História Seus Olhos (ChanBaek) - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O
Tags Baekhyun, Chanbaek, Chanyeol, Exo, Kpop, Kyungsoo, Yaoi
Visualizações 96
Palavras 2.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Escolar, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei, perdoem a demora, e peguem os calmantes para este capitulo, ok?

AAAVISOOOOS
Logo logo chega uma fic nova ChanSoo e ela é bem jóia, mas é tudo que posso falar.


Me perdoem os erros e até o próximo capitulo, por favor não se esqueçam de comentar, ok?ok.

Capítulo 8 - Sétimo


Capítulo Sete.

“Catástrofe.”

Fora tudo tão rápido, e sob a mais pura loucura, Kyung Soo lembrava-se bem, após o álcool tomar conta de seu organismo, e seus desejos mais sórdidos, caminhou em direção á Chan Yeol, em pé, conversando com alguns amigos, quando seu rosto fora puxado para baixo, em direção aos lábios do menino de olhos negros como a noite, um selar rápido, tão rápido que puderam acreditar que nada havia acontecido, pois fora assim que pelo menos Park agiu, nada acontecera. Do tentou pedir desculpas, no trabalho, em sua casa e até por mensagens no celular, mas tudo que recebia em troca era “Do que está falando?”, “Eu não me lembro disso, devia estar muito bêbado.” Porém, não, Park estava mais sóbrio que o próprio adolescente, mas não queria sentir algo por Kyung Soo, pois aquele garoto de estatura tão baixa que chegava á ser fofo, para si, era como um irmão.

Chan Yeol pedira á sua mãe que a levasse até o bar, vestiu-se rapidamente, e com a ajuda da mulher, fora levado ao estabelecimento, senhora Park já sabia onde era o bar, pois, também estava presente no aniversário do filho, somente não viu o beijo, para o alivio do filho. Assim que o carro fora estacionado, a mulher estava prestes á sair do veiculo, quando Chan Yeol segurou em seu pulso. “Não, fique aqui, por favor.” Pedira o homem, logo após, saindo ele do carro.

O cheiro do álcool entrou em suas narinas, era a lembrança de Chan Yeol de alguns anos atrás, bebidas, festas, cigarros etc. Caminhou com o auxilio da bengala, mesmo sabendo bem como era a estrutura do local, e enfim chegara ao bar, colocou sob os olhos esbranquiçados os óculos escuros e então entrou. A primeira pessoa que esbarrou em si, o mesmo pedira ajuda para encontrar Kyung Soo, Chan Yeol não sabia quem o havia ajudado, sabia somente que era alto e um homem, pois a voz masculina era emitida de cima de sua cabeça. “Você não consegue ver?” Perguntou o homem alto. “Não.” Respondera Chan Yeol, simplista. “Eu te levo lá então.” Sentira a palma da mão do outro encostar-se a suas costas empurrando minimamente para frente, alguns esbarrões em cadeiras e mesas, mas logo estava ele lá, em frente ao corpo jogado sobre o sofá velho do bar. O perfume do menor misturado á grande quantidade de álcool não era nada agradável, porém, mesmo assim, Park sentou-se sobre o sofá, tateando o corpo alheio, até que tocou os fios extremamente lisos do menor. Puxou o corpo pequeno em direção ao seu, e logo Kyung Soo estava com a sua cabeça apoiada sobre o ombro do maior.

“Kyung Soo, eu sei que está acordado, vamos, o que houve?” Perguntou Chan Yeol, acariciando o couro cabeludo do outro. “Hã? Hm, Chan Yeol!?” Kyung Soo tentou erguer a cabeça, para poder ver em quem estava praticamente deitado, porém, em um mínimo movimento, uma dor de cabeça terrível surgiu, tirando múrmuros chorados do garoto. “Shh, fique deitado, só vai piorar caso tente levantar, sou eu sim, Chan Yeol.” Respondeu o maior, tentando acalmar Kyung Soo, que estava aparentemente assustado. Não demorou muito para que um choro baixinho pudesse ser escutado, Kyung Soo tentava disfarçar, porém, os soluços estavam um pouco difíceis de neutralizar. “Não chore Soo, o que houve? Por favor, me conte.” Kyung Soo sentia o peito doer novamente, assim como entrou no bar, no início da tarde, com dor no peito, e agora além de um aperto torturante sob o peito, estava com um enorme dor de cabeça também. Kyung queria contar, porém, sentiria burro e um tremendo idiota, Chan Yeol deixou claro que não queria nada consigo, não era para tal sentimento ter crescido tanto, não era para amar a pessoa errada.Voltou á chorar, tão alto quanto da ultima vez, tinha perdido seu primeiro amor de verdade, para a pessoa mais vazia e artificial que conhecia, o que Byun tinha de tão especial?

