História Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Visualizações 77
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU HERMIONE GRANGER JURO NÃO FAZER NADA

Capítulo 6 - A PRIMEIRA DETENÇÃO DO ANO


Fanfic / Fanfiction Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 6 - A PRIMEIRA DETENÇÃO DO ANO


Desci as escadas quase escura olhando para as tochas de chamas fracas e senti o frio crescer a medida que me aproximava da sala do novo professor de defesa contra as artes da trevas.
Ao chegar em frente a porta respirei fundo para me acalmar levantei o braço trêmulo para bater na mesma e antes que meu punho fechado encostasse na madeira escura e antiga a porta se abriu sozinha para mim. 
Eu entrei e fechei a enorme e escura porta de carvalho e percebi a sala do novo professor mais escura que o de costume, passei rapidamente o olhar pelo lugar e não vi ninguém, lembrei do ocorrido da aula de manhã que acontecera ali e abracei meu próprio corpo, estava ansiosa e nervosa.
- Granger? - Uma voz fria ecoou na masmorra semi escura e úmida. -Era Snape, surgiu do fundo da sala não iluminada.
Abaixei a cabeça imediatamente escondendo meu olhar, não respondi, se ele estava me observando já sabia quem eu era.
Levantei um olhar moribundo para ele enquanto seus olhos escuros brilhavam refletindo as poucas tochas acesas que haviam nas masmorras, uma expressão triunfante pousava no seu rosto enquanto eu por dentro me sentia completamente deslocada como uma peça de dama num jogo de xadrez.
O Bruxo me olhou dos pés a cabeça e retirou das vestes um livro de capa dura de cor esverdeado, estava seco agora. era meu livro de Herbologia.
-Como prometido. - Ele me devolveu o livro, eu o apanhei delicadamente, agora meu olhinhos brilhavam,  fui incapaz de abrir o livro e ter certeza que estava tudo lá, coloquei na mochila e desviei o olhar do professor novamente.
- Engraçado... uma Bruxinha sabe tudo como você não conhecer um feitiço para secar seu livro tão precioso. - Ele falou baixo daquela forma me fazia suspirar. - Sua detenção é esfregar o chão Granger, sem magia. Você tem a noite toda não se preocupe. - Ele ironizou. - Você só sai daqui quando toda a masmorra estiver limpa.
- OQUE? - eu Berrei me esquecendo tudo que houve! - Mas senhor… não vai dar tempo… eu não posso dividir em dois dias? Amanhã têm ensaio de Quadribol.
- Então… ele falou muito delicadamente- vamos torcer que você não tenha gasto toda a energia das suas mão enquanto em movimentos…. agressivamente e Repetitivos  folheando os diversos livros da biblioteca. - seus olhos lampejavam perigosamente.
Eu me sentei na cadeira que havia atrás de mim e abaixei a cabeça, ele deu de ombros e apanhou um balde com materias de limpeza, voltou em minha direção e me ofereceu com o rosto enrijecido.
-Pode começar - Ele ordenou seguramente.
Meu corpo anestesiou, sua face pálida com os lábios entreaberto, eu o observava fazendo todo um esforço para não denunciar meus desejos, um calor subiu meu corpo, aquele arrepio que te faz respirar arfar.
Eu esperei ele se afastar e me dar espaço para levantar, ele o fez e bem devagar e quando meu deu espaço suficiente me ajoelhei outra vez pra ele e comecei a esfregar o chão.
Ele continuou de pé na minha frente, agora com os braços cruzados.
Eu comecei a esfregar em movimentos árduos que fizeram meus braços e ombros fadigarem em poucos minutos. Snape ele se sentou em sua cadeira e apoiou o calcanhar direito no joelho esquerdo, eu ardia como água fervendo que entra em contado com a pele viva, depois ele abriu os botões do punho, seu olhar era quente, senti vontade de tirar a roupa.
-Seu balde está vazio Granger.  - Snape comentou, me acordando do transe que meus pensamentos me levavam.
