História Seven - Capítulo 29


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Ansel Elgort, Blake Lively, Cameron Diaz, Dave Franco, Emma Roberts, Faking It, James Franco, Jennifer Aniston, Justin Bieber, Katie Stevens, Kristen Stewart, One Direction, Rita Volk, Tyler Posey, Zac Efron, Zayn Malik
Personagens Amy Raudenfeld, Ansel Elgort, Ashton Irwin, Blake Lively, Calum Hood, Cameron Diaz, Chi Park, Chris Taub, Dave Franco, Emma Roberts, Gregory House, Harry Styles, James Franco, Jennifer Aniston, Jessica Adams, Justin Bieber, Karma Ashcroft, Kristen Stewart, Lawrence Kutner, Liam Booker, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Robert Chase, Shane Harvey, Tyler Posey, Zac Efron, Zayn Malik
Tags Adolescente, Bissexualidade, Harry Styles, Olivia Wilde, Romance, Romance Adolescente, Universidade, Zayn Malik
Visualizações 11
Palavras 2.249
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 29 - Futuro


Fanfic / Fanfiction Seven - Capítulo 29 - Futuro

4 meses depois
- TC! - Catherine o chamou do corredor.
- Oi. - o homem alto com cabelos negros e barba por fazer se aproximou.
- A Claire não quer entrar na quimio. - ele suspirou e entrou na sala.
- O que foi querida? - ele perguntou para a pequena garota com grandes olhos verdes e já sem seus antigos lindos cabelos cacheados.
- Eu não posso entrar sem o Stuart. - ela disse e sua mãe encarou TC.
- O canguru está no carro, e eu não posso deixá-la sozinha.
- Vá e eu fico com ela. - a mulher assentiu sorridente e saiu do quarto apressada.
- Campbell. - Catherine entrou no carro.
- Vá até a clínica, diga a Samantha que chego logo.
- Eu posso atender alguns pacientes se quiser.
- Não precisa. - ele disse sorrindo fraco.
- Fica me devendo um café. - ela sorriu e saiu do quarto, indo em direção a clínica, o hospital estava quase vazio, eram 02:30 da manhã, assim que chegou a clínica viu que não havia nenhuma ficha na bancada.
- Sam. - a recepcionista a olhou - Onde estão as fichas?
- Não tem nenhuma, estamos meio vazios hoje. - Catherine assentiu e ia embora quando Samantha a chamou novamente.
- Tem uma pessoa te esperando na sala dois. - Catherine franziu o cenho e seguiu para a sala, assim que entrou viu o sorriso sínico no rosto de House.
- O que faz aqui? - ela perguntou indo até ele.
- Texas? Não foi tão difícil de achar, só não sei porque veio pra um lugar tão quente.
- O que faz aqui?
- Para de bancar o disco arranhado. - ele disse fazendo uma careta - Então... como veio parar aqui?
- O que quer comigo?
- É uma troca Campbell, você respondi uma pergunta minha e eu te respondo uma sua.
- Okay. - ela se apoiou uma das mãos na mesa - Vim fazer um trabalho voluntário e fui contratada, agora... o que faz aqui?
- Crianças a beira da morte? É isso? Que tédio.
- Você é um idiota. - ele pôs a mão no peito como se tivesse ofendido.
- Eu venho aqui lhe oferecer um emprego e é isso que ganho.
- Eu já tenho um emprego.
- Chama isso de emprego.
- Estou feliz sem charadas e... adrenalina.
- Eu acreditar nisso quando você acreditar.
- A Lauren te mandou aqui?
- Ela nem sabe onde você está.
- E como descobriu?
- Vi o histórico de pesquisas no notebook do... o loiro de olhos azuis.
- Luke.
- Isso... Luke.
- Pode ir embora agora.
- Embora? Claro, quando voltar comigo para Princeton. - Catherine apertou os lábios e deu de ombros.
- E por que eu faria isso?
- Preciso da sua ajuda.
- Minha ajuda? Você é um gênio, a últimas pessoa que precisa ter do seu lado sou eu.
- Viu? Por isso preciso de você.
- Você é um gênio idiota, mas é um gênio.
- Pode ao menos tentar ajudar? - Catherine bufou mas assentiu, House pegou o celular, ligou para alguem e pôs no viva voz.
