História Sessões de terapia - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Drama, Jin, Seokjin
Visualizações 28
Palavras 2.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


essa fic é outra que já estava postada na wattpad, caps vindo longo

Capítulo 2 - 1- O proximo dia


Acordei cedo, pois era meu primeiro dia na faculdade. Fiz minhas higienes e tomei um banho quente. Vesti uma calça jeans e uma camisa de mangas longas preta - semper escondendo -. Ao olhar no espelho, fiz um grande esforço para não chorar.

Aquela camisa era do Jae, uma das muitas que eu tenho roubado dele. Desci para o café, meus pais me pareceram tristes, sabiam que eu escondia os machucados com um manga da camisa.

- Bom dia queria Julien! - exclamou minha mãe - Animada para o primeiro dia na faculdade?

- Sim! - falei.

E não era mentira, afinal eu estava indo para uma faculdade dos sonhos, cursar direto; Era muito empolgante. Jae também foi autorizado para mesmo facilidade. Era nosso plano, entrar juntos na faculdade, fazer o mesmo curso, e trabalhar juntos.

Comi sem pressa, ainda era cedo. Eu ainda tenho que esperar meu irmão, Tae, para me levar. Logo ele apareceu nas escadas sorridente; Eu tenho um abraço apertado e comprimentou nossos pais.

- É melhor irmos, irmaãzinha! - disse animado - não quer se atrasar no seu primeiro dia, ein?

- Claro que não, vamos, Tae Tae! - falei fingindo animação.

Entramos no carro de Tae, ele já comprei um pouco, e semper se animava ao dirigir. Diferente do meu querido irmão mais velho, eu era mais reclusa e quietinha, sempe escutando música ou chorando em algum canto.

Tae já era mais animado, muito extravertido, e super confiante. Ele já se formou em direto fazia um ano, era detetive no departamento especial de Seul; Mas também fazia trabalhos particulares. Uma alternativa que meu irmão achou para tentar me animar, era procurar pelos 4 homens que acabaram com minha vida.

- Está entregue! - disse ele - ha um bom dia!

- Valeu, maninho.

Ao adentrar o campus, vi Jungkook me esperando. Ele estava sentado em um banco, ouvindo música e jogando sem celular. Fique em frente a frente, com uma mão na cintura ou encarei com fúria. Kook era o irmão mais novo do Jae, nós semper fomos próximos por conta da idade.

No dia em que eu e Jae fomos sequestrados; Por sorte, ele não estava conosco, pois estava doente. Ele se diz um substituto de Jae, podendo ser, mas ninguém é como ele. O sinal do início das aulas tocou, seguimos abraçados para a sala. Jungkook fez o favor de me deixar em minha sala, sozinha.

Ele era um semestre adiantado, mas eu o veria no intervalo. Um homem alto adentrou a sala, cheios de livros. Usava um terno, feito sob medida, tem cabelo loiro, pele parda. Seu olhos eram negros e brilhantes.

- Bom dia, classe! - exclamou o loiro - sou Kim Namjoon, mentor de direito criminal. Hoje iremos checar o conhecimento embasado nas leias. Abram os livros da página 20 e leiam como primeiras leias e façam um resumo na situação proposta da página seguinte.

[...]

Após terminar meu resumo, o entreguei a Namjoon; Com o mesmo comentário com um sorriso sem dentes. Ele leu como primeiras linhas e seu sorriso desapareceu.

- Senhorita ...? - ele disse querendo saber meu nome.

- Julien - respondi.

- senhorita Julien, - começou ele - a senhora entende que, não é de fora, simplesmente como um culto sem provas. Você apenas disse a respeito das leis e os determinou como culpados, não se trabalha assim.

- Vou melhorar na próxima. - falei seca não instante que o sinal tocou.

- Turma! - exclamar Namjoon - Deixem os resumos em minha mesa, e você. - disse ele se referindo a mim - pode me procurado depois da aula, quero ajuda-com o seu desenvolvimento nesta matéria, conhece seu caso; Entendo o comportamento que você não usa texto. Vamos trabalhar isso.

Eu o encarei incrédula, assim mesmo sorria para mim. Os alunos me encaravam enquanto deixaram seu texto na mesa dele, e devem estar pensando no besteira.

- Não precisa! - falei tensa.

- Eu insisto! - disse Nam.

