História Sex in Rívia - Capítulo 1


Escrita por: ~, ~Alice-Ariel e ~Farher

Postado
Categorias The Witcher
Personagens Geralt de Rivia, Personagens Originais
Exibições 21
Palavras 3.683
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal! ^-^ Minha primeira fic nessa categoria, eu espero que gostem dessas crônicas. Shuashua E que não me matem pelos shipps completamente malucos. Eu espero muito que leiam, comentem, favoritem e que nós deem dicas de como melhorar.
P.S: Aceitamos perfis de personagens novos nos comentários e até personagens já existentes, é só falar conosco.
Agradecemos já de agora.
❤❤❤

Capítulo 1 - Ciri


Fanfic / Fanfiction Sex in Rívia - Capítulo 1 - Ciri

 

O aroma do ar continuava límpido e maravilhosamente fresco para um dia de meio de verão. Geralt continuava sentado em sua mesa em um canto de uma taberna, escutando Jaskier dedilhar o alaúde em mais uma das suas canções maçantes e cheias de obscenidades sobre a filha de um moleiro. O bruxo se remexeu na cadeira, sentindo um desconforto considerável subindo-lhe pela coluna, cortando o ar em uma ansiedade crescente e lancinante. Esperava a dias pela chegada de uma pessoa a muito procurada e aparentemente, recém encontrada. A descrição que fiz da criança acarretou uma onda de risadas das pessoas, e a descrição que recebi não fazia jus ao que eu conhecia.

-Minha música está te desagradando Geralt? – Jaskier perguntou, achando a atenção do bruxo que ergueu os olhos para o bardo, mas não achou necessário responder a pergunta.

Passou novamente os olhos para o salão de pouca iluminação, onde um grupo de homens mal encarados bebiam e riam ruidosamente. A noite já vinha caindo do lado de fora, dando um aspecto sombrio ao lugar que ia aos poucos se enchendo.

-Oh doce dama de olhos da cor do mel. – cantarolou Jaskier para a moça de rosto oval e de olhos da cor do mel que veio trazer-nos mais um caneco de cerveja. A garota abriu um sorriso de todos os dentes brancos e se retirou ou com bochechas coradas. – E então Geralt, e a doce e jovem Ciri, onde está nossa princesa?

Geralt franziu o cenho. Ciri sempre detestou que dessem-lhe títulos de nobreza, mesmo que os tivesse. Fora da dependências de Cintra, ela era só Ciri. Apenas Ciri, a menina com o temperamento mais imprevisível e selvagem que o bruxo já conhecera nos seus anos de andanças pelo mundo todo.

-Deve estar chegando. – murmurou para o amigo bardo, que prestava mais atenção na garota de olhos com olhos da cor de mel, que sorria para ele, insinuando algo na saída da porta.

Jaskier se levantou, sem dizer mais uma palavra sequer, apenas seguiu o rastro ainda fresco e quente da mulher que o chamava, do modo que todas as mulheres fazem, chamando os homens em uma envolvente e inegável canção, aninhando-nos nos braços e levando aos lugares mais incríveis da terra e dos outros mundos. O bruxo sorriu, erguendo o caneco de cerveja e brindando as mulheres e seus perigos, silenciosamente, e sozinho.

Não se passou mais do que uma hora, e Geralt continuava sentado, esperando algo que já começava a acreditar que nunca chegaria. As esperanças de encontrar a criança estava se esvaindo, como seu caneco de cerveja já quente. O salão estava cheio e pelo canto do olhos ele notara que alguns homens o fitavam com antipatia aparente, e soube que daqui mais algumas bebidas aqueles mesmos homens arrumariam algum argumento para brigarem e isso era a última coisa que o bruxo queria naquele momento.

A porta da taberna rangeu, um som oco e grave, do tipo que machuca os ouvidos se escutado em um sala silenciosa, o que realmente aconteceu quando a figura encapuzada adentrou o salão. O silêncio se prolongou até que a capa negra escorregou pelos braços delgados da mulher que Geralt reconheceu na hora, se levantando com um salto.