- Mulher, 38 anos, solteira, um filho de 15 anos, afastada do trabalho por incapacidade, resultado da esquizofrenia. - Foreman disse - Queixas de dor torácica aguda e dispneia, a paciente foi trazida ao hospital pelo filho após uma dor súbita na perna, un quadro tipico de trombose venosa profunda, em minutos evoluiu para dor torácica e falta de ar, um tromboembolismo pulmonar, ela desmaiou e foi parar no pronto socorro.
- Ela tem os sinais classicos de esquizofrenia, mas durante a internação, mas ela teve hemorragia digestiva alta, em outras palavras menos médicas, vomitou sangue, apresentou TP e tumor sólido no fígado. - Catherine cerrou os olhos.
- Você já sabe a resposta. - Catherine encarou House - Verifiquem os olhos dela.
- Os olhos? - Foreman perguntou, mas o silêncio vindo a seguir deu a entender que ele estava verificando o pedido de Catherine - Ela tem os anéis de Kaiser-Fleischer, é a doença de Wilson. House... o que faz com a Campbell... - House desligou o celular.
- Viu? Preciso de você.
- Você já sabia.
- Por que insiste na teoria de que eu já sabia?
- Você não é do tipo que pede ajuda, a menos que saiba a resposta, ou que precise de uma pergunta para acha-la.
- Vai voltar? - Catherine negou - Eu posso fazer você ser demitida ou... você pode por livre e espontânea vontade pegar suas coisas e vamos embora.
- Por que de repente você se importa?
- Gosto de ter bons médicos ao meu redor.
- Gosta de ter marionetes ao seu redor, gosta de controlar as pessoas
- Não é a mesma coisa? - Catherine riu sem os dentes - O que tem no San Antonio Memorial que não tem no Princeton-plainsboro? Alem da TV a cabo.
- Paz.
- Paz? Jura? Esse lugar é deprimente tem zumbis por todos os lados.
- Zumbis?
- É, metades deles estão na quimioterapia ou radioterapia.
- House... por que não simplesmente aceita que estou feliz?
- Vai ficar mais feliz se voltar.
- O que entende de felicidade? - House olhou para o chão, mas rapidamente ergueu o rosto.
- Entendo que vai ficar feliz pela novidade, ou várias delas, você ficou fora muito tempo.
- O que demais pode ter acontecido?
- A filha da traíra nasceu.
- Traíra?
- Misha.
- Como sabe da Misha?
- O loiro contou.
- Não me importo.
- Sabe qual o nome?
- Não faco a mínima idéia e nem quero fazer.
- Talia. - Catherine parou de debochar e engoliu o seco.
- Talia? Ela botou o nome da minha mãe...
- Pois é, eu disse que você estava perdendo muitas novidades. - Catherine se recompos.
- House... eu não quero...
- É o seu sonho, trabalhar no Princeton-plainsboro, resolver charadas.
- Meu sonho mudou.
- Não, muitas coisas mudaram, nenhuma delas está relacionada ao seu amor pela adrenalina concedida pela medicina, duvido que aqui tenha a mesma emoção de ter casos malucos e... desafios médicos.
- Me tornei mais... humana aqui, sabe... sem a influência de drogados infelizes. - House cerrou os dentes.
- Até onde eu sei, não foi só em Nova Jersey que tiveram novidade, o seu "probleminha" - ele fez aspas com as mãos - Com as agulhas está na minha lista de novidades. - Catherine apertou os lábios - Você gosta de jogar os meus problemas na minha cara, mas nunca resolve os seus.
- Eu superei.
- Ver essas pessoas morrendo todos os dias te mudou? Eu duvido. - Catherine respirou fundo.
- Tem razão, não mudou, mas... eu sou problemática é a minha natureza, deve der de família. - ela o olhou diferente - Você é inteligente House... eu sou inteligente, é oque dizem, tenho certeza que... - ele a interrompeu.
- Sim.
- Mesmo assim, nada mudou.
- Você deveria voltar para Princeton.
- Eu deveria fazer muitas coisa.
- Você pode... só precisa querer, parar de se lamentar e chorar pelos cantos, amar dói, e já descobriu isso, e não vai mudar, tudo só piora, fugir não vai ajudar. - Catherine encarou o chão - Te espero no carro, tem 10 minutos, se não estiver lá nesse prazo, eu vou embora e te deixo aqui. - ele saiu da sala e Catherine respirou fundo.
- Quem é aquele? - TC perguntou franzindo o cenho.
- Podemos conversar?

