História Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Visualizações 82
Palavras 2.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU HERMIONE GRANGER JURO SOLENEMENTE NÃO FAZER NADA DE BOM

Capítulo 5 - O QUE TÊM NO SEU LIVRO DE HERBOLOGIA?


Fanfic / Fanfiction Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 5 - O QUE TÊM NO SEU LIVRO DE HERBOLOGIA?

 

     O QUE TÊM NO SEU LIVRO DE HERBOLOGIA?

 

Sai pelos corredores em passos apressados, não podia correr se queria passar despercebida pela multidão de alunos que se aglomeravam cada vez mais por conta do intervalo, algumas pessoas me cumprimentavam pelo meio do caminho, mas minha pressa não me permitia nem ao menos virar a cabeça para ver.

Quando cheguei no banheiro abandonado da Murta que geme, abri os boxes um a um chamado em sussurro:

- Elizabeth?…. Onde você está? Não está chorando de novo está? - procurei pela fantasma que não via, poderia ser psicológico mas senti o cheiro de severo quando passei pela porta.

- Mione é você?  -Ela apareceu esfumaçando-se cada vez mais nítida. - só você me chama pelo nome.

Me virei para ela e senti vontade de abraçá-la o mais forte que meus braços pudessem apertar, meus olhos marejaram e ela franziu o cenho:

-O que você têm?…. Murta me olhou com ternura e flutuou cortando o ar até a pia que antes fora o cenário de uma grande aventura quando descobrimos a câmara secreta, ela fez sinal para me convidando a escorar na pia com ela.

-Severus… - respondi sem saber por onde começar.

-Você se declarou? - Ela perguntou assustada.

-NÃO! - respondi imediatamente - Fui atingida por um feitiço que ler mentes na aula de hoje…. - engoli o choro e continuei - Ele me acertou com Negilimens quando fui proteger Harry.

-Por Melim… - Ela lamentou - Deve ser por isso ele esteve aqui hoje.

Eu ouvi suas palavras e fiquei parada sem mover nem mesmo. Meu corpo adormeceu de novo e pude sentir o calafrio contornar meu corpo, arrepiando meus pelos.

Ele parecia normal nas masmorras quando Dobby devolveu o pergaminho, foi sarcástico por natureza,mas jamais imaginei que fosse atrás das lembranças que descobrira.

- Sério?! - meus olhos se arregalaram

- Sim, Ele veio bem devagar, parecia que queria pegar alguém no ato, subentendi que era você. ele veio duas vezes, em uma delas eu estava na vidraça admirando a sereia da janela quando o vi me olhando, ele me perguntou: - Onde ela está?, eu me fiz de desentendida e perguntei: - Quem?, Ele me deu as costa e se foi, eu o segui com medo de te encontrar e vi ele ir procurar algo no banheiro dos monitores abandonados, onde você fica quando quer usar a piscina.

-Ele está tentando me pegar no flagra. - Pensei alto.

Murta colocou a mão na boca e escondeu a boca aberta, nós ficamos em silêncio por alguns segundos e comentei preocupada:

- vou cancelar minha aulas de defesa contra artes da trevas e me inscrever em runas antigas, até porque é uma matéria que está me fazendo suspirar!

- Hummm suspiros? Quem dá aula? Rsrsrrs- murta tentou desviar assunto também.

- Não seja boba Murta, me refiro a matéria em si! (risos) – respondi entendendo sua malícia.

-E se for muito cedo para tomar a decisão de sair das aulas defesa? - A murta tentou me fazer voltar atrás.- Se ele veio aqui depois de assistir as lembranças quer dizer que ficou curioso de alguma forma.

- Curioso para me dar detenção – lembrei da piada que o professor me jogou quando nos encontrou nas masmorras com Dobby.

