História Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Visualizações 70
Palavras 1.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


EU HERMIONE GRANGER JURO SOLENEMENTE NÃO FAZER NADA DE BOM

Capítulo 7 - ADMIRADOR SECRETO


Fanfic / Fanfiction Severo Snape e Hermione Granger- Um segredo de Hogwarts - Capítulo 7 - ADMIRADOR SECRETO

Amanheceu e logo estávamos reunidos outra vez para o treino de Quadribol, Harry e Rony estavam elétrico, eu estava cansada mas encorajava da arquibancada os meu amigos a treinarem junto de Gina.

Mas meu corpo não esqueceu a detenção de ontem de forma que braços estavam quase mortos, meu ombro estava fadigado, assim que o primeiro tempo de treino acabou, expliquei porque estava indisposta para gina

- Tudo bem. - Ela me respondeu com os olhos de mãe. - vá até a enfermaria e peça uma porção muscular, eu aviso para os meninos. Gina se despediu de mim.

No caminho encontrei Draco e seus fiéis seguidores Crabbe e Goyle que ao se depararem com minha presença mudaram seu percurso e se direcionaram a mim.

-Ora, Ora…- Drago iniciou. - Não é a machuda de Sangue ruim? Como ousa cruzar caminho comigo?

O ignorei e tentei continuar meu percurso, de nada adiantou o menino loiro cruzou meu caminho outra vez e me indagou:

- Estou falando com você sapatão de sangue sujo.-  Malfoy bravejou e apontou a varinha.

Puxei minha varinha e prendi contra seu pescoço:

- Não me estresse Malfoy, o castelo e livre para quem quiser andar por seus corredores – o ameacei.

- Não na minha presença – ele mostrou não temer o efeito de minha noite mal dormida. - Como ousa falar comigo um sangue puro? Devia se envergonhar… pra mim você é tão baixa quanto os elfos criados de meus pais.

- E pra mim você é só um monte de merda branca com fios loiros na cabeça. - aceitei o desafio de malfoy enquanto seus fiéis escudeiros riam escondidos com a mão na boca.

Ele me olhou dos pés a cabeça e voltou o olhar de ódio para Crabbe e Goyle.

-Uhhh… - Malfoy zombou - quanto mal humor Granger, o que houve? levou um fora de alguma garota? ela disse que gostava de pica? - ele continuou me desafiando.

Afrouxei a força da varinha contra seu pescoço e me afastei, quando tive vista para o três apontei a varinha e disse com a voz firme:

-Estupore!

Os três meninos caíram no chão, foram lançados a dois metros de distância de onde estava, teriam sido jogados mais longe mas eu não estava disposta depois de escovar uma masmorra e dormir tarde.

Malfoy se levantou envergonhado e assustado, seus amigos levantaram rapidamente apavorados.

-Você cometeu o pior erro da sua vida sua machuda de sangue ruim, vai se arrepender disso Granger, guarde minhas palavras. - Malfoy ameaçou arrumando os cabelos revoltado.

-O que vai fazer? pedir pro seu pai vir comprar minha expulsão? - Perguntei sem medo.

-Não… -Ele respondeu perigosamente - Vou fazer com minhas mãos, Vamos meninos, não vamos nos trocar com essa selvagem contaminada.

e segui em frente sem olhar para trás, tudo que ouvi foi Drago Chamar por Snape, De certo o professor estava passando pelo local e Malfoy aproveitou para prestar queixa.

Cheguei na torre grifinória e deitei de uniforme e sapatos na cama, fechei os olhos e dormi imediatamente.

As aulas passaram e depois da última matéria do dia eu estava menos exausta, não pude dormir tanto como queria mas não faltei aula porque tinha prova de Poções, Terminamos as aulas e nos reunimos no Salão principal para Jantarmos, uma coruja Marrom com as pontas das penas aparentemente douradas sobrevoou nossa mesa e soltou uma caixa rosa pastel em meu prato. Ronny observou curioso e Harry franziu a testa seguindo o caminho da Coruja.

Abri o caixa curiosa, era bem trabalha com laço vermelho  e encontrei um  cupcake bem trabalhado com uma decoração impecável com uma decoração extravagantes, abaixo havia um bilhete.

 

Você é especial e sua voz é como música em meus ouvidos.

Ai de mim um ser moribundo....

Jamais teu olhar mágico cruzaram com meus que nada sou.

Envio-te então esse humilde presente e assino-te este bilhete como alguém

que te admira em secreto.

 

Amo-te pela eternidade


 

-  O que está escrito Mione? Quem é? - Ronny me perguntou curioso, suas bochechas estavam vermelhas.

- Não sei... - respondi tão curiosa quanto ele. - Não se identificou mais o doce está com uma cara ótima, vocês querem um pedaço? - Ofereci o doce ao dois amigos

Os dois negaram enciumados.

Provei o doce,  ele tinha um sabor delicioso, se dissolvia em minha boca e me dava vontade de comer cada vez mais, não sabia distinguir o sabor, parecia familiar a tudo que eu mais gostava mas não tinha um nome específico, eu devorei o cupcake em segundos e me senti satisfeita ignorando o banquete que a janta me oferecia naquela noite.

