História Sete Finais - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Black Pink, Bts, Romance
Visualizações 121
Palavras 3.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - 18


Fanfic / Fanfiction Sete Finais - Capítulo 18 - 18

Seoul, Capital da Coréia do Sul

— Então, quer dizer que eu não vou exatamente ajudar na cantina e sim servir a Elite e seus amiguinhos? — de frente para a chefe da cozinha do refeitório, Yoon questionou incrédula.

— Foi o que Park Jimin disse. — a mais velha respondeu com calma. Soyoon apenas assentiu conformada.

Havia sido puxada para o refeitório por um dos seguidores lacaios dos Sete Elite, eles diziam que mesmo que Jimin estivesse longe, o mesmo havia deixado claro que o castigo deveria ser cumprido, e foi assim que Soyoon havia ido parar onde estava depois da conversinha conturbada com Seokjin.

Sem discussão, Soyoon apenas esperou por ordens com o intuito de poder acabar logo com a situação insuportável a qual estava sendo obrigada a passar.

— Eles pediram muita coisa. Eu acho ridículo que o número 1° tenha até mesmo arranjado alguém que os sirva, os direitos deveriam ser iguais para todos os alunos! — Sra. Kee reclamou enquanto andava de um lado para o outro.

— Qualquer coisa que alimente o ego deles está de bom tamanho...

— Você aprontou alguma coisa muito ruim pra ser colocada aqui? — Sra. Kee era uma idosa, mas tinha o punho muito firme. Era a chefe do local e comandava tudo muito bem durante anos. Baixinha e de cabelos grisalhos, fazia questão de cozinhar comidas deliciosas e especiais para todos os alunos, e acima de tudo, demonstrava total prazer ao fazê-lo.

— Longa história... O importante é que eu tenho que terminar logo pra me ver livre dessa palhaçada.

A senhora a fitou com pena, mas em seguida deu ordens para seus assistentes organizarem as bandejas para que Yoon pudesse levar os pedidos até mesa dos Elite.

Só quando tudo ficou pronto que Soyoon percebeu o quanto estava com medo do que poderia acontecer.

Tratou de engolir depressa o medo ridículo que sentia e seguiu para fora da cozinha com uma bandeja repleta de bebidas. Foi difícil. Mas o pior ainda estava por vir.

Quando estava prestes à por os pés no salão principal do refeitório, seus pés travaram em uma guerra entre ir ou não. Era idiota. Uma guerra ganha. Teria que ir. Mas nada a impedia de parar um pouco, respirar e orar para que tudo passasse rapidamente.

Ainda meio que de longe, buscou a mesa da Elite com os olhos. Todos estavam sentados com seus habituais sorrisos descarados e arrogantes. Yoon só tinha que se convencer de que conseguiria lidar com a situação e que já havia passado tudo de ruim que alguém poderia passar dentro de um colégio. Era naquele momento ou naquela hora.

Sem saída.

Andou em passos lentos e firmes até a mesa recheada de herdeiros mesquinhos. Não pôde enxergar imediatamente quais dos Elite estavam presentes, mas teve quase certeza de ter visto que todos estavam sentados, exceto por Jimin que ainda estava sumido.

Algumas pessoas olhavam curiosos para o fato de Soyoon estar andando com uma bandeja pelo refeitório. Apesar da escola ser extremamente tradicional e rica, nunca havia tido garçonete antes para os alunos. Eles mesmos eram responsáveis por ir até o balcão e pedir o que desejavam. Ver Soyoon andar como uma servente era realmente assustador e no mínimo interessante. Apesar de sentir os olhares sobre si, Yoon não sentia vergonha por estar servindo, estava acostumada, trabalhava com isso, afinal.

Antes de finalmente chegar à mesa, respirou fundo duas vezes quase feliz por saber que se se dedicasse e fizesse tudo certo por um tempo, servindo no refeitório e limpando o ginásio, logo estaria livre. Os garotos enjoariam dela e a deixariam em paz.