Assenti com a cabeça, levantei e fui buscar água no fundo escuro na masmorras enquanto o balde enchia eu o  olhava nem que fosse de relance, escovei dois quartos da masmorra com muita dificuldade e muito tesão, o suor escorria de minha testa e pingava quando chegava a ponta de meu nariz, ele com o olhar fixado em mim , os braços abraçavam o corpo as pernas longas seguiam cruzadas num charme que me fazia escorrer por entre as pernas.
Com a masmorra limpa e duas horas depois eu não conseguia mais mexer os braços, sentei no chão despenteada e suja, fui para o fundo da masmorra onde as tochas apagadas cobriam meu corpo e meus movimentos, o observei corrigindo pergaminhos de diversos alunos, encostei as costas na parede úmida e lhe assisti distraído na correção de provas. puxei o balde entre as minhas penas e coloquei a vassoura no chão. 
eu queria me esfregar no colo daquele em vez de ficar sentada no chão, meu sexo pulsava enquanto eu me roçava no balde entre minhas pernas inconscientemente. meu dedo enrolavam-se nas pontas do meu cabelo enquanto eu olhava o feiticeiro alto com as vestes negras sentado de forma tão convidativa, eu coloquei o balde para encher  e me acariciei por cima da calcinha enquanto o balde enchia, estava tão entorpecida de vontades nele gozei em segundos.
-Professor…. Chamei sua atenção mostrando que estava na parte escura da masmorra, os fundos. - Terminei senhor.
-Eu sei Granger…  Ele me olhava nos olhos na minha direção como se pudesse enxergar no escuro. 
Congelei de medo e fiquei calada observando ele se aproximar de mim em passos certos mostrando que sabia exatamente onde eu estava todo aquele tempo.
Um barulho na porta nos distraiu, alguém batia muito determinado a ser atendido, era Rony, céus, ele calculou certíssimo e sem resposta abriu a enorme porta de carvalho e entrou com os cabelos ruivos e olhos arregalados.
-Rony. - me surpreendi com com sua chegada.
-Ohhh Hermione, eu estava esperando você para irmos para os dormitórios, você demorou e vim saber se já havia terminado.
-Não me diga... -Snape mudou sua direção para Rony. - O que faz fora da cama agora? - Ele olhou severamente para Rony mas o aluno não se intimidou e lhe respondeu em alto e bom som
-Estava na biblioteca.
-Essa biblioteca parece muita divertida - Snape voltou os olhos a mim. - Pois bem, isso não é hora, está de detenção.
-Sim senhor professor. - Ronny o enfrentou. - Vamos Hermione? Você já terminou? - Ele desviou o olhar de Snape e os voltou a mim.
-Sim. - Respondo constrangida.
Snape não se moveu somente me observava Rony passou na frente e eu atrás, quando passei pelo professor e ele segurou meu braço direito e levantou minha mão numa curta distância entre seu rosto e farejou o cheiro dos meus dedos.
Puxei o meu braço bruscamente assustada, ele sabia o que estava fazendo? Rony parou na porta e a cena já havia ocorrida, pelo menos isso não teria que explicar a ele.
Ele lançou um sorriso enviesado para Rony e voltou a me olhar penetrantemente.
-Boa noite. - Ele nos desejou ironicamente como  faz quando zomba dos alunos da grifinória, Rony avermelhou as bochechas. 
Saimos das masmorras e quando chegamos na metade das escadas Rony me perguntou:
-Porque aquele olhar estranho de Snape em você?
-Que tipo de olhar? - Perguntei disfarçando.
-Sei lá! parecia que ele queria te atacar. - Rony respondeu confuso.
-Talvez seja porque limpei a masmorra rápido e você chegou na hora, ele não pode me dar uma tarefa extra.
-Com certeza é isso. - Rony concordou. - Quando termino rápido a detenção ele fica procurando defeitos pra me fazer trabalhar mais, injusto isso. - Ele acrescentou.
-Acho que ele ia fazer isso hoje. - Concordei com ele.
-Ainda bem que eu cheguei em tempo pra te salvar. -Seus olhos brilhavam vitorioso de si mesmo.
-Poisé. - Respondi erguendo as sobrancelhas.
Chegamos na torre da grifinória e ainda conversamos um pouco do ensaio de quadribol com os meninos amanhã, eu com certeza não iria na biblioteca depois daquela noite arriscada, me comprometi a estar na arquibancada para motivá-los a jogar.
 


Notas Finais


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