História Sex Instructor - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Taylor Swift
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Purple_ninjas2, Repostando, Sexo
Exibições 2.801
Palavras 2.234
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOCÊS AINDA VÃO ME MATAR DO CORAÇÃO COM TODOS ESSES COMENTÁRIOS FOFOS! MDSSS Hoje a lista de dedicatórias vai ser grande pelo visto hahahaha
❤_______________________________Dedicado há:_______________________________❤
❤ feh10belive
❤ MihSwift25
❤ jus_swag
❤ infinityz
❤ purposwregui
❤ bangerzzjb
❤ brerribeiro
❤ Barbiedobieber
❤ Thaay_Belieber
❤ leehdreww
❤ bizzlewilk
❤ Cris_Pains
❤ HAVEGRAMMYS
❤ mepossuamalik
❤ addictedtoJayB
❤ _PerfectGirl_
❤ just_ivy
❤ JayHemmings
❤ nynha_luh
❤ Mandinha22
❤ cellbolitosz

Capítulo 28 - Pelo menos um pouco


Fanfic / Fanfiction Sex Instructor - Capítulo 28 - Pelo menos um pouco

Atlanta, Geórgia: 19:33
Justin Bieber Point Of View:

— Você faz faculdade de que, Chrissy? — era a décima terceira pergunta que meu pai fazia a ela no jantar, inoportuno, parecia procurar um defeito nela para poder julga-la, e eu controlava as palavras em minha boca para não responder em seu lugar e acabar soando grosseiro, ficava cada vez mais difícil, porque sabia que ele estava fazendo aquilo de propósito.

Eu tinha a paciência de contar, deixando os talheres de lado para segurar firmemente na mão da minha acompanhante, por baixo da mesa, olhando-a com ternura e tentando procurar vestígios de educação dentro de mim.

— Administração, já havia contado ao senhor, na empresa, mas acho que tinha coisas mais importantes para fazer — mordeu o lábio, sentindo-se oprimida.

— Oh... — balbuciou, e sorriu sem graça, respirando fundo e pesado. — Mas receio que agora Justin dê a sua devida atenção, estou errado? — virou o jogo, fitando-nos com deboche no olhar, e a voz pingando sarcasmo, o que fez com que Chrissy corasse, abaixando a cabeça no mesmo segundo.

— Estarmos nos conhecendo não significa que lhe dou regalias, na verdade, Chrissy sabe ser bem mais responsável que uns e outros, e ainda tem que lidar com a pressão da faculdade. Se eu fosse você, pai, media as suas palavras — ele me olhou a todos os segundos, não demonstrava nada, mas ao travar o maxilar, mostrou-se tocado, eu havia o feito calar a boca e torcia para que ele permanecesse assim até o final do jantar.

— Mas, então querida, você esta no primeiro ano da faculdade? — Erin tentou desviar o foco, e recebeu o sorriso amável de Chrissy, que engatou em uma conversa animada com ela, deixando meu pai de fora, e procurando não ligar para os olhares matadores que lhe eram desferidos.

Como nada é o que parece, nem tudo ocorre como desejamos, meu pai tinha que retornar com as suas perguntas idiotas, mas não pensei que a coisa pudesse ser tão seria, e que ele seria ousado o bastante para questionar isso.

— Porque você esta com o meu filho? — larguei os talheres com a diferença de que agora eu fui completamente mal educado, e pouco me importava a opinião podre do meu pai quanto ao meu comportamento.

Chrissy me olhou, suplicando para que eu fizesse algo, e com o pouco de paciência que ainda me restava, tomei a iniciativa.

— Pai...

— Não, eu não perguntei a você. Quero que Chrissy responda, ou ela não passa de uma vadia que você anda...

— Chega, Jeremy! — explodi, arrastando a minha cadeira para trás e me levantando, ele me olhava incrédulo, sem acreditar que eu estava realmente o enfrentando.

Eu sentia as minhas bochechas pegarem fogo devido a minha raiva, sabia que estava demorando demais até que ele realmente chegasse no ponto do jantar, e conseguisse acabar com ele em poucas palavras.