“Não é nada, Chan Yeol.” Respondeu da maneira mais fria possível, realmente, não queria tratar o ex-empresário daquela maneira, mas o coração não permitia, sentia-se traído, um idiota, era quase involuntário tratar Park daquele modo. “Kyung Soo, por favor...”

“Não é nada!” Gritou, desencostando-se do corpo de Park, do aconchego de Chan Yeol, mas estava casado de sofrer e ainda ter que explicar o motivo disso tudo. Ergueu-se, com uma enorme dificuldade, e caminhou para fora do bar, deixando um Chan Yeol furioso sentado sob o sofá mofado. O ar fresco do meio da noite nunca fora tão bom, tão livre, sentiu o ar gélido entrar por suas narinas, trazendo o frescor da noite, mas tudo fora uma felicidade tão rápida, assim que a ânsia chegou em seu corpo, e então jogou o rosto em direção á lata de lixo ao seu lado, jogando todo o liquido alcoólico que bebera durante toda a tarde, não estava mais bêbado, porém sentia-se podre, estragado, pensava se ainda poderia dirigir a moto de sua mãe e ir finalmente para a sua casa, se jogar na cama macia e nunca mais acordar, porém fora retirado de seus devaneios por um puxão no braço, Chan Yeol com um expressão brava olhava para si, Kyung Soo pode jurar que ele realmente estava lhe enxergando, porém as pupilas brancas escondidas sobre o vidro negro do óculos logo começaram á andar perdidas sobre o olhar de Park.

“Me solta!’ Gritou assustado, tentando se livrar das mãos do maior, que insistiam em agarrar seu pulso. “Não, conte o que está havendo que talvez eu lhe solto.” Ditou, com a voz extremamente autoritária, algo tão dominador, nunca havia visto Chan Yeol daquela fora, tão bravo. “Chan Yeol, eu não quero..” Logo os soluços voltaram, com ainda mais força que os anteriores, e lá estava ele. Do Kyung Soo chorando como uma garotinha que terminou com o namorado recentemente. Em ato rápido, Chan Yeol puxou o corpo do menor em direção ao seu, o abraçando-o, o mais forte que pode. Sentira umedecer o tecido sobre a curvatura de seu ombro, e Kyung Soo tentara não soluçar tão alto, porém era impossível. Chan Yeol só estava piorando tudo, ele estava ali, demonstrando carinho, e o próprio adolescente sabia que aquele simples afeto iria levar ele á outra ilusão, iria continuar amando Park, amando sozinho.

O coração da mulher dentro do carro disparava enlouquecidamente, aquele abraço estava tão próximo, tão intimo, queria retirar seu filho daquele abraço naquele mesmo instante, mas resolvera esperar, talvez estivesse sendo exagerada.

Kyung Soo saiu do transe que era inalar o perfume amadeirado de Chan Yeol, empurrando o corpo consideravelmente maior que o seu para longe de si, e então correu em direção á moto preta de sua mãe, estacionada bem á frente do bar, Park gritou em direção á Kyung Soo, pediu para que o menor parasse, porém, Park era cego, nem ao menos podia segui-lo. Suspirou cansado, e logo escutara o som do salto alto de sua mãe aproximando. “Filho, o que foi isso? Para onde ele foi?” Perguntava a menor, assustada. “Ele só está de cabeça quente, vamos, depois converso com Kyung.” A senhora Park puxara o filho em direção ao carro, onde voltaram para a casa em completo e torturante silêncio.

Kyung Soo estava tão inerte nos pensamentos, que nem percebera o quão rápido estava sobre a moto, a visão embaçada pelas lágrimas que insistiam em descer por seu rosto, que nem ao menos vira o carro bater contra si.

Baek Hyun esperava impaciente uma resposta de Chan Yeol, por que aquele gelo desnecessário? Pensou que poderia estar tomando remédio, mas não demorava meia hora para toma simples três cápsulas, e o próprio não acreditava que avia gravado as horas e as cores dos remédios que Chan Yeol tomava todos os dias. Pensou que talvez, o houvesse assustado com a mensagem, mas também não faria muito sentido, poxa! Chan Yeol o beijou receber um “ah, mas eu posso falar no seu ouvido.” Não deve ser algo tão sério, e então todo esse desespero só aumentou quando escutou o celular tocar, havia chegado uma mensagem. Mas, não era de Chan Yeol, era em anônimo.

“Olá Baek, como vai?

Estou morrendo de saudades da sua boquinha.”

 

“Mas que merda é esse!?” Falou á si mesmo, assustado com a mensagem repentina, seria talvez Park? Brincando consigo? Chan Yeol era tão safado assim? Byun riu, aprovando a hipótese, tinha certeza que era Park, afinal, quem mais poderia ser?

“Ah é? Pois saiba que eu estou

me corroendo  em saudades da sua.”

