História Seus Olhos (ChanBaek) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Kpop, Kyungsoo, Yaoi
Visualizações 67
Palavras 2.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, então...
Decidi fazer cap curtos, porque assim demoro menos tempo para atualizar, fazendo de 2k á 3k de palavras, tudo bem assim para vocês? Porque eu acho que consigo atualizar ela essa semana, postando sábado ou domingo.
Mas se vocês quiserem eu faço capitulos mais longos, porém, demorarei bem mais para atualizar, vocês que decide aí.

Espero que gostem o cap, já estou escrevendo o 2 e é nóis <3
QUERO TEORIAS E O QUE VOCÊS QUEREM QUE ACONTEÇA NOS COMENTÁRIOS <3 <3

Capítulo 2 - Primeiro


Fanfic / Fanfiction Seus Olhos (ChanBaek) - Capítulo 2 - Primeiro

 

CAPITULO UM.

 

Babá de um cego!?

 

Park Chan Yeol, um dos melhores presidentes que a empresa de seu pai poderia ter, atencioso com todos, dando privilégio aos mais necessitados, foi durante toda a sua vida uma pessoa bondosa, todos o amavam, evitava brigas, metade de seu salário iria á instituições carentes, pessoas de rua, etc. Mas então por que ele? Perguntava á seu Deus todas as manhãs, “Por que eu?”, mas a glaucoma escolheu o homem ás cegas, irônico não? Park nem se quer sabia o que era essa coisa, nem estava ciente de sua existência, não até ela mesma chegar ao agora, ex-empresário.

Glaucoma é uma doença causada por múltiplos fatores, e vai gradualmente roubando a visão, sem qualquer aviso, e freqüentemente sem nenhum sintoma. E assim fora com Chan Yeol, acordara numa manhã escura como a noite, a luz não havia entrado em seu quarto naquele dia, gritava em desespero até seus vizinhos chegarem, ajudando-o. Mas para a infelicidade de Park e outros que possuem a doença, a glaucoma não possuí cura, á somente uma difícil escapatória, uma cirurgia de alto risco, trocando todos os órgãos oculares por novos, e claro, que funcionem saudáveis, porém, precisava vir de uma pessoa ainda viva, Park negara, não queria tirar a visão de ninguém, ele era uma pessoa boa demais para tal ação. Seus pais já ofereceram diferentes valores para pessoas aleatórias por seus olhos, quantias em dinheiro tão altas que deixariam a família no vermelho, mas é obvio que ninguém estava disposto á remover seus olhos por dinheiro, os pais de Chan Yeol fizeram o possível para curá-lo, mas, Glaucoma não tem cura, Park achara que os seus pais já estavam fazendo demais por si, então resolvera encarar a doença e tentar viver uma vida normal.

Já era pela manhã, o despertador acordara o jovem, levantou-se, não necessitava mais de sua vareta de alumínio para se localizar dentro daquele pequeno cômodo, fizera mais de dois anos que ele já havia sido diagnosticado, então nesse tempo, já havia decorado cada canto de seu apartamento. Caminhara em direção ao banheiro, tateou a superfície gélida da pia, á procura de sua escova e pasta de dente, fazendo sua higiene diária. Seus pais lhe imploraram para voltar á casa dos mesmos, pois lá ele teria ajuda, inúmeros enfermeiros á sua disposição, mas Chan Yeol era orgulhoso demais, queria provar que saberia se cuidar sozinho, pagando com seu próprio dinheiro os inúmeros remédios e consultas. Arrumou-se como sempre, estava ciente de  quais eram as vestimentas em seu corpo somente por sentir o tecido, evitara comprar peças novas, para não confundir-se. Estava elegante como sempre, o terno preto italiano lhe caíra muito bem, deixando-o com um ar dominante e sexy, porém os óculos escuros não combinavam muito com o restante de suas roupas, mas para Park era melhor do que andar com os olhos azulados á mostra. Não conseguia ver seus olhos, mas imaginara um azul horrível, com uma mancha sobre a pupila levemente esbranquiçada, segundo seu médico, não era tão ruim assim. Hoje iria ter visita, um novo enfermeiro, Kyung Soo não lhe disse muita coisa sobre o garoto, somente que era um menino jovem e com portador de um comportamento diferente.

Chan Yeol conhecera Kyung Soo antes de a doença lhe mudar a vida por completo, o menor era apenas um aprendiz da empresa quando a glaucoma veio, eram apenas colegas de trabalho não mais que isso, porém graças á ela (doença), se aproximaram, e muito. Do fora uns dos poucos que ficaram consigo, sempre lhe apoiando e ajudando, sentia saudades em olhar os traços delicados do rosto do menor, era estranhamente bonito, gostava de tocar seu rosto, somente para lembrar de como é o rosto de Kyung Soo, de começo o mais novo achara estranho, mas conforme esse contato se tornara mais freqüente, acabara se acostumando, e secretamente contando, acabara gostando também. Kyung Soo visitava Park sempre que podia, ajudando-lhe com os remédios e atividades diárias, mas por conta dos trabalhos escolares, suas visitas se tornaram escassas, mais um dos motivos para Chan Yeol arranjar um enfermeiro.