— Licença. — sua voz saiu 80℅ confiante ao ser educada, colocando um suco de limão em frente às vistas de Namjoon. O mesmo a olhou surpreso tentando buscar inutilmente suas íris.

Soyoon sentiu que todos pararam de conversar na mesma hora para “pescar” o que estava acontecendo. Ela deu a volta na mesa ficando perto de Linn e colocou a vitamina de banana em sua frente. Em seguida girou os calcanhares em direção ao casal Jinhan — apelido dado para Seokjin e Han, sua “meio namorada” —, evitou contato visual com o Kim e entregou a água e o suco de abacaxi para o garoto e a garota.

Jin não pôde se segurar. Quando viu que Soyoon olhou de relance em sua direção, não perdeu tempo, sorriu descaradamente sem conseguir esconder como estava adorando fazê-la de idiota e possível marionete. Jungkook franziu o rosto ao ser o único a acompanhar a cena, molhou levemente os lábios e jogou o corpo para trás, se aconchegando na cadeira.

Soyoon se foi fazendo todos perdê-la de vista. Tinha que buscar o resto das coisas.

A mesa dos Elite continuou em silêncio ainda que Soyoon estivesse longe. Jungkook coçou a garganta sem quebrar o contato visual que fazia com Jin, que tomava sua água sem conseguir conter o pequeno sorriso contente na expressão. Han olhava-o desconfiada sem poder evitar. Assim como Jeon, também viu nitidamente a cara de satisfação de Kim Seokjin ao se deparar com o olhar vago da jovem Yun.

Taehyung, que caçava compulsivamente por sinal de Soyoon, sentiu sua boca ficar seca ao avistá-la se aproximar novamente com a bandeja cheia de coisas. Tae soltou um pouco de ar preso, engoliu saliva e afastou um pouco o colarinho da camisa que usava sentindo-a lhe apertar. Logo foi chamado por uma cotovelada bruta em seu braço direito.

— Pelo menos disfarça. — Namjoon advertiu cauteloso. Taehyung se ajeitou na cadeira e manteve os olhos fixos na mesa.

— Eu mal estava olhando! — o mais velho murmurou incrédulo.

Namjoon apenas bufou sem se preocupar em revidar.

Soyoon sentia suas pernas tremerem estando perto da mesa novamente. Trincou os dentes super nervosa quando voltou a servir os maiorais, ainda sem dar atenção para os olhares intensos que Taehyung lançava em sua direção.

Surpreendido de uma forma boa, Jungkook acordou de um pequeno transe ao sentir o perfume sutil e agradável de Soyoon pelo ar assim que a garota passou rapidamente por ele. Coçou a garganta procurando por ela disfarçadamente e mordeu com força o próprio lábio inferior.

— Ou seu namorado é muito viado filho da puta, ou então não sei o que ele é. Jimin vai continuar sem vir para a escola mesmo que saiba que temos que treinar compulsivamente pro início do campeonato?! — já voltando a ignorar a presença de Soyoon, Taehyung soltou a pergunta indignado em direção à Linn.

— Ele não é um "viado filho da puta" como você diz. Aposto que ele é bem mais homem do que você, seu orelhudo retardado! — Linn retrucou na mesma hora insatisfeita.

Taehyung revirou os olhos.

— Ele não pode simplesmente se dar ao luxo de sumir logo agora que falta tão pouco pro primeiro jogo. — o garoto continuou a falar. — Até mesmo o Namjoon deu um jeito de se livrar da minha tia. Eu ajudei ele a não ter que viajar esse fim de semana, e agora Park Jimin acha que pode sumir sendo o grande capitão do time?

— Você deveria parar de ser assim! Não sabe que ele não está vindo por estar mal de saúde nos últimos dias?!

Mesmo que ninguém tivesse percebido, Soyoon acompanhava a conversa com o olhar a partir do momento em que ouviu o nome Park Jimin. O garoto então estava doente.

Yoon sentiu uma imensa vontade de se preocupar, mas havia também mais algum sentimento dentro de si que fazia ela se sentir satisfeita por saber que ele poderia estar pagando pelas malditas maldades que fizeste com a mesma.

