História Seventeasers - Capítulo 21


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Categorias Elle Fanning, Enrique Iglesias, Mark Wahlberg
Personagens Elle Fanning, Enrique Iglesias, Mark Wahlberg, Personagens Originais
Tags Age Gap, Aluna, Elle Fanning, Enrique Iglesias, Mark Wahlberg, Ninfeta, Professor, Sexo, Teacher Crush
Visualizações 207
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ecchi, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Música do capítulo nas notas finais.
Boa leitura!
:*

Capítulo 21 - Bubblegum bitch


Fanfic / Fanfiction Seventeasers - Capítulo 21 - Bubblegum bitch

Elle's POV on:

Durante a detenção, o Sr. Iglesias demonstrou uma abertura maior do que vinha mostrando antes. Não sei, mas acho que ele está gostando dessa situação. Tenta mantê-la sob controle, mas sem perceber, falha. O Sr. Wahlberg aos poucos parece estar ficando menos no “ataque” e indo para “defesa”, o que mostra uma postura menos firme. Não sei até que ponto eles me deixarão avançar, mas estou disposta a passar um pouco dos limites, se for preciso.

Quero saber se o Sr. Iglesias está no jogo. Só preciso de uma confirmação, e o desafiarei hoje. Indiretamente, claro. Uma autoridade das salas de aula não gosta de subversão, certo?

Decidi usar o combo todo hoje. Maquiagem feita, saia bem curta e cabelo arrumado, chicletes de cereja no bolso. Keely me pegou no mesmo horário de sempre.

Depois de chegar no colégio, apenas esperamos as horas passarem até chegar a aula do Sr. Iglesias, mas eu não tinha nenhum plano em mente. Apenas tentaria provocar sua autoridade e ver o que ele faria. O que aconteceria depois é que poderia ser interessante.

Quando o sinal para a aula dele tocou, encontrei as meninas no caminho para sua sala. Ao chegar na porta, o vi sentado olhando os outros entrarem. Quando nos viu, seu olhar mudou. Uma mudança muito discreta, e eu só percebi porque, modéstia à parte, só o vi olhando assim para Sammy e eu. Passei por ele e dei boa tarde, me dirigindo ao meu lugar. Sentamos no meio da classe.

Enquanto ele iniciava a aula, nós conversávamos baixinho.

— Eu não vou participar disso. – Annika disse – Não quero tomar outra detenção.

— Eu também. – Oona a acompanhou, e eu revirei os olhos.

O professor começou a nos olhar torto, e em troca eu lhe dei um cheio de sarcasmo. Durante esses primeiros minutos, ele apenas nos observou, e muito. Como se estivesse nos avisando que tomaria uma atitude caso continuássemos. E o fizemos.

Ele passou uma atividade, a qual nós conversávamos e fazíamos um pouco, e conversávamos de novo.

— Estão fazendo? – Disse, se aproximando de nós.

— Um pouco. – Respondi olhando dentro de seus olhos, afrontando-o.

— Acho bom que façam. Estou de olho em vocês.

— Sabemos. – Sammy disse rindo. Ele continuou sério e voltou para sua mesa.

Nós fizemos a atividade, mas não a completamos. Ele estava bravo conosco, mas não falava nada. Até parecia que estava deixando acontecer de propósito, o que me leva a acreditar que ele percebeu o jogo e está nele. Em cima do muro, inseguro, mas ainda assim dentro.

Toda a aula prestamos pouca atenção, fosse conversando ou fazendo qualquer coisa aleatória. Ele não disse nada até o sinal tocar. Todos iam saindo, então ele disse:

— Elle, Keely e Sammy, vocês ficam de novo.

Elle's POV off / Sr. Iglesias on:

— O que? Mas a Keely é nossa carona! – Annika protestou.

— Não posso fazer nada... – Respondi, então ela e Oona saíram bufando. Fechei a porta e fui até onde as meninas estavam sentadas. Apoiei minhas mãos na carteira de Elle, que estava entre Sammy e Keely, olhei para as três e disse: – O que eu faço com vocês?

— Você é o professor. Deveria saber. – Keely respondeu.

— Vocês são ótimas alunas, por que estão se comportando tão mal? – Questionei novamente, ignorando a ironia de Keely.

— Vai ver é disso que gosta... – Elle debochou. Sua ousadia ao dizer isso acendeu algo em mim. Um alerta, talvez.

— Claro que não! –Respondi, franzindo o cenho e caminhando de volta até minha mesa, me encostando na mesma. – Isso não tem cabimento. Vocês tem notas a zelar, quero que mantenham suas médias boas. Eu sou responsável pelo que aprendem.

— Minhas notas tem diminuído? – Ela perguntou, se levantando e vindo em minha direção. Bem perto.

— Não, mas... – Ela não parava de se aproximar, já estava a poucos centímetros do meu rosto.

— Mas o que? – Indagou, olhando nos meus olhos.

— Não precisa chegar tão perto... – Respondi, tentando me inclinar um pouco para trás. Meu coração disparou quando ela começou a se aproximar mais.

