História Sex in Rívia - Capítulo 2


Escrita por: ~, ~Alice-Ariel e ~Farher

Postado
Categorias The Witcher
Personagens Geralt de Rivia, Personagens Originais
Exibições 5
Palavras 3.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Lysenna


Fanfic / Fanfiction Sex in Rívia - Capítulo 2 - Lysenna

O sol corroía a cabeça do bruxo cabeça, fazendo com que o acumulo de roupa queimasse a pele por baixo do couro. Em volta a floresta se abria silenciosa, silenciosa até demais, com os folhas verdes batendo-se com força, dançando com o vento. Plotka ia trotando com graça pelo terreno acidentado. Geralt olhava distraidamente para as mãos de dedos longos e esguios, calejados de tantos anos de trabalho. Fazia algum tempo que não encontrava trabalho nas cidades vizinhas, mas acreditava que iria mudar, com a perspectiva dos boatos de um lobisomem nas redondezas.

Se conseguisse esse trabalho, poderia comprar roupas novas para o verão e aveia para a égua, velha companheira.

O vento farfalhou, dando lugar a uma brisa fria e agradável, que surrou os cabelos de traz da nuca do bruxo, que sorriu com o agradável refresco. Um aromal de uvas veio aos seus sentidos, o alertando de uma presença desconhecida. A égua se agitou, balançando a crina. Geralt fez um sinal em puro extinto para acalmar o animal, que obedeceu, como sempre.

O bruxo levou a mão até a espada atrás das costas, que se ajustou perfeitamente a sua mão apertada ao cabo, pronto para atacar. O vento afastou aos seus sentidos o aroma agradável de uva, e por um momento, Geralt se entristeceu por perder o agradável perfume.

Puxou as rédeas, reduzindo o trote de Plotka, que seguiu, com o focinho erguido para cima, e as orelhas piscando. O bruxo conseguia sentir a presença de algo. Talvez do lobisomem da região, mas lobisomens não costumavam ter cheiro de uva fresca e madura.

Geralt apurou os ouvidos e pode escutar mais atentamente o som farfalhante das folhas e do trote no chão batido. As folhas úmidas se colando a terra fofa. O som foi ficando mais alto, mas não propriamente agressivo. O bruxo fechou os olhos, sentindo mais forte o aroma de uva e sacou a espada como um raio caindo na terra e o som foi realmente parecido, com o tilintar de ferro com ferro. Geralt virou-se rapidamente, vendo acima de tudo aquele sorriso de todos os dentes, que brilharam para ele em uma malicia crescente.

-Eu o assustei bruxo? – perguntou a mulher com uma voz arrastada e rouca, com um toque lento e sensual. –Desculpe a intromissão na sua cavalgada.

A mulher com que Geralt se deparava naquele momento tinha os olhos de um dourado brilhante e penetrante, com as pupilas na vertical, como um gato a noite, e seus movimentos felinos e bem articulados não deixavam nada a desejar. Cabelos de um ruivo escuro e brilhante, cacheados e com finas tranças pelo meio, presas com contas de ferro que tilintavam alegremente. O bruxo correu em uma rápida expeçam o corpo da mulher que montava um cavalo tão negro quanto uma noite sem lua nem estrelas. As coxas bem torneadas escondidas por uma calça de couro negro e oleado. Os seios fartos apertados por um espartilho justo e uma camisa simples e branca, meio molhada de suor. Quando Geralt voltou a fitar seus olhos dourados, a mulher o olhava com divertimento aparente.

-Não atrapalhou. – respondeu, se endireitando na sela. A mulher se pôs ao seu lado, cavalgando o garanhão negro com uma desenvoltura magnifica que fez Geralt se perguntar como se sairia montando um homem, com aquelas coxas musculosas que se retesavam ao apertar o dorso do animal.

Mas algo que seus olhos não deixaram de notar foram o par de adagas com cabo cravejado de ônix e safiras, com botão com cabeça de cobra. E a espada longa presa a sela do animal. O bruxo soube que não deveria se descuidar com a mulher que recendia a uva fresca e madura.

