História Seven Vamps - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags André Vianco, Baekhyun, Bts, Caravela, Chanyeol, China, Coréia, Crossover, Exo, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Livro, Originais, Os Sete, Rap Monster, Sete, Seven, Sobrenatural, Suga, Vampire, Vampires, Vampiro, Vampiros, Vamps, Vianco, Violencia
Exibições 16
Palavras 1.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HEEY PEOPLE... Tudo bem?? Esse é minha mais nova historia... Espero que goste!!!!!!!!!!!

PS. A história é quase a do livro "Os Sete" do André Vianco só que resumido e "ficzada"...
Caso ainda não conheça a história recomendo dar uma olhada =D Não vai se arrepender hahahaha

PS. Sou autorizado pela GameKyu a postar essa história =D

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Tesouros


Tesouros

Quando eles encontraram aquele navio naufragado, decidiram manter segredo. Outros mergulhadores do vilarejo conheciam o navio, mas o julgava um amontoado de madeira inútil e podre, sem lhe dar o devido valor.

Entretanto, JongIn, também chamado de Kai, desconfiara do formato daquele amontoado de madeiras.  Com seus mergulhos frequentes percebeu que ele não deveria ser nem deste século. O mistério alegrou o grupo. Se as expectativas se confirmassem, poderiam se deparar com um tesouro perdido, trancado dentro da velha nave.

Não sabia como nunca ninguém se interessou em investigar melhor esse navio. Eu acho que deve ter uma porção de coisas valiosas lá dentro.

Desde cedo JongIn, BaekHyun e ChanYeol se engraçaram com a prática do mergulho. BaekHyun e ChanYeol nasceram ali, em Icheon. Já Kai chegara à cidade com 12 anos. Seu pai fora destacado para Icheon e teve de trazer toda a família.

JongIn era o mais novo. Apesar de JooYong ser seu irmão gêmeo, ele fora o último a nascer. Atualmente só sobrara ele e TaeYol, sua irmã mais velha, na família. Seu irmão morreu afogado, seu pai em acidente de trabalho e sua mãe de depressão. Porém, sua irmã foi morar em Busan com seu marido e JongIn ficou sozinho em Icheon apenas com seus amigos.

ChanYeol, depois da partida de TaeYol, praticamente morava com Kai. Formavam um grupo de sete pestinhas. TaeYol, ChanYeol, JongIn, JooYong, BaekHyun,  Pitt e D.O. Os sete da Icheon, como ficaram conhecidos. Dessa velha turma havia sobrado apenas três... BaekHyun, JongIn e ChanYeol. Nos finais de semana praticavam mergulho juntos. Tentavam achar algo que desse mais dinheiro além do trabalho. ChanYeol e JongIn trabalhavam na prefeitura e BaekHyun era Legista, trabalhava no IML.

 

Na manhã seguinte, bem cedinho, os três já estavam botando a lancha na água. O mar estava um tanto agitado e as ondas quebravam violentas na praia. Pegaram todos os equipamentos necessários e afastaram-se dois quilômetros da costa. Lançaram a pequena âncora da lancha e começaram a vestir e a calçar seus apetrechos de mergulho.  ChanYeol iria operar a câmera de vídeo e um após o outro iam se jogando ao mar.

Desceram lentamente até chegar ao fundo da âncora, quarenta metros abaixo da lancha. Depois desceram mais uns quinze metros até alcançar o navio. Comunicava-se por sinais.

Nenhum deles conseguia pensar a que século aquilo pertencia, mas para isso trouxeram a câmera. ChanYeol ligou a luz auxiliar do aparelho, enquanto seus amigos lançaram as lanternas no navio. Aquelas madeiras estavam completamente podres. Bastava uma pressão um pouquinho maior que a necessária para romper a casca de um ovo que elas também cederiam.