— Mas o que diabos deu em você? — bebericou o vinho, com uma calma que me dava ânsia se vomito. Como podia ser tão cretino?

— Eu é quem pergunto, o que deu em você? Como ousa chama-la assim? Onde esta a sua educação? Agindo assim na frente das crianças, eu nunca pensei que diria isso, mas você não passa de um merda, e eu tenho nojo de você — ele tinha a raiva nítida nos olhos, mas o ar de deboche ainda era a sua marca registrada.

— Ela não passa de uma vadia, e você sabe...

Eu não precisei de mais meio segundo para avançar sobre ele, pegando-o pelo colarinho engomado da camisa social, olhando-o nos olhos e tentando encontrar vestígios de culpa, mas após ganhar um sorriso cínico, dei um soco em sua boca, pouco me importando com o fato de que ele era o meu pai.

— Saia daqui agora — a voz vacilou quando eu o soltei, jogando-o contra a cadeira, com uma vontade absurda de repetir a dose.

— Não precisa pedir duas vezes — sorri debochado, e me direcionei a Chrissy, tocando em sua mão vendo que ela estava em choque, tinha a boca levemente aberta e fitava um ponto fixo.

Deixei um beijo sobre a cabeça dos meus irmãos e me despedi de Erin, deixando aquela casa em passos rápidos, trazendo Chrissy comigo.

Percebendo que ela não se movia mais ao chegarmos perto do carro, virei-me para ela encontrando-a estática, sua pele estava pálida e os lábios secos.

— Chrissy? — sussurrei seu nome chamando-a, e ela piscou os olhos, ainda atordoada com o que tinha acontecido, e não era para menos. — Tudo bem? — escorei seu corpo contra a porta do carro, e ela assentiu levemente com a cabeça.

— Me desculpe a escolha de palavras, mas seu pai é um monstro — comentou engolindo a seco, e eu suspirei, mas sabia que ela estava completamente certa.

— Posso contar um segredo? — ela assentiu feito uma criança, e eu aproximei meus lábios da sua orelha, deixando um beijo sobre o lóbulo da mesma antes de sussurrar. — Eu também acho — ela gargalhou devido ao meu drama e desferiu um tapa em meu braço, revirando furtivamente os olhos. — Vamos, vou comprar algo para comermos em minha casa, tudo bem? — abri a porta do passageiro, e antes de entrar, ela me olhou nos olhos, fechou a porta e me puxou contra si, levando os dedos suavemente até a minha bochecha, acariciando o local delicadamente, observando-me com atenção, e sem perceber, eu estava corando sob o seu olhar, sentindo-me excessivamente vulnerável.

— Não acho que violência seja o mais correto, mas obrigada por me defender — sua voz soou tão doce que me surpreendera, afinal de contas ela nunca dirigia a palavra a mim daquela forma, mas naquele momento, naquele momento por um segundo eu cogitei a ideia de que ela gostava de mim, pelo menos um pouco.

— Tudo por você, lembra? — ela rio baixo, e assentiu com as maças do rosto coradas, sem me conter, selei os nossos lábios.

Levando as mãos até seus fios de cabelo na nuca, e puxando-a contra mim para um beijo mais intenso, acariciando a sua boca inteira com a minha língua, e sentindo-a fazer o mesmo comigo embora seja de uma forma mais tímida.

Uma hora depois eu me sentia melhor do que em qualquer outro momento naquela noite, para ser sincero.

Havíamos pedido comida em casa e com base nisso, foi bom receber batatas fritas na boca, quando Chrissy achou graça nisso e não viu problemas em me tratar como um legítimo bebê.

Brincava com o meu copo de refrigerante enquanto mantinha Chrissy entre as minhas pernas, abraçado a sua cintura enquanto observávamos a lareira queimar lentamente as madeiras, tornando-se a única luz do cômodo, já que eu havia apagado a luz tentando dar um ar mais romântico ao ambiente, embora que Chrissy não tenha nem notado.

— Acha que por ter brigado com o seu pai, ele vai deserdar você? — questionou franzindo a testa, e sem perceber aquilo a tornava ainda mais linda.