- De qualquer forma, eu não sairia das aulas, depois da abertura da câmera todos se mantiveram alerta, você sabe que ele pode está voltando…. - ela se referiu a Voldemort encolhendo os ombros e olhando ao redor do banheiro continuou. - espera a próxima aula e ver como ele vai se comportar. - Ela insistiu.

- Tenho uma detenção que ele me deu hoje.- Aceitei o conselho da Murta e desabafei - Ele deu detenção em nós três, Harry teve a brilhante ideia de dar uma olhada no conteúdo programático deste ano.

-Sério???? como fizeram isso? -A murta me perguntou confusa.

-Eles aproveitaram a chance quando tentei defender Harry do feitiço Negilimens, Roubo da expulsão, ele prejudicaria Harry e Rony.

-Então, porque acha que ele te deu detenção? - Ela me perguntou maliciosamente.

-Não sei… - respondi com a mesma curiosidade - mas argumentou que foi por eu me envolver no duelo alheio.

Era muito bom depois de tudo que houve de manhã poder fugir de tudo e está ali com a murta que era não me acompanhava com Harry e Rony mas também éramos íntimas.

Nós ainda conversamos sobre a primeira aula de Defesa, da performance do professor que eu tanto admirava sua forma sombria de andar, sua experiência em duelos e seu irritante sarcasmo com outros alunos, minha visão erótica o vendo naquela capa comprida e malévola, seu corpo coberto das vestes pretas.

-Você precisa encontrar outro lugar para sua necessidade a não ser que queira ser encontrada por ele. - Murta me aconselhou.

- Onde? - Perguntei curiosa.

Ficamos em um breve silêncio esperando a resposta caiu do céu enquanto admirávamos o encantamento da enorme janela de vidro que tínhamos no banheiro, uma sereia.

Murta que geme pensou em algo e flutuando até a vidraça imitou os movimentos da sereia enquanto dividia sua ideia comigo.

- A sala precisa, terá tempo de se esconder naquelas pilhas e mais pilhas de móveis e livros antigos se alguém entrar lá - Seus olhos brilhavam forte convicta de ter tido um plano infalível, vi da mesma forma.

- Brilhante Elizabeth!!!! -o sorriso nasceu na mesma hora no meu rosto.

- Pra que servem os amigos? (risos) – ela se aproximou de mim e alargou o sorriso.

- Obrigada murta, tentei tocá-la no ombro mas minha mão atravessou a imagem da garota transparente.

Coloquei a mochila nas costas e prendi o livro de Herbologia nos braços, me despedi e fui em caminho a sala precisa.

A medida  que me aproximava do meu do meu destino sentia meu corpo pulsar, meus músculos estavam tensos mas minhas pernas ficavam bambas quando eu imaginava como seria ter aquele feiticeiro alto, pálido com nariz grande e cabelos até o pescoço com suas vestes negras igual a noite, me imaginei encaixada no seu colo, num encaixe perfeito como se  tivéssemos nascidos peças de um quebra-cabeça perfeito, um quebra cabeça de apenas duas peças, meu corpo foi aquecendo cada vez mais quando imaginava claramente nossos corpos se esfregando até bater contra alguma coisa e meus livros se espalharem no chão frio de pedras, foi um baque forte, até minha mochila que vinha pendurada por apenas um ombro escorregou. Eu andava tão distraída que me esqueci que poderia cruzar com o ex professor de poções, e ali estava ele como a espera de sua próxima vítima, Severo Snape.

- Granger … - ele me chamou calmamente enquanto meus lápis rolavam da mochila para longe de nós. - Onde será…. Ele Interrompeu-se acompanhando meu ajoelhar lento para apanhar os livros. -  que você anda com a cabeça? Voltou a falar, o fez devagar e deliberadamente, como se estivesse medindo palavras.

- Eu… estou indo  …. eu… vou para… - tentei falar e as palavras não saiam.

 

- Biblioteca? Ele completou minha frase com um sorriso enviesado.