9 min e 57 segundos
House suspirou e fechou a porta do carro, quando ia arrancar ouviu alguém batendo no vidro do carona.
- Cheguei no prazo? - ele sorrou fraco e ela entrou no carro.
A viagem seria longa, e ficar quieto durante todo esse tempo não estava nos planos de Gregory.
- O que vai fazer quando chegar lá?
- Como assim "o que vou fazer"?
- Seus amigos, a Lauren, tudo.
- Eu vou... arrumar tudo.
- Teve bastante tempo pra pensar, chegou a alguma conclusão?
- Várias, fugir dos problemas não adianta, o amor dói...
- Calma, eu te disse isso.
- E tinha razão, estou perguntando as suas conclusões.
- As pessoas morrem, dói, vai acontecer com todos, inclusive comigo. - House a olhou - Todos vamos morrer um dia, temos que aproveitar, a Megan... de certa forma aproveitou, pelo menos um pouco, poderia ter sido diferente.
- Não, iria acontecer.
- Por que? Acredita que... "Deus quis assim" ou "Era o destino dela"?
- Não. - ele fez uma careta - Ninguém podia ajudá-la, não era a Megan falando, eram as drogas, é diferente quando metade delas quer viver e a outra só quer... sumir, morrer. - House fez uma pausa - E quanto ao amo? Que conclusão chegou? - Catherine sorriu fraco.
- Que... ele esteve do meu lado... sempre, e eu... simplesmente Fechei os olhos pra isso.
- Então achou seu amo? Seu príncipe?
- Talvez. - ele pôs uma mecha de cabelo atrás da orelha.
(...)
#Catherine (Princeton)
Engraçado que ficar longe é sempre estranho, hora ou outra quando eu estava no Texas me pegava andando pela rua a procura do café de Kissimmee, ou esperava a Megan e ligar perguntando como eram os gatos da cidade e se as festas eram boas.
Todo dia eu me inundava de perguntas "por que fugi?" "Por que não enfrentei e aceitei a derrota?" E eu sempre chegava a mesma conclusão
"Sou fraca e frágil, meu problemas sempre vai me deixar na lona.
Antes do House chegar e achar que me convenceu a ir embora, eu já tinha a minha carta de demissão, já tinha minhas malas prontas, estava disposta a ir embora, mas eu queria provar que estava certa, queria provar a ele e me convencer que estava feliz e que aquele lugar estava me fazendo bem, eu estava enganada, como sempre estou, eu sou uma caixinha de surpresas, sou a corda fina e bamba entre a emoção e a razão, já cai e me levantei várias vezes, e sempre chego a mesma conclusão, pensamentos não fazem diferentes, ações fazem, por isso, agora ás 02:30 da manhã eu bato na porta na esperança que ele atenda, e torcendo para que ele esteja em um sono profundo, novamente a emoção e a razão brincam pelo poder da minha mente.
A porta se abriu e ele coçou os olhos, sorri fraco.
- Você... voltou, mas... quando? Como? - Luke sorriu, mas negou con a cabeça e fechou a cara - Por que você...?
- Posso entrar? - ele abriu espaço pra que eu entrasse.
- Quer... café? - neguei com a cabeça e ele se sentou no sofá, me sentei ao seu lado e ambos olhamos para frente causando um silêncio constrangedor - Quando você chegou?
- Faz... alguns dias.
- Dias? Por que não me ligou?
- Eu... tava tomando coragem.
- Coragem? Pra me ligar?
- Eu... ensaiei ou discurso lindo, eu juro, mas... sabe quando você estuda muito uma coisa e ai no dia da prova tudo simplesmente... desaparece? - ele sorriu fraco.
- Matemática.
- Matemática. - ambos se olharam e sorriram fraco - Mas é uma matéria um pouquinho mais complicada.
- Mais que matemática?
- Muito mais.
- E o que é?
- Sabe quando... o seu coração dispara, tudo parece ficar em câmera lenta, o mundo a sua volta simplesmente... desaparece? - ele sorriu fraco sem os dentes.
- Acreditaria se eu te disser que sei?!
- Eu senti isso... e pensei que fosse... sei lá, normal, mas não era.
- Tá falando da Misha?
- Não. - disse firme - Esqueça a Misha. - respirei fundo - Estou falando... de uma pessoa que sempre esteve do meu lado, que me fez tomar banho gelado durante uma semana, que ama vodka, que nunca fala não a uma festa, que tem a melhor frase de todas... - ambos sorriram.
- "Bom porre". - dissemos juntos.
- Sinto muito Luke, por ter te magoado, por ter decepcionado a única pessoa que eu não podia.
- Você nunca me decepcionou, uma vez ou outra você me deixou bem puto... mas nada demais. - me levantei e fiquei em pé a sua frente, respirei fundo e ele se levantou.
- Luke... eu te amo, eu... não sabia disso, ou sabia, sabe quando você... olha o planeta do espaço.. e depois você pega um mapa e voçe entende e ver tudo muito melhor, só precisa chegar mais perto.
- Eu te amo Cat, no começo eu te odiava, talvez pelo constante banho frio, mas se você não sabia, eu já sabia a muito tempo, eu ia te contar, antes do casamento, mas eu não queria estragar tudo.
- Foi bom.
- Bom?
- É... foi um tapa na cara receber um não da Misha, doeu deixar o Jason lá plantado porque... eu não gostava dele tanto quando ele de mim, e quando a Misha me disse não, eu senti oque o Jason sentiu naquela hora. - suspirei - A Misha e o Jason não são o alvo do conversa.
- Eu sei.
- Eu só queria... - Luke colou seus lábios aos meus de suspresa.
- Chega de discursos, eu já entendi. - ambos sorrimos e ele voltou a me beijar explorando com a língua cada canto da minha boca.


Notas Finais


Gostou? Favorita ai pra ajudar 😘
Penúltimo capítulo, está acabando, espero que estejam gostando.


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