História Seven - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Min Hyuk, Won Ho
Tags 2won, Hyungwon, Hyungwonho, Minhyuk, Sobrenatural, Suspense, Terror, Wonho
Exibições 212
Palavras 2.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu juro que vou parar de postar a essa hora, sério.
Gente, MUITO OBRIGADA MESMO pelos 50 favoritos! Quando comecei a fic tinha como objetivo atingir pelo menos 30 auhsjiauhs

Ok, não vou enrolar. É o seguinte, acabei o capítulo agora porque meu dia foi muito corrido. Eu revisei rapidinho e não encontrei nada, mas caso tenha passado algum errinho, desculpa! ;u;
Sinceramente esse é o meu capítulo favorito até agora~
Boa leitura e leiam as notas finais, hein? Nos vemos lá! <3

Capítulo 4 - Protect Me


 

Deixar os dois irmãos sozinhos na cozinha não era mesmo uma boa ideia.

Não demorou muito para que Hyungwon voltasse para seu quarto com passos rápidos, quase como se fugisse do pequeno Changkyun. Minutos depois a criança também deixou a cozinha, com um pequeno bico triste presente em seus lábios.

Wonho decidiu que era hora de inverter os papéis, pois precisava ficar um tempo longe de Hyungwon para pensar um pouco no que Minhyuk havia lhe dito. Ele sabia que seria impossível se concentrar em algo com Hyungwon ao seu lado.

 

 

– Você não viu aquele homem no quarto ontem? Eu quase o toquei, Hose... Wonho. Eu estava dormindo e então, de repente, acordei, do nada. Era como se todo meu sono tivesse ido embora em questão de segundos. – Minhyuk explicou. – Quando abri meus olhos, pude ver alguém parado na porta. Pensei que fosse a mesma coisa de sempre, mas não! Era diferente!

– Minhyuk... – Hoseok falou, ainda tentando processar a informação. – Por que não me acordou? E se fosse um ladrão ou alguma coisa do tipo?

– Um ladrão seria bem menos perigoso do que aquela coisa. – Minhyuk respondeu. – Ele andou em minha direção e, mesmo que o quarto estivesse mal iluminado, eu conseguia ver perfeitamente sua forma! Perguntei quem ele era e o que queria, mas ele não me respondeu, apenas ficou parado do meu lado, me encarando, e então... – O loiro fez uma pausa. – Ele apontou para você. Depois disso ele simplesmente virou as costas e saiu andando pelo corredor, como se estivesse apenas dando um aviso.

– O que?

– Eu não entendi direito, mas acho que tem alguma coisa te perseguindo, sei lá! – Minhyuk disse preocupado. – Uma vez sonhei que alguma coisa te atacava e também tinha umas vozes que pediam para eu proteger alguém... Acho que agora entendi. Preciso proteger você.

 

 

A explicação do outro foi pausada quando o filho mais velho de Minhee passou pela sala, atraindo a atenção dos irmãos que ali conversavam.

Minhyuk subiu a escada, indo atrás de Hyungwon, enquanto Wonho apenas se sentou no sofá da sala e deu alguns tapinhas ao seu lado, indicando para Changkyun que ele devia se sentar ali. O garoto pareceu pensar por alguns segundos, mas logo foi até o local indicado e sentou-se ao lado de Hoseok.

 

– Então... – Wonho falou, tentando conversar com o pequeno garoto ao seu lado. – O que aconteceu na cozinha?

– Hyungwon disse que eu preciso me comportar. – Changkyun explicou. – Depois ele saiu da cozinha e me deixou sozinho.

 

Hoseok balançou a cabeça positivamente, mesmo não entendendo bem o que Changkyun dissera. Depois de alguns minutos em silêncio, Hoseok pegou o controle da TV e entregou para a criança, dizendo que os dois fariam uma maratona de desenhos animados.