Sem tirar os olhos deles eu apalpava o chão procurando reunir o cadernos. Snape levantou uma sobrancelha e sem se mover levou apenas os olhos nos livros e papéis espalhados no chão.

-Sim…  murmurei mexendo cabeça num gesto positivo.

Snape continuou imóvel enquanto me assistia de joelhos frente a ele na tentativa de reunir todo meu material e sair dali o mais rápido possível, seu olhar mostrava um visível prazer em me ver tão nervosa e constrangida. Ele correu os olhos em toda aquela bagunça ao redor dos seus pés e avistou meu livro de Herbologia, nos olhamos por milésimos de segundos e abandonei todos os papéis que estava reunindo em um movimento veloz para apanhar o livro que continha seus desenhos. Mas o bruxo negro foi mais rápido e centímetros antes de meus dedos tocarem a capa ele pesou o pé cautelosamente em cima do livro parando meu movimento, senti o pavor dissolver-se por todo meu corpo, eu relaxei os ombros anestesiada pelo medo e levantei a vista para encará lo.

O que têm no seu Livro de Herbologia? -Ele perguntou já sabendo a resposta.

-O conteúdo da matéria senhor.- respondi iludida que pudesse dar certo.

Ele me encarou com aqueles olhos negros inquisidores como se visse através de mim.

- tsk… tsk.. tsk…tsk... Você e Potter se merecem só pelo atrevimento de achar que são espertos sra. Granger. - Ele pôs mais peso no livro o fazendo achatar.

O Professor abaixou-se para pegar o livro e num movimento instintivo eu tentei impedir puxando o livro com as duas mãos para mim.

-E porque tão determinada a esconder  …. - ele interrompeu-se novamente. - o conteúdo da matéria. Olhou minhas mão presas ao livros e as unhas quase enfiadas na capa.

Percebeu a umidade da capa e voltou o olhar negro que agora brilhava em minha direção.

- Deixei cair no jardim quando estava chovendo… - Justifiquei a umidade do livro e abaixei o olhar subitamente com vergonha da mentira mal contada.

- É mesmo? -Ele me perguntou com a voz mais baixa. - Sabe o que eu acho sra Granger?

Os olhos do mago perfuraram os meus, com o tom da sua voz que ecoavam agora suáveis no meu ouvido.

Uma mistura de medo e prazer tomaram conta do meu corpo, meus olhar denunciava isso.

- N...não… senhor. - Respondi  piscando repetidas vezes tentando me recompor.

- Acho que a senhorita pode até ser uma irritável sabe tudo, mas mente lamentavelmente mal.

Ele puxou o livro das minhas mão em um gesto rude o cobriu dentre suas vestes negras e continuou:

-E acho que em vez de criar mentiras sem nexo deveria pensar que têm detenção hoje às 20:00 hrs, o que acha disso sra Granger? - Ele aprofundou mais o olhar e levantou uma sobrancelha, esperando resposta.

- que…. Horas são? - perguntei tentando disfarçar fazendo uma expressão inocentemente curiosa.

- Faltam duas horas  Sra Granger. - ele me respondeu  ríspido. - Um silêncio torturante surgiu nos corredores.

O Professor deu de ombros e seguiu sem olhar pra trás lentamente como se não houvesse planos dali pra frente. Eu fiquei petrificada vendo ele se afastar, minha cabeça revirava-se em milhares de pensamentos, quando olhei para o chão e vi meus papéis agora marcado pelas pegadas do bruxo, algo me fez falta.

- Professor?! - Eu o chamei aflita. - Ele virou, não completamente, mas o suficiente para nossos olhos se encontrarem e franziu o cenho.

- O que você quer Granger? - Perguntou já imaginando o que eu queria pelo desespero da minha voz.

- Meu...li...vro senhor. -Pedi carinhosamente rezando que ele se comovesse com os olhos de gato órfão que fiz a ele, Claro que …. Não funcionou.

