História Sex In Three - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Asheley Benson, Barbara Palvin, Hentai, Justin Bieber, Ménage, Sexo, Sexo A Três
Visualizações 224
Palavras 3.010
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA QUEM TÁ AQUI...EU!
E então sentiram Saudades, minhas tangerinas? Eu sei que sentiram.KKKKKKKKKKKK.
CARALHO... 39 FAVORITOS E 6 COMENTÁRIOS. AH VOCÊS SÃO FODAS, NENHUMA FANFIC MINHA TEVE ESSE NÚMERO DE FAVS OU COMENTS, ENTÃO OBRIGADO MEUS DOCINHOS.
Então, para recompensar minha alegria, eu trouxe esse novo cap que tá pegando fogo. Então peguem os vibradores e venham para o caminho do gozo. KKKKKKKKK. Isso com certeza é uma frase horrível, mas...

→ Eu quero agradecer a minha vadia Ísis ( @Coldrew ), por ter betado esse capítulo. OBRIGADO MINHA PUTA. TE AMMMMMO.

♥Boa leitura.

Capítulo 2 - The Inevitable


Fanfic / Fanfiction Sex In Three - Capítulo 2 - The Inevitable

 Seattle — 08:00 A.M


— SAM! — Justin e Bree gritam no meio do corredor e eu saio correndo para não ter que encarar os dois.


Desde que nós transamos eu não tenho coragem de encarar nenhum dos dois. Porra! Eu transei com meus melhores amigos e eu gostei. Eu transei com uma garota e um garoto de uma só vez. Eu nunca me imaginei fazendo um ménage na vida.


Sinto um impacto com outro corpo e sou segurada por uma mão forte. Olho para cima dando de cara com Derek.


Ótimo!


— Desculpa... — Pedi me soltando do seu aperto, ele me olha e sorri malicioso.


— Qual é gata, não precisa pedir desculpa. — Seu sorriso sacana me fez revirar os olhos. Sinto dois corpos do meu lado e eu não preciso nem olhar para saber quem são.


— Tudo bem por aqui? — O tom de voz de Justin é seco e eu sei muito bem, que ele não gosta de me ver com Derek.


— Não, está tudo bem. — Susurro sem olhar para eles e sinto meu rosto quente.


— Sam... Por favor, a gente precisa conversar. — Bree segura em meu braço meio hesitante. — Vem com a gente. 


— Ok! — Falo e me solto dela. — Até mais, Derek. — Aceno para não ser mal educada.


Justin e Bree me levam para o terceiro andar da escola — que é pouco movimentado — e entram em uma sala vazia.


— Olha, nós três precisamos falar sobre o que aconteceu na minha casa. — Justin fala e me encara, fazendo eu desviar o olhar. — Sam, eu e a Bree te devemos desculpas, a gente te provocou e como tu é humana como nós, não resistiu. Eu juro que não iremos mais repetir o que aconteceu, nós te amamos e não queremos te perder por causa daquilo.


Olho para o casal na minha frente e suspiro.


— Tudo bem gente, não precisam pedir desculpas, eu fiz o que fiz porque quis, vamos fingir que nada aconteceu. — Olhei para os dois que abriram um sorriso e pularam em cima de mim, me abraçando. No início eu fiquei tensa, mas logo relaxei e coloquei meu braços em volta dos dois.


— Olha sua puta, eu já tava morrendo nesses dias, sentindo sua falta. — Bree deu um tapa no meu braço e se afastou de mim.


— Olha aqui, Samantha Milton, se você me ignorar novamente, eu nunca mais falo com tu. — Justin falou sério, mas logo sorriu.


— Sei que vocês me amam. — Sorri convencida.


— Nenhum pouco convencida... — Justin fala com falsa descrença.


— Então... Amigos? — Bree pergunta.


— Amigos! — Falei e sorri. Eu já estava morrendo sem eles dois, eles são meus melhores e inseparáveis amigos.


