História Seven Vampires - Capítulo 5


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Categorias Girls' Generation, Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Heechul, Henry Lau, Hyoyeon, Kangin, Kim Heechul, Kim Jongwoon, Kim Ryeowook, Kim Youngwoon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lee Sungmin, Park Jungsu, Personagens Originais, Yesung, Zhou Mi
Tags Andre, André Vianco, Caravela, China, Chul, Chulla, Coréia, Crossover, Dong, Donghae, Eunhyuk, Hae, Heechul, Hyeo, Hyuk, Hyukjae, Jongwoon, Jungsoo, Jungsu, Kyu, Kyuhyun, Livro, Minnie, Os Sete, Ryeowook, Sete, Seven, Siwon, Snsd, Sobrenatural, Suju, Sungmin, Super Junior, Teuk, Vampire, Vampires, Vampiro, Vampiros, Vianco, Violencia, Won, Wonnie, Wook Leeteuk, Yesung, Yeye, Yongwoon
Exibições 20
Palavras 2.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEEY PEOPLEEE..... Bem vindos a mais um capítulo do lindo "Seven Vampires"

Pra quem estava acompanhando o antigo esse é o último capítulo capítulo que vocês leram... Esse seria o capítulo 10 kkkkkk
E para os novos leitores... Espero que gostem! s2222222222

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Inverno


Fanfic / Fanfiction Seven Vampires - Capítulo 5 - Capítulo 5 - Inverno

Inverno

Durante o restante do dia a observação continuou tranquila, exceto pela acalorada discussão entre HyukJae e KangIn. O professor não admitia essa história de bruxos e demônios. Coisas que não existiam nem nunca iriam existir. Apesar do frio realmente ser muito estranho.

Se acaso alguém decidisse entrar e, por acaso, a porta fechasse, prendendo alguém lá dentro, o sujeito seria morto congelado antes que o grupo desse por sua falta. HyukJae insistia em sua teoria. Cada um dos sete nomes correspondia a cada um dos cadáveres. Agora, o que significavam, era indecifrável. Por que somente Inverno estava se regenerando era outro mistério.

KangIn chamou um pequeno pelotão do Exército, requisitando segurança à sua pesquisa. Os soldados nem chegaram a entrar ou a tomar conhecimento pleno do que se passava dentro do laboratório. Limitaram-se a guardar a porta frontal, evitando que os curiosos tentassem invadir o galpão.

Foi quando a noite chegou, acentuando o frio litorâneo, que uma nova fase desta bizarra história desencadeou.

 

O sexteto persistente (KangIn e HyoYeon, Campbell e ChangMin, HyukJae e SungMin) instalaram mais dois aquecedores na sala e seis dentro do laboratório, próximos à câmera de vídeo, para  a mesma não congelar.

Tudo estava correndo monotonamente, se é que era possível descrever a situação assim, quando o primeiro sinal diferente apareceu. Na tela do computador surgiu uma setinha cintilante, acompanhada de um bipe de alarme.

Todos despertaram imediatamente e acotovelaram-se ao redor de ChangMin, que interpretava a leitura com a maior velocidade.

— Uau, Campbell, dê uma olhada nisto aqui!

— Cheque de novo. Isso não pode... meu Deus... isso não pode estar certo. — Dizia Dean.

— Esta certinho, é isso aí mesmo.

— Alguém, por gentileza, poderia dizer o que está acontecendo?

— É incrível, HyoYeon.

— O QUEEE?

— Ele... O cadáver... O espécime... Ele está emitindo ondas cerebrais...

— Está vivo?

— Ainda não sei... Mas está quase. O coração não bate...

— Ele não pode estar vivo. Isto é, vivo-vivo mesmo. — comentou ChangMin, vacilante.

Abandonaram a tela do computador e acotovelaram-se na frente do monitor, que focalizava o rosto do espécime.

— Inverno está vivo. — balbuciou HyukJae.

Todos se mantiveram em silêncio, esperando mais um sinal da estranha criatura.

— Se esse aí é o tal do Inverno, como supomos... Se ele trouxe este frio... O que os outros vão trazer? — Perguntava HyoYeon.

O silêncio pareceu se aprofundar ainda mais. O que os outros demônios iriam trazer?