-O que traz o Bruxo de Rívia por esses lados? – perguntou, com a voz cada vez mais rouca. Geralt não se virou para olha-la, mas sentiu seu sorriso malicioso.

-Sabe quem sou? – Geralt sorriu. – Eu não sei quem é você.

-Vysenna. – respondeu polidamente. – Vysenna de lugar algum, apenas Vysenna. Agora me responda bruxo, o que te traz aqui?

Geralt aumentou levemente o passo da égua. A mulher o acompanhou, sorridente, balançando os cabelos com o vento. Vysenna remangou a camisa, deixando o bruxo ver os desenhos que recobriam boa parte dos braços. Mercenária.

-Lobisomem. E você? Quem é o infeliz que foi comprada a cabeça? – perguntou, sem o menor toque de censura.

-Alguém que ainda não sei o nome e nem a face, mas vai morrer do mesmo modo. – sua voz sem o menor toque de remorso fez o bruxo sorrir. Vysenna era de Zerricânia, e as guerreiras daquela terra eram conhecidas por sua perícia em batalha e a frieza para matar. – O que importa é a seguir a vida com o trabalho, acredito que você me entenda.

O bruxo assentiu, se empertigando no lombo de égua, que forçou para o lado, onde se ouvia o som de um riacho. Vysenna desmontou habilmente, com o cavalo ainda em pleno meio trote. Geralt a seguiu, tendo em vista que a mulher o tinha fascinado de algum modo.

-Esse calor de verão me deixa irritadiça e úmida. – deu uma risadinha dissimulada para Geralt, que mostrou-lhe os dentes.

-O calor do verão é mais agradável do que o frio do inverno. – respondeu simplesmente. – Pelo menos na minha opinião.

Vysenna deu de ombros, retirando o cinturão de espadas e jogando despreocupadamente na grama verde. O riacho a frente era recoberto por árvores altas e vistosas, que estavam salpicadas de minúsculas flores amarelas. Uma pequena queda d’água vinha dançando por entre pedras lisas e sobressalentes, que davam ao lugar a característica perfeita para ser considerado um local digno dos contos de fadas, mas o bruxo não via isso, via apenas a perspectiva de se refrescar na água transparente.

-Vamos lá Geralt, aposto que até mesmo o grande Bruxo de Rívia sente calor. – Vysenna tinha retirado o espartilho e jogado tão despreocupadamente quanto o cinto e as botas que jaziam no chão. – Me conte mais sobre esse lobisomem.

Geralt largou a égua, a deixando pastar e retirou a espada que levava nas costas. A mulher o fitava com ar curioso e expectante, mordendo o lábio rosado com força.

-Espero que não esteja pensando em caça-lo. – Vysenna sorriu, se virando de costas e puxando a camisa pela cabeça, ficando totalmente nua. Virou o rosto para fitar o bruxo, que tinha um sorriso de todos os dentes, que faziam ardem os músculos do rosto.

Geralt admirou a coleção de desenhos que Vysenna tinha disposto pelas costas em forma de uma cerejeira em flor que nascia nas coxas para terminas com galhos nos braços e na nuca. As coxas também tinham seus desenhos, assim como os pés. Ela entrou na água, com delicadeza, movimentos ágeis e lentos, demorados, propícios para provocar.

-Ouvi dizer que existem salamandras em lugares como esse. – murmurou, com a água pela cintura. – Isso é verdade bruxo?

Geralt retirou as botas e deixou cair no chão despreocupadamente, assim como o gibão e a camisa que se mostrou empapada de suor. Sentia a macies da grama nos dedos dos pés e o vento agradável bater na pele, os cabelos presos soltarem alguns fios que dançaram com a brisa.

Vysenna se virou para o bruxo, com uma sobrancelha arqueada. Geralt cerrou os dentes ao vislumbrar os seios desnudos da mulher, macios, firmes e eriçados, destacando as duas bolinhas de ferro que se acomodavam nos mamilos e a tatuagem de espada que os dividia. Ela o fitava, com sorriso largo, malicioso sedutor, de lábios molhados e olhos escuros como ouro velho. Os cabelos de pontas molharas dançaram com o vento, emoldurando o rosto em forma de coração.