— Não consegue resistir a mais que isso? – Sussurrou. Ela mascava um chiclete, seu hálito cheirava a cereja bem doce. Meu corpo congelou, e eu apenas a afastei.

— Volte para o seu lugar. – Elle riu e me obedeceu.

Hoje, durante a aula da turma delas, elas novamente não paravam de me atrapalhar, e parece ter sido proposital. Oona e Annika se comportaram, mas as outras, eu confesso, permiti que se comportassem mal. É como eu disse, tenho me sentido instigado em saber até onde elas vão. Eu sei que é errado, e cada vez que se aproximam de mim eu me arrependo de estar dando tanta abertura, mas só porque isso me estimula a querer mais. Não que eu necessariamente tenha vontade de transar com elas, mas tê-las por perto, e nisso me refiro a Sammy e Elle; é tentador. Elas são as únicas alunas que ousaram invadir meu espaço, o fizeram aos poucos, e quando eu percebi já estavam me falando coisas absurdas e mexendo com minha imaginação.

Passei na lousa um texto para interpretação e algumas questões. Elas ficaram quietas e copiavam enquanto eu escrevia. Elle ainda mascava o chiclete, e começou a fazer bolas. Enchia a goma de ar, estourava e mascava. Enchia novamente, estourava e mascava.

— Elle, jogue o chiclete no lixo. – Ela me olhou confusa.

— Por que?

— Está me irritando. – Ela cerrou os olhos.

— E se eu não quiser?

— Jogue. – Ela cruzou os braços, com a testa franzida. – Estou mandando. – A mesma continuou de braços cruzados.

Me levantei e fui até ela, estendendo a mão na frente de sua boca.

— Cuspa. – Ela balançou a cabeça negativamente. Forcei meus dedos em seus lábios, tentando abrir sua boca, e começamos a rir. Quando coloquei meus dedos dentro dela para pegar o chiclete, ela segurou minha mão e os chupou da forma mais erótica possível. Me arrepiei inteiro, na mesma hora senti a cueca ficando mais apertada. Tratei de pegar logo o chiclete e o joguei no lixo. Estava quase suando.

Me sentei para esconder o volume, e ela continuava me olhando séria e maliciosa, como se estivesse lendo meus pensamentos e sabendo que ao me olhar daquela forma; minha imaginação trabalhava ainda mais freneticamente... Complementando o tesão que seu gesto tão simples me causou.

Enquanto elas faziam as atividades, eu olhava o relógio a todo instante para ver quanto tempo faltava para o fim da detenção. Não queria que sobrasse tempo para elas ficarem me provocando, aquilo não podia ir tão longe. Quando elas terminaram, fiquei torcendo para que apenas me trouxessem seus cadernos e voltassem para seus assentos, e assim Keely fez. Só ela. As outras duas se sentaram uma de cada lado da minha mesa, e então eu quase comecei a rezar para que esses pequenos demônios não me atentassem.

— O que vai fazer no fim de semana? – Sammy perguntou.

— Não é da sua conta. – Falei, apertando seu joelho com dois dedos, e ela pulou com as cócegas. Me lembrei que jantaria amanhã com a Srta. Fritz, depois de ela me encurralar na sala dos professores. Aceitei para poder acabar com aquilo. Olhando para Sammy, tão delicada e minha mão em seu joelho, tive uma vontade enorme de subi-la. Pensar no tédio que a Srta. Fritz me dá, um desânimo instantâneo tomou conta de mim. Sammy encostou seu pé no meu tornozelo e subiu, me olhando com uma inocência terrivelmente excitante. Retribui o olhar em silêncio.

— Você não foi naquela festa que o pessoal daqui fez, né? – Elle perguntou.

— Não. Foi boa? – Elas se olharam maliciosamente, rindo

— Foi ótima!

— O que vocês aprontaram lá? – Perguntei, cerrando os olhos.

— Não é da sua conta. – Sammy respondeu na mesma moeda, e eu ri.

Fiquei imaginando o que aconteceu nessa festa. Aliás, uma curiosidade enorme sobre a vida íntima delas me veio à cabeça. Gostaria de saber sobre seus relacionamentos, suas experiências, mas me enfiaria numa armadilha se fizesse isso. Preciso me conter. Já passei dos limites, mas ainda me resta um pouco de autocontrole e irei usá-lo.

O sinal para o fim da detenção tocou. Era a minha salvação. Elas foram até suas mesas e guardaram suas coisas nas mochilas, e voltaram para mim, que também estava me preparando para sair.

— Tchau, professor. Bom fim de semana. – Elle disse, se aproximando e dando um longo beijo em minha bochecha. Sammy e Keely deram um sorriso e um tchauzinho, e saíram.

Espero que autocontrole seja o suficiente para pará-las quando as situações forem oportunas. Me sentir atraído era a pior falha que eu poderia cometer, mas não posso desfazer isso.


Notas Finais


Bubblegum Bitch: https://www.youtube.com/watch?v=d1eQLw0Nwto
Comentem o que acharam ;) a espera pelos hots tá quase acabando, espero que estejam curtindo esse suspense antes da parte interessante :D
Não esqueçam de favoritar se ainda não tiverem, isso ajuda bastante.
Até o próximo capítulo!
:*


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