História Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 56


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Jaken, Kaede, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Visualizações 491
Palavras 2.445
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 56 - O teste de rin.


Rin se viu inesperadamente em um campo de guerra, os confrontos estavam por todos os lados e ela buscava se esquivar como podia, quando se lembrou do mapa, voltou a barraca e o pegou, conferiu rapidamente sua localização. Eles estavam proximos do reino inimigo. Ela colocou o mapa por dentro de sua armadura e foi lançada a alguns metros ao ser atingida por algo. Se levantou com dificuldade e pode ver sesshoumaru lutando com um guerreiro, ele era um iokay, porem, assim como sesshoumaru tinha aparencia humana, exeto pelas asas negras em suas costas. Rin não sabia muitos detalhes sobre seus inimigos, mas sabia que eles lutavam contra Namazu, um poderoso iokay que vivi nas profundezas do mar e que por ser muito poderoso tem muitos aliados na terra, provavelmente esse guerreiro de asas negras era mais um aliado de algum reino que deseja poder. 

A batalha se intensificou e ela sabia que se não saisse dali morreria, sesshoumaru não se importava se algum soldado iria morrer desde que ele derrotasse o inimigo. De repente o chão tremeu e uma fenda enorme se formou, ela quase foi engolida, mas se segurou em uma rocha. Foi escalando até estar a salvo. Ao fazer seu caminho pela floresta pode sentir o cheiro de mar depois de algumas horas de caminhada. Ninguem notou sua aproximação, rin sabia que todos os guerreiros estaria na grande batalha com o senhor do oeste, todos queriam o mérito de terrota-lo. So de pensar nisso rin sentia seu corpo gelar, mas ela não podia pensar em sesshoumaru agora, heiko precisava dela.

Era alí, mas ela não via nada além de um mar violento, com ondas enormes que quebravam ao se encontrarem com as rochas.

"Por kami! O que eu faço? Não tem nada aqui." Rin começou a pensar em seu filhinho, em como ele deveria estar com medo e como estaria sendo corajoso mesmo assim. Uma lágrima rolou pelo seu rosto, naquelas ultimas semanas ela passou por muita coisa...

Flasback

"Qual seu nome garoto?" Perguntou o general da guarda.

"Me chamo yan senhor." Falou engroçando a voz.

"Você é muito fraco, não vai servir para lutar. Vai ficar no acampamento, tem trabalho lá para você."

"Sim senhor."

Rin evitava falar, tinha medo de ser descoberta, ela era muito discreta mas também muito boa no manuseio com armas, ela as consertava e as amolava. Quando os guerreiros ficavam perdidos com as localizações aquele soldado magrelo sempre ajudava e seus palpites sempre estavam certos. Não demorou para yan ficar exclusivamente exercendo funções estratégicas, isso a deixou mais perto de sesshoumaru, coisa que queria evitar. Ela se pegava olhando o iokay de uma forma que um soldado jamais olharia para outro. 

A cada dia o exercito avançava mais, ocupando terras e vilarejos, sesshoumaru estava determinado a acabar de vez com isso. Se não fosse pelos soldados ele nem pararia para descançar. Em determinada noite após invadirem uma aldeia, eles comeram e beberam naquelas terras. O senhor do oeste ficava sempre mais isolado enquanto os outros entraram em uma okiya. As gueixas eram de uma beleza inigualavel, elas dançavam para os soldados e algumas até se encantaram pelos guerreiros mais bonitos. Sesshoumaru estava distante mas não passou despersebido por uma jovem, ela estava bem maquiada e não aparentava ter mais de dezesseis anos. Rin ficou de longe vendo a jovem sair da casa e dançar do lado de fora para o senhor do oeste. É claro que aquela atitude não era de uma gueixa, mas sim de uma oiran. A jovem o olhava provocante, rin não sabia qual seria a titude de sesshoumaru, ele estava sério e frio como sempre, ela também não ficaria ali para saber.

Na manhã seguinte sesshoumaru saiu de sua barraca como se nada tivesse acontecido. Rin lançou um olhar fulminante para ele, ela não pode evitar, mas ele apenas a encarou com o despreso habitual de sempre. 