— Eu espero que ele esteja bem até o fim de semana. — Taehyung rosnou sarcástico.

— Qual é, Taehyung? Dá um desconto. Se ele está doente, não podemos fazer mágica, muito menos ele mesmo. — Seokjin discursou rapidamente. Jimin e Seokjin eram bem próximos, talvez por conta disso se sentia mais piedoso em relação à situação. Não que os outros fossem 100℅ neutros, mas diante do nervosismo e euforia por causa do jogo, não podiam perder tempo.

— Ele já está melhor que antes. Acredite. Eu fui até a casa dele ontem pra falar sobre as posições do time pro primeiro jogo, tive medo de pegar algum tipo de vírus, mas ele parece estar mais saudável que todos nós juntos. — Jungkook explicou tentando se decidir entre comer e falar.

— Ai meu Deus! Todo mundo aqui sabe que Park Jimin é um grande dramático, eu não sei pra quê tanta atenção pra um simples resfriado! — de forma furiosa, Samara exclamou enquanto bufafa.

— Boas pessoas têm boas amizades! — Taehyung exclamou enquanto dava um sorriso divertido em direção à Sam.

— Vocês dois são tão babacas. — Linn reclamou. — Um resfriado pode virar febre e uma febre pode se tornar em qualquer outra coisa muito ruim!

— Você também não passa de um ser extremamente dramático, Sagong Linn. Sinceramente, você e o Jimin se merecem. — Sam respondeu.

— Quanto mais o tempo passa mais o seu perfume me lembra à um certo aroma, Samara... Aroma de inveja... — pela primeira vez, Han falou enquanto mantinha um dos braços ao redor do pescoço de Seokjin.

— Ah, é mesmo. Você é bem familiarizada com esse aroma já que você sente ele todos os dias em você mesma, não é, Haikkya? — Sam retrucou despreocupada dando ênfase no nome de nascimento da namorada de Jin. A mesma, assim como Samara, também odiava o próprio nome.

— Eu realmente queria entender o que vocês, Linn e Han, ganham puxando o saco uma da outra... — uma voz suave e agradável foi ouvida, todos olharam em direção à mesma vendo que Nya se sentava na mesa com um sorriso verdadeiro no rosto. — Ah! — a menina deu um pequeno grito assustando a todos. — Oi, Soyoon!

Correu até Soyoon animada e enlaçou um dos braços da garota fazendo-a ficar perplexa. Toda as pessoas da mesa acompanharam a cena percebendo que Yoon ainda estava presente pelo local. Yoon respirou fundo sem saber como responder ao afeto dado por Nya que ainda sorria feito boba para a menina que tanto queria ser amiga.

— O que você ainda está fazendo aqui, bolsista? — Han questionou tirando o braço do pescoço de seu namorado.

— Não importa. Senta com a gente, Yoon! — Nya exclamou com muita animação apertando cada vez mais seu braço junto ao da morena. — Tem um lugar ali ao lado da minha cadeira!

— Ela não pode sentar com a gente. — Han afirmou com desdém enquanto comia sua salada de frutas com um sorriso de canto. — Ela é uma bolsista.

— O que isso tem a ver? Ela ser uma bolsista não vai estragar nossas comidas enquanto comemos com ela na nossa mesa!

— O que tem a ver, Nya?! Por favor... ela não é só bolsista. Ela é a tal pano de chão que não tem amigos e foi humilhada na frente de todo mundo. Ela é tipo o saco de pancadas do Taehyung, seria muito estranho se ela se sentasse aqui. — Han explicou de forma mansa. Foi perceptível o momento em que Jin segurou o riso.

— Nya, não precisa. — Yoon murmurou tentando se livrar das mãos da garota.

— Que ótimo. Então eu vou me sentar em outro lugar com ela.

— Sua família só pode ter dado comida estragada pra sua irmã desde que ela nasceu até hoje, Yoongi. — Han comentou olhando em direção ao Min mais velho que apenas continuou calado, como sempre esteve.