Changkyun sorriu minimamente e pegou o objeto da mão do mais velho, logo colocando em um canal que exibia A Princesa e o Sapo. Wonho riu ao ver a escolha da criança, pois não imaginava que um garoto tão sério, e aparentemente frio, gostasse de filmes de princesas.

Os dois continuaram assistindo por um tempo, até Minhyuk chegar e roubar toda a atenção de Changkyun. Wonho bufou, chateado, ao notar que Changkyun já não se importava mais com sua presença, então decidiu se ocupar com algo. Como precisava passar a semana ali, Wonho decidiu ir até sua casa para pegar algumas roupas e pertences pessoais.

 

Péssima ideia.

 

 

 

Em menos de uma hora Wonho já havia reunido algumas roupas para seu irmão e, obviamente, para si. Juntou tudo que julgou necessário em uma mochila e deu uma olhada rápida na casa, certificando-se de que tudo estava em seu devido lugar. Logo seguiu em direção à casa vizinha, lembrando-se mentalmente de ligar para sua mãe para saber como a mesma estava.

Quando voltou, Wonho notou que Minhyuk e Changkyun ainda assistiam algum desenho aleatório, mas não se preocupou em verificar qual era. Wonho foi até o andar de cima e deixou a mochila com seus pertences jogada de qualquer maneira no quarto de hóspedes. Ao sair do cômodo pôde ouvir um som baixo e não demorou muito para que o mesmo percebesse que se tratava de alguém chorando.

Minhyuk e Changkyun estavam no andar de baixo, então, só podia ser uma pessoa.

 

Hyungwon... – Wonho sussurrou e correu até o quarto do filho mais velho de Minhee, deparando-se com o mesmo sentado sobre a cama e de cabeça baixa. – Hyungwon? – O mais velho chamou e rapidamente a expressão do rapaz de cabelos claros mudou.

– Wonho! – Hyungwon disse animado e correu na direção do mais velho. Hoseok não entendia o que estava acontecendo, mas sentiu os braços do mais novo envolverem seu corpo e logo retribuiu o abraço. – Pensei que tivesse ido embora e deixado a gente, e...

Shh. – Hoseok interrompeu, afastando-se um pouco do outro apenas para encará-lo. – Eu não vou te deixar, eu prometi te ajudar, lembra?

 

– –

 

Wonho precisava de um banho, mas também precisava de coragem para se afastar dos outros por alguns minutos.

Por um momento sentiu-se intimidado com a casa e com a ideia de ficar completamente sozinho, mas repreendeu-se ao notar como estava sendo medroso. Depois de separar uma roupa simples e confortável, Hyungwon lhe deu uma toalha, alguns produtos para sua higiene pessoal e um conselho.

 

“Não mexa no espelho.”

 

Após trocar algumas palavras com Hyungwon, Wonho seguiu até o banheiro e tomou seu banho rapidamente, sentindo um grande alívio por finalmente ter um pouco de paz dentro daquela casa. Já com a toalha em sua cintura, Hoseok deixou o box do banheiro e encarou um ponto que lhe chamava a atenção. Havia um enorme pano cobrindo o que Wonho presumiu ser o espelho e, em questão de segundos, a curiosidade já havia o guiado para o tal objeto.

Lembrando-se do conselho de Hyungwon, Wonho se afastou do espelho coberto e retirou a toalha de sua cintura, levando a mesma até sua cabeça para secar seus cabelos. Nesse momento, o pano que cobria o enorme espelho pareceu se mexer. Wonho encarou aquilo um pouco assustado, mas resolveu acreditar que era apenas o vento ou algo do tipo. Era uma possibilidade sem fundamento algum, mas preferiu acreditar em uma mentira do que se desesperar com a realidade.

Notavelmente preocupado com aquilo, Hoseok rapidamente procurou suas roupas para se vestir e sair logo dali, porém acabou se deparando com uma surpresa desagradável.

