História Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 57


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Jaken, Kaede, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Exibições 173
Palavras 1.155
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


eu sei q este capitulo esta minusculo, mas prometo postar outro logo... ah! o proximo será o ultimo capitulo. a finc esta no fim. bjos

Capítulo 57 - A sentença


Fanfic / Fanfiction Sesshoumaru e rin; a historia continua - Capítulo 57 - A sentença

rin estava na varanda quando sesshoumaru se aproximou, ela estranhamente conseguia sentir sua energia malígna agora, não precisou se virar para saber que ele estava lá.

"deveria estar na cama." falou o iokay se aproximando da mulher.

"eu não sei se deveria estar aqui. eu não tenho mais um lugar no mundo." 

"este é seu lugar." rin se virou para ele o fitando longamente como sempre.

"é só que... não me parece certo."

"não sei implorar, não esta em mim." 

"eu não espero isso, não quero isso..." sesshoumaru ficou tão perto que rin pode sentir sua respiração."eu nem ao menos posso toca-lo."  o iokay segurou a mão de rin e a posicionou em seu peito, o contato fez sua pele queimar, ela tentou puxar a mão, mas ele não permitiu.

"isso não é nada perto de não te-la aqui. você é o sol rin, trouxe calor para as terras do oeste e calma para minha alma." ele tocou seu rosto e ela se inclinou ao seu toque." se me der a honra de reinar ao meu lado, eu farei do oeste seu mundo. fique..." os grandes olhos de rin estavam fixos no iokay.

"você quer me dizer alguma coisa sesshoumaru?" ele pensou por um segundo. sesshoumaru nunca se viu em um dilema, mas naquele momento, apenas por um segundo se perguntou se deveria contar a rin que ela poderia se tornar uma sacerdotisa, talvez a mais poderosa de todos os tempos. "humm..?" ela continuava o encarando, lendo sua alma sombria e desvendando tudo nele.

"ha algo..." 

"espera." ela colocou as mãos em volta do pescoço do iokay. "é algo que pode nos separar?" perguntou com aquela cara travessa de menina.

"essa decisão é sua." ela o beijou, lenta e demoradamente, sesshoumaru a pegou pela cintura com cuidado para não apertar seu ferimento nas costelas. de repente tudo voltou a fazer sentido para rin e seu toque não feria mais seu amado, aquele era seu lar. ela rompeu o contato.

"eu não quero saber." ele voltou a beija-la, depois se abaixou e beijou sua barriga.

"meu sol..." rin sorriu largamente.

                                                                                                             ***

sesshoumaru estava na sala de reuniões, ele falava energicamente com um de seus generais, quando rin entrou. sua barriga estava enorme e ela continuava radiante. com um gesto sesshoumaru dispensou o iokay que saiu fazendo uma reverencia a rin, desde que ela lutou com namazu todo o exercito passou a respeita-la como uma verdadeira guerreira.

ela foi se aproximando até se sentar no colo de seu senhor.

"não acha que é hora de parar de procurar por kira?" perguntou deslizando o indicador pela face do iokai.

"eu nunca vou parar rin, uma humana não pode simplesmente sumir. eu vou encontra-la." depois de voltarem sesshoumaru descobriu o que kira havia armado após de heiko falar que estavam brincando de se esconder com a serva, sesshoumaru soube neste instante que ela tinha mentindo, a lembrança o faz rosnar de raiva.

"nós temos assuntos mais importantes meu senhor."  falou levando a mão por baixo do quimono e alcançando a  musculatura forte do braço do iokay. nesta gestação rin estava insaciável e sesshoumaru ficava feliz por isso. ele a beijou e suas línguas se entrelaçaram, rin como sempre estava ansiosa em deixar seu príncipe sem roupa, mas uma batida os deteve. rin se levantou e um soldado entrou.

"ela foi encontrada senhor." sesshoumaru sorriu vitorioso e rin arregalou os olhos.

"levem-na para a frente do castelo, todos devem ver sua morte."

"como quiser meu senhor." saiu.

"meu principe acha mesmo que precisa mata-la?" ele a olhou incrédulo.

"se um governante demonstra fraqueza em frente ao seu povo, logo ele não governará mais rin. se não te agrada a punição não olhe." ele saiu e rin o seguiu após respirar fundo.

kira estava nua, amarrada com as mãos para trás e rin chegou a sentir um pouco de pena dela. sesshoumaru se aproximou e a olhou com desprezo.

"você achou que poderia me enganar por quanto tempo? eu sou o senhor do oeste!" rin fechou os olhos em meio a ira do iokay. "se achou digna de governar ao meu lado?" perguntou com deboche e todos os guardas riram dela. "vou te dar uma chance de sobreviver." todos se assustaram com o que acabaram de ouvir. teria o senhor do oeste piedade de uma traidora." fique alegre, sorria. minha esposa julgará se merece ou não a vida." rin abriu a boca e a fechou novamente. "venha rin. você pode ou não interceder por essa humana." todos olhavam para a senhora das terras do oeste, ela se tornou conhecida por sua piedade e justiça. rin era amada como nenhuma outra foi ou haverá de ser. ela se aproximou de kira e a olhou nos olhos, a bela jovem não demonstrou arrependimento, apenas medo.

"existem três tipos de pessoas. as boas, as más, mas essas pessoas sempre estão sujeitas à mudanças, ambas podem melhorar ou piorar, mas existe um terceiro tipo, aquelas que não mudam. o perdão deve ser uma atribuição importante na personalidade de um governante..." sesshoumaru assim como todos ouviam atentos a cada palavra de rin."um título pode ser conquistado, roubado, ou herdado, mas o respeito de um povo deve ser conquistado." todos gritaram e rin esperou um pouco para prosseguir." eu ouvi de um grande guerreiro, um poderoso dai-iokay a algum tempo atras, que um rei não precisa de um trono para governar, ele precisa apenas de uma espada." ela encarou sesshoumaru." foi uma excelente colocação, agora posso compreender que quem governa é o responsável por seu povo, ele deve protege-lo e no decorrer do caminho algum sangue precisará ser derramado." o senhor do oeste assentiu com a cabeça para que ela prosseguisse."quando se deixa um inimigo sem punição, você simplesmente se torna responsável por todos os outros crimes que ele possa cometer, independente de onde ele esteja, você será responsável por povos que estarão fora de sua vista, mas será sua responsabilidade o que eles sofrerão devido a impunidade de seu inimigo." ela se abaixou e encarou kira que estava ajoelhada. "não posso perdoa-la, eu rin, senhora do oeste declaro que a pena para kira será a morte." rin se levantou e vou ovacionada enquanto sesshoumaru dava um sorriso torto indo em direção a kira. ele colocou as carras nas laterais de seu pescoço. ela não disse nada, apenas chorou.

"não olhe senhora." falou yume para rin.

"não yume, eu tenho que ver o desfecho da minha sentença ou não fará sentido te-la dado." rin encarou com tristeza a jovem que um dia achou ser sua amiga.

sesshoumaru enfiou lentamente as garras no pescoço de kira e ao ouvir os gritos da jovem ele aprofundou seu ataque e lhe arrancou a língua. rin assistiu até o fim...

após se lavar e entrarem no castelo rin se virou para sesshoumaru.

"se eu tivesse a perdoado você a libertaria?" sesshoumaru se virou para ela.

"não." rin sorriu.

"claro que não..." 

 

 



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