— E sua família só pode ter implantado uma lata de lixo em você no lugar do seu cérebro! — Han olhou em direção à mais nova com com ódio.

— É engraçado te ver defendendo os pobrezinhos enfraquecidos agora. Até parece que ninguém aqui nesta porcaria de escola sabe que Min Nya se finge de boazinha pra que os mais inteligentes ajudem ela com os trabalhos de escola e provas. — gargalhou. — Até parece que ninguém sabe o quanto você não tem nada de boazinha. Só a cara de sonsa.

— Você deveria retirar o que disse antes que eu perca minha paciência, Haikkya!

— Você quer falar de paciência agora ou prefere que eu comece a relembrar o dia em que você super sem querer derrubou sua colega da escada porque ela não queria tirar a roupa quando você mandou por ser igual a sua? — Han ficou de pé mantendo o tom cínico. Todos viram o momento em que Nya engoliu seco. — Então você fez uma cara do tipo... Ops... Parece que pessoas com um braço quebrado não ficam tão bem com esse tipo de roupa...

— Por que vocês duas não calam a boca? Minha cabeça já está doendo! — Linn falou cansada. — É sempre a mesma coisa quando vocês se veem, não cansam?

— Ela começou. — Nya murmurou de cabeça baixa enquanto afrouxava o enlaço ao braço de Yoon. Parecia mexida com o que a outra havia dito e isso provocava pena em Soyoon.

— Mas que droga de dor de cabeça, Linn. Você devia ter insistido pra bolsista sair mesmo daqui, pelo menos estaria agindo como uma boa namorada. — Han comentou enquanto se sentava. Não demonstrava remorso algum após o que havia dito.

— Ah, Deuses, Han! Do que é que você está falando agora? — Sam questionou. Parecia preocupada com seu lanche que estava prestes à esfriar.

— Bom, só pensei que talvez a Linn soubesse que com certeza a bolsista ficou parada aqui pra ouvir mais sobre o Jimin. — Linn franziu o cenho. — Ou... Não venha me dizer que você não sabia que a pano de chão é caidinha pelo seu namorado...

— Fica calada, Han... — Linn retrucou contrariada.

— Fico... Eu fico. Mas tente não vir atrás de mim super brava depois por saber que a bolsista foi atrás do seu homem pra talvez cuidar dele com muito zelo. — Han provocou novamente sentindo Jin apertar seu braço.

— Chega. — intensamente rouca, a voz de Min Yoongi foi ouvida em uma altura boa o suficiente para atrair a atenção para si.

O garoto pálido se levantou de forma brusca e andou em direção à Soyoon e sua irmã. Pegou a bandeja das mãos femininas colocando-a em cima da mesa e rodeou o pulso fino da garota com seus dedos.

— Você não precisa fazer isto. — sem deixar que Soyoon respondesse, puxou seu braço de uma vez andando com ela pelo refeitório até que chegassem à saída do local.

Todos os alunos presentes olhavam a cena curiosos. Muitos não entendiam e outros deduziam que “... provavelmente a pano de chão fez algo errado novamente e vai receber outro castigo e ter que ouvir humilhações...”

A mesa da Realeza e Elite ficou em silêncio completo. Nya não pôde conter o sorrisinho que brotou instantaneamente em seu rosto ao ver a forma como seu irmão e Yoon saíram juntos do refeitório. Quase esquecendo toda a discussão, se sentou alegre em sua cadeira e aumentou seu sorriso começando a comer.

— O que é isso? Aonde é que eles foram? — Taehyung perguntou com o rosto preso em uma expressão questionadora.

— Eu não sei e você não vai atrapalhar! — Nya respondeu logo segurando o garoto pela gola antes que ele se levantasse.

— Me solta, Nya! — exclamou com peso na voz pronto para se livrar das mãos sedentas na garota.

— Eu não vou te soltar porque você só atrapalha. É só isso o que você faz! Você acha que eu não sei que você foi responsável por atrapalhar a conversa do meu irmão com a Soyoon na sala de aula e teve uma crise de idiotice?! Você vai ficar aqui! — Nya exclamou ainda mais mandona.

