História Sete dias de folga (Chansoo) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho
Tags Baek, Baekhyun, Chan, Chansoo, Chany, Chanyeol, Exo, Jongin, Kai, Kaisoo, Kris, Kris Wu, Kyung, Kyungsoo, Lay, Romance, Satansoo, Sebaek, Sehun, Soo, Suho, Sukai, Wu Kris, Wu Yifan, Yaoi, Yifan, Zhang Yixing
Exibições 111
Palavras 3.672
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia Amores,
Desculpa estar postando tão de manhã é que estou entrando em semana de prova e não vou ter mais tempo, então agora só semana que vem o último capitulo!
Gente os bônus eu postei ao longo da fic, então acho eu que será só mais um capitulo mesmo.
Já agradeço pelos 60 favoritos e a todos que comentaram!

Capítulo 8 - Sexto dia de folga!


6º dia de folga

Chanyeol narrando ~~

Ao acordar percebi que o Soo já estava acordado, ele me encarava com um olhar pensativo, até que percebeu que eu estava disperso. 

- Bom dia, Chanyeol! - Aquela voz parecia intrigada com alguma coisa, mas ainda era perfeita, como voz de anjo, mas era um anjo, meu anjo. 

- Bom dia, Soo. Dormiu bem? - Eu poderia ficar o dia inteiro ali, vendo aquele ser angelical, como eu podia ter feito tudo o que fiz, sei que fui um otário, e por isso ainda não o chamava de amor como queria, não sabia se ele acharia isso normal ou ainda deixaria eu fazer, mas como eu quero que chegue o momento de ele ser meu e eu poder tocá-lo e chamá-lo como quiser.

- Sim, dormi bem! - Ele fez uma pausa, estava pensando em alguma coisa, e isso me deixava apreensivo - C-chanyeol - ele continuou calmo, mas em seu rosto dava para ver o nervosismo - acho que temos que conversar. - Aí eu não queria, prefiro ficar do jeito que estamos, mas o Soo não parece que deixa as coisas mal resolvidas, então eu sabia que iria ter coisas do baú ali. 

- Eu não quero, mas sei que temos que falar, então, por favor continua. - Sabia que ele iria falar primeiro de qualquer modo, afinal um dia eu já fui seu amigo, a muito tempo atrás, tudo mudou com o Suho. 

Flashback on ~~

Chanyeol narrando ~~

Era começo do fundamental, eu nunca tinha me dado bem com o Soo, nada como inimigos mais para conhecidos de longe, mas por causa das férias nós conseguimos nos tornar conhecidos de perto pelo menos, eu não sabia o porquê mas ele me passava uma tranquilidade, calmaria, tudo era bom quando estava ao lado dele, até achava que podíamos ser melhores amigos um dia, afinal éramos crianças. 

Na volta da escola já no primeiro dia de aula eu não vi o Soo o que me entristeceu muito, mas como a criançona que eu era fui brincar com meus outros amigos que não era meus preferidos, Suho que era meu melhor amigo naquela época o único que eu gostava sem ser o Soo, veio estranho da casa do pai, ele era tão feliz, mas naquele verão alguma coisa mudou para ele, e ele fez com que muita coisa mudasse para mim também, tudo era base de chacota, não tinha um ser que ele não provocasse eu ria, mas me doía por dentro eu não queria aquilo, mas o meu medo de estar no lugar daquelas pessoas era maior, como eu queria que meu novo amigo estivesse ali, mesmo Suho sendo meu melhor amigo, alguma coisa o tinha mudado e eu tinha medo disso, por fim nunca soube o que era e como sempre fui muito parado para uma pessoa nunca fui atrás para tentar ajudar o Suho do que estivesse acontecendo com ele. No segundo dia o Soo apareceu pela surpresa estávamos na mesma sala, quando ele apareceu eu abri o meu melhor sorriso querendo correr para falar com ele, mas quando comecei a ir na sua direção, alguém chegou primeiro nele e para minha surpresa - ou nem tão surpresa assim - Suho estava lá, ele chamou o Soo de gayzinho, viadinho e tudo o que era para deixar o menor triste, Soo saiu correndo e minha vontade era de correr atrás dele, mas não fiz, hoje eu me arrependo, devia ter ido, devia ter dado um soco do Suho e corrido atrás do Soo, mas éramos criança  e como criançona que eu era apenas observei, dei meia volta e voltei para a  minha mesa sabia que tinha duas opções, primeiro eu podia apoiar o Soo e virar chacota e segundo ficar com Suho e ser popular - se arrependimento matasse eu estaria morto, pois naquele momento de criança eu soube que perdi um grande amigo. 

