História Seven Minutes in Heaven ๑ Yuri on Ice - Capítulo 12


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Mari Katsuki, Minako, Takeshi Nishigōri, Victor Nikiforov, Yuko Nishigōri, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Anime, Victor (viktor) Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky, Yuri!! On Ice
Exibições 460
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Leiam as notas finais.

Capítulo 12 - Revnivyy rusky


Fanfic / Fanfiction Seven Minutes in Heaven ๑ Yuri on Ice - Capítulo 12 - Revnivyy rusky

Este foi um doloroso tempo agitado. As coisas voltaram ao normal de uma forma assustadoramente rápida. Victor está sorridente como antes, e suas tentativas de violar o meu corpo foram cada vez mais intensificadas.

Bem, é claro que depois do episódio no restaurante voltamos para a casa cada um com seus acompanhantes como se nada tivesse acontecido. Minami parecia preocupado, mas resolveu não comentar nada a respeito.


Fiquei quieto o suficiente para ouvir o que se passava dentro de mim. Então, aprendi a reconhecer e aceitar o que estava sentindo. Um sentimento bom, eu estava me sentindo necessário e Victor estava tendo suas carências preenchidas.


Fiquei pensando sobre o quanto Victor pareceu ficar perturbado nesse meio tempo. Eu não sabia que ele tinha um lado assim dentro dele.


Recapitulando o que houve naquela mesma noite, chegamos em casa e nos embebedamos de saquê. Em outras palavras, largamos tudo e fomos para o quarto mais próximo, e assim ficamos nos beijando e trocando carícias até cairmos no sono.

Como eu disse, é hora de estudar. No momento, estou conversando com Yuko no corredor. Ela nunca foi muito sutil.

— Yuuri-chan! Quem fez essas marcas em seu pescoço?

Eu não conseguia pensar em nenhuma outra forma de responder a garota que estava em minha frente. Me sentia indulgente ao dar uma resposta a uma simples pergunta.

Hoje de manhã, acordei primeiro que o russo. Assim, tive a oportunidade de sair do quarto sem que ele percebesse. Foi um alívio saber que ninguém teve a curiosidade de perguntar como foi o encontro de cada um.

Haa Yuri, sério mesmo que você chamou a professora de vagabunda?”

“Eu estava bêbado, Victor!”

“Preciso te embebedar mais vezes!”

É claro que eu tive que encobrir o meu comportamento agressivo e culpar a bebida. É uma questão de princípios.

— Yuri! Você está me ouvindo!?

— Oh, Gomen. Acho que devo ter batido em algum lugar e não percebi.

— Humm, que seja. O festival escolar está chegando, já decidiu se vai fazer alguma coisa?

— Ainda não tenho certeza. Acho que não irei participar das atividades.

— Por que não desfila como modelo? Você é tão bonito.

— iie! Não diga bobagens, Yuko. Eu não sou um homem bonito.

— Onegai! Onegai! Yuuri-kun!

Yuko era tão boa comigo. Eu não tive sequer a capacidade de negar o pedido, afinal. No fim das dúvidas, ela mesma seria a encarregada da organização já que é a presidente do grêmio estudantil.

Com isto e aquilo, finalmente pude me despedir da moça e seguir o meu caminho para a classe.

Victor estava saindo da sala do diretor. Ele é um homem tão bonito, sério, eu me sinto bastante sortudo. Conclui inconscientemente que quando Victor faz questão de estar a minha disposição, tudo o que faço é recuar. Talvez, eu não goste de que o russo seja autoritário.

Realmente, não fico mais com raiva quando ele me toca, ou quando me diz coisas inapropriadas no ouvido quando ninguém está vendo. Victor acredita em mim porque dou a oportunidade de estar em minha presença, e mesmo que às vezes eu reclame de seus abraços sufocantes, o russo acha que já é o suficiente.

— Pensando em mim, porquinho?

Como era de se esperar, Victor me envolveu em um abraço onde suas mãos contornaram a minha cintura me puxando para sí, e assim pôde esfregar a sua bochecha  carinhosamente na minha, enquanto a sua outra mão deslizou e passou a segurar o outro lado do meu rosto. Isso se tornou um hábito bastante comum da parte do russo.

— V-victor, não faça isso! Ainda estamos no colégio.

— Mas estamos só nos dois aqui.

O maior deixou um riso discreto ecoar pelo ambiente, e em seguida em olhou em relance. Senti minhas bochechas esquentarem e uma onda de calor me invadiu instantaneamente.

— Sobre o festival escolar...

— Ah... É mesmo. Todos os anos, sem falta, fazemos um festival para arrecadar dinheiro para a escola e até mesmo, para entreter o público.

— Fiquei sabendo que você iria tirar a roupa em um futuro próximo.

— Hã...? Nani...!

— Yuko disse que iria ser modelo do festival escolar, e achou que seria uma boa ideia se você tirasse a roupa peça por peça na passarela.

— Victor! Quem iria querer me ver pelado na passarela!?

Fazendo questão de reprimir os lábios pelo acontecimento repentino, logo soltou um sorriso malicioso e levantou o indicador.

— Pelo menos, eu iria!

A medida em que os minutos se passavam, o russo ia me prendendo mais e mais, minha aula ia passando. Isso me deixou preocupado, de certa forma. No momento em que Victor estava me esmagando contra o armário, uma onda de choque me atingiu.

Nunca fui atingido por tantos flashs de uma só vez.

— Hai, Yuri-kun!

— Phichit-kun?

Na realidade, eu estava em uma situação bem constrangedora. Victor estava me amassando e eu simplesmente estava deixando, deixando-o ter suas carências preenchidas.

— Oh, cheguei em uma hora errada?

Phichit é um jovem simpático e de um bom humor de outro mundo. Geralmente, ele é quieto na roda de amigos, e gosta de tirar fotos o tempo todo, além de postá-las a todo momento em suas redes sociais.

— Ha-ah, Gomen...! Me larga Victor!

Victor cruzou os braços devido ao interrompimento. Phichit tirou mais uma foto.

Phichit é um jovem de pouca idade, assim como eu. Com pele bronzeada, cabelos negros e olhos escuros. Geralmente, tem uma franja que alcança abaixo de suas sobrancelhas.

— Haa, não me diga que veio transferido?

— Yay! Serei seu novo colega de classe.

Sorri satisfeito e contente. O conheci em um dos passeios escolares em Detroit. Phichit também estava a passeio, pois mora na Tailândia. Mas, pelo visto se mudou para o Japão.

— Sério? Que ótimo!

— Cheguei bem a tempo para o festival, eu ficaria arrasado se perdesse.

Victor soltou um suspiro pesado e olhou no relógio enquanto conversavamos animadamente. O albino não parecia muito contente com a aproximação. Tive uma leve impressão que estava com ciúmes, mas deve ser coisa da minha cabeça.

— Yuuri, vou dar aula. Te vejo mais tarde...

Meu coração palpitou de nervosismo quando o russo se aproximou de mim em um ato rápido, puxando o meu rosto. Não conseguia pensar no que poderia dizer, ou no que poderia sequer fazer a respeito. Mas quando dei por mim, já estava sendo tomado pelos lábios do russo na frente do amigo que não via há séculos.

— Wow! Isso merecia uma selfie!


Notas Finais


Yo! Amantes.

Então gente, eu andei meio desmotivada para escrever mas mesmo assim não quis deixar vocês sem atualização. Esse foi um capítulo informativo, e sempre gosto de receber palpites.

(Não revisei, qualquer erro, Gomen Nassai!)

Kisu! 💘


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