História Sete Nomes - Capítulo 27


Escrita por: ~ e ~tiaSnape

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Argo Filch, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Fílio Flitwick, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Rodolfo Lestrange, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Vincent Crabbe
Tags Comensais, Dumbledore, Harry Potter, Snape, Vergonha Alheia, Voldemort
Exibições 76
Palavras 1.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Canibalismo, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eae galerinha, tudo suave?
Eu preciso fazer uma reclamação da minha amiga: ela foi fazer uns negócios pra liberar memória, e acabou apagando todos os capítulos que tínhamos escrito dessa fanfic - que aliás, iam até o 41 - ou seja, nos fodemos.

Esperamos que gostem do capítulo.

Capítulo 27 - Discussão


Fanfic / Fanfiction Sete Nomes - Capítulo 27 - Discussão

Anteriormente em Sete Nomes:

  “– Dumbledore! – Eu balançava as mãos, tentando explicar o que estava acontecendo dentro do quarto. Desisti e puxei o homem pelo colarinho do vestido roxo para dentro do quarto.

  Dumbledore arregalou os olhos.”

                    ♦

           P.O.V Amanda

  O meu pescoço está doendo, porque Snape o balançava fortemente. Oh, Merlin! Serei desnucada!

   Não sei quantos segundos ele ficou balançando o meu pescoço, só sei que acertei o meu joelho em suas partes íntimas. Ele diminuiu as balançadas frenéticas no meu pescoço e dobrou levemente os joelhos, grunhindo.

  – Severo!

  Oh, Dumbledore! Aleluia!

  Snape soltara meu pescoço, e eu o massageava com as mãos. Dolorido, bem dolorido. Maldito Snape! Ele deve ter saciado a vontade de me estrangular. Por que ele não podia fazer isso com a Tainara?
Ah claro, ele quer fodê-la.

   Instalou-se um silêncio constrangedor.

   – A culpa é do Snape! – Gritei.
   Pronto. Dei início à treta.

   – Minha? Foi a Amanda! – Berrou.
 
   Cretino!

  – Snape! – Tainara me ajudou.
  Severo a olhou severamente e apontou para ela.

  – Foi a Tainara!

  – Snape!

  – Severo!

  – Amanda!

  – Snape!

  – Tainara!

  – Severo!

  – Severo!

  – Dumbledore!

  Todos ficamos estáticos. Abaixei o meu dedo, que estava apontado para Severo Snape.

  Dumbledore?!

  O que diabos...

  – Eu tenho a prova! – Berrei, apontando para o meu pescoço.

  – Eu também tenho – falou Snape. – Accio cueca!

   A cueca de elefante veio até sua mão, e Dumbledore deu um sorriso Colgate.

  – Fico feliz em saber que você usa o meu presente, Severo!

  Dumbledore está eufórico.

  Gargalhei. Dumbledore havia dado a cueca de elefantinho para o Snape. Que velho foda!

   – Mas me diga, deu o tamanho certo? Achei que ficaria grande!

   Nunca vira um Snape tão vermelho.

   – Pelo contrário, Dumbledore, ela é pequena demais.

  Minha vez de ficar vermelha. Involuntariamente, dirigi meu olhar ao negócio de Snape. Tainara percebeu, pois começou a rir.

  – Tainara, lembra que tínhamos que-

  Vi um rato passar por dentre meus pés e gritei, pegando a cueca que Snape tinha na mão, e bati no rato marrom diarreia. Ele cambaleou, e eu bati de novo, de novo, e de novo.

  O coitado estava deitado.

   Amanda 1000 X Rato 0.

  Tainara estava rindo loucamente, e puxava o ar com força. Eu nem percebi que havia arrancado um dos olhos do elefantinho.

  – Snape... – dirigi meu olhar ao rato morto e ao olho da cueca de elefante ao seu lado. – Desculpapelacueca.

  Volto a olhar para o chão, e vejo o rato sair correndo. Maldito!     

    Amanda 0 X rato 1000.

  Dumbledore me olhou como quem perde um doce de limão. Ai meu coração.

  – Dumbledore...

  Fiz uma carinha de cachorro abandonado, convincente. Tainara se recuperava do riso.

  – Eu posso arrumar ela...