"Algo errado soldado?" Perguntou ameaçador, fazendo rin se lembrar que ela é na verdade yan.

"Nada errado senhor." Falou se levantando.

Todos se voltaram para o lacaio que vinha trazendo as correspondencias. Yan se aproximou, yume costumava lhe escrever.

"Não ha nada pra mim? Olha de novo, me chamo yan."

"Lamento. Mas tem uma para o senhor sesshoumaru, entregue a ele pra mim." Ela pegou a carta. 

sesshoumaru não costumava se corresponder com ninguem. Olhou em volta e foi para a floresta, se sentou e abriu.

Senhor sesshoumaru, como vai?

Eu espero sinceramente que esteja bem. Meu coração se aperta ao saber que esta em batalha, imaginar que arrisca sua vida me faz morrer um pouco a cada dia.

O que aconteceu entre nós naquela noite fez desabrochar em meu coração um sentimento tão intenso que não sou mais capaz de esconder.

Sei que esta tratando de um assunto importante e seu primogenito é sua prioridade, mas não se esqueça que te espero e que sou sua serva.

Desejo-le sorte nesta guerra e que volte para mim o mais breve possivel meu senhor.

                 De sua kira.


Rin sentiu o estomago embrulhar, a ânsea de vômito a fez se dobrar na mesma hora.

Dias atuais.

 A Lembrança fez rin secar suas lágrimas.

"Traidor..." falou para si mesma."agora seremos apenas eu e você heiko. Vou te encontrar!" 

Rin começou a sentir a mesma energia que sentiu quando entrou Na gruta a muito tempo, na epoca que vizitava o vilarejo. Era como se os deuses falassem com ela. Neste momento ela teve certeza de que o reino do iokay estava ali.

"Rim?" Era aquela voz.

"Rim, não precisa ter medo. Você é uma guerreira, todos os deuses protegem você. Kami protege você..."

"Quem é você?" Perguntou assustada.

"Você ja perguntou isso a algum tempo atras." Era verdade, ela havia perguntado.

"O que eu devo fazer?"

"Siga em frente. Os elementos da natureza não podem feri-la. Sua linhagem dominava cada um deles."

"Esta dizendo que devo entrar alí?" Perguntou apavorada, mas a voz simplesmente parou de responder.

Rin retirou a armadura e a parte de cima de seu quimono ficando apenas com a faixa que cobria seus seios e a calça. Ela foi se aproximando do mar.

Sesshoumaru saiu da floresta, chegando a praia pode ver yan se despindo a medida que se aproximava do mar. 

"Não pode ser! Maldição rin!" Esbravejou o iokay furioso. Era ela, sua pele branca, suas curvas... como ela conseguiu os enganar por tanto tempo? Ao olhar em volta viu o olhar dos guerreiros sobre o corpo de rin. Um rosnado involuntario escapou e a raiva cresceu.

 Ele tentou se aproximar, mas era impossivel, existia uma especie de barreira, então sesshoumaru começou a golpea-la. Ele chamou , mas rin não se importou, entrou no mar e afundou gradativamente.

Ela se espantou ao notar que respirava normalmente, olhou ao redor e de alguma forma sabia exatamente para onde ir.

 Ninguem entedia o que estava acontecendo, mas sesshoumaru já tinha presenciado uma demonstração do poder espiritual de rin, ele não sabia porque, mas ela possuia uma energia muito pura e uma força oculta que se fortalecia a cada dia, mesmo assim ela não conseguiria derrotar um inimigo poderoso como aquele sozinha.

"Porque ela tem que ser tão teimosa?" Se perguntava enquanto golpeava a barreira. "Porque não respondeu quando chamei?" Disse frustrado ao se lembrar das ultimas semanas ao lado de yan.

Flashback

"Com lissença senhor." Era yan. Aquele guerreiro era muito estranho, não podia ser chamado de guerreiro, era no maximo um projeto de soldado. Ele tinha uma estatura mediana, cabelos castanhos e parecia detestar banho ja que estava sempre imundo. A armadura ficava muito larga e constantemente ele estava esbarrando em algo, apesar de estabanado era muito discreto e só fala o necessário, mas o que mais incomodava sesshoumaru era o fato dele nunca o encarar. " tem uma correspondencia para o senhor." Ele jogou a carta em cima da mesa improvisada e saiu.