Os cabelos de Ciri pareciam iguais ao que ele se lembrava, acinzentados e cacheados, levemente bagunçados naturalmente. Mas o resto ele desconhecia por completo. A mulher de pernas longas e esguias, com braços fortes e ao mesmo tempo femininos se aproximou dele, deixando-o ver seu rosto escondido pelas brumas das velas tremeluzentes. Os formas do rosto em forma de coração tinham se desenvolvido em formas delicadas e selvagens, com uma cicatriz cortando sua face esquerda, mas ao invés de destruir lhe o rosto, dava um charme a mais. Os olhos verde-esmeralda da mulher se cravaram em Geralt, e o sorriso de lábios cheios e rosados fez seu sangue esquentar.

-Geralt de Rívia. – Ciri sorriu, arrancando do bruxo o mesmo gesto.

Ela não esperou nem mais um instante e se atirou nos braços do bruxo que a recebeu com grande animo. A anos vinha procurando Ciri, tentando escutar seu nome no vento.

Nunca pensou que encontraria uma mulher crescida e florescida. Bonita e alta. Sim, ela tinha crescido bastante.

Os dois se afastaram por um momento em que se seguiu o silêncio na taberna, vendo a cena com grande apreensão. Ciri continuava com aquele sorriso de todos os dentes quando se sentou na frente do bruxo, que a fitava com grande curiosidade. Cada detalhe na garota pareciam-lhe novos e vivos como o sol de uma manhã quente. Conforme seus olhos desciam, curiosos, foram detidos pelas duas perfeitas esferas que subiam e desciam, aparentes pelo justilho de couro meio desatado. Ele engoliu em seco, voltando-se para os olhos brilhantes da garota, que o fitavam com as sobrancelhas arqueadas.

-Pensei que nunca iria te achar. – disse finalmente o bruxo. – Demorei um longo tempo até achar alguma pista.

Ciri escorou os cotovelos na mesa, passando distraidamente o dedo indicados pela fina cicatriz do rosto. Os cílios negros se batendo de forma adorável.

-Escutou meu nome no vento? – Geralt sorriu, lembrando-se da última promessa que fez a criança antes de partir.

-Sim Ciri, escutei seu nome no vento, mas ele o dispersou pelo mundo e só os Deuses sabem como foi difícil achar. – cruzou os braços por sobre o peito. – Onde esteve?

Ela deu de ombros, rindo marotamente.

-Com alguém bem conhecido. – tamborilou os dedos no tampo da mesa, olhando atentamente para Geralt. – Yennefer.

O rosto do bruxo caiu em uma expressão dura e apreensiva. Cerrou o maxilar e esperou que ela continuasse, mas não o fez.

-Passou quanto tempo com ela?

-Meio ano. – Ciri abriu um meio sorriso nostálgico. – Foi um bom tempo.

A risadinha maliciosa que veio em seguida fez Geralt se contrair, com um frio profundo no estômago. A expressão dura em seu rosto fez Ciri rir do modo mais malicioso que já viu na vida. Ele simplesmente não acreditava naquilo.

-Passou meio ano com Yennefer. Fazendo o que? – a garota se escorou para traz, colocando os pés em cima da mesa.

-Ora Geralt, não se faça de inocente. – murmurou com ironia. – Nem fique com essa cara de donzela ofendida.

-Não estou ofendido, talvez um pouco surpreso. – murmurou de volta, ainda um tanto chocado. Seus olhos correram pela calça apertada de couro que Ciri usava e se retesava esticada nas coxas torneadas. – Onde esteve durante esse tempo todo? Tirando o tempo em que esteve com Yen. 

-Caçando. – falou com um simples dar de ombros. – De uma cidade para outra, acho que você sabe.

O bruxo assentiu, sem responder. Sentia a boca seca e uma pulsação estranha do final da coluna vertebral, que vinha-lhe subindo e descendo. Não chegava a ser ruim, mas a fisgada na virilha lhe era perturbadora.