Como podem imaginar eu escolhi Suho o medo da escola me predominou, afinal quem nunca se viu numa escola sem amigos por ser meio esquisito tendo o privilégio de ser alguma coisa, quem nunca passou por isso não sabe o que senti, sempre fui deixado de lado "o esquisito" por ser mais alto que o normal para a turma e claro como se todos fossem perfeitos, minhas orelhas, ah como eu a odeio, ela me fez se sentir inferior por muito tempo, sempre sendo chamado de dumbo, orelhudo e mais palavras, isso por muito tempo me incomodou ,hoje não me importo mais. A partir daquele dia tudo mudou, eu e Soo não nos víamos muito, ele fugia do meu grupo, e eu tentava não o ver, porque isso doía, e como de certa forma eu tentava não o ver para que ele não sofresse também. Parecia que nada podia piorar, mas piorou, anos se passaram eu apenas observava o que faziam com o Soo, então, sim, eu sou culpado, pois podia muito bem impedir, mas não, como o covarde que eu sou só fingia estar tudo bem, mesmo me odiando por aquilo, mas tudo bem nada é tão ruim que não possa piorar, né? Sim tem como tudo se tornar pior. 

No final do último ano do fundamental entramos de férias, no outro ano estaríamos no primeiro ano do colegial e logo nos formaríamos, não que eu estivesse ligando, nessa época já era popular, então tudo melhorou para mim, mas o Soo estava lá como sempre, perfeito como só ele podia, sendo alvo dos risos de Suho e aguentando, e eu só podia rir - covarde - disfarçando meu desconforto, afinal mesmo que nossa quase amizade não tenha durado, sempre o considerei como amigo imaginário. Nas férias passadas nunca dava para eu encontrar com o Soo, pois sempre um dos dois viajava, não que fosse fazer grande diferença, mas eu gostava de pensar que éramos apenas amigos de férias. Mas naquela bendita férias nós dois ficamos em casa e todos os outros viajaram, não sei dizer se foi bom ou não, mas naquelas férias tudo mudou, eu iria mudar, o Soo e até o Suho. As primeiras mudanças foram dadas por Suho que não voltaria para estudar conosco, ele iria morar com o Appa dele na China e isso me dava um medo e um conforto, tinha medo por voltar a ser meio de chacota e conforto por saber que os bullying pararia, principalmente para o Soo, achava que podíamos ser amigos, mas o destino só é amigo daquele que ele quer né. 

Era a primeira semana das férias de verão, eu e Soo éramos sócios de um Club, claro que nunca nos encontramos antes, pois ele sempre estava sozinho na área de leitura e eu na piscina, mas naquela semana teria atividades que eu sempre participava e ele não, mas parece que sua mãe o obrigou a participar o que para mim foi bom, mas ao ver seu rosto de medo ao me ver, percebi que como eu nunca briguei defendendo-o ou fiz nada por ele, eu era visto como mal por ele, pois uma pessoa de bem iria parar o Suho e não fingir um sorriso e ficar se remoendo por dentro. 

Fora dividido dois grupos um com 8 pessoas e outro com 9 eu e ele estávamos no mesmo grupo, ele ficava o mais longe o possível de mim, toda vez que tentava me aproximar parecia que ele era o Flash e desaparecia, não sei bem como foi o final, mas lembro de um exercício em questão, eu e ele éramos parceiros, ele estava visivelmente amedrontado e eu me sentia um lixo com isso, o exercício era de corrida dentro do saco, vencemos pois fazíamos uma bela dupla, sabíamos como competir, e, ele, mesmo que não participasse de muitas atividades era bem competitivo. Mas a má sorte, carma, chame do que quiser começou depois que ganhamos o atividade, bom depois que o grupo ganhou, Soo pareceu feliz e bem animado, fazendo amigos, tinha um chinês que me estressava por ficar sempre no pé do Soo, o nome dele eu não me lembro, mas como ele era chinês / canadense lembro do apelido Kris, sim, esse era o nome ou sei lá o que da desgraça. 