Demoraram aproximadamente 20 minutos para acharem um buraco grande o suficiente para conseguirem entrar. Acenou para BaekHyun, chamando-lhe a atenção. Conseguiu atrair ChanYeol também, e indicou-lhes a abertura no paredão. Entrou pelo buraco, tomando cuidado com seu tanque. Aquela seção era muito escura, e enxergava apenas onde o facho de luz de sua lanterna conseguia atingir. Quando ChanYeol passou com a câmera, a luz auxiliar ajudou bastante. Muitos peixes tentavam se afastar da luz, para eles a chegada das lanternas era bastante incômoda.

 

JongIn conseguiu avançar mais alguns metros quando viu um grande buraco para cima. Precisou subir lentamente, procurando os melhores lugares para passar, preocupou-se com o tanque de ar, se batesse ia por em risco o galeão e seu oxigênio, mas acabou passando folgadamente.

O coração disparou emocionado. Provavelmente era o primeiro homem, em centenas de anos, a adentrar a embarcação chinesa. Exceto por sua lanterna, não havia luz alguma. Um arrepio percorreu lhe o corpo. Era como se a escuridão se enchesse de fantasmas.

Seus amigos subiram atrás e JongIn paralisou-se quando ouviu um gigantesco ranger de madeiras. Era o som mais apavorante que já tinha ouvido debaixo d'água. Parecia que o navio estava vindo abaixo.

BaekHyun voltou-se para a abertura, nadando rapidamente e assustado. Foi impedido por um volumoso cardume de peixes que abandonou o porão do navio. Eles batiam em seu corpo, como se o atacassem. Se não fosse um homem experiente na arte do mergulho submarino, teria entrado em desespero naquele momento.

O trio percebeu que não se tratava de um desmoronamento, mas apenas de um efeito amplificado. O oco do casco parecia uma caixa acústica, ampliando dezenas de vezes o menor ruído.

JongIn examinou seu medidor de ar. Tinha pouco menos de vinte minutos. As bolsas estavam começando a encher com santinhos e algumas moedas antigas.

BaekHyun sinalizou que não havia mais espaço, que não podia carregar mais nada. Os artesanatos pesavam aproximadamente dez quilos, difíceis de manusear.

Foi quando os olhos de Kai se encheram. Havia milhares de moedas no canto esquerdo, dezenas de imagens antigas, como formando um mórbido altar submarino, e também uma grande caixa. Aproximaram-se. A caixa estava completamente coberta pelas moedas e cercada por várias estátuas. Não encontraram nenhuma abertura. Estava completamente lacrada.

JongIn bateu com o punho e percebeu que era feita de metal, e, pela ressonância, estava completamente oca. Mas isso não significava que estaria totalmente vazia.

ChanYeol bateu o olho no seu medidor e assustou-se. Restavam onze minutos de oxigênio. Levaram muito mais de cinco para chegar lá. Chamou a atenção dos amigos fazendo o gesto de cortar o pescoço. Os outros dois verificaram o medidor e arregalaram os olhos. Todos saíram em busca no buraco por onde entravam. JongIn foi o primeiro encontrar. Saiu tomando novamente o maior cuidado. O navio inteiro voltou a ranger, produzindo aquele som horripilante, uma espécie de advertência grotesca.

 

BaekHyun apontou a lanterna para o casco. Encontrou o buraco-saída, vendo os pés-de-pato de JongIn desaparecendo do lado de fora. Aumentou sua velocidade. Alcançou a fenda e, apressadamente, se pôs para fora quando sentiu um tranco. A bolsa havia se enganchado nas madeiras quebradas e pontiagudas do buraco de saída, que não suportaram e cederam vindos junto com a bolsa. O navio soltou outro grito feroz, parecendo um animal ferido.

ChanYeol, que estava logo atrás de BaekHyun, não entendeu o que tinha acontecido quando seu caminho se encheu de pedacinhos de madeira e de uma sujeira tremenda, tapando a visão. Bateu o cilindro de ar contra o paredão. Olhou para o buraco no casco, tentando entender aquela confusão. Viu que outras partes do casco estavam cedendo. O navio estava desmoronando. Tratou de nadar o mais rápido que pôde, evitando encostar-se ao velho casco. Parecia que o caminho estava se afunilando cada vez mais. Se não quisesse ficar enterrado ali para sempre, teria de se apressar.



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