 

Que merda é essa? – Wonho perguntou ao notar que as roupas que havia colocado sobre o cesto não estavam mais ali. Após proferir tais palavras, o pano preto que cobria o espelho caiu de uma vez, revelando o objeto que estava escondido. Hoseok voltou a colocar a toalha em sua cintura, andou até o espelho e ao olhar para seu reflexo deparou-se com uma imagem terrível.

 

Sem pensar duas vezes, Wonho abriu a porta do banheiro e deixou o pequeno espaço rapidamente. Devido a sua distração, o rapaz de cabelos pretos não viu o filho mais velho de Minhee no corredor e esbarrou no mesmo com força, fazendo com que ambos caíssem.

Hyungwon sentou-se no chão e sentiu suas bochechas esquentarem ao ver o mais velho apenas de toalha, praticamente deitado no meio do enorme corredor. 

 

– Belo corpo. – Hyungwon disse baixinho, com um sorriso malicioso em seus lábios, encarando descaradamente o outro. – O que aconteceu?

– Eu... Eu não posso fazer isso. – Wonho comentou triste, levantando-se logo em seguida. – Hyungwon, tem algo errado aqui, eu não posso lidar com isso!

– Wonho, o que aconteceu? – O mais novo repetiu a pergunta, ainda sentado.

– Aqui, vem ver. – Wonho segurou a mão do mais novo e sem explicar nada apenas puxou o outro em direção ao banheiro. Pela reação do mais velho, Hyungwon já tinha ideia do que acontecera, porém optou por ficar quieto e apreciar a bela visão das costas de Wonho enquanto o mesmo guiava-o.

 

Quando adentrou o banheiro, Hoseok se sentiu atordoado.

 

Tudo estava em seu devido lugar.

 

O espelho estava coberto e suas roupas estavam sobre o cesto, como havia deixado antes de tomar seu banho.

 

– Wonho, não estou entendendo... – Hyungwon disse, fingindo estar confuso. Ele sabia o que havia acontecido, mas preferiu ficar quieto e omitir a verdade.

– Nada. – Wonho respondeu, soltando a mão do mais novo. – Não é nada.

 

Wonho apenas empurrou levemente o outro, para que o mesmo saísse do banheiro. Hyungwon entendeu e se afastou, vendo Wonho fechar a porta diante de si.

 

Me desculpe, Wonho. – Hyungwon sussurrou e deixou um breve suspiro escapar por seus lábios.

 

– –

 

Depois do incidente do banheiro, os dias seguintes passaram tranquilamente. O quinto dia na casa foi, sem dúvidas, o mais surpreendente. O dia começou com uma cena extremamente incomum, que deixou Minhyuk feliz e Wonho em choque.

Hyungwon apareceu na cozinha carregando Changkyun em seus braços.

 

– O que foi? – Hyungwon questionou, observando as expressões estranhas e até mesmo engraçadas dos irmãos.

– Nada... – Minhyuk respondeu, rapidamente desviando a atenção para Hoseok, que ainda parecia estar em choque.

– E então, prepararam o café da manhã? – Hyungwon perguntou se aproximando dos dois com um pequeno sorriso presente em seus lábios, ainda com o irmão mais novo em seus braços.

– É... – Minhyuk fez menção de responder, mas como não sabia o que dizer simplesmente se calou e olhou para o irmão, esperando que o mesmo respondesse.

– Eu fiz panquecas! – Wonho anunciou animado após se recuperar do choque. – Espero que estejam boas, não sou um cozinheiro tão bom. – Concluiu com um tom divertido, logo voltando a tomar seu café.

– Na verdade você é. – Minhyuk comentou em meio a uma risada baixa. – Não seja modesto.

– Ah, é mesmo? – Hyungwon perguntou exibindo uma expressão indecifrável para Wonho. – Depois quero que me mostre o que sabe fazer.

 

Ao ouvir as palavras de Hyungwon, Wonho cuspiu o café que tomava no rosto de Minhyuk.

Minhyuk pareceu processar a situação por alguns segundos, até finalmente se dar conta do que acontecera e ir até o banheiro para se limpar.