Kris e Soo passaram a ficar todos os dias juntos a partir da atividade, até na piscina eu vi eles brincando o que era raro já que o Soo detestava água. Mas minha vida era uma merda né, imagina quem passou a frequentar a área de leitura para evitar os dois, bem isso aí, eu, eu mesmo, eu comecei a fugir do Soo e do Kris, mas numa manhã, sim, numa manhã, acho que é por isso que por muito tempo eu odiei a manhã, até perceber que a coitada não tem culpa. Eu vi - eu não queria ver, mas vi - o Soo chegou como sempre quieto sentou numa poltrona abriu seu livro e começou a ler, como eu estava do outro lado, mas de frente para ele, podia o observar sem ser notado, até que o chinês chegou, tocou no braço do pequeno, e o mesmo virou e deu seu sorriso de coração - naquele momento eu percebi que o sorriso dele seria o sorriso mais lindo que eu veria em toda a minha vida. A raiva que estava me predominando só piorou quando eu vi o Kris o puxar e colocá-lo no colo - sim eu abismei, com assim aquele pequeno no colo do chinês, acho que agora o chinês e seu amigo, mas não, não era isso - o mesmo o puxou e beijou seus lábios eu não sabia o que fazer, eu queria gritar espernear, mas o que eu fiz foi pior, fui na direção do Club e contei sobre aquilo, eu não queria ver o Soo beijando outro homem, e tirei aquilo como minha nova meta, jamais queria ver novamente o Soo beijando alguém, assim vi o Appa do Soo brigar com ele, o chinês foi expulso, pois era mais velho que o Soo e eu só ri, sim ri da desgraça alheia. Naquele verão Soo não voltou ao Club e nem saiu de casa sozinho, seu Appa o prendeu no hotel, ele só podia usar as coisas do hotel, mas aquilo não me afligia já que ele preso não poderia beijar ninguém, foi ai que eu me tornei o Suho, aquele ser que eu tinha medo, aquele ser que eu tanto queria que fosse embora e deixasse todos em paz, sim, eu me tornei ele, mas não para todos os alunos somente para o Soo. 

Quando as aulas voltaram eu fiz tudo o que o Suho fazia, mas escondido, eu não o humilhava na frente de todos, na verdade eu até o protegi, já que dizia que aquele nerd era meu e ninguém mais podia mexer ou tocar nele, e isso era verdade eu o tinha como meu, mesmo ele nunca sendo verdadeiramente meu, e sim foi daquele chinês que odeio com todas as minhas forças. 

Uma coisa eu tenho como felicidade plena em minha vida, nas férias em que eu me tornei conhecido do Soo, posso dizer que fui verdadeiramente feliz já que perdi o bv, foi sem querer, mas foi lindo, eu o Soo estávamos brincando, éramos dois crianças, eu e ele pulando na areia do parque que tinha próximo as nossas casas, não muito perto, mas perto o bastante para podermos ir sozinhos já que éramos crianças, e não precisava que minha irmã me levasse. Estávamos brincando quando tropecei, caindo em cima do Soo e selando seus lábios não durou muito, rimos e voltamos a brincar, mas aquilo nunca saiu da minha cabeça. 

Flashback off ~~

Chanyeol narrando ~~

Com isso eu tinha medo do que o Soo iria falar e parece que eu tinha uma certa razão, já que não gostei do que ele começou a dizer. 

- Então... - ele começou dizendo com um pouco de receio e meu corpo inteiro estremeceu, sabia que coisa boa não era. - Eu sei que você se declarou para mim e eu fiquei aqui depois disso, mas não quero que entenda errado, eu não estou te dando uma chance. 

Não conseguia acreditar naquilo, tudo começou a desmoronar, meu estomago que estava calmo começou a rodar, minha cabeça latejar, tudo estava alterado. 

- So-oo... - Não conseguia dizer o que eu queria, parece que as palavras fugiram da minha boca. - Me perdoa. - Foi a única coisa que saiu. 

- Chanyeol eu sei que você se sente culpado e tudo mais... - ele disse tudo pausadamente, como se falasse com um bebê. - Mas... - ele repetiu - eu não posso, entenda meu lado, você me magoou muito, eu sei tudo o que você me fez, e mesmo eu te amando, não posso te perdoar por tudo, mas um dia quem sabe. 

Ele parou e olhou para baixo, mas minha esperança voltou como um raio, ele me ama, ele não disse no passado, então ele ainda me ama. 

- Eu espero, o tempo que for preciso, eu te espero. - Só consegui dizer isso e mesmo sem autorização eu o abracei, precisava sentir ele, mesmo sabendo que ainda não era todo meu. 