-Estranho não termos nos esbarrado antes. – se sentou melhor, tentando achar uma posição mais confortável, mas isso parecia impossível. – Devia ter me procurado.

Ciri retirou os pés de cima da mesa e se debruçou para falar melhor com o bruxo. Geralt não pode deixar de notar a circunferência e a pele aparentemente macia dos seios apertados sobre o tampo da mesa. Suspirou de leve, tentando controlar a corrente quente que o acometia.

-Essa conversa está ficando maçante Geralt, vejo que está ficando entediado e não pensei que seria assim, mesmo que Yennefer tenha me dito exatamente isso. – o bruxo franziu o cenho, a fitando com curiosidade. – Ela me disse para lhe entregar um presente quando achasse Geralt de Rívia.

-Mandou me dar um soco no rosto? – o seu último encontro com Yen não tinha sido dos mais agradáveis, o que fez Geralt soltar um leve risinho. Mas Ciri não o acompanhou, apenas o fitou calmamente.

-Não exatamente. – murmurou antes de se esticar mais, puxando o rosto do bruxo contra si. Para Geralt aquilo foi uma surpresa sem tamanho e mesmo já tendo sido surpreendido por todo tipo de monstros, nada foi capaz de deixa-lo tão sem ação do que o momento em que Ciri colou os lábios nos seus. Eram de uma macies cativante e doce e ao mesmo tempo quentes e desejosos, como uma maça vermelha e suculenta.

Ela se afastou um segundo e fitou o bruxo, com os olhos escuros. Geralt sustentou seu olhar firmemente, até que a tenção no ar foi maior que os dois e dessa vez, foi o bruxo que puxou o rosto da garota contra o seu, e o beijo não teve nada de delicado.

-=-

Ciri voltou a se sentar na cadeira a frente de Geralt, que a fitava com o rosto totalmente sem expressão, duro como uma máscara de ferro no rosto de maxilar quadrado. Ele não tinha mudado muito pelo que Ciri se lembrava. O cabelo branco sempre preso a um rabo de cavalo bagunçado e as cicatrizes que cortavam seu olhos esquerdo e a testa, dando-lhe um ar predatória. A barba rala e da mesma cor do cabelo emoldurava o rosto de maxilar quadrado. Mas o que mais impressionava era os olhos amarelos quase dourados como os de um lupino, e as pupilas verticais imitavam belamente os de um felino.

-Ciri... – começou falando, mas quatro homens rodearam a mesa em que estávamos. Um deles contava com bexigas no rosto deformado por um lábio leporino. Os outros três pareciam muito gêmeos idênticos, de cabelos loiro da textura de palha e olhos encovados e vivos, com braços de ferreiro. – O que foi?

Geralt perguntou em tom rude e duro. Um dos gêmeos deu um passo a frente, com a mão na cinta da espada longa. Ciri imitou o gesto, só que de um modo mais cuidadoso, levando os dedos ao cabo da espada que pendia da cintura.

-Quem é você? – perguntou o de lábio rachado, com voz ameaçadora. – Mutante.

Geralt o olhava, com o rosto duro e gélido.

-Respondeu a própria pergunta Rognor. – um dos gêmeos falou, com um sorriso odioso. - É um albino mutante, uma anomalia da natureza. Como é revoltante notar que se permite a entrada desses aleijões nas tabernas, no meio de pessoas decentes.

– Eu já o vi em algum lugar – afirmou o terceiro gêmeo medindo Geralt com olhar maligno.

– Não importa que você o tenha visto, Trevork. – disse o lábio rachado. – Escute, irmãozinho, agora mesmo, Jormungand insultou você horrivelmente. Não vai exigir satisfações? A tarde está tão entediante…

– Não – respondeu o bruxo, com toda a calma do mundo. – Estou na companhia de uma velha amiga, não quero confusão.

-A vagabunda de tetas firmes já arrumou confusão aqui. Se é amigo dela, não é bem-vindo. – Ciri se levantou, com a mão na espada, encarou um dos gêmeos, que se afastou lentamente.