— Abraço triplo. — Bree falou - gritou - animada e eu e Justin reviramos os olhos. — É sério, os dois, venham aqui, agora!


Sorri de lado e nos abraçamos.


— Agora, eu vou pra aula. — Olho o relógio. — MERDA! A aula já começou. Beijos casal, se cuidem.


Nem espero a resposta deles. Saio correndo até a sala da Sra. Williams — uma velha super chata que é professora de física, a "melhor" materia do mundo —. Bato na porta e escuto um entre da sua voz.


— Olha lá a Srt. Milton, decidiu aparecer. — Sinto meu rosto quente e abaixo a cabeça. — Onde a senhorita estava?


— Na biblioteca. — Minto. — Pedi a hora estudando. — Faço minha melhor cara inocente e ela parece acreditar.


— Entre! — Fala curta e grossa.


Escuto uns risinhos, mas ignoro sentando no meu lugar, soltando um suspiro cansado. Eu odeio física, seja lá quem inventou, queria muito ferrar com as pessoas do mundo.


         (...) 


—... Falando sério, aquele velho estava olhando para os meus peitos. — Gargalho das loucuras de Bree, que botou na cabeça que o diretor é um pedófilo, onde ficou olhando para os seus peitos. 


— Ah Bree, por favor, o Sr. Carter é um doce de pessoa. — Falei e ela me olhou indignada. 


— Tu fala assim, porque não era teus peitos que ele tava olhando. — Ela fala séria e Justin aparece beijando a namorada.


— Qual é a boa? — Ele perguntou se sentando ao meu lado.


— A Bree botou na cabeça que o Sr. Carter é um pedófilo. — Falei e Justin gargalhou. Qual é, o diretor é mais abestalhado que aquelas pessoas loucas.


— EU TÔ FALANDO SÉRIO! — E então ela saiu, fazendo eu e Justin nos entreolharmos e gargalhar logo em seguida. 


— Olha a amiga que eu fui arrumar.


— Olha a namorada que eu fui arrumar.


Eu e Justin falamos juntos e rimos. Sinto uma cadeira do meu outro lado ser movida, olhei esperando ser Bree, mas para minha felicidade — infelicidade — era Derek.


— Olá, Sam. — Ele ignora Justin.


Espera...Sam? Quem deu essa intimidade para ele?


Você, quando deu sua virgindade para ele...— Meu subconsciente zomba de mim.


— Oi. — Respondo curta, não querendo prolongar essa conversa.


— Então... Eu queria saber, se tu não quer ir lá em casa depois das aulas... Para a gente... Hum, se divertir? — Percebo que Justin fica super tenso com essa pergunta, então sinto sua mão na minha coxa a apertando com força e eu meio que me arrepio.


— Não, eu não posso, eu vou sair com o Justin e a Bree. Quem sabe na próxima. — Falo e Justin afrouxa o aperto em minha coxa.


— Você prefere ficar de vela, do que ir na minha casa? — Derek pergunta incrédulo. Eu acho que esse cara nunca levou um fora na vida. Idiota! Olho para Justin pedindo ajuda silenciosamente.


— Ela não vai ficar de vela, nós vamos fazer coisas bem mais divertidas. — É impressão minha ou o tom de Justin é malicioso?


— Divertido como? Vão transar? — Derek debocha. Se ele soubesse...


— Não, a gente é amigos, nunca iríamos transar... — Mentira! Transamos nós três a dois dias atrás. 


— Tudo bem então, você que perde, docinho. — Derek sai puto e eu respiro aliviada.


— Aff! Que cara idiota. — Falo para Justin.


— Se você aceitasse ir para a casa dele, eu juro que te daria umas palmadas. — Justin fala sério e eu reviro os olhos com o seu ciúme.


— Quem ver assim, eu ia deixar. — Rio sarcástica e ele me dá um tapa forte na coxa.


— Viu? — Arqueou uma sobrancelha em petulância.


— Idiota! — Murmuro. — Vem, vamos atrás da Bree. 