- Mas você não odiava gay? - A pergunta me pareceu séria, então resolvi responder da melhor forma possível. 

- Não! Só odiava te ver com outro, eu não tenho nada contra, afinal estou aqui né, te desejando como sempre. - Sabia que viria mais pergunta, então antes dele se pronunciar, expliquei tudo, eu sentindo ciúmes, mesmo sem saber o que era e a forma que agi e o porquê de ter agido daquela forma, ele somente ouviu sem se pronunciar, até eu terminar, até sobre o Kris eu contei. 

- Você é um idiota! - Aquelas palavras foram mais verdadeiras do que ele imagina, olhei sério para o mesmo, mas um risco de sorriso pairava sobre seus lábios de coração, só consegui imaginá-los novamente colados ao meu. 

- Eu sei! - Respondi sério, fitando o chão já que seus lábios me encantavam de uma forma que tinha medo de não aguentar. Soo começou a levantar eu prontamente o segurei. 

- Onde você vai? - Não sabia porquê, mas estava com medo e se ele saísse e eu nunca mais o visse e se ele saísse e voltasse para o dragão, aquilo me dava náuseas. 

- Oras besta eu tenho que arrumar minhas coisas ou esqueceu que agora iremos morar juntos? Se você não quiser, eu posso falar com meu pai e.... - eu logo o interrompi. 

- É claro que eu quero, pode ir, mas não demora. - Meu sorriso só faltava a rasgar meus lábios. 

- Eu não vou voltar mais aqui... - E adivinhem eu pirei. 

- COMO NÃO! - Sim eu gritei e pareceu que tinha gente em casa porque escutei barulho de alguém vindo para o quarto e Soo ria da minha cara. 

Alguém abriu a porta, era minha Omma, com uma feição toda preocupada, ela olhava para mim com um rosto de quase choro e para o Soo com um rosto de demônio maravilhoso que ele era. 

- Está tudo bem aqui garotos. - Eu sabia era mais um Soo está tudo bem? - Querem café? Acho melhor comerem algo. - Ela estava com medo que eu fizesse algo, mas o que eu faria se aquele ser mandava em mim. 

- Está tudo bem sim Sra. Park, seu filho é um besta só isso, obrigado pelo café, mas tenho que ir embora, vejo que já abusei do hospitalidade. - Ele virou para mim. - Nos vemos em Seul, Chanyeol. 

- Eu não sei onde fica seu apartamento lá em Seul. - Eu disse. 

- Ah te mando por mensagem, me passa seu número. 

Trocamos os contatos, minha Omma mesmo desconfiada acreditou que estava tudo bem, nos deixou um breve momento sozinhos, quando terminamos de passar informações importantes Soo virou para sair do quarto eu o puxei por trás e o abracei enfiei minha cabeça em seu pescoço, macio e depositei um beijo ali, percebi que o mesmo não se desvencilhou e se arrepiou com aquele simples gesto, como ele era perfeito, eu não quis aproveitar da sorte então só o soltei, o mesmo não se virou para mim, saiu pela porta sem se despedir, ouvi que ele se despediu da minha Omma e eu não o vi mais naquele dia, e sabia que não o veria mais naquele dia, mas eu iria começar a vê-lo todos os dias a partir da semana do dia seguinte. 

Logo que ele saiu eu arrumei minhas coisas, e fui me despedir dos Sebaek, sim, amava aqueles dois e não podia ir embora sem abraçar meus melhores amigos, sim melhores porque Soo não seria meu melhor amigo ele seria meu companheiro de vida, claro se ele quiser né. Depois de longas horas se despedindo dos meus amigos, me despedi de minha Omma e minha irmã, as duas me deram um conselho que nunca mais vou esquecer. 

- Olha aqui moleque besta, se você perder um cara como o gatinho, eu te deserdo da vida, ouviu bem? - Sim minha Omma é um doce, eu apenas assenti, minha irmã me deu um tapa e falou. 

- Espero que tenha entendido o Soo é ouro. 

- Eu sei tá, porque vocês acham que eu vou embora um dia antes? Para arrumar tudo e ir morar com ele, sabe que eu tenho que conquistá-lo. 

- Precisa nada ele já é seu, você só precisa ganhar sua confiança. - Minha irmã ria como hiena, mas ela as vezes é bem inteligente, eu agradeci as duas beijei, abracei, choramos e fui embora, para o que seria o início da minha vida, sim início, porque até agora eu só pensei que vivi, mas uma vida sem o Soo não é vida. 

