História Seven Vamps - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags André Vianco, Baekhyun, Bts, Caravela, Chanyeol, China, Coréia, Crossover, Exo, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Livro, Originais, Os Sete, Rap Monster, Sete, Seven, Sobrenatural, Suga, Vampire, Vampires, Vampiro, Vampiros, Vamps, Vianco, Violencia
Exibições 10
Palavras 1.627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá... Mais um capítulo de Seven Tramps para vocês...
Boa leitura s2

Capítulo 2 - Capítulo 2- Retirada da caravela


Fanfic / Fanfiction Seven Vamps - Capítulo 2 - Capítulo 2- Retirada da caravela

JongIn alcançou o fim do casco. Seus ouvidos estavam ocupados pelos rangidos sinistros que o navio liberava. Algo errado tinha acontecido. Virou-se para trás e viu BaekHyun saindo também. ChanYeol demorava e se demorasse mais ficaria preso para sempre dentro do galeão. BaekHyun ultrapassou-o, subindo em direção à luz, mas decidiu esperar mais alguns segundos. ChanYeol apareceu no fim do casco, porém estava preso pelo cilindro. JongIn voltou para baixo, agarrou a mão do parceiro e tentou puxá-lo. Aqueles segundos pareciam uma eternidade. Seu ar estava quase no fim, não podia perder muito tempo ali. ChanYeol parou de lutar, desaparecendo novamente naquela cova escura. JongIn usou a lanterna para localizar o amigo. Percebia que o corpo continuava ali, próximo, mas não podia ver se ChanYeol ainda estava consciente. Havia muita sujeira na água, lançada pelo barco agonizante.

Enfiou o braço pela fresta e alcançou alguma coisa. Era o tanque de ChanYeol. Puxou-o. Surpreendeu-se quando viu que apenas o tanque viera. ChanYeol ainda estava lá dentro. No instante seguinte, ChanYeol reapareceu, nadando livre do equipamento, esgueirando-se agilmente para fora daquela tumba. Passou a câmera de vídeo para JongIn, agarrando novamente seu tanque. Levou o respirador à boca e voltaram a subir, deixando para trás a fenda submarina.

 

BaekHyun colocou-se para fora d'água. Com alguma dificuldade, voltou para dentro da lancha. Caiu de costas no assoalho do barco respirando várias vezes rápida e profundamente. Aquele galeão era maldito, pensou.

JongIn com ChanYeol apareceram alguns metros à frente. Nadaram lentamente até alcançar a lancha. Estavam com expressões assustadas.

— O que aconteceu? — perguntou ChanYeol.

— A bolsa enroscou nas madeiras enquanto eu saía.

— Será que desmoronou tudo?

— Sei lá, o negócio ficou feio. Vamos ver a fita e ver o que a gente descobre.

 

BaekHyun puxou ChanYeol para dentro, depois foi a vez de JongIn. Recolheram a âncora e deram partida no motor.

Levaram a bolsa para dentro da casa e, no chão da sala, espalharam o pequeno tesouro recolhido.  Com certeza aquilo daria uma boa grana. ChanYeol pôs a fita gravada dentro do aparelho de DVD. As imagens reproduzidas não eram de nenhum profissional em reportagem submarina, mas também não estavam tão ruins assim. Certamente deixariam o pessoal do Departamento de História de boca aberta. Pagariam um bom dinheiro para colocar as mãos no galeão afundado.

— Será que nós somos os primeiros a entrar lá depois que ele afundou?

— Acho que sim, Kai. Você viu que só tem aquela entrada?

— Eu não achei nenhum sinal de arrombamento. — completou BaekHyun. — Mesmo aquelas portinholas que servem aos canhões estavam trancadas.

—E essa caixa aí? — inquiriu ChanYeol.

O monitor exibia agora a misteriosa caixa metálica vedada.

—Ela parece vedada... Trancada.

—Quando eu bati em cima dela, percebi que ela era oca... Deve ter alguma coisa dentro. Pode valer a maior grana. Pode ter documentos, objetos de ouro. Quanto mais antiga ela for, melhor.

