História Sex, Drugs and Rock N Roll - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Visualizações 14
Palavras 3.545
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá amores, perdoem novamente pelo atraso.
Mas o importante que estamos aí, beirando aos 20 capítulos, estou feliz e espero que apareçam aí em baixo.
Não quero me prolongar nas notas.
Boa leitura!

Capítulo 19 - New year's eve.


duas semanas depois

 

POV Pamela Wright

― Ah, Pamela, escolhe um porquê eu não aguento mais. – resmungou a morena sentando-se ao banco. ― Você não tem ninguém, não precisa ficar gostosa. – novamente reclamou.

― Mas é ai que o x da questão. – pisquei, voltando minha atenção a arara de vestidos de festa. Meus pais haviam convidado Larissa e Alexia para a festa de fim de ano em casa, com certeza ambas não hesitaram em aceitar por minha causa. Após comemorarmos em casa, aproveitaríamos o dia primeiro do ano seguinte ao nosso estilo.

― Será que os meninos estarão na festa? – perguntava, eu não sabia ao certo, pois não estávamos tendo tanto contato como antes.

― Não sei, porque eles têm shows para fazer. – comentei, observando um vestido que havia me agradado. ― Acho que levarei esse porquê realça o que eu tenho de melhor, a bunda. – argumentei a fazendo rir.

― Garanto que deve fazer sucesso entre os cinco, hein. – respondia com acidez.

― Não tenho culpa das qualidades que foram impostas a mim, bebê. – entrava ao provador com um vestido branco, liso, com um decote pequeno, colado ao corpo.

Quase cinco meses haviam se passado, o novo ano estava próximo em dois dias. Havia concluído meus estudos, havia feito vestibular para ver se tinha uma chance em cursar a faculdade que queria após muitas relutas do meu pai contra as minhas vontades.

Fechava o vestido, notando o como estava provocante demais, anteriormente não me via usando roupas tão chamativas, mas desde que comecei a encenar, Pretty me induzia a outro mundo onde pude descobrir que poderia explorar a minha beleza.

Dava voltas ao espelho, observando-me com adoração a peça de roupa que estava certa ao meu corpo.

Abrindo a cortina do provador, mostrava para Larissa que deu um assovio altíssimo.

― Pena que seus homens não estão aqui para ver o espetáculo de mulher que eles estão perdendo de ver. – estava sem entender o que aquela doida estava dizendo.

― Está bêbada? – começara a gargalhar. ― Que homens? Cadê eles que não vejo?

― Quer dizer que ela não sabe de quem eu estou dizendo? – inquiriu com um olhar diabólico. ― Gata, eu estou me referindo ao seu amiguinho, – então minha ficha caía. ― você nunca notou o como ele te olha? – neguei desconfiada com a merda que ela estava pronta em dizer. ― Garota, ele te olha de um jeito nada discreto, esse tempo que ele está tendo com a namorada, não fez perder a ganja em se aproximar de você. – riu maldosa. ― Logicamente, eu não posso me esquecer do seu admirador, por mais que vocês negam não estar tendo nada, eu noto como ele fica louco quando te enxerga.

― Larissa, você ainda vendo coisa onde não há. – me fazia mais uma vez de louca, não poderia deixar ciente do meu relacionamento as escuras, tão de graça. ― Mas como você mencionou sobre eles, há algo sobre que preciso contar. – nunca havia achado uma oportunidade em questioná-la, por mais que se fazia tanto tempo.

― Sobre eles? Andou se divertindo com os dois? Mas que safada! – Collins nunca perdia a mania em distorcer tudo, ou supor algo antes de dizer o real motivo. ― Qual deles é o melhor?

― Larissa se você não parar, eu vou te acertar. – esbravejei, enquanto ela ainda ria. ― É sério, se você não parar eu vou te fazer engolir esse vestido. – suspirei, deixando com que todo o ar invadisse os meus pulmões e de quebra me acalmasse. ― Você se lembra de quando me intimidou quando Izzy veio atrás de mim? – assentia. ― Ele veio me questionar se era verdade sobre o que você disse.

― Claramente, você disse que não... Estou certa? – dizia debochada.

― Lógico, não sou que nem você. – persuadia ficando odiosa por ela achar engraçado. ― Eu posso ser safada como você mesmo disse, mas eu não sou traíra! O cara tem namorada, como é que vou dizer que tenho interesse? – revirei meus olhos ouvindo-a rir novamente. ― Steven também me perguntou se tinha interesse.