Kyungsoo narrando ~~

Depois que sai da casa dos Park, fui para o hotel ainda tinha medo de encontrar o Kai e o Suho, mas para a minha felicidade os dois tinham saído do hotel, então só tive que subir até meu quarto que ficava no último andar, junto com os quartos VIPs, tinha tanta coisa para arrumar. 

Não sabia se tudo iria dar certo, mas uma vez na vida uma ideia do meu Appa foi maravilhosa, eu amava o Chany, mas o faria sofrer, sim, ele me fez sofrer por ciúmes a minha adolescência inteira, ô homem besta do capiroto. Por mais que não fosse muito nostálgico, sair do meu quarto me pareceu dolorido, eu amava tudo ali, tudo mesmo, as cores, o aroma, mas para minha felicidade a apartamento em Seul era maravilhoso também, podia ficar no hotel do meu Appa em Seul, mas ai não teria como dividir com o Chanyeol, por isso meu Appa me mandou para o apartamento. 

Arrumei tudo o que eu queria levar, lotou o porta-malas do meu carro que é uma pick-up, mas valeu a pena, eu levaria tudo, sem deixar nada que me fizesse arrepender, fui até o escritório do meu Appa, afim de me despedir, entrei e vi que o mesmo trabalhava, como eu o amava ele sempre fizera tudo por mim e fui um ingrato, aqueles pensamentos pareciam me atormentar e foi nesse embalo que decidi me comprometer mais com meu Appa. 

- Appa! Estou indo. - Ele me olhou por cima dos óculos, como um sinal de tristeza. 

- Ah já, pensei que minha ideia não fosse dar certo. Esperava que você ficasse aqui, mas parece que não. - Ri de sua cara de bobo meio entristecida e o abracei. 

- Ah Appa, pense pelo lado bom, agora eu posso tomar conta do hotel em Seul. - Ele riu e assentiu com um rosto de surpresa, ele sempre quis que eu fizesse isso e agora eu iria, eu o ajudaria. 

- Meu filho amadureceu, graças a Park Chan Yeol. - Eu franzi a testa. 

- AFF me de créditos vai, pare de vangloriar essa girafa. 

- Sim girafa que você tá louquinho e indo embora, para longe do seu Appa. 

Rimos e conversamos mais um pouco ele me passou alguns documentos do hotel e prometeu ficarmos em contato para qualquer dúvida minha e que seriam muitas eu tenho certeza, mas o tempo chegou e eu tinha que partir, ele me abraçou como nunca, meu Appa sempre foi acolhedor e naquele momento ele parecia perfeito, apesar de no começo não aceitar minha homossexualidade, hoje até ajudou o Park, apesar dele sempre saber o que eu gostava, nunca me humilhou por isso, não apoiou no começo, mas hoje eu vejo que ele é um bom Appa. 

Sai do hotel já era quase 11h da noite, fui dirigindo e saberia que no dia seguinte eu iria encontrar Chanyeol no apartamento, afinal nós iriamos morar juntos, e eu não aguentava mais esperar por isso. 

Chanyeol narrando ~~

Cheguei em Seul e fui até meu dormitório, arrumei minha coisas, pois iria para o apartamento do Soo  no dia seguinte, um colega meu ajudaria com minha coisas que não era muito, mas ainda assim tinha umas pequenas coisas que nunca abri mão, como exemplo o troféu da atividade que ganhei com o Soo nas férias de verão, e mais umas lembranças, sabia que tudo mudaria e eu realmente esperava que para melhor. 

Dormi pela última vez naquele quarto no outro dia entregaria ele, e iria para junto do Soo, junto da minha felicidade.

Autora narrando ~~

Naquela noite ambos dormiram separados, mas com um sorriso no rosto, pois sabiam que no dia seguinte estariam juntos, mesmo que Soo ainda não tivesse confiado em Chan o suficiente para estarem juntos como um casal, eles sabiam que se amavam e tudo daria certo, pois nada é tão ruim que não possa melhorar.

Conselho de vida: nunca julgue alguém sem antes conhecer seus motivos, a vida as vezes parece inimiga, mas pode ser que você esteja vivendo de modo errado, acredite em si mesmo e nunca desista.


Notas Finais


Bom amores foi isso espero estar sanando qualquer dúvida, pois não quero deixar nenhuma ponta solta, qualquer coisa pode comentar que eu respondo a todos!
xoxo


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