-O que vocês querem? – Ciri perguntou, com a voz fria e assustadora, uma promessa de morte. – Brigar? Não apanharam o suficiente?

Os quatro homens puxaram a espada, junto com a mulher, que sacou a arma com um tilintar alto e ruidoso.  O salão ficou em silêncio mortal enquanto encarava os homens prontos para uma luta. O único som que foi escutado foi a cadeira raspando no chão.

-Ciri! – a voz severa de Geralt arrancou-me da minha concentração da luta. – Vamos sair daqui.

Ele me agarrou pelo braço, me tirando me perto dos homens. Segui-o rapidamente pela escada, colocando a espada na bainha.

-Eu teria dado uma lição neles, Geralt. – Ciri rosnou para o bruxo que a arrastava pelo braço. Ela notou o rosto do bruxo, revirado em uma expressão sem expressão. Ciri sabia como ele podia ser em sua ira, e acima de tudo, isso a assustava.  – Geralt?

Ele abriu a porta de madeira grossa que rangeu as dobradiças velhas. O quarto estava tomado pela fraca luz de velas, revelando a cama suficientemente grande para o corpo do bruxo e os seus pertences em cima de uma cadeira. Ciri olhou em volta, sentindo o singelo aroma de madeira e tabaco.

Geralt se sentou na cama, com os olhos baixos para as mãos atadas dentro das luvas de couro. Os tecidos retesados pela camisa branca e o gibão de couro, revelava os músculos dos braços fortes. A garota mordeu o lábio com força, deixando marcas dos dentes na pele.

-Por que fez isso Ciri? – perguntou, ainda sem fitar a mulher, que permanecia escorada na parede de madeira. Ela não respondeu, deixando o silêncio planar no ar, como uma corda retesada prestes a se romper.

Retirou as botas e jogou no chão com um estrondo que fez o homem do outro lado do quarto dar um salto.

-Eu não sou mais criança. – murmurou, andando até o bruxo. – Geralt, nós não nos vimos a muitos anos.

Ciri chegou mais perto, na frente do homem, acariciando os cabelos brancos e fazendo com que levantasse os olhos amarelos para fita-la. Mas eles não estavam do amarelo normal, e sim de um dourado escuro, como ouro velho.

-As coisas não são assim. – Ciri segurou o cabelo do bruxo, puxando para traz, passando as coxas pelas pernas do homem, que respirava pesadamente, com a cabeça segura para olhar para a mulher que sentia um fogo emanar daqueles olhos dourados.

-Não é o que parece agora, nem quando estava olhando para os meus seios. – ela levou a mão livre até o laço do justilho, soltando as cordas lentamente. – Deixei de ser criança a muito tempo Geralt, e você colaborou com isso, sabia?

O bruxo cedeu aos encantos da mulher, sentindo seu calor e o canto daquela garota. Seus braços a envolveram a cintura e o rosto se enterrou nos seios da mulher, que arquejou, suspirando.

-É mesmo? – murmurou de volta, olhando nos olhos cor de esmeralda escura.

Ciri abriu o resto do justilho, deixando os seios a mostra. Geralt os fitou, engolindo em seco. As mãos subiram pela cintura da garota, sentindo a pele macia e o calor febril daquele corpo. Chegou até os belos seios fartos e o bruxo não conseguiu se aguentar, levando a boca ao bico de um dos seios. Ciri arqueou a coluna, gemendo ao segurar o rosto do bruxo, que mordeu lhe a pele, levando ondas excitantes pela coluna.

As mãos da mulher escorreram para baixo, desatando os nós da calça, levando os dedos para o ponto úmido e desperto para o amor. Geralt observou enquanto Ciri mexia os dedos, se dando prazer.

-Passei anos pensando nisso. – gemeu para o bruxo, que beijava seu pescoço, raspando levemente a barba e a fazendo contorcer. – Me tocando enquanto pensava que era você que o fazia. Imaginando seu rosto e suas mãos, decifrando o sabor da sua boca e como seria tê-lo dentro de mim. Oh Geralt!