Sua mãe logo chegara, com uma enorme lista, ela era quem iria ensinar tudo que Baek Hyun precisava aprender sobre o outro, e como cuidar do mesmo.

— Bom dia querido, como está hoje? — perguntou a mulher, de forma carinhosa, enquanto arrumava o apartamento do filho.

— Bem. — disse Park, simples, sentando-se sobre o estofado de couro, o lugar onde mais passava seu tempo, ouvindo música ou lendo (em hebraico ).

Escutava-se o com de panelas e armários se abrirem, provavelmente, Sra. Park estaria preparando alguma refeição, já Chan Yeol, estava nervoso na sala, batendo o pé ao chão inúmeras vezes, suava frio só em pensar no tipo de pessoa que Kyung Soo haveria lhe indicado. Escutou o celular tocar, transmitindo que era o colega ‘Soo’, quem ligava.

— Alô?

—  Chan Yeol? Oi, o garoto já chegou? — perguntou Kyung do outro lado da linha.

— Ainda não, por quê? — Park estava desconfiado com a animação toda do amigo sobre o enfermeiro, Do nunca ligava para essas coisas.

— Esquece, mas enfim, me diz como foi depois. — após Kyung desligar a chamada, Chan Yeol pode jurar que ouviu uma risada ao outro lado da linha.

Achara tudo aquilo estranho, mas não tinha paciência para pensar no que o amigo estava aprontando, sentia-se nervoso pelo novo enfermeiro juntamente com uma pitada de raiva por não conseguir se cuidar sozinho, não queria causar má impressão ao novo “colega”, então Park fizera questão de se arrumar-se bem, sentia o odor forte e delicioso de seu perfume, passara a mão pelos cabelos marrons, sentindo-os bem alinhados, segundo sua mãe, ele estava belo! Mas todos sabem que a opinião de mão não vale. Quem poderia lhe dizer se realmente estava apresentável era Byun.

 

Por falar em Byun...

 

Faltava apenas dez minutos para dar ao horário marcado pelo diretor da escola onde Baek Hyun iria conhecer o substituto do processo, e o ruivo já o odiava por isto. Estava esticado em sua cama, em uma posição não muito confortável, mas quem liga, quando se está em um bom sonho? Que acabara assim que a mãe do próprio entrara no quarto. Gritou tão alto, irritada pelo fato do menor ainda estar á cama, mesmo ciente que teria algo extremamente importante hoje, ou melhor, daqui á poucos minutos, as cobertas do menino foram jogadas ao chão, uma expressão surpresa pelo ato da mulher.

—  ‘Tá loca!? Me deixa dormir! —  gritou o ruivo, aparentemente mal-humorado.

—  Louca? Ah Baek Hyun... Você ainda não me viu louca, vá colocar uma roupa, esqueceu-se de que tem um compromisso agora!? —  o rosto da Sra. Byun ficava cada vez mais avermelhado, de fato ela estará furiosa com o rapaz.

 Byun nada respondeu á sua mãe, apenas correu direto ao banheiro arrumando-se em uma fração de segundos, o próprio havia esquecido totalmente do compromisso marcado hoje.

—  Hoje você vai aprender á como banhar um idoso. —  debochou a mais velha, saindo do quarto do mesmo.

—  Maldito Kyung Soo...

Não saia de sua cabeça a idéia de ter que banhar um velho, sentia nojo somente em pensar na imagem. Arrumou-se de forma rápida, já que não lhe restava muito tempo ao encontro com o senhor que cuidaria durante seis meses, achara um absurdo este tempo determinado pelo diretor do seu colégio, mas nada poderia contrariar caso contrário, o tempo seria duplicado. Os cabelos avermelhados caídos sobre a testa e uma roupa simples foi o suficiente para Byun estar pronto. Desceu em direção á garagem onde sua mão com uma expressão nada gentil o esperava. Não trocaram muitas palavras até chegarem ao pequeno prédio no centro da cidade, não era algo extremamente luxuoso, mas ainda sim, bonito.

—  Apartamento 105, te pego ás quatro horas, e boa sorte. — disse com um leve deboche sobre suas palavras, o que fez o rosto do ruivo ferver.

—  Quatro horas!? —  antes mesmo de iniciar seu drama sobre o tempo proposto pelo diretor, sua mãe deu partida com o veículo, deixando o menor parado em frente ao prédio marrom.

—  Vaca. — foi tudo que pode falar antes de entrar no local.

