História Seven Murderous Souls - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~amoojimin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Assassinos, Jikook, Mortes, Namjin, Torturas, Vhope
Visualizações 72
Palavras 1.568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo II


Os sete fugitivos estavam reunidos na sala. Jimin e Jungkook, no dia seguinte, decidiram que cada um deveria contar algo sobre si mesmo. Então todos estavam na sala reunidos, Jimin se encontrava sentado no colo do namorado, no sofá, Jin e Namjoon, também no sofá, sentavam lado a lado, Hoseok e Taehyung se encontravam no chão, de mãos dadas e Yoongi também no chão, deitado e olhando para o teto.

- Hope, Tae, vocês começam. – Jimin se pronunciou passando os braços pelo pescoço do moreno e deitando sua cabeça nos mesmo.

- Certo... – a dupla respondeu. – Eu começo. – Hoseok disse com seu doce sorriso. – Bem... Eu era uma criança, tinha apenas sete anos quando fui abandonado em um parque de diversões.

 

Aquele era para ser o dia mais feliz da vida do pequeno Hoseok. Era seu aniversário e sua mãe o levara a um parque de diversões. Brincaram em alguns brinquedos e sua mãe o mandara esperar em frente a um carrossel, alegando que logo voltaria, porém era para o pequeno pôr as mãos nos olhinhos, e foi o que o pequeno Hoseok fez.

- Hoseok, eu já volto – a mulher disse com uma voz terna, logo Hoseok não sentia mais as mãos da mesma em seu corpinho.

O pequeno ficara ali, em frente àquele carrossel, esperando sua tão amada mamãe. Passaram-se muitos minutos, o pequeno poderia dizer que até mesmo uma hora havia se passado. Tirou as mãos dos olhos e observou aquelas pessoas caminhando para lá e para cá com seus filhos. Mas... Onde estava sua mamãe?

Hoseok esperou. Não sairia dali até sua mamãe aparecer. Sentou-se no chão e ficou observando as pessoas, algumas o lançavam olhares de pena, outras puxavam as crianças para perto de seu corpo. E o pequeno apenas ignorava. Queria sua mamãe, onde estava sua mamãe? Sentiu os olhos se encherem de água e logo as deixou descer pelo rostinho gordinho. O garoto das madeixas negras continuou esperando, o parque ia se esvaziando, a céu escurecendo, e logo um guarda vinha em sua direção.

- Ei garoto – o homem alto de voz grave chamou o Jung – Não pode ficar aqui, vamos.

- Mas moço, a minha mamãe. – o pequeno garoto se levantou, limpando o calção que usava – Minha mamãe me mandou esperar ela aqui.

- Desculpa garoto, mas se sua mãe não apareceu até agora, ela não voltará mais – o homem suspirou e pôs a mão no ombro do menor – Vamos, você tem que sair.

- Mas moço... – o garoto se encolheu – Eu quero a minha mamãe, moço – deixou com que as lágrimas novamente descessem pelo rostinho. – Minha mamãe...

- Desculpe garoto... – o homem pegou o braço do garoto e o puxou. – Você realmente não pode ficar aqui – empurrou a criança para fora do parque. – Eu sinto muito...

- Moço... – Hoseok soluçou – Moço! Eu não sei onde fica minha casa! Moço, como eu voltarei? – o pequeno questionava o grande homem. – Moço! – gritou, sendo ignorado – Por favor, moço... – um soluço – Moço... – outro – Mamãe... – suas pernas fraquejaram – Como volto para casa, mamãe? – o pequeno caiu de joelho no concreto. – Mamãe! – gritou o mais alto que pôde, deixando as lágrimas descerem pelo seu rostinho. – Mamãe não me deixe! – novamente.

Hoseok ficou ali, gritando pela sua mamãe, até não se aguentar mais. A criança dormiu ali mesmo, em frente ao parque, no frio e com as finas lágrimas em seu rosto. “Mamãe... Onde está você mamãe?”. Foi a última coisa que se passou pela mente do pequeno Hoseok antes de adormecer.

Anos se passaram, Hoseok continuava morando na rua, porém agora acompanhado de outro garoto. Seu nome era Taehyung, Kim Taehyung. Era um garoto extremamente lindo, fofo, engraçado, até mesmo seu sorriso era engraçado. Um tipo de sorriso quadrado. Taehyung era a pessoa que o mais deixava feliz, desde quando o conheceu, sua vida mudou de triste, para um pouco alegre. Mesmo morando na rua, tinha alguém consigo, alguém que o deixava feliz, alguém que gostava de si.

 

- Uau... – Jimin disse com os olhos arregalados – Como essa mulher pôde fazer isso? Você sabe se ela ainda está viva?

- Espero que não – Yoongi se pronunciou ainda encarando o teto.

- Hm? Não, não sei – o Jung sorriu fraco – Mas... Agora vamos ouvir o TaeTae.

- Ok... – o castanho disse e se ajeitou, colando mais seu corpo ao do Jung. – Então... Minha infância foi bem... Digamos que agitada e triste. – o mais novo riu triste

 

Taehyung tinha apenas dez anos quando fora violentado pelo padrasto e irmãos mais velhos. Ele não entendia o que era aquilo, mas doía, doía muito. Ele se sentia sujo sempre que seu padrasto o chamava para o seu quarto e quando sua mamãe não estava. A primeira vez ele até tentara fugir, porém apanhara do mais velho. Sua primeira vez doera bastante, porém seu padrasto não parara com aquilo.