Sesshoumaru leu e em seguida a amaçou e jogou fora. Aquela serva certamente havia enlouquecido, será mesmo que ela se acha a altura de ocupar o trono de sua mãe? Não houve nada que indicasse que ela poderia ter esperanças, pelo menos quase nada.

"Algo errado senhor?" Entra jaken.

"Aquela serva, a criada que cuidava de heiko. Me lembre de mata-la quando voltarmos." Jaken arregalou os olhos.

"Algum motivo especial senhor sesshoumaru?" Investigou o pequeno iokay verde. Sesshoumaru não respondeu, mas se lembrou por um breve momento da ousadia daquela humana.

Na primeira noite de rin fora do castelo sesshoumaru estava tão furioso que gostaria de enfiar suas garras em alguem, e foi exatamente o que fez. Saiu desafiando guerreiros e travando batalhas, ele voltou para o castelo apenas para pegar sua espada e encontrou kira. 

"Posso ajudar senhor?" Era muita insolencia da parte dela. Ele não respondeu, Apenas começou a retirar a armadura.

"Eu ajudo senhor." Ela se aproximou e tocou a pele do iokay, chegou mais perto e sentiu seu cheiro. O olhar frio de sesshoumaru não a intimidou, ele conhecia muito bem aquele tipo de humana, era ambiciosa. 

A ira que o iokay sentia precisava ser aplacada de alguma forma. Ele a puxou e rasgou sua roupa, nesse momento seus olhos denunciavam medo, os olhos de sesshoumaru estavam vermelhos e ele não se preocupou em não machuca-la quando rasgou suas roupas. Ela tentou gritar, mas ele a segurou pelo pescoço, nenhum sangue derramado poderia ser o suficiente para diminuir sua ira. Ele iria se distrair com ela e depois mata-la, porque não?

Mas antes de consumar suas intensoes sombrias jaken surge falando que heiko sumiu.

Dias atuais.

A barreira estava se quebrando...

"Maldição! Rin leu a maldita carta." 

O ultimo golpe e a barreira se fez em pedaços.

"Você não pode prosseguir yokai." Falou uma voz vinda do nada. "Isso é um teste para a herdeira de dons espirituais inimaginaveis. Rin descende de uma linhagem de sacerdotizas e monges, olhem para ela." Neste momento todos puderam ver rin, as imagens estavam diante de todos. Ela estava no reino do iokay namazu, não parecia ter problema em respirar e estava prestis a chegar ao castelo.

"Deixem-na ir. Depois que seus poderes estiverem desenvolvidos ela poderá escolher para onde seguir." Sesshoumaru tentou seguir em frente, mas foi paralisado, a energia pura daquela voz o fazia perder suas forças.

Rin entrou no castelo e seguiu até o calabouço, Tudo estava vaziu.

"Heiko!" 

"Mamãe!" O menino estava acorrentado no chão, rin o abraçou com força, ela estava tão aliviada que não pode conter as lágrimas.

"Venha, vamos embora." 

Rin pegou as chaves penduradas e soltou heiko. Tinha algo errado, estava tudo muito facil, quando eles estavam quase fora do castelo surgil um iokay com forma humana, mas tinha barbatanas e calda de peixe, era namazu.

"Onde pensam que vão?"

"Nós vamos embora." Falou heiko sem levantar a voz, assim como o pai.

"Menina, o herdeiro do oeste só respira aqui porque tem minha permição, se eu quiser mata-lo será muito facil, ou se esqueceu que ele é um hanyo? Mas confesso que você me intriga, como chegou aqui? Não sente falta do ar?"

"Eu não tenho essas respostas, mas eu posso ficar no lugar de heiko."

Sesshoumaru assistia a tudo com os punhos serrados, todo o exercito estava paralisado.

O iokay se aproximou de rin e a examinou. Acredito que posso fazer essa troca. Ele lançou heiko para fora da agua envolvido em uma bolha de ar. O menino surgiu na praia proximo ao exercito do pai, os cabelos do pequeno ficaram negros e ele desmaiou.