Como podia, Deus? Era demais pedir para que eu não me apaixonasse por ela.

— Eu não sei, mas isso não me preocupa, eu só não podia deixa-lo falar assim com você — ela se encolheu em meus braços, com vergonha e eu a virei para mim colocando-a em meu colo. — Porque você não é assim, sempre? — sussurrei audível e ela se mostrou confusa, deixando com que a cabeça pendesse para o lado direito.

— Assim, como? — mordeu levemente o lábio mas o soltou antes que eu a repreendesse.

— Toda meiga, fofa e carinhosa — para falar a verdade eu acho que ela não havia nem notado que estava agindo assim.

Pigarreou com insegurança e desviou o olhar, tentando inutilmente sair do meu colo.

— Hei, para quieta ou eu vou atacar você com beijos — ela rio, mas não levou muito a serio, só quando eu a beijei, acabando com o ar que lhe restava em segundos.

Suas mãos correram livremente para a minha nuca, e eu puxei mais o cobertor, escorando-me contra o sofá e puxando o tecido acima das nossas cabeças, deixando meu copo com refrigerante em qualquer lugar.

Mesmo que respirasse com dificuldade, deixei isso de lado sentindo o calor do seu corpo, sua respiração descompensada e os carinhos que ela desferia por baixo da minha blusa, arranhando levemente as minhas costas.

— Eu não consigo respirar — riu contra os meus lábios, descolando-os por um segundo mas o bastante para me deixar atordoado, a procura de mais.

— Shiu... — sussurrei descendo minha boca até o seu pescoço, marcando-o com chupões e mordidas, que faziam Chrissy se encolher em meu colo, rebolando sem intenção no meu membro, que já começava a endurecer sob ela, com vontade de gozar apenas por sentir o calor do seu corpo.

A coisa toda ficava mais quente a cada toque, a cada segundo embaixo daquele cobertor, e mesmo que a claustrofobia acabasse comigo, eu só ia sair dali quando acabasse com Chrissy.

Procurei o feixe do seu vestido, e deslizei o tecido para cima tirando-o do seu corpo sem dificuldade alguma.

— Mesmo no escuro eu consigo saber o quanto você é linda... — sussurrei dedilhando os seus seios, distribuindo beijos pelo seu colo e aspirando o perfume doce dela, ficando ligeiramente bêbado.

— Bobo... — mordeu a minha bochecha, soltando uma risada gostosa que fez com que eu me arrepiasse, gostando da sensação.

— Se não pararmos agora, eu não vou conseguir me conter mais tarde — sussurrei, com receio da sua decisão. — Não quero parecer um maníaco por sexo — comentei e ela gargalhou, abraçando o meu pescoço.

— Você já parece um — chupou meu lábio inferior de uma forma tão gostosa que eu não contive a risada, adorando aquele momento.

— Desde jeito você me magoa — brinquei com um bico nos lábios e para a minha surpresa, Chrissy não se intimidou em sela-los, fazendo-me suspirar e puxar ainda mais a sua cintura contra o meu tronco, sentindo seus seios em meu peitoral, através da camisa que eu usava, sentindo-me desconfortável com o tecido, então rapidamente me despi da vestimenta, arfando contra os seus lábios, sentindo seus seios rígidos, acabando com a minha sanidade.

Ela rio ao perceber o quão tonto eu estava, minhas mãos seguraram tremulamente o tecido da sua calcinha e eu a tirei do seu corpo, com um pouco de dificuldade.

Elevei o quadril assim que Chrissy desabotoou a minha calça Jeans, puxando-a para baixo assim como fez com a minha cueca, voltando para o meu colo no mesmo segundo.

Ela me parecia com frio, e naquele momento não havia nada que pudesse inverter a situação a não ser abraça-la.

Fiz o contorno do seu corpo com os braços, apertando ainda mais o cobertor sobre nós, deixando-a mais aquecida enquanto nos beijávamos, era tão lento, tão intimo e tão bom, seus lábios tinham gosto doce, eram carnudos e só me trazia uma maior vontade de beija-la a cada segundo do dia.

