História Seu sabor tão exótico... - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Hentai, Lemon, Originais, Songfic, Yaoi
Exibições 19
Palavras 1.866
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente, como eu não quero que essa fanfic se estenda esse será o último capítulo, vou mostrar o "anos depois", afinal aposto que todos querem ver o Seiji saindo daquela budega! e claro.... O LEMON, FINALMENTE! haha espero que gostem amores, eu me esforço bastante, deixo de dormir pra conseguir escrever por causa de tempo e da minha mãe kkk mas tudo bem. Boa leitura.

Capítulo 11 - Kingdom Come


Música: Kingdom Come - Demi Lovato

​Seiji POV

​Não tenho como explicar a emoção e a sensação de alívio que foi ver Iori entrar por aquela porta ao lado do meu melhor amigo. Jonny correu até Lucas, o abraçou com tanta força e saudade que eles se bateram na parede e mesmo assim não se soltaram, queria fazer o mesmo com o Iori mas Pedro estava logo atrás. Ele sussurrou algo para Iori por algum tempo, vi ele arregalar os olhos e me encarar sorrindo e chorando, correu até mim e me abraçou também.

-Obrigada... - disse em meio aos soluços.

-Nunca mais saia de perto de mim - eu disse apertando ele contra mim.

Meu pai, o Sr. Miura e Bill ficaram na diretoria conversando, Jonny e Lucas foram matar a saudade um do outro e lógico que eu quero matar a minha também. E dessa vez nem foi eu que dei a iniciativa, ele me puxou até nosso quarto e me jogou na cama se sentando em meu colo de frente para mim, me beijou, mas agora de modo tão intenso, apaixonado e excitante e eu me impressionei, talvez esse tempo todo ele não confiava me mim realmente para se entregar desse jeito? saí de meus devaneios quando senti ele se levantar. Observei ele tirando a camisa e os sapatos, então fiz o mesmo deixando minha camisa para ele tirar e ele o fez, ri baixo. Puxei ele de volta para o meu colo, queria mais daquele beijo então o apertei mais contra mim passando as mãos por suas costas, adoro essa pele, esse cheiro, esse beijo... ele.

Assim que separamos o beijo, com ele ainda no meu colo "abracei" ele e distribui beijos por seu pescoço e peitoral, por um momento apreciei a cena dele jogado para trás, sendo segurado pelos meus braços, a cena dele voltando a ficar reto, levantando devagar com a delicadeza e sedução que só ele tem, mordendo o lábio me fez perder os sentidos, parei sem reação e ele então atacou meu pescoço me fazendo arfar.

-Se for pra desistir depois, nem me excite tanto. - falei, sei dos traumas dele, prefiro não fazer nada sem a vontade dele.

-Dessa vez eu não vou pedir pra parar. - Sorri junto a ele.

-Então termina de tirar essa roupa pra mim - mordi o lábio inferior ao ver ele se levantar e de despir sensualmente em minha frente, foi automático eu levantar e joga-lo na cama.

Desço pelo seu corpo distribuindo chupões, dando uma atenção especial aos seus mamilos, eles eu chupo antes de seguir com meus beijos e chupões. Percebi que quando cheguei perto de seu membro exposto sua respiração se intensificou e ele parece ansioso, então apenas para provocar pego seu membro e o masturbo lentamente, enquanto coloco apenas a cabecinha na boca, lambo e tiro, apenas para vê-lo gemer em desaprovação e ficar mais ansioso.