— Bem, se esse aí é o Inverno, e está provocando este frio dos diabos, acho que pelo menos mais um é óbvio.

— Tempestade — arriscou Campbell.

— É... Pela lógica, quando ele acordar, acho que vai chover pra caralho...

— Não acredito que vocês estejam discutindo isso. — protestou KangIn. — Ainda não sabemos se o frio tem alguma coisa a ver com esta coisa.

— Você vai me desculpar, professor, mas esquisitice por esquisitice não acho que estou tão errado assim. — HyukJae defendia sua opinião. — E se eu fosse o senhor tomaria mais precauções, porque isso aí está extrapolando qualquer simples fenômeno natural.

— Vamos amarrar essas coisas. Se eles são demônios mesmo, certamente não são bonzinhos. Os Chineses devem ter tido um bom motivo para trancá-los na caixa. — Dizia ChangMin

— Absurdo! Bruxaria é absurdo!

—Se liga, professor! Não tem nenhum equipamento resfriando o lugar ou a CIDADE TODA. Tá vindo disso aí.

— Vou providenciar cintas de couro. Temos uma porção dentro do barco. Você me ajuda Minnie?

— Claro Hyo. Vamos lá.

SungMin e HyoYeon abandonaram a pequena sala. O professor estava quase cedendo, mas era orgulhoso demais para admitir que realmente pudesse estar enganado, ainda mais para um menino sem nem ensino superior.

Discutiam quando Campbell lhes chamou a atenção.

— É bom que eles cheguem logo com a tal das cintas.

— Que foi?

O corpo de Inverno pareceu estremecer. Talvez fosse a coisa mais apavorante que aqueles três haviam presenciado em toda a vida. A frequência de sacolejos aumentou. Depois de uns dois minutos, o cadáver abriu os olhos e soltou um rugido ferino.

— MINHA NOSSA NÓS VAMOS FICAR AQUI OLHANDO PRA ISSO AI?? — perguntou HyukJae aos biólogos, que, antes do rugido, acreditava que suportaria qualquer coisa vinda do espécime.

 

O coração dos homens estava a ponto de estourar. Todos correram até o grande vidro que separava a sala do laboratório e o limparam, a curiosidade não permitiria que vissem somente através do monitor.

O tal inverno estava lá movendo os braços, retirou do peito e da cabeça o conjunto de sensores que fazia as leituras e agora se sentava na maca, com os pés suspensos no ar.

KangIn saiu em busca dos soldados, trazendo consigo três soldados armados de fuzis, eram os únicos que estavam presentes, se tivesse mais certamente os chamaria também.

Sua mão tremia desavergonhadamente, mal conseguindo manter-se de pé. O homem estava apavorado. Indicou aos soldados o ex-cadáver sentado na maca metálica. “Inverno” alisava o cabelo castanho, como querendo colocar cada fio no lugar. Agora sua cicatriz estava totalmente visível e seu tórax inchava e se contraía como se estivesse com dificuldade para respirar.

— Esse espé... Esse sujeito. Ele tem um probleminha. É fundamental que e ele não deixe este prédio. Ele não pode sair para a rua, compreendem? Estou dizendo... Não pode sair, custe o que custar. Se precisarem matá-lo novamente — novamente escapou da boca do professor quase inaudível — podem fazê-lo, é ordem de segurança máxima.

Inverno saltou, tocando com ambos os pés o chão do laboratório. Era alto, um metro e noventa, cabelos castanhos e havia perdido a postura adoecida, demonstrando uma aparência encantadora aos olhos femininos.

Parecia tranquilo, calmo, não um morto-vivo recém-despertado. Os olhos moviam-se com calma, sobrenaturais. HyukJae, Campbell e KangIn ficaram colados ao vidro da saleta observando o homem, enquanto ChangMin permanecia sentado ao chão, abraçando os joelhos, com os olhos marejados, rezando alguma coisa.

Todos sabiam que aquela não era uma criatura natural. Fora todo o episódio de ter se regenerado completamente, um homem normal já estaria totalmente congelado dentro do laboratório. Ele, entretanto, caminhava tranquilo, como se estivesse em seu hábitat natural.