Em um giro Ciri já estava na cama, sentindo o peso do corpo do bruxo sobre o seu, a cama cedendo. Abriu o gibão com dedos trêmulos, retirando o couro e a camisa que caiu do lado da cama, deixando a mostra as cicatrizes de batalhas anteriores e os músculos muito bem feitos daquele corpo viril de lutador. Ciri esticou as mãos, tocando a pele do homem, e se encantando com a sua força, que mais parecia ferro recoberto de veludo.

Geralt puxou as calças da mulher para baixo, revelando as pernas torneadas e deixando Ciri completamente nua. Seu sorriso encheu o mundo. Ele desceu, mordendo os seios em uma dança completa, mordendo, lambendo, sugando em uma harmonia maravilhosa, que a fez gemer, passando com os joelhos no quadril dele, se corroendo de excitação.

Seus lábios foram descendo pela barriga, fazendo cocegas pela sua cintura, passando as mãos fortes nas coxas, provocando um arrepio provocante do seu mais profundo amago. Geral a fitou, parando como um predador entre suas coxas, beijando de leve a parte de dentro. Arqueou-se, grunhindo como uma gata, ronronando.

-Oh Geralt. – se lamentou em um gemido quando sua boca atacou-lhe os sentidos. Agarrou-se nos lençóis, sentindo como se fosse se quebrar ao meio, com as voltas molhadas da boca do bruxo, que reivindicava-a aos poucos, mergulhando-a em um mar corrompido de prazer. A boca molhada e quente não era comparada a qualquer outra que ela já teve, com toda experiência de um homem vivido e os prazeres e luxuria daquele momento.

Seu corpo foi convulsionando aos poucos, estremecendo e rosnando como um animal furioso, prestes a se quebrar. Ciri gritou de total decepção quando Geralt subiu, beijando-a com fúria, deixando-a sentir o gosto salgado da própria excitação. Ciri não esperou muito mais, empurrando com dificuldade o resto das roupas do homem para baixo, com a ânsia de senti-lo de uma vez.

-Com certeza não é mais criança. – resmungou Geralt com voz pesada e se esfregando-se na mulher, que se contorceu, tentando fechar as pernas, que foram paradas pelos joelhos dele, que sorria enquanto via-a se contorcer de prazer, gemendo de um modo maravilhoso. Escuto-o gemer na boca da mulher enquanto fazia isso. Já ela não podia mais aguentar nem mais um segundo e enrolou as pernas em sua cintura, deslizando as mãos em suas costas cheias de músculos trabalhando com avidez.

-Ande logo com isso. – gritou, e o sentiu preenche-la ao todo. Sentia-se cheia, completa ao estremo e com uma sensação dura e pulsante dentro do corpo.

-Tão pronta, Ciri. – rosnou, com o rosto enterrado no pescoço da mulher, que enrolou as pernas em sua cintura, deixando que retrocedesse e voltasse, de um modo lento, se deliciando a cada centímetro.

Geralt deslizou dentro e fora da mulher, a empurrando para cima e para baixo naquela cama, lento no início, mas foi aumentando a força e a fazendo gritar enquanto gemia com a boca colada aos seus seios, que se erriçavam cada vez que passava a língua pela ponta e mordia logo em seguida.

Seu corpo foi convulsionando, seguindo os movimentos até que não fazia mais ideia de onde estava, só tinha noção do prazer e de mais nada. Estourou em mil pedaços gloriosos que a fizeram gritar e apertar as pernas em torno do corpo do bruxo. Ele mordeu sua garganta com força em um gemido gutural.

Geralt continuou a se mover, apoiando os cotovelos acima da cabeça e de Ciri e a beijou com força, em uma paixão crescente. A mulher de virou com um impulso, sem os desligar. E o montou com selvageria descomunal, indo e voltando com força, segurando os cabelos cacheados, sentindo seu corpo inteiro gritar. Ele tentou se elevar, estremecendo, com os dentes cerrados e os olhos queimando. Empurrou-o de volta para a cama, rasgando seu peito com as unhas.