-S... Seiji... - disse entre os gemidos

Após ouvir isso, paro de provocar e começo a chupa-lo de verdade tomando cuidado para não engasgar. Ouço seus gemidos, quase gritos, o que está me deixando mais duro ainda, esse garoto me deixa louco. Paro de chupa-lo e o vejo acalmar e respiração, ele levanta e me puxa, invertendo nossas posições e puxando minha calça a tirando junto com minha box, então sem cerimônias coloca meu pênis na boca, indo devagar da base até a ponta, precionando a língua como se quisesse penetrar minha uretra. Apoiei nas cotovelos para apreciar aquela cena, ele praticamente de quatro me chupando e me masturbando, me levando ao delírio com aquela boca maravilhosa. Suas mãos eram quentes assim como sua boca, senti meu pau molhado com uma mistura de sua saliva e meu pré-gozo. Ele sorriu malicioso para mim assim que tirou meu membro de sua boca e devagar posicionou-se em cima de mim, e começou a encaixar meu pênis em sua entrada, ele fechou os olhos, mesmo ele não sendo virgem imagino que poderia estar doendo, mas ele não parou, foi devagar até entrar completamente, perdi as forças nos braços e joguei minha cabeça para trás, ele era tão quente e apertado que só de estar dentro dele eu estava quase gozando. Não ficou muito tempo parado, começou a ir para cima e para baixo ainda em um ritmo lento que foi aumentando. Comecei a gemer e ele também, ele mordia o lábio para tentar segurar mas não conseguia e abria a boca de novo, voltando a gemer sem cessar. Inverti novamente nossas posições, agora para coloca-lo e quatro, adorei vê-lo assim, entregue e submisso, O penetrei com força, agora bem do jeito que eu queria, aumentava mais o ritmo ao sentir meu ápice chegando mais perto. Não demora e eu gozo, preenchendo o interior do moreno que também chegou ao seu máximo.

Sai de dentro dele e me joguei na cama atrás dele, esperei tanto por isso...

-Seiji... tenho que te falar algo.. - falou um pouco ofegante.

-Agora não... - não queria que aquele momento acabasse, não importa se é algo importante.

-Mas Seiji, é urgente, não posso ficar - virou-se para mim.

-Como?

-Eu vou embora da escola, hoje mesmo... não nos veremos pelos próximos anos... - seus olhos encheram de lágrimas.

-Mas... - suspirei - é melhor mesmo, não podemos confiar no Bill, prometa me ver nas reuniões? sempre que puder vir aqui, venha.

-Prometo tentar, não vou desistir de você. - Nos abraçamos, mas ele logo me soltou e levantou começando a se vestir, fiz o mesmo e assim que prontos saímos do quarto encontrando Jonny e Lucas no corredor.

-Amigão! - Lucas veio me abraçar, retribui.

-Faz tempo! já vai embora?

-Vou com a carona - ele riu - vou sentir falta do meu príncipe, mas fazer o que? o Iori te contou? - olhou para Iori que assentiu para ele.

-Contou, ele vai embora... mas é melhor, não quero que Bill o machuque - peguei em sua mão e Lucas na de Jonny e seguimos para a direção.

Lá Pedro estava sentado ao lado de Bill os dois conversavam sobre algum assunto com o Sr. Miura, algo sobre Iori mas preferi não me intrometer.

-Estou pronto pai - disse Iori ao Sr. Miura.

-Tudo bem, já vamos Senhor Wernek?

-Sim, mas antes... - levantou e veio até mim, colocando a mão em meu ombro - estou orgulhoso, lutou pelo o que é seu, assim como já fiz por Misaki você fez pelo Iori, será um Wernek perfeito, entretanto, te ensinarei a não ser fraco, você fez uma loucura por amor mas essas loucuras não são permitidas! se fraquejar, falhar ou demonstrar sentimentos você irá entregar o jogo, assim que terminar os estudos entrará em um treinamento especial, esteja preparado.

-Outra coisa Seiji, você receberá aulas diferentes dos outros alunos - Bill nos interrompeu - as faculdades não irão te ensinar tudo que precisa saber, não te ensinarão a seguir como a próxima geração de um grande mafioso.

Os observei, agora feliz, mesmo que estivesse querendo tacar fogo no Bill eu seria o próximo Wernek, honrarei meu sobrenome, pagarei meus pais por me salvarem e darei a vida de um rei ao Iori, o tirarei de seus pesadelos e apagarei seu passado, nem que eu tenha que prender estuprador por estuprador. Algo que gosto do meu pai é que ele não costuma machucar quem não tem necessidade, ele não mata por prazer e sim por necessidade, a não ser que toquem no Mori, daí não garanto sua sanidade ou vida.