 

KyuHyun inspirou fundo, estufando o peito. Olhou em volta, com ar intrigado. Pousou os olhos nos homens que espiavam através da janela de vidro. Sentiu-os estremecer, com medo. Sorriu seu primeiro sorriso largo depois de séculos. Virou-se, percebendo as outras macas com os corpos dos irmãos. Kyuhyun, de alguma forma, sabia que estava bem distante de Yinchuan.

Caminhou até os corpos, colocando os olhos no primeiro irmão, Leeteuk, o irmão espelho. Todos, de certa forma, eram seus irmãos, mas havia um que sua mente procurava afastar de qualquer jeito, de qualquer um: Zhou Mi. Onde estava Zhou Mi, o Maldito?

KyuHyun passou observando um a um. Ryeowook, o Inocente, dormia de olhos abertos. Heechul. Ah, doce amigo Heechul! Sempre falante. Este, sim, deveria estar impaciente com aquele descanso prolongado. KyuHyun sorriu novamente. O próximo irmão que seus olhos encontraram foi Siwon, o irmão de hábitos caninos; depois DongHae, o Acordador. Por último descobriu Zhou Mi. Sétimo, o Maldito. O não-irmão. O assassino.

— Maldito. — balbuciou.

Os homens, colados ao vidro, tentavam ouvi-lo.

— Maldito demônio. Por temer-te fui preso e amaldiçoado mil vezes. — KyuHyun falava coreano, porém, tinha sotaque Chinês fortíssimo, sendo  percebido de imediato pelos homens.

SungMin e HyoYeon chegaram, trazendo as cintas de couro. Assustaram-se ao se deparar com os soldados do lado de dentro.

Os soldados também se assustaram com o barulho repentino às suas costas. Viraram-se nervosos, apontando as armas para os dois invasores.

A dupla não se intimidou e, apressadamente, chegou até a sala. Entraram, surpreendendo-se com a perplexidade dos homens colados ao vidro. Olharam para o monitor, percebendo que a maca metálica estava vazia. Ao fundo viam um homem vivo caminhando lentamente em direção à câmera de vídeo.

— Acho que agora vocês não vão precisar mais destas cintas. — murmurou SungMin.

 

Quando HyoYeon e SungMin entraram na sala, KyuHyun voltou-se repentinamente em direção ao vidro. Percebeu os homens estremecerem de novo. Ergueu o nariz, inspirando profundamente. Fungou várias vezes, como um cão farejador.

— Teu cheiro é tão doce, menina! Você cheira muito bem.

HyoYeon arregalou os olhos. O Chinês só poderia estar se referindo a ela, posto que era a única menina do lugar.

Os homens olharam para ela interrogativamente. Quando Inverno recomeçou a falar, voltaram os olhos novamente para observar a criatura.

— Preciso voltar para você. Ah, menina, Você é tão linda! Senti tantas saudades! Agora quero voltar para o Yinchuan. Você sabe onde fica meu castelo? Ora, pois, que pergunta mais descabida esta minha. Todos os aldeões sabem onde fica. — Inverno levou a mão à cabeça, indignado. Depois a desceu até o queixo liso e branco. — Todos temem o nosso castelo... O doce terror de nosso espetáculo medonho, nosso número fantástico e sangrento.  Agora eles voltarão. Pois meu corpo está vivo outra vez. E logo volto para meus irmãos. E logo te procuro minha doce menina cheirosa à canela. Te trarei vestidos tingidos com tinta da Nova Terra, meu doce. — Inverno estava de frente para a janela de vidro, declamando seu monólogo para a pequena plateia.

Dirigiu-se a uma das macas, pegando um dos cadáveres. KyuHyun abraçou-o, fazendo o corpo afundar em seu peito, encostando-o em seu corpo nu.

— Mas antes vou carregar este meu irmão para longe de todos, para longe dos curiosos. Ah! Se uma graça fosse concedida, mandaria este demônio para o fundo do inferno.

Inverno ergueu o irmão carregando-o sobre o ombro e começou a caminhar em direção à porta, procurando abandonar o local. Os seis agitaram-se na sala, perguntando uns aos outros, com os olhos, o que fazer.