—Olha isso! Tá vendo?

—O quê?

—Onde o Kai bateu. Parecia que tinha uma coisa escrita...

—Cadê meus óculos... — BaekHyun tateou o bolso da bermuda, sem encontrar nada. —Parece que está escrito in...

—Inferno?

—Pra mim parece inverno, não um “F”, mas um ”V”.

— Pode até ser, Baek, mas que mesmo assim é estranho — JongIn benzeu-se. —Esse barco deve ser amaldiçoado, sei lá. Se a coisa está trancada, não é para abrir. — disse.

—Tá com medo, santa? Você viu quantos santinhos tem lá dentro? Por quatro mil cada um, A gente tem que mostrar isso para a UDU (universidade de Ulsan) — Disse ChanYeol

—Pode crer. — completou BaekHyun.

Agora se ocupariam em planejar a venda das peças recolhidas e os contatos com KyungSoo e a universidade.

Haviam encontrado algo valioso. Algo que lhes traria lucro. Haviam encontrado algo maldito, também. Algo que lhes traria a morte.

 

 

No final da tarde D.O havia acabado de chegar na casa deles, havia feito uma viagem de Ulsan até Icheon para ver o suposto Galeão, depois de alguns minutos de papo resolveram ir pra o assunto.

ChanYeol colocou a fita. D.O estava no quarto ano de história. Seus olhos brilhavam, tamanha a ansiedade. Esperava se deparar com a primeira descoberta importante em sua carreira de historiador.

Os rapazes estavam certos apenas de uma coisa: aquele barco realmente era Chinês, e não era um galeão. Era uma caravela.

— Gente, vocês tiraram a sorte grande! Esse barco é Chinês, legítimo. Provavelmente construído entre mil e quatrocentos e mil e seiscentos. Só examinando para saber. Deve existir alguma pista, algum sinal.

Kai tirou uma moeda do bolso e jogou-a no colo de KyungSoo.

— É bronze Chinês. — afirmou JongIn.

— Como tem tanta certeza?

— Vendi trinta moedas destas hoje de manha. O cara que comprou disse que eram chineses, autênticas.

— Essa moeda já traz Dom JiXuan estampado aqui. Então eu acho que é de 1500, por volta disso aí. — explicou o estudante.

—Aí! Olhem essa caixa. — BaekHyun chamou a atenção do grupo.

KyungSoo parou de falar, examinando a caixa de metal. congelou a imagem.

— Parece que está escrito INFERNO...

— Eu ainda acho que é Inverno. — Insistia BaekHyun

— Será que o seu professor vai querer comprar essa história?

— Eu não posso prometer nada, vou entregar esta proposta para os homens. Vamos ver o que eles acham. Mas uma coisa eu posso garantir: que eles vão ficar louquinhos para pôr as mãos nesta preciosidade, ah, isso vão.

Os três riram descontraidamente. Depois de acertados os negócios, partiram para conversas mais amenas, banalidades sobre o tempo em que eram crianças. Sobre o tempo em que eram os sete da Icheon.

 

�� �� �� �� �� ��

 

Os homens toparam.

25 mil dólares só para dizer onde a caravela estava afundada, mais a metade do dinheiro conseguido com o tesouro recolhido, como as moedas, as imagens e o conteúdo da caixa de ferro.

Naquela manhã, o trio de descobridores já havia levado o pessoal da universidade de Ulsan até o local. Fizeram um mergulho de reconhecimento. O navio continuava lá, imóvel, afundado, morto.

Passaram-se mais três dias até que todo o material necessário para a UDU prosseguir com a tarefa de resgate estivesse de pé. O litoral de Icheon ficou bastante movimentado. Na casa à beira-mar de JongIn foi montado um pequeno posto de monitoramento e apoio, onde o pessoal da expedição comia, tomava banho...