Justin coloca seus braços em volta dos meus ombros e começamos a caçar aquela louca.


       (...) 


— MÃE, CHEGUEI! — Grito assim que entro em minha casa. 


Eu e minha mãe moramos sozinhas. Meu pai? Nunca conheci, nem mesmo minha mãe sabe quem é ele, um dia ela diz que ele era russo, no outro ela diz que era grego... Aí eu não faço idéia de quem diabos ele é, ou de onde é.


Chego na sala e dou de cara com minha mãe, sentada no chão em forma de índio, com a tropa de velas ao seu redor, enquanto ela faz uns barulhos estranhos.


Minha mãe tem problemas!


— Hum... Mãe? — Ela não me responde, parecendo concentrada. — Mãe, tu tá invocando o demônio, fazendo alguma macumba ou bruxaria? — Pergunto. Só pode ser uma dessas coisas, porque... Né!


— É claro que não, Sam. — Ela me respode e volta a fazer o que diabos ela ta fazendo.


— E que porra é essa?


— Oh Samantha, você é tão ingênua. — Eu? Ingênua? Isso só pode ser brincadeira. — Isso é um tratamento budista para o stress.


— Ah, então ta... — Semicerro os olhos e subo para meu quarto.


Cara, eu vivo rodeada de gente louca!


Tiro minha roupa, colocando um vestido tomara que caia — sem sutiã. Eu detesto usar sutiã — e me deito na minha cama para dormir. Quando eu estou quase dormindo, escuto meu celular tocando.


Droga!


Alô? — Nem me dou o trabalho de ver quem é.


Amiga... — A voz manhosa de Bree preenchem meus ouvidos. — Vem aqui pra casa?


O que diabos eu vou fazer na sua casa essas horas?


— É que eu tô aqui sozinha com o Justin, e nós queremos nossa melhor amiga... 


Ah... Eu não sei... — Murmuro hesitante, dá última vez que eu, Justin e Bree ficamos sozinhos, resultou na melhor foda da minha vida.


Ah por favor, Sam... Vem, por favor.


Ok, chego aí em dez minutos. — Me rendo e ouço seu grito animado.


Estamos te esperando! Até daqui a pouco vadia.


Até vagaba... — Então a cobra desliga na minha cara.


Solto uma lufada de ar e me levanto da cama indo para fora da minha zona de conforto.


— Mãe, vou na casa da Bree, encontrar ela e o Justin. — Aviso para minha mãe que continua com sua meditação.


— Ok, use camisinha. — Ela fala e eu paro no meio do caminho.


— Camisinha?


— Ah minha filha, vai dizer que vocês três não vivem transando? — Olho para a mesma perplexa.


— Mãe! Eu não faço isso com o Justin e a Bree. — Só uma vez... 


— Ah querida, vai me dizer que tu nunca fez um ménage bem gostoso com eles?


— Não mãe, eu nunca fiz isso! — Minto na cara dura. Eu fiz e gostei.


— Não sabe o que tá perdendo. — Ela fala e me encara com seus olhos azuis penetrantes. — Fazer ménage é a melhor experiência para adolescentes.


— Ah mãe, você não tem jeito. — Resmungo e saio de casa começando a andar em direção para a casa da Bree.


       (...) 


— Vamos assistir um romance. — Bree sugere e eu e Justin reviramos os olhos. Não que eu não goste de romance, mas hoje eu não estou no clima.


— Não, romance nem pensar. Que tal ação? — Justin sugere e então um filme vem na minha mente.


— Que tal amizade colorida? — Sugiro e os dois me olham. — É uma comédia romântica que é sobre uma caça talentos que acha um cara, aí os dois viram melhores amigos e acabam transando. — Resumi e Justin e Bree se entre olham.


— Gostei! — Falaram juntos e concordamos.


— Cara, esse filme é massa pra porra. — Justin fala praticamente morrendo por causa do filme.


— De nada. — Ironizo e ele revira os olhos voltando sua atenção para o filme.