Conversamos naturalmente, mas Rony não tirava os olhos de mim, ele rondava todo o salão com os olhos aflitos e curiosos em busca de qualquer pessoa suspeita, Harry percebeu, me olhou disfarçado e sorriu.

MAs alguma coisa começou a mudar, Meus olhos aqueceram e meus sentidos ficaram mais aguçados, senti meus ombros amolecerem e minhas mãos suarem, minhas coxas tremiam e meu útero se contraia-se , de repente um calor invadiu minhas intimidades e comecei a suar, olhava todos os meu redor com outros olhos, as curvas dos braços de Harry e Rony, a cor dos cabelos de Gina, a grossura do pescoço de Fred e Jorge, tudo parecia bonito e sensual, não provocava desejo, mas chamava atenção o que tinham de robusto.

Pedi licença e me retirei, fui até o banheiro da Murta para lavar o rosto, eu estava queimando por dentro e derretendo em suor por fora, não sabia o que estava acontecendo.

Fui direto até as pias onde a um tempo atrás foram marcadas como a entrada da Câmara secreta, lavei o rosto repetida vezes com muita água, a sensação de calor não passou nem tampouco amenizava, muito pelo ao contrario, só crescia, a ponta dos meus dedos começaram a formigar e minha vagia se contraria involutareamente, flash de lembraças do olhar de Snape começaram a invadir minha mente, me olhei no espelho de perto e vi meus olhos vermelhos e dilatados, o vidro embaçou com o vapor da minha respiração mais quente que o normal, mas ofegante como de costume.

abaixei a cabeça e molhei os cabelos porque sentia até o sangue da minha cabeça aquecendo, enxuguei o rosto na barra do uniforme e toquei na testa para checar minha temperatura, eu estava quente, respirei fundo e quando o fiz  senti aquele cheiro tentador que sabia exatamente de onde vinha: Era cheiro de maçã com canela, não sei se era psicológico mas o cheiro ficou mais intenso e meus pelos começaram a arrepiar.

Eu fervi inteira e senti meu corpo entrar em uma espécie de transe subitamente, assisti meus pés caminharem para fora do banheiro, eles sabiam exatamente onde deveriam ir enquanto meu olfato farejava a uma direção exata, eu tentava lutar contra o que estava acontecendo mas meu corpo não obedecia, minha luta era mental, uma pequena porcentagem de mim estava lúcida ou sóbria mais 99% estava completamente enfeitiçada.

Eu mandava ordens psicológicas para meu corpo, repetia finite incantatem, mas meus braços nem sequer tocavam a varinha no meu bolso, minha mente me mandava meu corpo parar e minhas pernas relutavam com força mas eu continuava dando passos automáticos, eu me perguntava por dentro oque estava acontecendo, o que eu estava fazendo, e minha própria voz respondia no pensamento “-Eu quero fazer isso”

Quando cheguei em uma porta enorme com a bandeira da Sonserina freei meus calcanhares com toda força que ainda tinha sobre meu controle, meus passos diminuíram em vez de pararem.

Drago surgiu de trás de uma coluna e seus amigos surgiram por trás de mim, mostrando que eu estava sendo seguida.

-Detectae concupiscentia Granger.- Malfoy respondeu sorridente e triunfante. - uma porção sexual reveladora, desenterra os desejos escondidos, reprimidos os mais ocultos da vítima a fazendo expor-se pela pala pessoa que desejava Sexualmente e dentre. - Ele continuou me seguindo lentamente.

Continuava tentando frear meus passos Torre adentro, só uma coisa me interessava na Torre da sonserina,eu não podia deixar meu corpo me levar até lá.

-Seus ingredientes possuem também as mesmas composições para a porção do soro da verdade por isso é tão perigosa… por isso faz parte da sessão reservada.  - Ele comentou olhando para os comparsas me seguiam juntamente curiosos para saber onde meus pés estavam me levando.

Ouvia tudo que ele me dizia e entrava cada vez mais em pânico, seu sorriso vitorioso era macabro e olhava ao redor dos corredores onde andávamos.

-Então granger?- Malfoy perguntou - Onde está sua Deusa namorada dos sonhos? eu não esperava que fosse uma sonserina, não se preocupe vamos ajudá-la a conquistá-la.

Seus amigos atrás deixavam escapar gargalhadas orgulhosas.

No meio do corredor encontramos Argo Filch com sua gata investigadora, que assim que avistou Malfoy começou a miar desesperadamente.

-Ahhh aí está você, venha comigo eu vi você saindo da floresta proibida com plantas na mão, você vem comigo, vocês três. - O zelador ignorou minha presença e meus passos robóticos que ia deixando os quatro para trás.

O homem pegou malfoy pelo braço e o levou para fora da torre da sonserina,seus amigos o seguiam submissos

-Oque? mas…. - Draco me viu cada vez mais longe e bufou - Tire as mãos de mim, eu tive autorização do diretor da casa para fazer isso!

-Sei...sei… - O zelador continuou arrastando o menino pelo braço - Isso é o que veremos.

Draco olhava inconformado olhando para trás e vendo eu me afastar.

 


Notas Finais


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