Byun esperou alguns minutos para ter certeza que ninguém desceria ir buscá-lo, porém, o ruivo teria que subir sozinho e achar o apartamento novamente sozinho. Resmungou ao saber pelo porteiro que não o elevador estava em manutenção, e novamente quem pagou o pato disso foi ninguém menos que Do KyungSoo que teve seu nome amaldiçoado pela segunda vez  no dia. Como não era um garoto que possuía um bom porte físico, após três lances de escada, seu corpo estava exausto, respirando ofegante sentou-se sobre a escadaria, queria poder ver o horário, para comer alguns minutinhos ali descansando, mas sua mãe fez questão de retirar o aparelho até que aprendesse á se comportar.

—  Finalmente! — comemorou o rapaz, parado em frente a porta cujo o seu número era 105, recuperou seu fôlego antes de dar três batidas sobre a porta e escutar algumas vozes.

Um rapaz alto de óculos escuro atendeu a porta com uma expressão neutra, os cabelos uniformemente escovados e com o terno elegante, Byun imaginou que aquele que estava em pé a sua frente deveria ser empresário ou algo assim, não pode deixar de reparar na diferença de altura entre ambos, a qual era gritante. Aquele homem tinha um ar sexy, o que deixava o garoto terrivelmente excitado, estava começando á gostar do castigo.

—  É... Eu sou Byun Baek Hyun, bom dia. — engoliu seco, antes de estender a mão ao maior, sorrindo timidamente.

—  Ah então é você, entre. —  disse Chan Yeol, ignorando o apertar de mãos do menor, e caminhando em direção á poltrona.

Byun murmurou algum xingamento por ter sido ignorado pelo mais velho, indagado pela atitude rude do outro, mas tudo que pode fazer foi segui-lo até a sala e sentar-se.

—  E seu nome é? — perguntou olhando em volta, observando a decoração rústica do apartamento.

O apartamento não era aquelas coisas, nada extremamente chique ou caro, mas era bonito e aconchegante, estava tudo estranhamente alinhado e limpo, o local tinha cheiro de hortelã, não pode deixar de reparar nos inúmeros porta retratos espalhados pelas prateleiras de madeira, o mesmo homem á sua frente com um semblante sério estava em todas, todas as fotografias sorrindo, um belo sorriso e belos olhos também, um azul extremamente escuro, que chegava á assemelhar-se ao preto, mas Baek Hyun só não entendia o porque daqueles óculos horríveis, não combinava nada com o elegante terno.

—  Chanyeol, Park Chanyeol. — disse o maior o encarando.

O ar ficara pesado depois daquela quase conversa, Byun sentia-se sufocado com Chan Yeol lhe encarando, bom, não sabia se estava de fato lhe encarando, mas seu rosto estava virado para si, tentava desviar seu olhar de todas as maneiras possíveis. Park se divertia com o desconforto do garoto, sabia que estava incomodado e tenso apenas por sua respiração forte, com o tempo o maior prestara mais a atenção nos detalhes sonoros á sua volta, possuía uma audição impecável.

—  Olá menininho! — disse uma mulher de idade, indo a sua direção.

Baek Hyun agradeceu aos deuses pela aparição da mulher, assim não teria que agüentar aquele olhar fuzilador de Park, era uma senhora com cabelos loiros, alguns fios esbranquiçados, Byun imaginara que ela era quem o próprio teria de cuidar e suplicou á qualquer ser celestial que existisse para que não precisasse dar banho na mulher, ela carregava uma bandeira de biscoitos de chocolates, sorrindo gentilmente, deixou-os sobre a mesinha de vidro, ao centro da sala, e sentou-se ao seu lado.

—  Você deve ser Baek Hyun, certo? Você é tão lindinho, espero que cuide bem do meu filho. — perguntou ela, apertando as bochechas do garoto.

— Filho? Mas, eu não vim aqui para cuidar da senhora? — perguntara Byun, confuso.

Uma gargalhada exagerada vinda de Park soou por todo o cômodo.

— Não meu querido. — riu discretamente a mulher, diferente de Chan Yeol que ainda ria exageradamente. — Você veio aqui para cuidar dele, Chan Yeol não quer a nossa ajuda, então não quer pagar enfermeiros, fiquei sabendo que fez coisa feia, e agora tem que pagar, fazendo algum trabalho solidário. — sorriu a mais velha, explicando tudo.

Baek Hyun ficara um tanto confuso, cuidar de Chan Yeol? Por que!? Já era um homem, deveria cuidar-se sozinho. A mulher cutucara Park com a bandeja de biscoitos e o mesmo negara, recuperando-se das risadas.

— Então o que eu devo fazer? Por que ele não tem nada de errado. — disse Byun, com certa dificuldade, por causa dos três biscoitos em sua boca, o que fazia a mulher rir.

— Como? Você não percebeu? — a mulher perguntara.

—  Percebeu o que?

— Por que acha que estou usando óculos, menino?


Notas Finais


Se quiserem pediu alguma fic, ou um shipp ou até mesmo sobre essa fic aqui (talvez rolem spoilers) só mandar aqui :
https://curiouscat.me/babemyeon

Pequeno Paraiso: https://spiritfanfics.com/historia/pequeno-paraiso-9070553


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