 

– Min, espera! – Changkyun chamou, rindo da cena que havia presenciado. Hyungwon colocou o mais novo no chão e logo o mesmo seguiu Minhyuk até o banheiro.

 

– Parece que ficou surpreso. – Hyungwon disse, sentando-se numa cadeira próxima do mais velho. – Provavelmente você interpretou isso de um jeito errado.

– É, também acho. – Wonho concordou envergonhado, recebendo como resposta apenas uma risada breve e baixa de Hyungwon.

 

Após as poucas palavras trocadas, o local ficou em completo silêncio. Wonho e Hyungwon encaravam-se de forma intensa, como se buscassem no olhar do outro as respostas para as diversas perguntas que possuíam em suas mentes. Antes que Hyungwon fizesse ou dissesse algo, Wonho se inclinou na direção do mais novo e fez o que sua mente praticamente implorava-o para fazer.

 

Um beijo.

 

Foi um simples selar, um toque breve dos lábios, mas foi o suficiente para o coração de ambos baterem aceleradamente, como se fosse o primeiro beijo dos dois.

 

Na verdade, era o primeiro beijo de Hyungwon, mas Wonho não sabia.

 

Depois do rápido contato, Hyungwon se levantou, com a sensação de que seu coração podia sair por sua boca a qualquer momento.

 

– Então, e-eu preciso... Eu... – Hyungwon tentou dizer algo, mas o olhar confuso de Hoseok sobre si estava deixando a situação ainda mais complicada. Agitado demais para pensar em algo, o mais novo simplesmente suspirou e correu até seu quarto.

 

Wonho tentou entender o que acabara de acontecer, e se sentiu estúpido ao perceber que havia agido por impulso e, consequentemente, assustado o outro. Pelo que já sabia de Hyungwon, concluiu que o mesmo se isolaria no quarto pelos próximos dias e só sairia dali quando sua mãe voltasse.

 

– Eu sou um idiota... – Hoseok comentou baixo, torcendo para que sua conclusão estivesse errada.

 

– –

 

– Foi muito engraçado! – Changkyun comentou rindo, observando Minhyuk limpar o rosto sujo de café.

– Não foi não! – Minhyuk reclamou, exibindo um pequeno bico, mas logo imitou a ação de Changkyun e riu. – Ok, talvez tenha sido um pouco engraçado.

– Uhum! – Changkyun concordou. O loiro sorriu e rapidamente terminou o que estava fazendo, logo se retirou do banheiro levando Changkyun consigo.

– E então, o que quer comer? – Minhyuk perguntou para a criança, mas estranhou o fato de não obter uma resposta. Quando olhou para o garoto, Minhyuk percebeu que o mesmo estava parado, com a cabeça baixa e uma expressão assustada. – Ei, tudo bem?

 

Changkyun encarou Minhyuk, mas não soube como explicar, então apenas apontou para a escada, indicando que havia algo no andar de baixo. O loiro sentiu uma pontada em seu coração, pois sabia que seu irmão estava na cozinha e, ao lembrar do ocorrido no quarto dias antes, diversos pensamentos ruins invadiram sua mente.

Cada segundo parecia uma eternidade para Minhyuk, mas o mesmo era incapaz de tomar uma atitude. Ele não sabia se queria mesmo ir até o irmão, pois tinha medo do que poderia encontrar, mas também sentia que possuía o dever de protegê-lo, já que Hoseok era incapaz de se proteger sozinho.

Minhyuk possuía uma característica incomum, assim como Changkyun. Desde que viu a criança pela primeira vez, o loiro percebeu que o pequeno garoto também possuía um dom como o seu.

 

– Min... – O loiro só saiu de seus devaneios quando Changkyun o chamou e, novamente, Minhyuk sentiu uma dor forte em seu peito. Ele sabia que aquilo não era um bom sinal.