A porta do laboratório soltou um pequeno estalo enquanto a maçaneta girava lentamente. Os seis permaneceram em silêncio, tentando escutar, adivinhar o que acontecia. Antes de se juntar aos cinco no canto da sala, o professor apanhou uma cadeira e calçou a maçaneta da porta, o que criaria certa dificuldade se tentassem abri-la. Trancou-a, indo depois se juntar aos outros.

Repentinamente o frio aumentou na sala, fazendo os seis se abraçarem ansiosos.

 

Do lado de fora, os três soldados não tiveram tempo para reação. No momento em que a porta foi aberta, uma corrente extremamente gelada invadiu o corredor, jogando-os ao chão. Um frio congelante penetrou seus corpos, atravessando suas roupas, chegando até os órgãos internos.

— Pare! — gritou um deles, tentando erguer o rifle.

Kyuhyun observou-o com calma. Viu que aqueles três humanos que congelavam em sua presença trajavam uniforme, muito provavelmente, militar. Percebeu que o rapaz que lhe ordenara a parada empunhava um mosquete, uma espécie de arma de fogo. Inverno, com a mão direita ocupada em segurar seu semelhante, estendeu a esquerda na direção do soldado caído e ameaçador.

O soldado apertou o gatilho, liberando três disparos. O frio congelava seus dedos expostos, causando imensa dor ao menor movimento. Gemia doloridamente, enquanto o estranho homem tombava junto com o que carregava.

KyuHyun caiu de costas, deixando o irmão ir ao chão desastrosamente. Levou a mão ao peito, notando que a arma o havia perfurado, causando-lhe dor. Soltou um urro enfurecido.

Sentiu uma dor lancinante também na parte alta do ombro. Alguma coisa o havia ferido de raspão.

—Isto vai lhe custar caro...

Inverno levantou-se. O soldado estava imóvel, mas ainda estava vivo. Uma pequena camada de gelo cobria a face do rapaz, tornando seus cílios e sobrancelhas brancos como neve. Fumacinhas feitas de vapor escapavam por entre seus lábios em curtos intervalos de tempo, revelando uma respiração assustada e difícil. A arma de fogo jazia no chão. De pé, mais uma vez Inverno levou a mão aos ferimentos, de onde não vazava sangue algum.

— Percebe que não sangro? Hum?

Sua raiva aumentou, e de um segundo para o outro a situação do lugar passou de -5 graus para -25 graus. Fazendo o militar e todos que estavam a sua volta morrerem congelados imediatamente, ficando completamente sepultado por uma espessa camada de gelo.

Kyuhyun voltou e apanhou o cadáver do chão, recolocando-o no ombro. Voltou a caminhar em direção a saída, passando entre suas três primeiras vítimas após o longo repouso. Sorria outra vez, contente em ainda proporcionar terror e extrair o pânico dos olhos mortais. Caminhou pelo corredor até alcançar uma grande porta dupla que dava acesso à parte externa do galpão. Inverno encheu o peito de ar, o frio ar da noite.

Sentia algo diferente no lugar. Não eram somente os cheiros, mas havia coisas implícitas em tudo. A voz do soldado, apesar de lhe ter revelado apenas uma palavra... O acento era peculiar, falava coreano, mas o sotaque era estranho demais. KyuHyun estava desorientado, não sabia mais pra onde ficava o Norte, o Sul, o Leste, Oeste. Iria reaprender tudo e voltar a ser o maníaco preciso de antes, o terror que congelava o coração dos Chineses.

Pousou o cadáver seco no chão, olhando nos olhos do irmão.

— Vou te esconder agora, maldito. E temos que partir antes dos homens começar a nos caçar, como fizeram tantas e inúmeras vezes. Você agora quer sangue, mas não o terá, pelo menos não de mim.

KyuHyun baixou os olhos, observando o mar. Depois de centenas de anos ele voltarou a se espantar. Parada ali na sua frente estava a caravela. Virou o cadáver para que a vislumbrasse também.

— Vê, maldito? Finalmente algo que nos é familiar. Nossa amiga ainda percorre os mares. Então não devemos ter passado tanto tempo assim na clausura. — Voltou a apoiar o cadáver no ombro e escolheu uma direção a seguir. — Vamos, irmão. Vamos buscar morada.


Notas Finais


Eaeee??? Agora o baguio ficou loko... Ele finalmente acordou hahahahahhahaha
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