-Não vai entrar bruxo? – perguntou, afundando o corpo para dentro da água e dando algumas braçadas de volta a margem, onde Geralt a observava, curioso e com o corpo quente e pulsante, retesado como uma corda de navio. –Geralt de Rívia. – soltou uma gargalhada. – Me diga, tem medo da água ou de mim? Ou está com vergonha por estar de pau duro?

Ela puxou o bruxo pelo cos da calça, passando os lábios pela barriga do homem, que apertou os dedos na grama, sentindo o calor da boca da mulher, que lhe beijava e passava os dentes no abdômen. Com um puxão a calça do bruxo deslizou pelas pernas musculosas, indo descansar nos tornozelos.

Geralt olhou para a mulher, que o olhava atentamente ao acariciar lhe as coxas e plantar um beijo próximo a virilha. Ela o fitava com expressão apreciativa e gemeu junto ao bruxo ao passar com delicadeza a língua pelo membro rígido do homem, que cerrou os dentes ao toque lento da mulher, que passou os dedos molhados e macios pela sua extensão enquanto a língua se ocupava a acariciar a ponta. Geralt fechou os olhos e inclinou o quadril para a mulher, que o segurou pelo quadril e o engoliu por inteiro.

-Agora entendo porque dizem que as Zerricânas são as melhores. – gemeu alto ao sentir a boca quente e molhada de Vysenna o sugando ao mesmo tempo que a língua o acariciava, dando ênfase ao latejar do seu corpo, que com aquele vai e vem foi pulsando com força.

Segurou-lhe os cabelos ruivos, a puxando mais para si ao sentir as pernas enrijecidas e arrepiadas a massagem que recebia na parte de dentro das coxas. Geralt abriu os olhos ao entreabrir os lábios para suspirar, sentindo-se prestes a se quebrar e fitou novamente os olhos dourados da mulher, que se fixaram nos seus. O bruxo não sabia se era ele ou ela que sentiam real prazer naquela situação. E foi assim que estremeceu seu corpo tencionou, segurando os cabelos dela com força e se derramando em sua boca. Ela pareceu apreciar cada instante, beijando meu abdômen com força ao terminar.

-Vai entrar na água agora ou vou ter que sair dessa maravilha para que me foda com força?

Vysenna não esperou nem um só segundo, se afastando do bruxo, que se recuperava aos poucos, com a respiração apressada. Os olhos dourados como os dela brilhando com uma selvageria que a encantara desde o primeiro momento. Geralt não decepcionou, pulando na água cristalina e molhando o corpo quente e suado. Vysenna queria chegar mais perto, tocar a cicatriz que cortava o olho esquerdo do bruxo, e a cicatriz grossa no peito. Queria passar a língua por cada uma das marcas e morder o lábios cruelmente contorcidos em um sorriso petulante.

-Você tem um sorriso intrigante. – murmurou para a mulher, que o fitava mordendo o lábio inferior. Geralt a alcançou, passando uma mão pelas costas dela, que colou os seios em seu peito largo. Os dedos do bruxo prenderam a cabeleira ruiva e puxaram com força para traz, revelando os lábios da mulher que cedeu aos seus, que se mostraram exigentes e macios, quentes e ardentes. As duas línguas exploraram uma e a outra em uma dança quase lenta e sedutora.

Vysenna passou as unhas pelos braços do bruxo, que foi os afundando aos poucos no riacho, deixando a água esquentar com o calor dos dois corpos. Geralt se afastou dos lábios de Vysenna, que se agarrou aos cabelos brancos do homem que se inclinou e tomou entre os dentes o piercing que atravessava um dos mamilos. Sua boca o tomou em uma caricia enlouquecedora, mordendo e sugando lentamente e passando a língua pela extensão da pele macia. Vysenna gemeu em um lamento, apertando as coxas para parar o formigamento que a fazia se contorcer. Um gato se preparando para dormir arranhava seu ventre aos estímulos do bruxo que se mostrava implacável.

