo que aconteceu." A garotinha fungou e limpou o nariz com as costas das mãos.
"Eu acordei cedo e fui para floresta antes que minha haha fisesse o café, tinha encontrado um ninho grande e queria pegar os ovos para o café, mas quando voltei minha haha estava caida na cozinha!" Falou voltando a chorar."
"Você fica aqui, eu já volto."
"Rin entrou em algumas casas e não viu nada de anormal, os corpos não tinham marcas e a maioria das mesas de café estavam postas."
Rin voltou para buscar asami que ainda chorava. Mas encontrou também sesshoumaru com kagura e alguns guerreiros.
"Pensei ter dito para ficar no castelo." Falou sério.
"Você ja sabe o que aconteceu." Perguntou a sesshoumaru.
"Provavelmente foi veneno. Mas como conseguiram envenenar tantas pessoas...?" Disse pensativo.
"Pela comida..." respondeu rin se lembrando das mesas postas. Sesshoumaru a olhou.
"A plantação."
"Por kami! Quanta crueldade."
"Sesshoumaru precisamos fazer uma busca nas redondezas, quem sabe o inimigo não esta por perto." Disse kagura.
"Vou levar rin pra casa kagura. Quem quer que tenha feito isso a essa hora já está longe."
Falou guiando a esposa que pegou asami pela mão a levando consigo.
Ao chegar no castelo rin levou asami para um dos quartos de hospedi e depois de algumas horas chorando a criança dormiu. Ela foi ao encontro de sesshoumaru na sala de reuniões, mas ele estava de saida.
"Onde vai?" Perguntou temendo a resposta.
"Vou ao clã das serpentes." Disse tranquilo.
"E você diz como se fosse fazer uma visita a algum ente querido."
"Eu tenho que por fim a isso."
"É perigoso meu principe, não é melhor esperar e seguir com o plano?"
"Ja ouvi conselhos de mais rin, hoje foi o vilarejo, amanha pode ser o castelo. Eu não vou esperar mais."
"Tenha cuidad..." ele a beijou profundamente.
"Não vou deixar você criar nosso filhote sozinha. Fique tranquila." Se virou e saiu.
Rin passou o resto do dia pensativa e preocupada, ela se sentou na varanda e começou a ler esperando pela volta de sesshoumaru.
"Onde esta sesshoumaru?"
Era kagura, parada na sua frente fazendo perguntas sobre seu marido. Ela era muito petulante.
"Isso realmente não é de sua conta kagura." Ela sorriu com superioridade.
"A menina mimada está fazendo birra? Você esta com raiva por que eu posso ajuda-lo." Rin se levantou.
"Parece que meu marido não quer sua ajuda, do contrario teria ele mesmo te falado onde ia, ou será que ele não confia tanto assim em você?"
"Você é uma criança idiota. Sesshoumaru precisa de mim." Disse irritada.
"Você só esta aqui ainda kagura por pura compaixão, mas se acredita que terá algo além disso, eu sugiro que vá embora, porque não terá."
"Compaixão? O que ha entre sesshoumaru e eu com certeza passa longe de compaixão princesa."
"Saia! Saia agora! Você não tem permissão para estar aqui, não se aproxime mais da minha casa kagura." Gritou rin. Neste momento apareceram quatro guardas, um deles era isamu.
"Algo errado senhora?"
"Kagura já esta de saída. Apartir de hoje ela não entra mais aqui." Os guardas a pegaram pelo braço.
"Me larguem! Eu conheço bem o caminho." Falou se soltando."cuidado princesa, sua realeza só vai durar o tempo que sesshoumaru te quiser. Não se esqueça que você envelhecerá." Falou saindo acompanhada dos guardas.
Rin sentiu uma forte contração e se sentou, isamu persebeu.
"O que ha de errado rin?"
"Nada, ja está passando."
"Onde esta o senhor? Quer que eu o chame?" Perguntou preocupado. Rin persebeu que sesshoumaru não contou a ninguém onde ele ia. Será que desconfiava de alguém? Será que existia um traidor entre eles?
"Não isamu, mas obrigada por se preocupar."
"Com sua licença."



   


Notas Finais


Parece que sesshoumaru não confia tanto em kagura.


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