-Obrigado pai - ele arregalou os olhos.

-Meu filho. - sorriu, ele realmente ficou feliz por eu te-lo chamado de pai?

Fui até Iori e o abracei forte, o beijei e enfim de despedi. Eu serei forte, por ele.

.

.

.

 

Alguns anos depois...

 

Estou na diretoria, Wernek e Misaki acabaram de chegar para me levarem embora. Não entendem como eu me senti no momento em que passei por aquela porta.

-Boa sorte, nos veremos depois Seiji Wernek - Felipe se despediu de mim.

-Até, obrigado - acenei com a cabeça e segui meu caminho.

Vi o céu, o sol brilhar forte como nunca brilhava lá dentro e entrei no carro, assim que deu partida vi ser deixado para trás o colégio, ou melhor, a prisão, manicomio ou qualquer outra droga, ele realmente parecia uma prisão com suas paredes cinzentas e guardas. Além de mim estavam saindo naquele dia os formados assim como eu, Jamie e San também saíram, eles eu mantive uma forte amizade, seriam bons aliados e eu vou precisar daquela persuasão e manipulação impressionantes. Não vejo a hora de ver o Iori de novo.

Não demorou e chegamos a residência dos Wernek, eu e Misaki saímos do carro, Pedro iria para outro lugar, entramos e vi Iori sentado nos esperando, Ele veio e me beijou.

-Senti sua falta...

-Também senti a sua.

-Iori... - Mori o chamou - se não se importa, quero conversar com meu filho e logo Pedro voltará com o contrato.

-Está bem - Iori sorriu para mim e voltou a se sentar, pegando seu celular.

-O que foi pai? - perguntei.

-Pedro foi buscar alguns contratos para Iori decidir se assina ou não, e é sobre isso que preciso te alertar, se ele não concordar com qualquer coisa vocês não poderão ficar juntos

-Como? que contratos? como assim/

-Entenda meu filho, eu sou um escravo, propriedade dos Wernek... já ele... não. Eu não posso fazer nada sem o concentimento do meu mestre, mas já que ele não é propriedade dos Wernek vocês teriam um relacionamento normal, você não pode obriga-lo a nada, ele pode a qualquer momento falar tudo sobre nós, entretanto se ele assinar concorda que se torna propriedade dos Wernek, sendo impedido de ter amizades comprometedoras ou relacionamentos, além de você. Também concorda que se for descoberto qualquer ato de traição ao grupo ele será morto, não importanto de quem ele é filho, marido, neto, sobrinho, protegido, ou escravo.

-Então ele basicamente não pode mais ter nenhum relacionamento amoroso além de mim, não pode fazer amizade com alguém que trabalha ou está em suspeita de trabalhar para um inimigo e também se abrir a boca pra falar sobre algo pra alguém sem minha permissão será morto?

-Sim, exatamente isso, não é escravo mas é uma propriedade, quase a mesma coisa... a diferença é que você não pode trata-lo como quiser, por exemplo, se o Pedro quiser eu tenho que comer ração de cachorro por um ano, mas você não pode força-lo a se submeter a humilhações desse porte. - ele sorriu pra mim - entendeu tudo?

-Sim... - ouvimos Pedro entrando.

-Iori, venha, precisa ler isso - chamou e Iori veio imediatamente.

Observei-o ler, parecia surpreso. Quando terminou ele riu.

-Achei que seria pior, não vai mudar nada! a diferença é que vou ter que te obedecer e não vou escolher os amigos - ele assinou rapidamente e veio até mim, meus pais já não estavam aqui. - Você é meu futuro reino, então sente-me em seu trono.

Não me segurei, puxei ele e o beijei ferozmente.

-Eu amo esse seu sabor tão exótico, não acharia em mais ninguém.


Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro, não tive muito tempo para revisar. Espero que gostem, essa foi a segunda temporada de uma fanfic que fiz a algum tempo, chamada Doce ou Amargo. Obrigada a todos.


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