Geralt foi a empurrando aos poucos para traz, até que a mercenária sentiu o frio agudo de uma pedra em que foi sentada sem delicadeza alguma. O bruxo mordeu seu lábio, puxando junto a ele ao se afastar. Ele se inclinou, mordendo lhe as coxas com leveza, se aproximando da virilha. Vysenna sorriu, incapaz de olhar o bruxo e jogou a cabeça para traz no momento em que ele colocou-lhe as pernas por sobre os próprios ombros e atacou-lhe os sentidos, percorrendo seu amago com perícia e avidez, beijando-a com fúria desesperada no ponto mais precioso do seu corpo.

Murmurou-lhe algo incompreensível, gemendo alto, agarrada aos próprios cabelos, sentindo o uma onda prazerosa percorrer seu corpo todo do começo da coluna para cima, destruindo as células em um estalido profundo e insano, que vinha pulsando e corroendo tudo por dentro.

-Puta que pariu Geralt. – rosnou em um lamento, sentindo aquela magica se apreçar, a fazendo ir caindo em um poço sem fundo, mas foi parada antes de chegar ao mais profundo êxtase. Vysenna se clamou, remexendo o quadril procurando a satisfação do próprio prazer e quando estava chegando novamente, Geralt se afastou, sorrindo. – Está querendo ser cruel comigo?

-Estou querendo faze-la implorar para mim. – beijou-me devagar, mordiscando minha carne úmida. Me fitou, e continuou sua tortura deliciosa, que fazia a mercenária gritar, quase arrancando os próprios cabelos.

-Maldito bruxo! – Vysenna rosnou para Geralt, segurando seus cabelos brancos. – Pelos Deuses Geralt, eu vou me rasgar ao meio...

Mal terminou a frase e se desmontou em um clímax que a acometeu em ondas pulsantes e insanas, que a fizeram se destruir sem emitir um único som, já que nos pulmões não restou um único suspiro de ar.

Os tremores mal tinham parado quando a mercenária se sentiu ser preenchida pelo bruxo, que se perdeu em seu corpo, gemendo ao senti-lo, milímetro por milímetro. Geralt a abraçou, segurando os quadris da mulher, forçando-a a ir no seu ritmo. Vysenna prendeu as pernas as costas do homem que rosnava ao tomar seu corpo, a fazendo contorcer e morder sua garganta.

Geralt forçou-se mais fundo, fazendo com que a mulher gritasse, com a expressão de quem está perdido em uma única onda e que logo se quebraria novamente, pulsando por dentro. Vysenna forçou-se a ir no ritmo do bruxo, roçando os seios em seu peito molhado. Não demorou mais nem um instante para que se quebrasse aos gritos, pressionando-o e o apertando por dentro. Geralt rosnou de um modo animalesco e se afastou, a girando com rapidez e debruçando o corpo da mulher sobre a pedra. Vysenna gritou alto ao sentir um tapa forte no traseiro. Geralt voltou a preenche-la, buscando o prazer o próprio corpo, se movendo com força, segurando o quadril da mulher que ostentava um sorriso imenso e vacilante enquanto se contorcia para vê-lo. A mercenária desceu os dedos para entre as coxas e se acariciou aos poucos, contrastando a força em que o bruxo se perdia em seu corpo com a delicadeza prazerosa e pretenciosa dos dedos.

-Vysenna eu... – o bruxo rosnou alto, se debruçando contra o corpo da mercenária, lhe apertando os seios e mordendo suas costas. Os dois se encontraram no ápice de um prazer insano e bem articulado, que os arremeteu ao inferno e para a o lar dos Deuses um alguns segundos que não fariam sentido algum se não tivesse sido sentido e vivido pelos dois.

Ficaram um tempo na água, se banhando e conversando banalidades mundanas. O frio da água e o calor do sol foi se extinguindo aos poucos, dando lugar a penumbra do final de tarde, manchando o céu de vermelho, laranja, amarelo, roxo e rosa. Uma combinação quase tão perfeita quanto aquele lugar.

Os dois saíram da água, rindo de alguma piada sarcástica do bruxo, que a Zerricâna tanto apreciava. Se vestiram e foram alcançar os cavalos esquecidos naquela tarde.