― Não, também. – assentia para ela. ― Opa, podemos ver um interessado e outro com ciúme, – fazia uma expressão maldosa, era impossível em manter um dialogo sério com essa garota. ― é lindinha, você está arrasando esses dois pobres corações.

― Ah, cala essa boca. – levantei resmungando, voltando ao provador.

Não era novidade que Larissa falasse várias bobagens, revirei meus olhos repensando-as. Rapidamente trocava de roupa, para as minhas confortáveis. Se Collins parasse de cogitar em sacanagens, com certeza aquela conversa fluiria em outro nível.

Saindo do provador, para ir ao caixa efetuar o pagamento, podia ouvi-la reclamando de fome.

Após caminharmos no andar da praça de alimentação, sentávamos numas cadeiras, chamando a garçonete que anotara nossos pedidos.

― Nunca pensou na possibilidade de Adler estar gostando de você, de verdade? – do nada ouvi-a lançar a pergunta. ― Esses aquarianos me surpreendendo, nunca poderia imaginar que eles sentiriam amor por alguém. – admitira que lia sobre signos, mas essa garota era viciada ao ponto de começar com seu monólogo, enquanto isso a mesma garçonete surgia trazendo os sucos. ― Você é canceriana, não há como isso dar certo. – encarou-me maldosa. ― Além do mais que o Stradlin é ariano, como é que você conseguiu despertar interesse nele? – sorriu como se tivesse descoberto a formula da coca cola. ― Só se o ascendente de ambos são em capricórnio.

― Quem sabe nós três não fomos criados para quebrar as regras da astrologia? – fazia minha melhor cara de safada, mexendo no canudo do copo. ― Mas vamos parar de falar em signos e conversar como duas adultas, – parava de balançar o canudo. ― se o Steven sente algo a mais, não posso fazer nada. – era verídico, mesmo que gostasse de estar ao seu lado, não rotulava como amor, era uma palavra muito forte ao que nós dois estávamos tendo. ― Nossa relação é extremamente profissional, não há como. – ria nervosa, negando com a cabeça, bebendo um gole do suco, não poderia acreditar afinal nós tínhamos um trato e eu estava cumprido com a minha parte.

― Nunca se sabe. – respondia devorando uma porção de batata frita que a garçonete havia trazido e eu sequer nem havia percebido.

― Chega de falar sobre os meus problemas... – mudava de assunto, evitando em dizer algo que pudesse colocar tudo a perder. ― Você e Axl como estão? Andam trocando cartões?

― Além das nossas trocas de farpas, do nosso ódio, – sorria, retirando outro cartão. ― Esse é o terceiro que recebi dele, – pegava com cuidado, sabia que aqueles cartões eram muito especiais para ela. ― já é um progresso.

Abrindo o cartão vendo o trecho manuscrito.

 

“E a cada dia que se passa, você está me reavivando, por mais que o nosso ódio e o nosso amor andem um ao lado do outro, você ainda me causa tantas coisas, tantos sentimentos, desde raiva até gostar de você.

Somos simplesmente dois corações aos pedaços, tentando consertar um ao outro com as nossas intrigas, pois elas que nos fazem bem.”

 

― Como ele é fofo com você. – entregava de volta. ― Soube que além das trocas de farpas, vocês estão trocando beijos. – fitou-me com os olhos arregalados, enquanto degustava do meu suco de abacaxi natural. ― Sem querer eu peguei vocês dois num amasso de dar inveja.

― Você pode me achar estranha em dizer isso, mas foram em vezes que eu estava fora de mim. – suspirava sabendo que viria mais uma suposição maluca. ― É sério, eu nunca fui insana desta forma, até encenar a Candy. – fiz um riso forçado, não poderia crer que nossas personagens estariam influenciando e interferindo em nossos modos. ― Pamela, você sabe que nossas personagens estão impondo coisas que nós não conhecemos, elas estão despertando desejos... – suspirei, eu odiava ter que admitir que ela estava certa. ― Desde quando você usa roupas como essas? – encarou a minha blusa do Van Halen que era colada ao corpo, com um decote nas costas, também a minissaia jeans. ― Você nunca usava saias, exceto do seu uniforme, mas agora? É o que você tem mais ultimamente usado.

― Não acredito que elas têm todo esse poder sobre nós duas. – sorria com escárnio, comendo uma batata frita.