— Eu não tenho culpa se seu irmão não é confiável.

— E você é? Cai na real, Kim Taehyung! Deixa a Soyoon em paz, você não ajuda em nada na vida dela, só piora as situações. Fica longe dela! — olharam-se nos olhos com ódio. Os outros acompanhavam as palavras com interesse, mas nada foi tão espantoso quanto o momento em que Seokjin se levantou indo para fora do refeitório e andando pelo mesmo caminho que Soyoon e Yoongi fizeram.


Em um canto gélido e calado de um corredor do primeiro andar, Soyoon e Yoongi pararam juntos. Soyoon se encostou na parede ofegante pelo nervosismo, e fitou Min descaradamente.

— Você só pode estar maluco... — ela sussurrou.

— Ou você está. Pra que diabos você estava servindo a mesa?! — perguntou incrédulo, apoiando o peso de seu corpo na mesma parede que a garota.

— Pra que diabos?! Algo me diz que é por saber que se eu não obedecer as ordens, seu amigo Jimin vai se vingar e eu não tenho recursos o suficiente pra pelo menos manter meu orgulho!

— Mas o Jimin não está aqui. — Yoongi falou pausadamente testando sua própria paciência. — Você não pode agir desse jeito. Você é muito inteligente pra estar agindo feito uma boba que se faz de inferior.

— Não é uma escolha minha essa história de superioridade e inferioridade. — ela cruzou os braços olhando para o chão.

— Escuta, eu sei que tá sendo uma loucura sobreviver aqui dentro, mas eu também sei que você tem medo de ser chutada pra fora. — ela analisou os olhos pretos do mais alto. — Mas se você deixar vai acabar sendo pisada cada vez mais.

— O que você espera que eu faça?

Ele suspirou.

— Eles vão brincar e tentar te humilhar na maioria das vezes, mas se você continuar deixando, vai ser pior. Vão te tratar feito lixo. — o número 2° explicou calmo. — Yun Soyoon, você não precisa fazer as coisas que o Park quer quando ele não estiver de olho. Ele só quer te ver se rebaixando na frente dele por diversão, pelas costas dele ele não está nem aí.

— Então, eu não...

— Não, você não precisa servir as mesas quando ele não estiver por perto. — a cortou. — Eu te garanto que a cenas como a de agora há pouco vão se repetir muito mais vezes do que você pensa caso continue agindo como um pau mandado da Elite.

Soyoon franziu os lábios enroscando um dedo no outro.

— Parece até que você não faz parte disso tudo.

— Eu faço parte da Elite e não disso que estão fazendo em relação à você, bolsista. Eu tenho outros tipos de diversão, acredite. Mas te ver feito uma idiota na mão dos meus amigos já me irritou o suficiente. — travou o maxilar vendo-a abaixar a cabeça sem graça.

— Obrigada... Por me tirar de lá. Eu acho que a Linn iria...

— Esquece a Linn. — interrompeu a garota novamente. Soltou um riso pelo nariz.

— Obrigada. — Yoon repetiu sincera ainda sem olhá-lo.

— Eu não quero que me agradeça. Não assim. — Yoongi falou em um tom divertido. — Quero que vá no jogo de sábado.

Soyoon arregalou os olhos, levantou a cabeça na mesma hora buscando finalmente as íris intensas do jovem Min.

— Jogo de sábado? Eu?

— Às cinco da tarde. Ginásio Ceggon. Eu vou reservar um lugar na arquibancada pra você.

Soyoon não sabia como responder. A voz travou na garganta e não queria sair de forma alguma. Ficou tempos olhando diretamente para o rosto frio e ao mesmo tempo sereno do menino em sua frente. Molhou os lábios sem graça mexeu na barrinha de sua saia em um gesto nervoso.

— Use algo verde e vermelho. Eu espero te ver lá.

Foi a última coisa que o número 2°, Min Yoongi, disse antes de se afastar.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...