Arfei quando minha glande ficou entre nós dois, tão duro e excitado que colidia em minha barriga, e Chrissy gargalhou pendendo a cabeça para trás, percebendo que a minha situação era realmente critica.

Segurei meu pênis pela base à procura dela, e fechei os olhos com força ao sentir seus lábios quentinhos, seu liquido viscoso escorreu pela minha extensão, e Chrissy finalmente jogou o peso sobre mim, me enterrando dentro dela até o talo, sentindo seu útero enquanto latejava levemente, louco demais para me manter calado.

— Céus Chrissy... — sussurrei com descrença, quando ela passou a se mover lentamente, em uma tortura constante, subindo e descendo, movendo poucamente o quadril para trás e para frente enquanto eu sentia as gotas de porra saírem da minha fenda.

A puxei para mim, mantendo seu tronco colado ao meu, alterando os movimentos da forma como eu desejava, lento e feroz, sentindo a sua respiração descompensada e ouvindo o som desesperado dos seus batimentos cardíacos.

Eu a entendia, porque estava da mesma forma, se não pior.

Levei a mão esquerda até sua nuca, enterrando meus dedos em seus cabelos e trazendo-a para mim, passando a língua pelos seus lábios a pedido de passagem, ela cedeu, arfando, quando eu comecei a combinar os impulsos que ela dava com o meu quadril, indo mais fundo, sentindo suas paredes internas apertarem a minha extensão a cada estocada.

Nossos lábios moviam-se da mesma sintonia das penetrações, sem pressa, queria sua boca para mim, para que eu pudesse beija-la quando bem entendesse.

Eu a queria para mim, e não precisei de muitos minutos para me tocar de que eu, queria Chrissy, para mim.

— Jus...

— Goza amor, goza para mim, e somente para mim — mordi a sua bochecha, descendo a boca para os seus seios ainda rígidos, marcando-os com chupões que eu gostaria de ver amanhã, mesmo que tivesse a absoluta certeza de que Chrissy me mataria por isso, eu não ligava.

Ela respirou fundo e gemeu quando eu comecei a liberar o meu liquido, fazendo as penetrações serem mais rápidas, tornando-se úmido.

Finalmente começou a gozar, intensificando os movimentos até que ambos parássemos, mesmo no escuro, procurou os meus lábios e os selou por alguns segundos, deitando a cabeça em meu peito logo em seguida.

Destapei somente as nossas cabeças, para que respirássemos melhor e suspirei, apertando-a contra mim e vendo seus olhos fecharem-se lentamente, cansada.

Acariciei a sua cintura sentindo sua pele macia e quentinha sob os meus dedos, deixei um beijo no topo da sua cabeça depois de minutos em silencio, percebendo que ela havia dormido ali, nos meus braços, nua e tão linda.

— Como não me apaixonar por você, hum?

Notas finais:


Notas Finais


FANFIC NOVA ABAIXO:
Toxic: https://spiritfanfics.com/historia/toxic-6712416
Eu fico tão feliz que boa parte me diz o que acha da Fanfic, e aos outros que apenas leem o capítulo e fecham a pagina, lembrem-se do quanto é demorado escrever algo e postar. não custa nada expressar sua opinião, dizer o que deve melhorar ou não, não estou exigindo nada, mas sim que se expressem livremente, eu estou aqui para receber criticas, desde que não sejam ofensivas e sim construtivas.
Nos vemos em breve <3

Grupo no Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/invite/5kZNkunTmEc6ijIaaxndat
Broken Rules: https://spiritfanfics.com/historia/broken-rules-6667683
Kill Em With Sex: https://spiritfanfics.com/historia/kill-em-with-sex-6612371
Lessons For My Dad: https://spiritfanfics.com/historia/lessons-for-my-dad-6502453
He Is Gay: https://spiritfanfics.com/historia/he-is-gay-4676782
Mon Amour: https://spiritfanfics.com/historia/mon-amour-4681396
Puritan, Or Not?: https://spiritfanfics.com/historia/puritan-or-not-3668751

Twitter: https://twitter.com/Purple_NinjaS2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...