― Não elas, mas o que elas nos induzem. – respondia, bebendo seu suco de melancia. ― Você não usaria um vestido tão ousado há seis meses antes, você ainda brigaria comigo se eu mostrasse essa desculpa de vestido. – realmente, eu brigaria demais com ela se me apresentasse àquela peça de roupa tão extravagantemente obscena. ― Estamos curiosas pelo que elas irão nos proporcionar, você entende isso?

― Sim. – murmurei, também estando impressionada por ela estar conversando seriamente.

Ao ouvi-la eu pude notar que aquela desconfiança da minha personagem estar mudando com o meu estilo, modo e com os meus desejos, não era apenas comigo que estava acontecendo. Agradecia por não ser apenas uma loucura da minha cabeça, Larissa estava sendo assim por conta do seu envolvimento com Axl.

E eu estava temendo do como agiria no meu envolvimento com Steven.

 

 

POV Steven Adler

Nos últimos dias, Adriana estava de um modo diferente, mais séria e também me evitando. Estava desconfiado se ela sabia de alguma coisa, mas não havia como porquê mesmo sendo errado, fazia escondido para não prejudicar a minha princesa.

― Desde que eu cheguei aqui, você não me deu atenção. – resmunguei, aproximando-se de Adriana que estava depilando sua perna direita. ― O que está acontecendo com você?

― Às vezes nós precisamos nos cuidar, meu benzinho. – disse, sem tirar os olhos da gilete que passava por sua perna. ― Precisamos estar arrasando para os nossos homens. – concluía, lavando a gilete na água com espumas que estava numa bacia.

― Quem sou eu para dizer que não, verdade? – dizia chegando mais próximo, vendo-a se afastar de mim. ― Posso pelo menos te ajudar? Eu estou sentido a sua falta, meu amor. – tentaria de todas as formas, ela estava me evitando e isso estava me irritando.

Faziam-se dias que não via Pamela, prometi que não assustaria ela por conta da seca que Adriana estava contribuindo estranhamente.

― Não querido, você não poderá, porquê eu sei que isso acabará em outra coisa, – suspirou, lançando um olhar desconfiado sobre mim. ― a propósito, você está merecendo porquê você me abandonou por esses últimos tempos desde que arrumou esse tempo extra para encenar. – achava estranho por tal questionamento, Adriana estava ciente, mesmo que omitia uma pequena parte da história, seu comportamento nos últimos dias me obrigara a estar com a pulga atrás da orelha, mas eu estava sendo discreto se fosse em relação à Pamela, se bem que os dias com a banda acabam exigindo demais de mim, então poderia estar suspeitando de algo que não teria como descobrir, mas não dormiria ao ponto.

― Amor, entenda que é necessário, com esse dinheiro a mais, eu e os caras conseguimos trocar para um apartamento melhor. – comentei, recebendo outro olhar curioso provindo dela, droga, tinha me esquecido de contar sobre a nova moradia.

― Isso faz quanto tempo? – questionou, jogando a gilete a bacia. ― Por que eu não estou sabendo? Está com medo do quê? – sorriu de forma desconfiada. ― Medo de que eu descubra algo que vocês estão aprontando? – sentia sua mão molhada apertando meu queixo com agressividade desconhecida por mim.

― Não estamos fazendo nada demais, – respondia, retirando sua mão com um pouco de reluta. ― querida, me perdoe, mas os shows e as filmagens andam me desgastando... – concluía com uma desculpa esfarrapada, para que aquele assunto terminasse.

― Onde é que você pretende passar o final do ano? – perguntou, voltando sua atenção a depilação.

― Queria passar com você, mas soube que temos uma apresentação, – estava sendo um completo cretino, não teria nada com a banda, mas queria uma forma de escape para ver Pamela, pois fazia-se tantos dias que não a via. ― depois, eu viria aqui para casa, passar a noite com você do primeiro de janeiro, claramente. – sorria, alisando seu rosto, mas meu toque foi impedido por ela levantou-se, quase esquivando do meu carinho.

― Eu tenho uns compromissos, meu bem. – disparou, sorrindo. ― Mamãe me ligou para passar o final do ano com ela, e você sabe que eu não irei desapontar a Senhora Smith. – era estranho, pois Adriana raramente contava algo sobre a mãe, mas não iria contestar, pois tudo parecia estar se resolvendo para o meu lado. ― Acho justo em passar com ela, já que a mesma fez questão em me ligar para convidar. – comentou saindo da sala, me deixando sozinho.