- Taehyung, me obedeça! – o mais velho estapeou a coxa do pequeno Taehyung.

- Papai... Está doendo – o castanho chorava.

- Foda-se se está doendo! Vamos! Movimente-se mais rápido – o homem puxou os fios de seu enteado mais novo, este que passou a se movimentar para cima e para baixo mais rápido – Ah... Assim mesmo...

Taehyung via a expressão de prazer de seu padrasto e a sua vontade de chorar apenas aumentava. Por que ele estava fazendo aquela cara, por que estava fazendo aquilo, por que o machucava. Ele era seu novo papai, devia cuidar de si, não é mesmo? O pequeno Taehyung também era violentado pelos irmãos mais velhos, os dois o machucavam mais ainda. Até mesmo tentara contar a sua mãe, porém ela não acreditava em si.

- Mamãe – o pequeno entrou no quarto da matriarca. Seu padrasto e irmãos haviam saído – Mamãe! – o castanho abraçou a mais velha com lágrimas nos olhos.

- O que foi Taehyung? Aish... Saia, está me molhando toda – a mulher empurrou o mais novo, este que quase caíra da cama.

- Mamãe, eu não gosto daqui! Eu não gosto dele! – o pequeno bateu no acolchoado, assustando a mais velha – Mamãe, eles me machucam.

- Eles quem Taehyung? Está maluco? – a matriarca bufou – Não me venha com aquela de que seus irmãos e seu pai estão fazendo coisas com você.

- Mas é verdade mamãe – o pequeno soluçou – Eu estou falando a verdade mamãe! E ele não é meu pai! Meu pai não faria o que ele faz! Ele é um monstro! Ele...

Taehyung fora interrompido pela tapa que levara em seu rosto. O estalo ecoou pelo quarto e o rosto da mulher estava vermelho. Ela não deixaria que seu filho mais novo falasse mal de seu marido. Não mesmo.

- Kim Taehyung, vá para o seu quarto. Depois eu falarei com eles e você pedirá desculpas pelas besteiras que está falando – o pequeno tentou falar algo – Vá para o quarto. Agora! – gritou a ultima parte, assustando o menor, que logo se levantou e correu ao seu quarto.

Taehyung chorava, chorava muito. Seu coração estava estilhaçado. Sua mamãe não acreditava em si, ele continuaria sendo machucado dessa forma. E se fugisse? Será que iriam atrás? Será que iriam se importar? Talvez não... Talvez essa seja a coisa certa a se fazer.

O pequeno não tinha dinheiro, mas esta era a única forma de não sofrer mais na mão daqueles três. Talvez fosse a única solução, o castanho não pegou nada, apenas saiu de casa em silêncio, sabia que sua mãe ainda estava trancada no quarto e ficaria lá até seu marido chegar. Taehyung ficou vagando pelas ruas de Seul até encontrar um beco em uma rua pobre, onde havia um garoto que aparentava ser mais velho.

- O-Olá? – o pequeno entrou no beco, onde estava um pouco iluminado.

- Oi... – a voz fria se pronunciou – Quem é você e o que quer aqui?

- Ahn... Meu nome é Taehyung, Kim Taehyung – o pequeno se aproximou da luz – E-Eu fugi de c-casa...

- Você foge de casa, enquanto eu quero uma casa –  uma risada fora ouvida – Volte para a sua casa garoto.

- N-Não... N-Não posso v-voltar... E-Eles vão m-me machucar – lágrimas começavam a se formar nos olhos do pequeno Taehyung – Por favor, deixe-me ficar com você...

- Machucar de que forma? – a voz perguntou.

- Meu bumbum... – o pequeno respondeu se aproximando ainda mais.

- Como? – sentiu dois braços o segurando – Eles estupravam você?

- E-Eu a-acho que sim – o pequeno respondeu já com as lágrimas escorrendo pelo rostinho – Eu não sei o que f-fazem comigo... Mas d-doi...

- Está bem... Eu deixarei você ficar comigo – Taehyung levantou o olhar para o rosto do garoto que o segurava, era lindo – Meu nome é Hoseok, Jung Hoseok. Eu fui abandonado pela minha mãe...

- Abandonado? – Taehyung sentiu-se ser puxado até uma lata de lixo com fogo.

- Sim... Ela me deixou em um parque de diversões – o garoto riu fraco.

- Sinto muito... – Taehyung disse abaixando a cabeça.

- Nah, que isso – o Jung riu e abraçou o mais novo – Se esquente aí, está com fome? – o pequeno assentiu – Certo, vou pegar algo para comermos.

 

- Que malditos! – os cinco garotos disseram juntos ao que Taehyung terminava de contar a história – Que vontade de acabar com a raça desses seus irmãos e esse padrasto – Yoongi continuou e todos concordaram. Taehyung apenas riu fraco.

- Quem vai ser o próximo? – Yoongi perguntou sentando no chão – Os donos da casa?

- Sim – Jimin respondeu sorridente. – Kook começa.



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