 Sesshoumaru usou toda sua força e foi até sua cria constatando que ele estava bem. Ele voltou a assistir a conversa de rin e namazu.

"O senhor do oeste virá e eu o matarei. Você é a isca perfeita, depois de mata-lo tomarei seu reino, serei o mais poderoso iokay vivo." Rin ouvia sem dizer uma palavra. "Diga humana, o que preciso fazer para que ele venha logo?" O iokay passou o indicador pela face de rin. Sesshoumaru que assistia serrou o maxilar.

"Talves isso ajude." Ele desferiu um golpe no rosto de rin, ela foi lançada longe. Numezu se aproximou e rin tentou em vão escapar do proximo golpe, ele era muito rápido.

"Apareça sesshoumaru! O senhor do oeste esta com medo?" Gritou o iokay

Sesshoumaru tentava, mas seus movimentos eram muito limitados e seus guerreiros nem se moviam.

Rin se levantou e se posicionou, ela teria que lutar.

"Acha que pode me enfrentar humana." Ele atacou e ela se esquivou do primeiro golpe, revidou e foi atingida, ao cair ele chutou suas costelas e rin gritou de dor. Sesshoumaru não conteve a furia e sua transformação veio a tona.

Namuzu pisou na cabeça de rin e ela desmaiou.

A força de sesshoumaru era descumunal, as aguas do mar recuaram e o reino do iokay ficou a mostra.

"Finalmente sesshoumaru! Achei que não viria." Falou ainda com o pé sobre a cabeça de rin.

"Verme miseravel." 

Ele atacou com força e namuzu se esquivou, mas sesshouma desferiu tantos golpes que ele acabou atingido, no momento que viu que iria ser derrotado, ele fez as aguas se fecharem em volta deles. Sesshoumaru não precisava respirar, mas sob o comando de namuzu as aguas começaram a fazer pressão contra sesshoumaru. Rin despertou atordoada, mas se lembrou do que a voz falou para ela.'os elementos da natureza não podem feri-la' ela se consentrou e as aguas começaram a se afastar de sesshoumaru, ele olhou para rin, sabia que ela estava fazendo aquilo. O senhor do oeste atacou namuzu o segurando com suas patas dianteiras e mordendo sua cabeça até arranca-la fora.

Rin apagou e sesshoumaru a pegou no colo, eles emergiram e todos ja podiam se mover.

"Demonio, você é um ser impuro, um iokay. Rin passou no teste, mas é escolha dela se tornar ou não uma sacerdotiza, mas caso ela escolha uma vida servindo o bem, vocês se tornaram incopatíveis e jamais deverá se aproximar dela novamente." Sesshoumaru olhou para seu ombro onde a mão de rin repolsava e viu que o contato de suas peles o causou uma queimadura.

"Vá pro inferno!" 

Rin abriu os olhos com dificuldade e todos os soldados fizeram reverencia. Eles gritavam seu nome, ela conseguiu se tornar uma verdadeira guerreira, mas acima de tudo ela se tornou uma princesa respeitada por um exercito de iokay, barbaros guerreiros, mais de vinte mil soldados ajoelhados aos pés da corajosa senhora do oeste. Ela sorriu e voltou a dormir.

Todos retornaram para as terras do oeste. Sesshoumaru colocou relutantemente rin na cama, ele podia sentir a presença de mais um ser, ela estava gravida. Como ele pode ignorar aquela energia por tanto tempo, seu pequeno herdeiro estava ali, mais um... muitos ainda virão.

Rin abriu os olhos.

"Heiko?"

"Esta dormindo. Descanse..."

"Sesshoumaru eu preciso ver heiko." Falou se levantando e sentindo uma dor absuda em suas costelas.

"Heiko esta bem rin, mas agora você precisa cuidar da nossa outra cria que esta em seu ventre." Rin olhou confusa para a barriga.

"Gravida?"

"Sim" 

"E você não duvida que seja seu?" Perguntou com os olhos cheios de lagrimas.

"Não." Respondeu simplesmente.



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