Eu percebi que não adiantava negar, fiz sim com a cabeça e sai da sala. Encontrei Kook a minha espera, sorrindo ao me ver. O abracei forte, e contei sobre a aula, e ele concordou com Namjoon.

- Será bom pra você, Juli! - disse o mais alto - Imagino a linguagem que você usa, ele ira ajuda-la com isso. Sem contar o que é um ótimo mentor, eu não sou primeiro semestre e é um grande amigo.

- Ele é seu amigo ?! - perguntei boquiaberta.

Ele fez que sim com a cabeça, e fomos indo em direção a próxima aula, que por sorte fazíamos juntos. Desta vez, escolhi um lugar mais ao meio da dala, e Jungkook enviou-se ao meu lado. Esta aula seria com o Vice Reitor Marcelo, uma introdução a um diploma imobiliário.

Marcelo comprimentou uma turma, e seus olhos fixaram-se nos meus de um jeito estranho. Uma raiva me tomou completamente, já não bastava Namjoon, eu tenho que lidar com esse também? Kook percebeu minha raiva e tocou meu ombro, com olhar reconfortante.

Desde o incidente com Jae, eu criava certa repulsa com homens mais velhos. Jae era mais velho que eu, além da era era adianta na escola, ele era uma exceção. Mas depois de toda a atmosfera, eu sou vivido, tudo me dava medo.

- Deve-se entend que, uma residência privada, não habitada pelos donos. Pode ser regularizado por novos habitantes que tomaram posse, após 5 anos de habitação.

- E se os antigos donos a quiser de volta? - perguntei - E qual o papel do advogado neste tipo de caso?

- Pode-se entrar com processo, porém é pouco provável. - disse Marcelo - Mas uma boa advogada pode mudar isso, depende de você, Julinen.

O olhar dele parece me devorar, malicioso mas parece que ninguém percebia. Nem mesmo kook. Como palavras de Marcelo, seu tom de voz dava indícios de duplo sentido. Isso me arrepiava, mas não do jeito bom.

Depois, ele continuou a ler documentos sobre legislação de imóveis. Semper me encarando, e eu fazia de tudo para olhar para qualquer outro ponto. Tive que aguentar 2 horas na aula do Marcelo, e próxima era mais uma hora, que na verdade era mais uma palestra que aula. Com o chefe da política das operações especiais de Seul, Min Yoongi.

Ele passou uma horas falando sobre os procedimentos feitos em investigações. Prestei bastante atenção, afinal eu pretendia caçar sem dó os homens que acabaram com minha vida e com a Jae.

E eu também já conhecia Yoongi, ele era chefe do meu irmão, e era ríspido porém, não deixado de ser legal. Ao término da palestra, fui comprimenta-lo.

- Suga, o grande Suga! - Falei baixo para que ninguém ouvisse o apelido que eu dei para ele - Já fazia um tempo que eu não o via!

- Também sentiria minha falta Juli! - disse ele esnobe, mas rindo - Assim como ela também.

Ele me abraçou forte, e eu dei um recado do meu irmão. Tae para pedido para Suga me dar uma carona para casa, pois estava em um trabalho no departamento. Eu não sou preocupava com Suga, eu conhecia ele há mais de quatro anos, confiava nele, além de ser uma grande amigo da família.

O carro de Suga era grande e confortável. Ele era ranzinza, porém era um amor de pessoa - quase nunca mais era - e por ser pálido e com o sorriso doce, ganhou o apelido de Suga. Ele se concentrava no trânsito e fazia rap improvisado me fazendo rir.

- Acho que se você não é fisicamente policial, com toda a certeza. - exclamei sorridente.

Ele fez sinal positivo com a cabeça, e continuou cantando. Suga ainda é uma das poucas pessoas que realmente me faziam rir. Eu comecei a cantar baixinho com ele, mas meu sorriso desaparecer; Jae também era amigo de Suga, e passamos por momentos assim em viagens de carro.

Como lágrimas vieram tão rápido que não pude evitar. Logo minhas imagens em meu rosto, e eu soluçava alto. Yoongi parou em uma vaga e eu encarou sem reação. Eu sabia que era difícil pra ele também, mas eu não conseguiu controlar, pois a depressão era mais forte que eu.

- Me ... me desculpe - eu disse em soluço desesperado - não conseguido evitar, eu, eu ...

