História Seu Cheiro - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Alfa, Beta, Jikook, Namjin, Ômega, Taegi, Taeyoonseok, Vhope, Yoonseok
Exibições 1.084
Palavras 1.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


BOA LEITURA

Capítulo 32 - Trinta e dois.


(Narrativa na terceira pessoa)

Anos atrás...

O vento lentamente sopra pela cidade que eu costumava observar
Juntos, nós andamos no mesmo ritmo

Brincando por perto, depois de rir eu percebi
Um olhar maturo seu que eu nunca vi antes

Você não precisa conversar sobre nada, está tudo bem
Esses sentimentos provavelmente não são um engano

Continuo avançando impetuosamente nesse caminho e sem querer
Encarei você

Mesmo se estivermos perto ou longe
Nós ainda temos o fio vermelho que nos liga

É impossível saber tudo
Então fecho meus olhos e rezo

Continuo avançando impetuosamente nesse caminho e sem querer
Encarei você

No céu crepuscular, uma estrela está caindo…

Apenas pedi para ela trazê-lo de volta.

Taeyang cantarolava para a filha enquanto balançava a pequena ômega ficando inebriado pelo cheiro de lírios que a menor exalava.

Era incrível como as coisas haviam acontecido de maneira rápida, dois anos atrás estava sozinho, sem família. Hoje ele possuía a sua própria.

– Ela parece com você... – KiHyun abraçou o corpo do marido por trás, roçando o nariz no pescoço alvo do mesmo. Provocando arrepios no moreno.

– Mas tem a sua personalidade… Faz ideia de a quanto tempo eu estou tentando fazer ela dormir? – o ômega reclamou, ignorando o os carinhos do outro, e um suspiro alto pôde ser ouvido ao observar a pequena Mi Chan abrir os olhinhos e começar a chorar. – Eu desisto.

O beta riu nasalado e pegou a filha nos braços. Assim que ele a ajeitou no colo o choro cessou instantaneamente. Taeyang olhou indignado para a cena.

– Por quê com ele você para? Eu sou seu omma, sabia? – cruzou os braços, emburrado. KiHyun balançou a menor apenas um pouco e logo ela dormiu. Colocou a mesma no berço e seguiu até o ômega que estava com a cara fechada, mas agora era apenas pura manha.

– Hey! Não culpe ela, todos gostam mais de mim. – o loiro gabou-se recebendo um olhar debochado de Taeyang, que não falou nada, apenas esperou o beta ficar distraído e lançou uma almofada em direção ao seu rosto fazendo o mesmo cair no chão.

O ômega não esperou ver o que aconteceria se ficasse lá, apenas disparou para fora do quarto da filha. O loiro levantou do chão e correu atrás do marido rindo com a criancice do mesmo.

Taeyang correu para a o jardim pela porta da cozinha, tinha que ser rápido, porém, quando já estava do lado de fora sentiu algo batendo contra seu corpo e acaba caindo na grama. Por extinto virou-se e deu de cara com certo beta que tinha um sorriso sapeca no rosto em cima de si.

– Você não pode fugir de mim. – roçou seus narizes e começou a distribuir diversos selares pelo rosto do outro. – Não mais.

– Eu ia adorar se parasse de enrolar e me beijasse logo...

– Ou o quê? Vai me acertar com uma bola? – riu nasalado.

– Eu já disse que foi um velhinho que me pediu para jo– foi interrompido pelos lábios do outro, KiHyun já conhecia a história toda e não duvidava do outro, apenas queria quebrar aquela distância que tanto o matava. – Eu te amo…

O ômega murmurou ainda meio sem ar após o fim do beijo.

– Eu também me amo. – o loiro gargalhou após observar a cara feia do outro. – Sabe que eu 'tô brincando. Eu te amo, Taeyang…

– Eu sei. Todo mundo me ama… – imitou a voz do outro e recebeu um ataque de cosquinhas como vingança. Não importava a idade de ambos, eles sempre seriam verdadeiras crianças…

                             {•••}

Atualmente

A ômega mais velha não podia acreditar no que estava vendo. Já não bastava seu neto ser parecido com seu omma, agora o namorado do mesmo era praticamente igual ao seu appa. Isso foi, no mínimo, assustador. Jimin não entendia o que estava acontecendo, e JungKook ficou assustado ao perceber do que a avó falava, ele lembrava da história, porém, o susto foi tão grande que somente ficou parado, em choque até que a senhora cambaleou para trás, como se fosse cair, mas HiYeo a segurou, impedindo a queda e a ajudando a sentar no sofá.

– Mãe, a senhora está bem? – perguntou preocupada.

– Sim… Eu estou. Tem um álbum de fotografias na minha mala, pode pegar pra mim? – a outra apenas concordou. JungKook e Jimin já haviam entrado na casa e sentaram-se no sofá próximo à ômega. – Você já deve saber o porquê de eu ter me assustado com o seu namorado, não é mesmo? – dirigiu-se ao neto, que balançou a cabeça. O alfa apenas olhava de um para outro como se estivesse assistindo um jogo da liga profissional de ping pong.

Logo HiYeo apareceu com o álbum, Jeon já sabia o que tinha lá, fotos de seus bisavós. E lá estavam eles; Taeyang, que estava sorrindo abobalhado observando KiHyun segurando Mi Chan, ou simplesmente a sua avó. A semelhança entre eles era notável, senão falar que eram quase iguais.

– Essa foi a última foto que eles tiraram. No mesmo dia eles estavam na estrada discutindo… – ela parou por alguns segundos. – Meu appa acabou perdendo o controle... Eu fui a única que sobreviveu.

JungKook sentou-se ao lado da avó e passou um braço pelos ombros da mesma, confortando-a. Jimin apenas encarava a foto, estava assustado com a semelhança. Porém, a tristeza não permaneceu no lugar, não com Mi Chan alí. Ela logo começou as diversas perguntas constrangedoras para o casal, causando uma crise de risos no alfa, e um ômega quase enfiando-se nos braços do namorado de tanta vergonha. No meio da conversa a senhora disse que iria no banheiro, mas ela tinha uma intenção por trás daquilo.

– Ela é legal. – murmurou Jimin.

– Só fala isso porque ela disse que você é bonito… – o ômega disse emburrado.

– Está com ciúme da sua avó, Jeon JungKook? – começou a rir, recebendo um olhar mortal do outro.

– Você é um idiota, Jimin! – empurrou o alfa, porém o mesmo empurrou o ômega e ficou por cima de sí. Os lábios estavam quase encostando-se quando ouvem barulho de passos. Ajeitaram-se rapidamente como se nada tivesse acontecido.

Mi Chan voltou para a sala fingindo não ter visto toda a cena. Para ela, observar os dois era como ver seus próprios pais novamente.

                               {•••}

– Ela viu ele? – o mais velho perguntou.

– Sim. – respondeu.

– Isso é ótimo. Tenho certeza de que dessa vez vamos conseguir. Não é mesmo, Xiuyën? Ou prefere que eu lhe chame de Hyuna?






Notas Finais


E aí? O que acharam?
Desculpa pela demora para atualizar... ;-;
Comentem ai...
Beijos Jikookas...
~Beta7


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