Seu folego foi levado a zero e sentiu novamente seu ventre se contraindo de prazer. Ele jogou a cabeça para traz, gemendo de um modo que a fez morder o lábio com força. Suas mãos apertaram-se a cintura de Ciri e subiram para os seios, no instante seguinte se sentiu quebrar mais uma vez, gritando e estremecendo com ele, que cerrou os dentes e jogou a cabeça para traz, estremecendo, sentiu sua semente escorrer para dentro de seu corpo.

Caíram exaustos na cama, com o coração batendo forte e desesperado. Ciri rolou para o lado, se aconchegando na dobra do braço do bruxo, que permaneceu em silêncio, olhando para o teto. Não se passou mais de um momento e ele se levantou, sem lançar o mais reles olhar para a mulher que deixou deitada na cama.

-O que foi? – Ciri perguntou, fazendo força para se sentar na cama enquanto Geralt andava pelo quarto, puxando as calças para cima e retirando as botas. – Sente culpa?

-Sim. – respondeu com toda a sinceridade do mundo. – Sim, me sinto culpado.

-Não é da sua natureza. – resmungou de volta, puxando os lençóis para tapar a nudez. – Se não me quer aqui, diga Geralt.

Se virou como um felino, parando a sua minha frente, com os olhos cravados nos meus. Levou as mãos até os lençóis e os abaixou, revelando novamente sua nudez. Seus olhos a analisaram em puro desejo insano.

-Não quero que saia daqui, só, não sei como lidar com isso. – desceu a boca até seus seios, beijando em total reverencia. Ciri soltou um grunhido e apertou as coxas para parar a onda de excitação que vinha subindo. Podia ver que ficou vermelho onde estava a boca do bruxo, na verdade eu estava com a parte de cima dos seios marcadas de vermelho, algumas roxas.

-Vai aprender. - o empurrou para cima da cama e passou a mão em seu membro que já começa a se enrijecer novamente, mordeu o lábio enquanto olho o que estava fazendo, sentindo-o ficar duro. Inclinou a cabeça e passo lentamente a língua em sua ponta.

Geralt solta um suspiro e move o quadril para cima.

Deslizou a mão por seu peito e foi o montando, descendo lentamente, sentindo-o me encher completamente. Gemi baixinho enquanto me movia bem lentamente, se acostumando com seu tamanho.

-Vai ser complicado. – o bruxo se sentou na cama, e Ciri continuava se movendo com as mãos em seus ombros. Ele inclina meu corpo para traz e guia meus movimentos com as mãos no quadril da garota, olhando fascinado seu corpo se fundir ao meu. Ciri jogou a cabeça para traz, sentindo um pequeno incomodo delicioso, bem no fundo do seu ventre.

-Yennefer vai mostrar como se acostumar, Geralt. - abriu um sorriso e ele me acompanha. Aumentamos os movimentos, indo rápido e forte, Geralt se move também segurando as coxas de Ciri com mãos de ferro. Estavam pingando suor, seus seios roçando em seu peito, sua boca na dela, quente e húmida. Sua língua brincando nervosamente com a da garota, mordendo meu lábio a cada gemido, como se, se recusasse a me deixa-la um só segundo.

Gemeram alto e nos encontraram-se em um turbilhão de sensações maravilhosas, que fez os corpos estremecerem violentamente.

Ciri deita-se com a cabeça escorada no braço estendido de Geralt. Deixa que ele se acomode ao seu corpo suado, como duas peças feitas para se encaixar.

-Yennefer está mesmo vindo? – perguntou, mas Ciri já estava quase caindo no turbilhão pesado do sono.

-Acha que estou mentindo? – Ciri murmurou antes de cair no sono. – Ah, Geralt, ela me mandou, disse que ainda tem um unicórnio empalhado. Isso faz sentido?

A única resposta que recebeu foi uma gargalhada.


Notas Finais


Obrigada por ler. ^-^
~Ulv


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