Provocou Byun em resposta, talvez estivesse gostando do novo e mais abusado Park Chan Yeol, havia pensado que o em-empresário não quisesse nada consigo por ainda ser menor de idade mesmo completando dezoito anos daqui há uma semana.

“Sabe quem mais está com saudades?

[imagem]

Levara um rápido susto ao ver a imagem que Chan Yeol mandara, mas, seu corpo estremeceu por inteiro somente em pensar chupando o pênis de Park, mas logo voltou ao seu raciocínio básico, Byun não havia feito nada mais picante com Chan Yeol, então por que daquela mensagem e foto? E por que aquele pênis lhe parecia tão familiar? Assustou-se novamente, mas dessa vem com o barulho do celular, alguém havia lhe enviado uma mensagem, era....

 

Park Chan Yeol

“Oi Baek Hyun, desculpa pela demora,

Eu tive um pequeno imprevisto.”

“Ferrou, merda, o que que eu fiz!?”

Baek Hyun pov’s.

Mas que merda tá acontecendo? Não faz sentido! Espera, vamos pensar direito, se este é o Park quem é o dono daquela rola? Meu deus eu vou pirar! Corri em direção ao outro chato, onde a imagem daquela rola enorme ainda estava tampando toda a caixa de mensagem.

“Espera, quem é você?”

“Sério Baek? Não se lembra de mim? Oh Sehun.”

Merda, agora faz mais sentido, mas eu havia me esquecido completamente de Sehun, e agora? Eu não posso trair Chan Yeol, tudo bem, não estamos namorando, mas é muita falta de respeito e caráter! Porém, devemos concordar, Sehun é um pecado, e quase impossível de resistir aquele corpo, mas o que eu faço agora?

Bom, decidi ignorar por momento, e focar em Chan Yeol, e em que imprevisto ele havia se metido, será que passou mal? Meu peito doía só em pensar, e doía ainda mais em saber que a culpa é minha. Se eu pudesse, com certeza não faria aquilo, por que quis tanto fugir de Chan Yeol? Fugir do amor? O que eu tinha na cabeça?

“Ah, oi Chan Yeol, você tá bem? Aconteceu algo?”

“Sim, Kyung Soo estava com problemas,

porém já foi resolvido, não se preocupe.”

“Hm.”

“Ciúmes?”

“Não.”

Tá, tá bom, era ciúmes, mas e daí? Não posso? Esse Kyung Soo já vive grudado com Chan Yeol, e agora quer tirar as poucas horas que tenho com ele? A vai achando, vai.

Antes de eu dar uma ótima explicação, que eu não sinto ciúmes, minha mãe me lembrou de que eu tinha aula, estava quase atrasado e mal deu tempo de me despedir de Park, porém nem passou pela minha cabeça que, eu iria encontrar Sehun lá, e ele sentava bem ao meu lado.

Narrador.

Chan Yeol assim que se despediu de Byun deitou em sua cama, sentia-se exausto e um tanto confuso, o que havia ocorrido com Kyung Soo para agir daquela forma consigo? Não deixou gastar muito tempo nisso e finalmente dormiu. Mas infelizmente não pode ouvir a conversa bem ao lado de seu quarto.

“Alô, doutor? Por favor me diga que conseguiu finalizar os exames.”

“Senhora Park, eu fechei um diagnóstico, porém, olha não irei enrolar, seu filho não vai conseguir suportar por muito tempo.”

“O quê!? Não por favor, há outra saída?”

“Sim, porém, vai ser de extrema dificuldade achar alguém vivo que queira doar a as visão para o seu filho, e por favor, não pense em sequestro Senhora Park.”

A mulher logo desligara o telefone, soltando um longo e exausto suspiro, não podia crer, seu filho estava morrendo e o tempo em lhe salvar estava se esgotando.

Kyung Soo acordara com a luz forte da sala hospitalar, sentia-se inteiramente dolorido, apenas conseguia levantar as pálpebras de seus olhos, as quais estavam extremamente pesadas, levou o seu olhar para o lado tendo visão de sua mãe, chorando, e então rapidamente limpou o rosto molhado pelas lágrimas salgadas soltando o melhor sorriso que podia.

“Oi filho, você está melhor meu bebê?” Perguntou a mulher, aproximando-se mais de Kyung Soo. “O que aconteceu, mãe?” Era tudo que o menor queria saber, a última coisa que se lembrava, era dos faróis ardentes do carro e o som ensurdecedor da buzina. “Você sofreu um pequeno acidente meu bem, mas vai ficar tudo bem, ok? Daqui a pouco você recebe alta.” Falou a mulher, tranquilizando Kyung Soo, era um simples acidente.

“Você já contou para ele?” Escutou a voz grave do médico, ao entrar no quarto.


Notas Finais


TANTANTANTAAANNN

Vejo vocês nos comentários.


Meu comentário para este capitulo> Kyung Soo só se fode.


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