Estávamos deitados na enorme cama de Bree, eu no meio — porque se não os dois iam passar o filme inteiro se pegando — Justin no meu lado direito, e Bree no meu lado esquerdo.


Ainda bem que o clima está bom, nada de sexo, ou ménage. Só três amigos assistindo um filme sobre sexo entre amigos. Irônico, não?


Sinto uma movimentação de Bree, e seu braço se raspa no meu levemente. Agora que eu percebi que estamos praticamente colados, pois nossos braços praticamente se colam. Bree se remexe novamente para pegar pipoca e sua perna fica em cima da minha. Sinto minha respiração acelerar e meu corpo entrar em alerta...


Eles são seus amigos...AMIGOS. Só isso.


Justin se move e então sinto sua respiração bater no meu pescoço, minha respiração começa a acelerar e meu corpo se arrepia com o contato da sua respiração na minha pele sensível. Olho para ambos que parecem alheios a minha situação, suas atenções estão voltadas ao filme e eu solto uma lufada de ar, tentando controlar meus impulsos e minha buceta que começa a esquentar por causa dos meus pensamentos pecaminosos. 


Tento me concentrar no filme e então começa uma cena de sexo. Puta que pariu! O mundo tem algo contra mim.


Me levanto de uma vez da cama e Justin e Bree me olham assustados. Respiro fundo e desligo o filme. 


Não acredito que eu vou fazer isso!


Subo no colo de Justin, e sem dizer mais nada, eu o beijo. No início ele parece surpreso, mas logo relaxa e contorna minha cintura com os braços, trazendo meu corpo para mais perto do seu. Nossas línguas travam uma batalha por espaço, minhas mãos agarram seus cabelos e eu gemo quando ele aperta minha bunda com força. Apalpo o lado da cama e acho o corpo de Bree, puxo ela pela blusa e ela geme quando eu aperto seu seio com uma força tremenda. Termino o beijo com Justin e mordo seu lábio inferior. 


— Achei que não iríamos fazer mais isso. — Justin fala ofegante e eu rebolo contra seu pau. 


— Eu também, mas eu preciso muito foder com vocês. — Falo e puxo a blusa de Bree, deixando seus seios livres para mim apertar.


Me sento em cima do pau de Justin que era coberto pela calça e cueca. Começo a rebolar lentamente em cima de Justin, que geme e tomba a cabeça para trás, apertando minhas coxas desnudas com força. Começo a brincar com os bicos dos seios de Bree e ela geme. Sinto minha buceta pulsando, ansiando mais contato. Subo a camisa de Justin para cima e mordo os lábios examinando seu físico. 


— Bree, tira sua saia e calcinha e senta na cara de Justin. — Falo com a voz rouca e ela prontamente obedece, mas antes ela me beija arrancando meu vestido, me deixando apenas de calcinha. Justin fecha os olhos e eu sinto seu pau completamente duro e tiro sua calça, o deixando apenas com uma boxer branca molhada pelo pré - gozo. Bree senta na cara de Justin e ele começa a chupa-la enquanto aperta minha buceta por cima da calcinha. Me levanto e tiro minha calcinha ficando completamente nua e abaixo a boxer de Justin, e minha boca de enche de água, ao ver seu pau completamente duro, com as veias saltadas e lambuzado de pré - gozo. 


Coloco a grade na minha boca e a chupo com força e escuto seu rosnado, passo a língua pela base e logo vou lambendo todo seu pau sem o colocar na boca. 


— Sam... Por favor, me chupa logo, baby... — A voz de Justin manhosa e rouca é meu limite. 


Enfio o pau inteiro de Justin na minha boca até engasgar por causa do tamanho. Escuto um grito de Bree e eu sei que ela gozou. Começo a sugar o pau de Justin com força, enquanto masturbo a parte que não cabe na minha boca. Meu cabelo é puxado com força e abro meus olhos, encarando os olhos de Justin que estão mais escuros de desejo e tesão. Raspo meus dentes de leve e gemo ao sentir uma lambida no meu clitóris, Bree aperta meus seios enquanto me chupa e isso só aumenta meu tesão. Tiro a pau de Justin da minha boca, mas logo o enfio novamente fazendo meus movimentos com rapidez. 