No fundo, algo me alertava em manter-me esperto, que esta saída de Adriana para passar o fim de ano, teria algo a mais. Continuava perdido e um pouco paranoico, mas eu não tinha motivações para estar daquela forma, sendo que eu era o errado.

Quando percebi, Adriana estava arrumando uma bolsa com algumas mudas de roupas, foi então que tive minha confirmação de que era real.

― Que horas você vai? – perguntei.

― Mais a noite, não se preocupe comigo. – continuou em colocar mais coisas à bolsa. ― Eu arrumei um táxi, ele é meu conhecido. – disse de forma pejorativa. ― Não se preocupe, não, meu amor, em dois dias estarei de volta, afinal mamãe quer que eu passe pelo menos os dois primeiros dias do ano com ela, – me encarou. ― você não se importa, não é?

― Obvio que não, é sua mãe. – dizia, dando apoio. ― Afinal, mãe é apenas uma só.

― Ah, eu tenho o melhor namorado do mundo. – respondeu batendo palmas no ar, mas de um modo estranho. ― Merece até um beijinho. – aproximou-se para perto de mim.

Estava pronto para beijá-la, até sentir um beijo na testa.

― Isso é sério? – questionei sem pestanejar.

― Pelo o que você fez comigo, isso foi o máximo. – murmurou, voltando a sua mala. ― Acho bom você se contentar com isso, rapazinho. – apenas revirava os olhos em relação ao como ela havia me chamado.

 

POV Duff McKagan

Estávamos em casa, em clima de véspera de fim de ano, decidíamos onde iríamos passar a noite da virada já que não teríamos nenhuma apresentação marcada.

― Oras, iremos passar a nossa noite no Rainbow, como sempre. – disse Slash após debaterem em que bar iríamos.

― Não, desta vez vamos fazer uma coisa diferente. – comentou Axl, fazendo careta. ― Todos os finais de anos nossos são as mesmas coisas, não há uma coisa diferente, nenhuma novidade. – continuou com seu ponto de vista. ― Por que não combinamos com as garotas em nós encontrar na praia, dizem que são interessante os fogos de artifício sendo jogados ao céu.

― Não seria uma má ideia. – respondeu Izzy que bebia uma garrafa de água. ― Estou super de acordo, uma noite vendo as explosões dos fogos, – tomava outro gole. ― por mim, fazemos isso.

― O que você acha Duff? – perguntou Slash a mim.

― Acho uma possibilidade boa, porque é diferente do habitual. – respondi, percebendo uma moita carrancuda e um ruivo aos risos de comemoração.

― Caralho, só eu que quero ir ao nosso companheiro fiel bar? – Slash rebatia chateado.

― Não nascemos grudados, se você quiser ir, por mim tudo bem... – falou o ruivo. ― Se me derem licença, irei arrumar algumas papeladas para levar a Alan, mesmo sendo trinta e um de dezembro, – sorriu com animação. ― vocês deveriam me agradecer por estar fazendo isso, viu seus filhos da puta.

― Quer o quê? – instigou Izzy. ― Não, eu não irei patrocinar sustentando esse seu ego. – negou com a cabeça, aos risos em deboche, enquanto isso o ruivo deixava a sala em protestos de ira pelo comentário do albino. ― A única coisa que pretendo é tomar alguns comprimidos para essa dor infernal nas costas e na cabeça, achei que havia aprendido a lição. – resmungou.

― O que será que o Steven irá achar dessa nova do Axl? – perguntei aos dois morenos.

― Duff, pensei que você conhecesse o seu colega de banda... – Stradlin indagava. ― “Ele não tem que opinar em nada.” – imitou de uma forma ridicularizada a voz de Rose. ― Como nós sabemos, Steven passará a noite com a Adriana, não há erro, meu caro.

― Olha só, poderíamos convidar as meninas, e então você poderia dar uns pegas na Wright. – comentou Slash para Izzy.

― Deixe de falar merda, cara. – rebateu o moreno ao outro. ― Não é porque eu e Pamela estarmos sendo amigos, que eu tenho direito em pegá-la, a menina não é como as mulheres que estamos acostumados em traçar, tenha mais respeito com ela.

― Calma aí cara, não precisa ficar bravo. – balancei a cabeça, escutando as asneiras que a moita estava despejando.

― Ele está dizendo isso por conta do dia em que Steven queria matá-los com o olhar, enquanto vocês dois estavam conversando, – comentei com Izzy que simplesmente deu uma risada sem humor. ― sinceramente, eu não sei como não morreram com a praga que o loiro deveria estar jogando em cima de vocês.