  – Não! Não será necessário... – diz Snape, mas tarde demais, pois Dumbledore já havia girado a varinha, fazendo o olho voltar ao seu devido lugar, na cueca de elefantinho cor-de-rosa.

   Snape fez uma cara de desagrado quando entreguei a cueca nova em folha para ele, com um sorriso de orelha-a-orelha.

   – Vamos aproveitar e mudar o comprimento. Severo, qual é o tamanho? – Questiona o Diretor.

   Snape ficara vermelho novamente, mas não só ele, eu também.

   – Mand, quero te mostrar um negócio – diz Tai, segurando o riso. Se referindo para nós sairmos do local.

   – Ok – digo rapidamente, seguindo Tai para fora do meu quarto.

   Descendo as escadas, escuto Snape:

   – Eu não vou usar isso!

   E não escuto o que o Diretor responde. Sentamos no sofá de couro preto na sala.

   Onde será que está aquele rato? Será que ele estava morando algum tempo dentro do meu quarto? Será que...que aquele rato não tenha mijado no meu colchão?

   A minha mente forma uma imagem de eu dormindo e um rato ao meu lado cochilando. Faço instantaneamente uma cara de nojo. Não sei se quero dormir novamente no meu quarto.

   Ecoam passos descendo as escadas e Alvo e Snape aparecem na sala. Snape com cara de poucos amigos e o Diretor sério. Snape deve ter falado a ele sobre nós termos iniciado nosso processo para ser comensais.

   Dumbledore se despede e desaparata dali. Formou-se um silêncio constrangedor no cômodo. Snape nos encarava com os olhos semicerrados. Percebi que ainda usávamos as capas dele.

   Levanto-me lentamente do sofá, preparadíssima para qualquer movimento de Snape querer desnucar-me. Ele continua parado. Faço a volta na sala, evitando passar ao seu lado, subo as escadas.

   A porta do quarto de Snape ainda está aberta, adentro o local e ponho a cama novamente do mesmo lugar que a tirei, aproveitando o momento para fazer a devolução da capa.

  Saindo do quarto, vejo pelo canto do olho Tai subindo as escadas. Lanço lhe um sorriso maroto, que é correspondido.

   Entro em meu quarto cautelosamente, olhando a toda volta à procura do rato. Talvez ele voltou para cá.

   Não encontro nada. Sento em minha cama.

   Tai entra em meu quarto com um sorriso nascendo em seus lábios.

   – Nunca vou esquecer a cena de você sendo estrangulada igual a uma galinha – fala rindo.

   – Muito engraçado – falo irônica, mas não consigo segurar a risada por muito tempo.

   Tai senta em minha cama.

   – Consegui a resposta de uma pergunta que estava me deixando curiosa – diz sorrindo. – A cueca realmente não servira antes.

   Gargalhamos.

                      ♦

   Estamos jantando agora. Snape fizera a janta usando magia. Antes de começar a comer a comida que ele fez, pensei se ele não jogou veneno nela. Porque podemos dizer que Snape está furioso ainda com nós duas.

    Olhei para Snape, desconfiada.

   – Pode continuar comendo, não está envenenado. – Snape diz. Sorrio cinicamente, em resposta.

   – Amanhã vocês deverão aprender as Três Imperdoáveis. Descansem – diz Severo.

   – Mas eles saberão se lançarmos algum desses feitiços fora de Hogwarts.

   – Não. Pegaremos varinhas adultas não conhecidas pelo ministério.

   Assenti, e voltei a comer. Porra, está ótimo!

   Olhei Rabicho, que comia com as mãos. Notei uma mancha roxa no seu rosto. Aliás, não só uma, várias.

   Espera...

   “Vi um rato passar por dentre meus pés e gritei, pegando a cueca que Snape tinha na mão, e bati no rato marrom diarreia. Ele cambaleou, e eu bati de novo, de novo, e de novo”.

   – Pedro? – Chamei. Recebi um olhar de Tainara. Aquele olhar que me dá vontade de empalá-la. – Você andou brigando?

   Ele demorou um pouco para me olhar e responder.

   – Não...

   – Mas essas marcas roxas? Andaram dando chupões na sua cara? – Questiona Tai, fazendo-me rir.

   Acho que Tai também desconfiava que Pedro era um animago: o rato que eu espanquei com a cueca de elefante.