— Awn...Vadia! — Sinto meu cabelo ser puxado com mais força ainda, e o pau de Justin pulsa na minha boca, sinto suas veias mais grossas e Justin impulsiona o quadril, logo despejando sua porra inteira na minha boca, e eu a engulo inteira. Justin se abaixa até ficar na minha altura, — Ja que eu estou de quatro — e me beija com brutalidade, sentindo seu próprio gosto, gemo contra a boca de Justin quando Bree me penetra com dois dedos, os movimentando. Arranho o pescoço de Justin com muita força e ele geme, agarrando minha cintura, ma deixando possivelmente marcada. Justin solta minha boca e começa a chupar e morder meu pescoço, fazendo meu corpo inteiro arrepiar. 


— Isso...— Gemo mais alto quando a sensação gostosa do orgasmo começa. Rebolo contra a boca de Bree, e sinto meu gozo descer da minha buceta e Bree o suga inteiro. Fugo dos toques de Justin, jogo Bree na cama e a beijo enfiando um dedo na sua buceta completamente molhada. Começo a beijar o pescoço dela e desço os beijos para seus seios, sugando e mordendo a carne com força, Bree geme alto e aperta minha bunda. 


— Vocês vão me deixar louco...— Ouço a voz de Justin e me separo de Bree olhando para ele, que masturba seu pau duro com força. — Venham aqui, bebês.


Olho para Bree e rirmos maliciosas indo lentamente até Justin que está completamente ofegante. Eu subo em seu colo e desço lentamente até ele entrar completamente dentro de mim. Eu e Justin gememos juntos e eu começo a subir, — quase o tirando de dentro de mim — e desço com força, gemendo alto ao sentir sua textura. Bree vai para trás de Justin e começa a beijar, lamber e chupar o pescoço dele.


— Isso! — Justin geme quando eu vou mais rápido e fundo. — Como vocês são gostosas...


Começo a cavalgar no seu pau com força e sinto meu corpo pegando fogo, as mãos de Justin apertam minha cintura e seu quadril começa a bater contra o meu e ele vai entrando e saindo numa rapidez impressionante.


Quando Justin está quase gozando eu tiro seu pau de mim e ele me olha com raiva. 


— Por que parou, porra? Continua...


Sorri e fiz um sinal para Bree que sentou em Justin e eu me sentei na sua cara, fazendo ele me chupar enquanto Bree quica nele com rapidez. Rebolo contra sua boca e seguro a cabeceira da cama, a mesma bate freneticamente contra a parede. Sorte que os pais da Bree não estão aqui. 


— Ahh...— Sinto as paredes da minha buceta se apertando e um calor se apossa no meu corpo. O mesmo fica mole quando eu gozo e eu me deito do lado Justin. Bree quica mais algumas vezes no pau do loiro e os dois gozam juntos e ela cai do outro lado de Justin. Nossos corpos estão suados e ofegantes, sem força nem para falar. Os braços de Justin puxam eu e Bree e ele cheira meu cabelo. 


— Sam... Promete que não vai se afastar de mim e da Bree? — A voz um pouco fraca de Justin quebra o silêncio. 


— Eu prometo. — Sorri. — Até porque, foi eu que provoquei hoje. 


Gargalhamos e sinto meu corpo levemente dolorido. 


— Olha, vocês acabaram comigo. — Falei. 


— Dizemos o mesmo. — Justin e Bree falam e eu fecho os olhos completamente cansada e logo apago.


Notas Finais


AHHHHHHHHHH.
A SAM TÁ TODA FOGOSA. KKKKKKKKKKK.
Espero realmente que tenham gostado e gozado...
Amo vocês, docinhos.
Xx,
Maria ou Mari.


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