 

Antes de Minhyuk criar forças para finalmente sair do lugar, um rapaz com cabelos claros surgiu no corredor, com uma expressão de desespero estampada em seu rosto.

Hyungwon.

 

Nervoso, Hyungwon apenas fitou rapidamente as expressões confusas dos outros dois e correu até a cozinha, sentindo seu coração bater descompassadamente. Saber que Wonho estava em perigo havia despertado algo novo em si.

 

O medo de perder alguém importante.

 

– Wonho! – Hyungwon chamou ao adentrar a cozinha, mas logo sentiu seu corpo congelar. Uma figura, que tanto Hyungwon como Changkyun já conheciam bem, estava parada ao lado de Wonho, como se o observasse.

– O que foi? – Hoseok questionou sério. Era óbvio que o mais velho ainda estava confuso com o que havia acontecido, e Hyungwon também sentia o mesmo que o rapaz de cabelos escuros, mas sabia que não poderia deixar aquilo falar mais alto que seu medo.

 

Por mais que quisesse dizer algo, nenhuma palavra saía da boca de Hyungwon.

Não demorou muito para que Minhyuk e Changkyun também aparecessem na cozinha e, assim como Hyungwon, também ficassem imóveis ao ver aquele ser novamente. O homem magro e desfigurado também era familiar para Minhyuk, que o via frequentemente em seus piores pesadelos.

Wonho continuou confuso, sem entender o que estava acontecendo. Ao notar que o trio olhava para algo atrás de si, Wonho virou-se para ver se havia alguma coisa ali. Quando se virou, Wonho sentiu um sentimento ruim apossar-se de si, mas não entendia o porquê.

Não havia nada.

 

– Vocês estão me assustando... – Wonho comentou encarando os mais novos, ainda mais confuso. Disposto a ajudar os outros em sabe-se lá o quê, o mais velho se levantou e andou até o trio aparentemente desesperado.

 

Era difícil para Wonho entender os outros, mas era ainda mais difícil ver tudo aquilo sem poder fazer nada. Os três estavam imóveis, alguma coisa simplesmente impedia que os garotos se mexessem e até mesmo falassem. Wonho só notou que algo muito sério estava acontecendo quando viu uma lágrima escorrer pelo rosto de Hyungwon, acompanhado de um sussurro quase inaudível do mesmo.

 

“Desculpa.”

 

 

Em questão de segundos tudo piorou.

 

Wonho sentiu uma forte tontura e logo sua vista escureceu gradativamente, até perder completamente a visão. O mais velho tentava entender o que estava acontecendo, pois tinha a impressão de que seu corpo estava adormecido, desligado, mas sua mente não. Mesmo não conseguindo enxergar, Wonho era capaz de ouvir os gritos desesperados de Minhyuk, Hyungwon e até mesmo de Changkyun, porém uma quarta voz, esta desconhecida, atraiu sua atenção.

 

 

 

 

“Estava ansioso para falar com você, Shin Hoseok. Precisamos conversar.”

 

 


Notas Finais


Hyungwon e Changkyun agindo como irmãos, uau! Minhyuk é bias do Chang, isso tá bem óbvio, e por falar nisso, entenderam a ligação do Min e do Chang? Wonho safadjenho imaginando coisas e tirando a inocência alheia, que feio.


E aí, o que acharam? Mereço seu amor? Seu ódio? ;-;
Não tenho muito o que dizer hoje, até porque já falei bastaaaante no capítulo. Qualquer dúvida é só comentar que a tia aqui responde! <3
Se tá curtindo a fic, não esquece de favoritar e comentar, isso ajuda a autora! .q

Ah, alguém aí curte mpreg? Eu nunca escrevi mpreg antes e tô com vontade de escrever algo diferente, até já tenho tudo em mente. E além de Hyungwonho (ou 2won, como preferir), quais couples vocês shippam no Monsta X? Tô perguntando pra saber quais couples usar nas próximas fanfics ahsuijausha
Até o próximo, amores e amoras!! <3


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