- Julien! Está tudo bem! - disse ele - Que tal uma distração, vamos fazer como eu, você e Jae fazíamos; Perguntas e respostas!

Fiz que sim com a cabeça. Jae e eu semper que viajávamos com Suga, Kook costumávamos brincar de perguntas e respostas.

- 1 ° pergunta para a Lien! Pam pam pampaaaam! - disse Suga animado - De onde você vem?

- Do norte do Brasiiiiiiiil! - disse animada ainda ainda chorando - Mudei para Seul quando tinha 13 anos, conclui o ensino médio mais cedo e fiz ótimos amigos. Meu pai é brasileiro e minha mãe é uma mistura de brasileira e coreana. 
(N / A: Cês sacam que essa aspas no próximo parágrafo é uma continuação na fala dela tá, vou usar muito isso nessa fic.)
"Nascida no estado do Pará. Com uma personalidade estranha, corpo demais por ser muito baixa, não é Eu não goste disso. Falo Inglês, português e coreano fluente e era melhor na minha escola no Brasil. Essa sou eu e de onde eu vim. "

- Você sempre responde a mesma coisa Lien! - eu não ficava a vontade com ele me chamando da maneira que Jae fazia.

- E vocês semper perguntam a mesma coisa! - respondi.

Suga parou na frente da minha casa e se despediu com um abraço breve. Meu pais não está em casa, só uma secretária que me encarregue de enviar. Pediu que eu comesse algo.

Segui até uma cozinha, abrindo uma geladeira a procura de Lamén, sem fim comi cozido de carne requentado. Após o canto, segui rápido para o quarto; Me joguei na cama e decidiu um pouco. Eu sou um professor de ciência e educação.

[...]

Eu não tinha percebido que estava dormindo, olhei o relógio e já passava das cinco da tarde. Eu estava atrasado para minha visita diária a Jae, fazia isso todo os dias desde que cheguei o enterro do mesmo. Eu me vestir com um vestido preto, junto de um casaquinho vermelho e sapatênis.

Olhei para meu reflexo no espelho e tudo desmoronou mais, meus olhos no mundo inteiro, eu tenho checado até cair no sono. Desci a escada rápido e silenciosa, meus pais não gostavam que eu fosse ao túmulo dele.

Peguei um ônibus mais ou menos vazio, paguei com meu bilhete e sentei sem fundo do veículo. Chegando ao cemitério, fui a procura do túmulo de Jae. Me ajoelhei a frente da lápide e li a dedicatória em voz alta como fazia sempre.

" O melhor filho 
O melhor Irmão 
O melhor aluno 
O melhor amigo 
O melhor Jaehuyn "

Como lágrimas eram incontestáveis, peguei a navalha em minha bolsa, e levantei a manga do casaco. Eu não gostova de fazer isso, mas acabou se tornando um vício. Ao terminar, limpei meu braço com o álcool em gel e lenços contidos na minha bolsa.

Voltei para casa etiva sorte de meus pais ainda não temem chegado. Uma secretária também já foi concluída, fui para o quarto fazer como tarefas da faculdade. Assim que termina, olhei alguns órgão de apoio geridos por departamento de polícia que haviam no livro. Um nome me chamou atenção sem motivo.

Kim Seokjin, psicologia.

Já conhecia nome. No ano anterior eu tenho parado a terapia, e ganhei multas de cartões de visita de psicólogos de Seul. Nunca cheguei a ir a eles, mas o nome de Seokjin estava no meio. Eu ainda coro, mas sem muita intensidade.

Depois de um tempo já estava melhor, e consegui terminar todos os resumos pedidos. Tive que jantar sozinha, pois meus pais se atrasaram. Logo depois estava na sala vendo tv. Tae apareceu uma hora depois.

- Quer jantar? - perguntei quando o mesmo trancou a porta da frente.

- Ah, não valeu. - disse ele - Comi no departamento.

- Vamos ver tv juntos então? - pedi.

Ele fez sinal positivo com uma cabeça e foi se trocar. Voltou vestido com uma camiseta preta e cinza curto. Semper penso que, se ele não fosse meu irmão eu me apaixonaria por ele.

Semper digo isso a ele. Deitei minha cabeça em sua perna e logo cai em sono profundo sem conforto do meu irmão.


Notas Finais


deem seu amor
bjs da pedaço de gente Maque MonHine


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