― O pior disso tudo, é vê-la defendendo ele. – Stradlin balançava a cabeça, inconformado. ― Claro que ela me contou outros detalhes, mas em consideração a ela, não irei contá-los. – podia vê-lo suspirando pesadamente. ― Ela confia em mim, assim como eu criei um laço de confiança nela.

― Será que há alguma possibilidade de vocês dois? – pergunto, me lembrando do Axl havia me contado.

― Bom, nós prometemos que quando nenhum de nós dois estivermos comprometidos, – lançou um olhar malicioso. ― então eu poderei mostrar a mariquinha que ela me chamou, sério, eu fiquei puto porque eu estava na merda, e ela sendo audaciosa veio tirar uma com a minha cara.

― Mas você não poderá negar de que ela é gostosa. – Slash se pronunciava.

― Realmente, ela é sensacional, mesmo achando a bunda dela uma delicia, – Izzy comentava, tomando outro gole de água. ― eu a respeito, porquê ela é uma menina moleca, divertida e atrevida.

― Cara, só não se deixe levar por ela. – respondi, vendo-o negar com a cabeça. ― Ela é do tipo que ainda irá causar muitos problemas, e será entre você e Adler.

― Que nada, ela me dá apoio em tentar me reconciliar com a Olivia. – sorria, nem parecendo ser o nosso cupido.

― Sim, ela irá te apoiar, mas você sabe que entre você e a sua namorada as coisas andam esfriando... Com essa aproximação, você irá começar a ver Wright com outros olhos. – proferia, vendo-o ficar sério.

― Ele já está vendo, só que ainda não percebeu. – falou Slash. ― É meu caro, você está deixando exposta a intenção de protegê-la do Steven, evitando dela descobrir que ele se engraçou com ela, enquanto namora com a Adriana, – dizia, enquanto abria uma garrafinha marrom retirada da sua jaqueta. ― se bem que ele tomou rumo, e agora parou de tentá-la. – novamente Slash estava querendo jogar Stradlin para cima de Wright. ― Aí está a sua chance, meu caro.

― Vocês estão loucos, não há nada demais em relação a ela. – Izzy saía incomodado com o assunto, deixando apenas eu e Slash na sala.

― Aposta quanto que esse imbecil ficará apaixonado por ela? – perguntou Slash a mim.

― Lembra que há certo baterista no meio disso tudo. – persuadia levantando as sobrancelhas.

― Mas esse certo baterista já está, então ele não conta. – riu, tomando mais um gole do líquido desconhecido da garrafinha. ― Steven pode dizer que não, mas nós nem precisamos ter provas do como ele está caidinho por ela, agora o próximo será o Izzy.

― Essa menina não deve nem imaginar na merda em que está se enfiando, sem querer. – respondia, me recordando do como o moreno ficou transtornado em relação ao cogitar seu interesse. ― Ele está atraído, mas quer negar por conta do outro parceirinho de heroína. – rimos, percebendo Axl com vários papeis em mãos.

― O que vocês aprontaram com o Izzy? – perguntou o ruivo, jogando-se ao sofá.

― Nada. – respondemos em uníssono.

― Já me basta um estar sumido, agora o outro preso no quarto. – lamentou, encarando os papeis em suas mãos. ― Esses filhos da puta...

― Seja sincero. – Slash chamava Axl.

― No quê? – perguntou perdido.

― Steven e Pamela, ou, Izzy e Pamela? – sorriu em maldade, encarando o ruivo, que virou-se a ele.

― Que raio de pergunta é essa, cara? – pronunciou-se depois de alguns segundos em silêncio.

― Eu quero saber o que você acha. – respondia como se fosse obvio.

― Acho que não seria exatamente a mim que deveriam me perguntar, e sim à ela. – deu ombros, rindo da cara de Slash. ― Deixem de criarem suposições nesse caso, e vamos analisar essas músicas, depois esperamos as duas belezas virem para dar o veredito final. – com seu bom humor, Axl colocou as folhas na mesa, eram letras de músicas, faziam parte do novo disco que sairia no ano que vem.

Havia no entorno de seis músicas, algumas criadas em meio a nossas viagens como Paradise City, estava tudo certo com a gravadora, era apenas levar as letras, criar outras para que pudesse compor ao disco de estreia da banda.


Notas Finais


Perdoem os erros e apareçam <3
Até logo!


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