   Rabicho ficou vermelho e voltou a comer. Ignorando-nos por completo.

   Filho de uma puta! E não me refiro à mãe dele.

   Terminamos de comer, Tai recolheu a mesa e eu lavei a louça.

   Após o meu serviço ser concluído, fomos para o quarto de Tai fazer algumas tarefas. Isso é férias ou o quê?

   Terminamos um trabalho de Herbologia. E ainda nem era dez horas.

   – Vamos fazer o quê? – Pergunta Tai, enquanto guarda seus materiais.

    – Hum...Vamos jogar Sete Nomes?

   – Vamos – respondeu receosa.
   Peguei um pedaço de pergaminho, pena e tinteiro. Molhei a pena e pedi a Tainara que falasse Sete Nomes, tanto femininos, quanto masculinos.

   – Filch, Hagrid, Dumbledore, Snape, Rabicho, Tainara, Ethan. – Filha da puta, ela não pôs o meu nome na frente.

   Olhei mortalmente para ela.

   Como inverti os nomes de lugar, a lista ficou assim:

Tainara
Snape
Filch
Rabicho
Hagrid
Dumbledore
Ethan

   Dobrei o pergaminho, para que ela não visse a ordem dos nomes, e dei a ela a pena e o pergaminho, junto ao tinteiro. Minha vez de falar, sete coisas que se faz com a laranja.
   – Comece.

   – Mastiga, lambe, arranca, chupa, enfia o dedo... engole, arregaça.

  Não pude ver a ordem dos verbos, visto que ela dobrou o pergaminho também.

  Pedi a ela que dissesse 7 partes do corpo humano, e assim ela o fez.

  – Útero... Ânus, peito, vagina, nariz, boca, pênis.

  Ri.

   A ordem que eu coloquei foi:

Vagina
Ânus
Peito
Pênis
Boca
Útero
Nariz

  Certo. Minha vez de falar Sete Nomes. O problema, era que o acordo que fizemos, era que tínhamos que nos envolver nisso. E ela não colocou meu nome na frente, ou seja, eu estou atrás. E tem o Rabicho e o Filch na frente. Eca.

   Falei os nomes: Amanda, Jhonny, Minerva, Goyle, Crabbe, Voldemort, Blásio.

   Desamassamos o pergaminho e ficara assim:

1° frase: Tainara enfia o dedo na vagina de Amanda.

  Misericórdia! Rimos muito, muito mesmo. Eu estava vermelha, podia sentir isso. Tainara já estava verde.

2° frase: Snape chupa o ânus de Jhonny.

   MEU DEUS, OS DOIS MACHOS DA TAINARA!

  – Meus dois homens! Me traíram! – Diz ela, pondo a mão no peito.

3° frase: Filch mastiga o peito de Crabbe.

   ...

4° frase: Rabicho lambe o pênis de Minerva.

  – Espera, desde quando Minerva tem pinto? – Pedi, rindo mais ainda.

5° frase: Hagrid arranca a boca de Goyle.

  Que bosta.

6° frase: Dumbledore engole o útero de Blásio.

   – Amanda, querida, por que diabos você foi pôr o nome de Blásio aí?

  Nós rimos, de tão idiota que isso foi.

7° frase: Ethan arregaça o nariz de Voldemort.

   – Meu Deus, o que significa isso Ethan? – Pedi, fingindo que Tai era Ethan.

   Após a brincadeira acabar, olhei-a.

   – Queima essa merda.

   Nós rimos, adoramos essa brincadeira de sete frases com sete nomes.
  
    Apesar de quase sempre passarmos vergonha. Mas é bom isso, é bom quando ela está aqui.


Notas Finais


♦ Spoiler ♦

Sou meio que obrigada a sair da cozinha, para respirar ar puro.

Snape desce correndo, como se eu tivesse posto fogo na casa inteira, e me olha estranhamente.

Observo seu camisão cinza, e ergo uma sobrancelha. Imagino-o com aquela cueca cor-de-rosa de elefantinho. Começo a rir e esquentar, mas paro ao ver a cara de Snape. Previsível.

♦ Fim ♦

Esperamos que tenham se agradado com o capítulo. Ahn, e desculpinhas - entendedores entenderão.


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