- Minha garantia que não se atrase para sua detenção. - Ele relaxou as expressões do rosto. - Afinal de contas…. sua pesquisa na biblioteca pode ser demorada. - Ele se virou para ir e sua capa negra sacudiu atrás de si.

Senti o calafrio percorrer meu corpo inteiro, até os pelos de minha sobrancelha estavam arrepiados, eu esperei ele dobrar os corredores para me desesperar, ajoelhei-me novamente e puxei a varinha apontando para meu material que ficou arrumado e pronto para ser guardado, assim o fiz.

Quando ele finalmente desapareceu da minha vista, coloquei as mãos na cabeça e controlei-me para não gritar,se o fizesse até Dumbledore ouviria de sua sala.

Corri a toda velocidade que meu corpo me permitiu até Harry e Rony, ao chegar abri a porta da cabana do Guarda-caças sem bater, eles estavam tomando chá com Hagrid que no exato momento lhe oferecia um pedaço de bolo, eles congelaram seus movimentos ao me virem despenteada com as bochechas vermelhas e o semblante de terror marcado no rosto.

- Hermione! - Rony levantou-se preocupado deixando a xícara de chá cair. - O que aconteceu???? parece que viu um dementador!

 

— Harry! Por Merlin!! Harry! O Dobby! Eu preciso do Dobby! Harry a pedra que ele te deu pra chamar, é uma emergência. - Ignorei Rony, minha prioridade era ter o livro de volta.

— Mione ele está sedado, não era um simples resfriado – Hary respondeu docilmente se aproximando devagar de mim, ele queria me acalmar .-Ele está com pneumonia.

Hagrid continua imóvel assistindo a situação enquanto Rony rodeava-me pela sala do guarda-caça procurando arranhões, ferimento ou sangue no meu uniforme.

Hagrid colocou o bolo em cima da mesa e apanhou uma xícara, a encheu de chá e me ofereceu sorrindo docilmente, eu aceitei e me sentei.

— O que aconteceu mione, porque entrou assim? - Hagrid me perguntou curioso

— Foi o Malfoy! Não foi! Aquele imundo – Rony continuava de pé, agora com o peito estufado.

— Não Rony… Severo confiscou meu livro de Herborlogia….. murmurei desanimada,meus olhos marejaram.

— OQUE???!!! - Os três me perguntaram espantados.

— Mione eu sei que ama seus livros mas isso não explica sua entrada… - Rony insistiu em saber o que houve.

Os três ficaram me olhando sem dar uma palavra, eu só suspirava e fazia movimentos circulatório com a colher dentro da xícara de chá, levantei os olhos e encarei Harry que era o único na cabana que entendia minha agonia. Harry sentou-se ao meu lado.

— Ele sabe o apego que você têm pelos seu livros, não se preocupe, é só para mexer com seu psicológico.- Harry mentiu tentou me consolar.

Harry sabia o que tinha no livro, ele me pegou inúmeras vezes desenhando na biblioteca e nas aulas de vidência, ele sabia onde eu guardava.

— Ele tem razão Hermione. - Hagrid defendeu Snape e concordou com Harry - Snape parece cruel e letal, mas é só um encrenqueiro, ele nao pegaria seu livro para lhe prejudicar. - Hagrid tentou me consolar enquanto me cortava uma fatia de bolo.

Aceitei a fatia e tomei mais duas xícaras de chá, assim que a visita terminou voltamos para o castelo, passamos pelo corredor que agora guardaria essa lembrança do que houve para sempre na minha vida, me lembrei da detenção. Harry perguntou se eu queria companhia até as masmorras eu neguei e me despedi dos dois.

Talvez os meninos tivessem razão, ele queria mexer com a minha cabeça,ou estava curioso para ver o que tinha no desenho, fui o caminho das masmorras pensando no assunto mas sem me desesperar, queria chegar neutra na detenção, sempre que sentia que estava entrando em pânico procurava outros pensamentos para me distrair.

 


Notas Finais


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