 

Depois de uma bateria de exames, Decidiram que iriam tentar removê-la inteira, de uma vez, sem tirar nada de dentro. Usariam tiras de borracha para amarrá-la e depois encheriam balões de ar para trazê-la à tona.

 

Por volta das cinco horas da manhã, os primeiros mergulhadores desceram, começando a amarrar a caravela. Mas somente por volta de meio dia que essa fase do trabalho ficou pronta. Passaram para a seguinte. Com furadeiras fizeram uma série de pequenos buracos, transformando o casco da caravela no maior escorredor de macarrão do mundo. Por volta da uma e meia da tarde começaram a prender os balões e quase quatro e meia quando o diretor da operação, o professor YoungJae, autorizou o enchimento dos balões de borracha.

Quatro câmeras submarinas acompanhavam a operação, dando uma visão precisa do desenrolar dos fatos. Havia pequenos microfones instalados no casco da caravela, que serviam para transmitir o sofrimento do navio. Se ele gritasse demais, significava que teriam de ir mais devagar ou, até mesmo, interromper temporariamente a tentativa. Estava difícil... A cada minuto que se passava parecia que a caravela não aguentaria a pressão, a tensão era enorme entre os mergulhadores e os estudantes.

 

— Em que ano será que essa navio afundou? — perguntou ChanYeol.

— Afundou, não, foi afundada. — corrigiu o professor.

JongIn espantou-se. Quem afundaria uma preciosidade daquelas?

— Como pode saber se ela foi afundada ou se naufragou?

— O casco está inteirinho, sem um arranhão, exceto pelo buraco que pudemos observar em sua interessante reportagem. Isso quer dizer que isso recebeu um tiro de canhão, assim afundando a caravela—YoungJae fez uma pequena pausa, observando o andamento da operação pelo monitor à sua frente. — Vocês são excelentes mergulhadores, conhecem cada palmo desta parte do litoral, eu presumo. Então...

— Ela não poderia ter batido em nenhuma pedra, em quilômetros. — adiantou-se JongIn.

— Então ela foi assassinada, afundada de propósito? — Perguntava BaekHyun curioso

YoungJae concordou e voltou a prestar atenção nos aparelhos.

 

Por conta de precisarem parar algumas vezes graças ao estado da madeira, a caravela havia dado seus primeiros sinais para fora da água aproximadamente 19:30. E como era linda! Tinha por volta de vinte metros de comprimento. Mais uma hora e ela estava inteira para fora. Uns poucos furos feitos pelos mergulhadores apareceram, dando vazão a jatos de água marinha. Centenas de peixes pulavam, retornando ao lar aquático. Arrastou-se mais meia hora até acontecer o primeiro acidente sério da operação. Estava tudo correndo na mais digna ordem quando os microfones instalados no navio começaram a registrar um estalido peculiar que provinha da parte de trás. Exatamente onde a...

— É a caixa! — gritou JongIn, chamando a atenção de KyungSoo.

— O que tem a caixa?

— A madeira está cedendo. — alertou YoungJae.

— Acho que está muito pesada para o casco.

O rugido aumentou e a madeira cedera.  O sonar cintilava, apontando um grande e pesado objeto descendo a toda velocidade para o fundo do oceano. Algumas moedas e santos caíram junto com ela.

—Droga, queria pôr a mão naquela caixa ainda hoje. — lamentou o professor. Os mergulhadores agora voltavam para o mar. — Bom, agora vem uma fase demorada. — explicava YoungJae. — Os mergulhadores irão tapar cada buraco que encontrarem no casco. Inclusive este rombo aberto pela caixa metálica. Isso vai demorar.

— E quanto à caixa?

— Assim que o sol raiar novamente iremos atrás daquela preciosidade. Não temos nenhum concorrente na área, não é mesmo? Ela não vai sair de lá do fundo.

— É, professor, mas do jeito que aquela coisa é esquisita aposto que ainda teremos muitas surpresas com ela.

—Veremos... Veremos.


Notas Finais


Lembrando, de novo, de que sou autorizado pela GameKyu a postar essa história =D


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