-Vai para a cidade mais próxima? – perguntou ao bruxo a mercenária que engatava as adagas junto a espada na sela do cavalo negro como ébano. Geralt se aproximou da mulher, afastando os cabelos úmidos para o lado e tocando com os lábios seu pescoço, sentindo ainda mais vivo o aroma de uva.

-Procurar o tal lobisomem e ganhar alguns trocados. Temos que levar a vida com o trabalho, não é? – Vysenna soltou um risinho, deixando o quadril dançar, provocando o bruxo, que soltou um ronronar, como o de um gato. – Pelo menos a tarde foi proveitosa.

Vysenna riu alto, se afastando do homem, que a olhava sem entender.

-Já tive melhores, bruxo. – murmurou para Geralt que sorriu de um modo desagradável, andando até a mulher como um predador faminto, prestes a matar a fome com a presa mais suculenta. Ao invés de correr, a Zerricâna apenas reprimiu um sorriso e não lutou quando o bruxo a empurrou com violência para o tronco de uma árvore.

-Dizem que as Zerricânas tem certa facilidade em ver o futuro. – o bruxo resmungou com voz fria ao rapidamente desvencilhar a mulher das calças, arrancando-as do seu corpo. –Isso é verdade?

Vysenna alcançou-lhe a boca com os dentes, mordendo e sugando o lábio inferior, até que com uma mordida bem planejada arrancou-lhe um pouco de sangue, que o fez afastar o rosto. A mulher lambeu dos lábios o sangue que escorria da boca de Geralt, o olhando com os olhos sedutores e escuros. Geralt sorriu e desceu os dedos até a excitação da mercenária, que suspirou ao senti-lo dançando os dedos dentro de si.

-Quero saber meu futuro. – murmurou o bruxo enquanto seus dedos úmidos desliavam pelas coxas da mulher.

-Vejo um futuro grandioso e cheio de glórias.... – ela gritou quando deslizou para seu interior. -.... Mas também cheio de dores.

Gritou ainda mais alto quando foi preenchida por inteiro.

O bruxo gemia enquanto a tomava, com força. Ela, por vez, arranhou seu braço, gritando cada vez que a fazia subir um pouco na árvore. Vysenna levantou uma perna, enrolando-a na cintura do homem, puxando-o mais para perto.

Geralt continuou a estimular-lhe os seios macios enquanto ocupava os dentes a morde-la pelo pescoço e orelha, pensando que iria se quebrar, sentindo uma onda de prazer pulsar pelo corpo todo. Já começava a suar enquanto escutava os gemidos meio gritados de prazer da mulher que conhecera a menos de um dia

Ela ergueu os braços, procurando algum apoio na árvore, mordeu o próprio braço no momento em que sentia o clímax a acometer, estremecendo-se, gritando e arranhando a casca da árvore com as unhas enquanto arqueava a coluna para frente.

Geralt mordeu sua garganta com força no momento em que sentia seu corpo ser tomado pela melhor sensação do mundo, uma onda que me fez estremecer e gemer alto.

Apoiando suas mãos na árvore, exausto depois de ter me esvaziado completamente.

-Você venceu Geralt de Rívia. – Vysenna riu-se depois de alguns segundos em que a mantenho em pé, segura pelos braços do bruxo. - Pelo menos uma parte das minhas visões estavam certas.

-E que parte é essa? – voltei a fitar-lhe os olhos dourados.

Vysenna se afastou, se vestindo novamente. Dessa vez seu rosto estava coberto por uma máscara fria e dura, sem expressão alguma. Segurou o rosto de Geralt com as duas mãos, o beijando por uma última vez, limpando o sangue que escorria pelo queixo. Quando se afastou, as pupilas na vertical tinham se expandido muito mais do que as pupilas de pessoas normais.

            -Vai ter que descobrir sozinho.

Se afastou, montando no garanhão negro e sem um último relance desapareceu por entre as árvores, deixando o bruxo a sorrir, com os braços cruzados sobre o peito, mas Geralt tinha uma pequena parte dentro de si que engoliu em seco com as palavras da Zerricâna.  Decidiu deixar que o destino mostrasse a verdade nelas.


Notas Finais


Obrigada por ler. ^-^
~Ulv


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